Quando a pele sofre um corte ou uma perfuração, milhares de células sangüíneas entram em ação. Algumas delas fornecem o oxigênio necessário para que outras possam iniciar o processo de estancamento do sangue e fechamento da ferida, enquanto um terceiro grupo combate as bactérias, impedindo-as de entrar no organismo. Apesar disso, é muito importante a higienização do local e a aplicação de curativos.
CORPO HUMANO
cicatriz
A pele e o processo de cicatriza o
Quando a pele sofre um corte ou uma perfura o, milhares de c lulas sang neas entram em a o. Algumas delas fornecem o oxig nio necess rio para que outras possam iniciar o processo de estancamento do sangue e fechamento da ferida, enquanto um terceiro grupo combate as bact rias, impedindo-as de entrar no organismo. Apesar disso, muito importante a higieniza o do local e a aplica o de curativos
DANTE GRECCO, RENATA STEFFEN E LUIZ IRIA
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AS CAMADAS DA PELE
O maior rg o do nosso corpo constitu do de camadas
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EPIDERME: tem de 1 a 4 mil metros de espessura e onde nascem as novas c lulas
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DERME: a ficam as termina es nervosas, as gl ndulas
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sudor paras e as seb ceas, os bulbos capilares e os vasos sang neos, que se rompem em caso de corte
Imediatamente, o organismo direciona mais plaquetas para a regi o e tem in cio a produ o de fibrina subst ncia que s se forma no sangue quando um vaso rompido. As plaquetas se juntam nas pontas dos vasos cortados e atuam como um tamp o, parando o sangramento em alguns minutos. A fibrina age como a cola dessa uni o de plaquetas
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c lulas mortas
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macr fago
"casquinha"
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Quando um machucado ultrapassa a epiderme, vasos sang neos podem se romper. O sangue, que se espalha pelo local, cont m v rias subst ncias, de gl bulos vermelhos (que transportam oxig nio) a plaquetas (repons veis pela coagula o)
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gl bulo branco
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bact ria
fibrina
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plaqueta
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sangue
A irriga o sang nea extra tamb m traz os fibroblastos, c lulas que produzem um tipo especial de tecido: o col geno. Aliado multiplica o das outras c lulas da pele, o col geno forma novas fibras. S o elas que se juntam para fechar de vez a ferida, o que ocorre de fora para dentro do machucado
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gl bulo vermelho Cerca de duas semanas ap s o acidente, a ferida j est totalmente coberta com uma nova camada de pele. Dependendo da gravidade do corte e do organismo de cada pessoa, restar no local, no m ximo, uma pequena cicatriz para lembrar o acidente
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vaso sang neo
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plaquetas
CONSULTORIA PROF. DR. LUIZ CL UDIO C NDIDO, PRESIDENTE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE FERIDOLOGIA
PARTE INTEGRANTE DO ESPECIAL P STERES NOVA ESCOLA
A defesa da regi o leva cerca de tr s dias e feita pelos gl bulos brancos. Essas c lulas sang neas destroem seres estranhos que entram no corpo pelo machucado como bact rias. O processo de defesa deixa a ferida inflamada alguns dias. Nesse per odo tamb m aparece a "casquinha", que simplesmente o sangue coagulado e ressecado
Ap s a a o dos gl bulos brancos, vem a limpeza geral. Entram em cena os macr fagos (um tipo de c lula presente na pele), que "engolem" as c lulas mortas e as ltimas bact rias que restaram. Ao mesmo tempo, cresce o fluxo de sangue na regi o, dando origem quela vermelhid o t pica de machucado. Com mais sangue, multiplicam-se as c lulas na por o superficial da pele
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fibroblastos
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col geno
Curativos-Avanços da tecnologia do silicone
Apresentação dos curativos a base de silicone,com os objetivos de diminuição da dor e tempo da enfermagem ao leito do paciente.
ASSISTÊNCIA AO PACIENTE PORTADOR DE FERIDA E PRINCÍPIOS BÁSICOS DE CURATIVOS
PRINCÍPIOS DOS CUIDADOS DE ENFERMAGEM AO PACIENTE COM FERIDA
Curativos e Coberturas Especiais
Trabalho sobre Curativos e coberturas especiais da disciplina de Semiologia.
O paciente ortopédico requer uma atenção especial quando trata-se de lesões de pele; por este apresentar, de forma agregada ou isolada, ferimentos de etiologia cirúrgica (incisão ou excisão); traumática (agressão mecânica, térmica ou química) e, crônica (fisiopatologia subjacentes, por exemplo, a úlcera de pressão). Existem alguns fatores que podem aumentar o risco para o comprometimento da integridade da pele deste cliente, como, estado nutricional e perfusão tecidual alterados, fragilidade capilar, idade, posicionamento prolongado no leito e alteração da mobilidade. No desenvolvimento das atividades de enfermagem em uma instituição de referência em tráumato-ortopedia, localizada na cidade do Rio de Janeiro, foi percebida a necessidade de um instrumento de orientação e de fácil utilização para o auxílio na realização dos curativos diários. Diante de tal fato, foram formuladas orientações que reúnem algumas das mais conhecidas referências bibliográficas sobre curativos e feridas. Este instrumento aborda inicialmente breves conhecimentos a despeito dos tipos de cicatrização e métodos para a avaliação das feridas, fornecendo conteúdo teórico que contribua para evolução e registro das feridas, de maneira contínua, e com qualidade. Posteriormente são descritos os principais curativos utilizados na referida instituição, sendo discriminados sua composição, mecanismo de ação, indicações, tipos de feridas, contra-indicações, modo de usar, periodicidade da troca e algumas observações importante. Cabe ressaltar, que não é intuito deste manual modificar e ou sobrepujar as normas e rotinas já presentes na instituição. Este instrumento tem como objetivo acrescentar de forma simples, conhecimentos para facilitar a realização dos curativos pelos profissionais que os executam, tornando mais fácil e rápida a recuperação das lesões em questão.
CADERNO DE ENFERMAGEM EM ORTOPEDIA
O paciente ortopédico requer uma atenção especial quando trata-se de lesões de pele; por este apresentar, de forma agregada ou isolada, ferimentos de etiologia cirúrgica (incisão ou excisão); traumática (agressão mecânica, térmica ou química) e, crônica (fisiopatologia subjacentes, por exemplo, a úlcera de pressão).
Cuidar de feridas sempre pareceu ser muito simples. Tão simples que dificilmente era prioridade no tratamento do paciente. Qualquer pessoa podia fazer o curativo e utilizar o que tinha disponível. Não se dava a devida importância à técnica e a outros fatores associados. Hoje sabemos que vários fatores interferem no processo de cicatrização e que o mercado dispões de uma variedade de produtos que podem ser utilizados com sucesso tanto na prevenção quanto no tratamento de feridas.
A pele e o processo de cicatrização
Quando a pele sofre um corte ou uma perfuração, milhares de células sangüíneas entram em ação. Algumas delas fornecem o oxigênio necessário para que outras possam iniciar o processo de estancamento do sangue e fechamento da ferida, enquanto um terceiro grupo combate as bactérias, impedindo-as de entrar no organismo. Apesar disso, é muito importante a higienização do local e a aplicação de curativos.