Apostila Tubulacoes Industriais.pdf

Apostila, sobre instalações industriais, como Válvulas, tubulações etc.

TUBULA ES INDUSTRIAS

AULA 1

Prof. Cl lio

FACULDADE DE ENGENHARIA QU MICA DE LORENA

CURSO DE

TUBULA ES INDUSTRIAIS

Prof. Antonio Cl lio Ribeiro Livro Texto: TUBULA ES INDUSTRIAIS Volumes 1 e 2 SILVA TELLES, Pedro Carlos Livros T cnicos e Cient ficos Editora S.A. Livro Auxiliar: TABELAS E GR FICOS PARA PROJETO DE TUBULA ES SILVA TELLES, Pedro Carlos e BARROS, Darcy G. de Paula Editora Interci ncia Ltda.

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APRESENTA O

O material deste curso, organizado em dez m dulos denominados de Aula 1 at Aula 10, cont m s transpar ncias que s o utilizadas em cada aula e correspondem aos resumos dos respectivos cap tulos do Livro Texto. Na organiza o de cada m dulo (aula) do curso, al m do Livro Texto, foram utilizadas tabelas e gr ficos do livro auxiliar, bem como, figuras e dados de diversos cat logos de fabricantes de tubos, conex es, juntas de expans o, v lvulas, purgadores etc. Para garantir um bom aproveitamento no curso, o estudante deve utilizar os resumos das transpar ncias juntamente com o Livro Texto. Somente atrav s do Livro Texto que se conseguir o pleno entendimento dos resumos apresentados neste material. Prof. Cl lio

RELA O DE CAT LOGOS UTILIZADOS:

Cat logo Geral da B RBARA S. A. Tubos Brasilit Conex es TUPY PBA/PBS/F TIGRE Cat logo Geral da NIAGARA Cat logo de Produtos da ASCA V lvulas Industriais DECA BROWM V lvulas e Conex es Cat logo Geral da RVM V lvulas de Diafragma CIVA-SAUNDERS V lvulas de Borboleta CBV-DEMCO

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PROGRAMA E PLANO DE AULAS

AULA ASSUNTO

1 Tubos e Tubula es Defini es Tubos: Materiais, Processos de Fabrica o e Normaliza o Dimensional Meios de Liga o de Tubos, Conex es de Tubula es e Juntas de Expans o V lvulas Purgadores de Vapor, Separadores e Filtros Recomenda es de Material para Servi os Aquecimento, Isolamento T rmico, Pintura e Prote o Disposi o das Constru es em uma Instala o Industrial Arranjo e Detalhamento de Tubula es Sistemas Especiais de Tubula o Suportes de Tubula o Montagem e Teste de Tubula es Desenhos de Tubula es Desenho de Tubula es Exerc cio de Avalia o A Tubula o Considerada como Elemento Estrutural C lculo da Espessura de Parede de Tubos e do V o Entre Suportes Dilata o T rmica e Flexibilidade de Tubula es C lculo de Flexibilidade C lculo de Flexibilidade C lculo de Flexibilidade Visita T cnica

ATIVIDADE

Exposi o Te rica

2 3 4 5 6 7

Exposi o Te rica Exposi o Te rica Exposi o Te rica Exposi o Te rica Exposi o Te rica

Exposi o Te rica

Pratica de Campo Exposi o Te rica Exerc cios Exposi o Te rica Exposi o Te rica Exposi o Te rica Exerc cios Pratica de Campo

8 9 10 11 12 13 14 15

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Volume I do Livro Texto

CONTE DO: Cap tulo 1

Tubula es Industriais: Generalidades, Classifica o.

Cap tulo 2

Tubos: Materiais, Dimensional. Processos de Fabrica o, Normaliza o

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TUBULA ES INDUSTRIAIS Defini o: Conjunto de tubos e seus acess rios

Aplica es: Distribui o de vapor para for a e/ou para aquecimento; Distribui o de gua pot vel ou de processos industriais; Distribui o de leos combust veis ou lubrificantes; Distribui o de ar comprimido; Distribui o de gases e/ou l quidos industriais. Custo: Em ind strias de processamento, ind strias qu micas, refinarias de petr leo, ind strias petroqu micas, boa parte das ind strias aliment cias e farmac uticas, o custo das tubula es pode representar 70% do custo dos equipamentos ou 25% do custo total da instala o.

Tubula es de processo Tubula es de utilidades Tubula es de instrumenta o Tubula es de drenagem

Tubula es dentro de instala es industriais CLASSIFICA O DAS TUBULA ES Tubula es fora de instala es industriais

Tubula es de transporte Tubula es de distribui o

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PROCESSOS DE FABRICA O DE TUBOS

Lamina o TUBOS SEM COSTURA Extrus o Fundi o Dia. Grandes Dia. Pequenos

TUBOS COM COSTURA

Fabrica o por solda

A QUALIDADE DO TUBO INDEPENDE DO PROCESSO DE FABRICA O

FABRICA O POR LAMINA O

Laminador Obl quo (Mannesmann)

Laminadores de Acabamento

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FABRICA O POR EXTRUS O

Ferro Fundido (Nodular) A os especiais n o forj veis

FABRICA O POR FUNDI O

Concreto Cimento-amianto Barro-vidrado

FABRICA O DE TUBOS COM COSTURA

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MATERIAIS PARA TUBOS muito grande a variedade dos materiais atualmente utilizados para a fabrica o de tubos. S a ASTM especifica mais de 500 tipos diferentes. MET LICOS: Ferrosos: A os-carbono A os-liga A os inoxid veis Ferro fundido Ferro forjado Ferros ligados Ferro nodular Cobre Lat es Cobre-n quel N quel e ligas Metal Monel Chumbo Tit nio, zirc nio Cloreto de polivinil (PVC) Polietileno Acr licos Acetato de celulose Ep xi Poli steres Fen licos etc.

N o-ferrosos

N O MET LICOS:

Materiais pl sticos

Cimento-amianto Concreto armado Barro vidrado Elast meros (borrachas) Vidro Cer mica, porcelana etc. A sele o e especifica o do material mais adequado para uma determinada aplica o pode ser um problema dif cil cuja solu o depende de diversos fatores.

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FATORES DE INFLU NCIA NA SELE O DE MATERIAIS A sele o adequada um problema dif cil porque, na maioria dos casos, os fatores determinantes podem ser conflitantes entre si. Caso t pico corros o versus custo. Os principais fatores que influenciam s o: Fluido conduzido Natureza e concentra o do fluido Impurezas ou contaminantes; pH; Velocidade; Toxidez; Resist ncia corros o; Possibilidade de contamina o. Condi es de servi o Temperatura e press o de trabalho. (Consideradas as condi es extremas, mesmo que sejam condi es transit rias ou eventuais.) N vel de tens es do material O material deve ter resist ncia mec nica compat vel com a ordem de grandeza dos esfor os presentes. ( press o do fluido, pesos, a o do vento, rea es de dilata es t rmicas, sobrecargas, esfor os de montagem etc. Natureza dos esfor os mec nicos Tra o; Compress o; Flex o; Esfor os est ticos ou din micos; Choque s; Vibra es; Esfor os c clicos etc. Disponibilidade dos materiais Com exce o do a o-carbono os materiais tem limita es de disponibilidade. Sistema de liga es Adequado ao tipo de material e ao tipo de montagem. Custo dos materiais Fator freq entemente decisivo. Deve-se considerar o custo direto e tamb m os custos indiretos representados pelo tempo de vida, e os conseq entes custos de reposi o e de paralisa o do sistema. Seguran a Do maior ou menor grau de seguran a exigido depender o a resist ncia mec nica e o tempo de vida. Facilidade de fabrica o e montagem Entre as limita es incluem-se a soldabilidade, usinabilidade, facilidade de conforma o etc. Experi ncia pr via arriscado decidir por um material que n o se conhe a nenhuma experi ncia anterior em servi o semelhante. Tempo de vida previsto O tempo de vida depende da natureza e import ncia da tubula o e do tempo de amortiza o do investimento. Tempo de vida para efeito de projeto de aproximadamente 15 anos.

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OBSERVA ES SOBRE A SELE O DE MATERIAIS Para a solu o do problema da escolha dos materiais, a experi ncia indispens vel e insubstitu vel ou seja, material para ser bom j deve ter sido usado por algu m anteriormente. Seguir a experi ncia a solu o mais segura, embora nem sempre conduza solu o mais econ mica. Resumindo, pode-se indicar a seguinte rotina para sele o de materiais: 1 Conhecer os materiais dispon veis na pr tica e suas limita es f sicas e de fabrica o. 2 Selecionar o grupo mais adequado para o caso tendo em vista as condi es de trabalho, corros o, n vel de tens o etc. 3 Comparar economicamente os diversos materiais selecionados, levando em conta todos os fatores de custo. COMPARA O DE CUSTOS DE MATERIAIS A compara o de custos deve ser feita comparando a rela o custo/resist ncia mec nica ou seja, a compara o deve ser feita entre pre os corrigidos que ser o os pre os por kg multiplicado pelo peso espec fico e dividido pela tens o admiss vel de cada material. Na compara o de custos dos materiais devem ainda ser levados em considera o os seguintes pontos: - Resist ncia corros o ( sobreespessura de sacrif cio ). - Maior ou menor dificuldade de solda - Maior ou menor facilidade de conforma o e de trabalho - Necessidade ou n o de al vio de tens es.

Materiais

CUSTO RELATIVO DOS MATERIAIS Custo Materiais

Relativo

Custo Relativo

A o-carbono estrutural A o-carbono qualificado A o-liga 1,25Cr 0,5 Mo A o inoxid vel tipo 304 A o inoxid vel tipo 316

1,00 1,15 3,1 11,5 15,0

Ferro fundido Alum nio Lat o de alum nio Metal Monel Tit nio

0,95 2,5 7,6 31,8 41,0

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TUBOS DE A O-CARBONO ( Chamados de uso geral) BAIXO CUSTO EXCELENTES QUALIDADES MEC NICAS F CIL DE SOLDAR E DE CONFORMAR REPRESENTA 90% DOS TUBOS

DAS INDUSTRIAS

UTILIZADO PARA: gua doce, vapor, condensado, ar comprimido, leo, gases e muitos outros fluidos pouco corrosivos. 450 C para servi o severo 480 C para servi o n o severo LIMITES DE TRABALHO 520 C m ximo em picos PELA TEMPERATURA 370 C come a deforma o por flu ncia 530 C oxida o intensa (escama o) -45 C torna-se quebradi o EXITEM ACOS-CARBONO ESPECIAIS PARA BAIXAS TEMPERATURAS COM MENOS CARBONO E MAIS MANGAN S PARA TEMPERATURAS ABAIXO DE 0 C E ACIMA DE 400 C RECOMENDADO A UTILIZA O DE A O-CARBONO ACALMADO ( 1% de Si) O A O-CARBONO EXPOSTO ATMOSFERA SOFRE CORROS O UNIFORME (ferrugem) E O CONTATO DIRETO COM O SOLO CAUSA CORROS O ALVEOLAR PENETRANTE. DE UM MODO GERAL O A O-CARBONO APRESENTA BAIXA RESIST NCIA CORROS O (utiliza-se com revestimento ou joga-se com sobreespessura). OS RES DUOS DE CORROS O DO A O-CARBONO N O S O T XICOS MAS PODEM AFETAR A COR E O GOSTO DO FLUIDO CONDUZIDO. O A O-CARBONO VIOLENTAMENTE ATACADO PELOS CIDOS MINERAIS, PRINCIPALMENTE QUANDO DILUIDOS OU QUENTES E SUPORTA RAZOAVELMENTE O SERVI O COM LCALIS. OS TUBOS DE A O-CARBONO S O COMERCIALIZADOS SEM TRATAMENTO (TUBO PRETO ) OU PROTEGIDOS COM REVESTIMENTO DE ZINCO DEPOSITADO A QUENTE (TUBO GALVANIZADO).

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TUBOS DE ACOS-LIGA E A OS INOXID VEIS OS TUBOS DE A OS-LIGA OU DE A OS INOXID VEIS S O BEM MAIS CAROS QUE OS A OS-CARBONO, AL M DO QUE A SOLDAGEM, CONFORMA O E MONTAGEM TAMB M S O MAIS DIF CEIS E MAIS CARAS. Altas temperaturas Baixas temperaturas Alta corros o Necessidade de n o contamina o Seguran a

CASOS GERAIS DE EMPREGO

DEFINI ES: A os-liga s o todos os outros a os que cont m outros elementos, al m dos que comp em os a os-carbono.

Melhora resist ncia a flu ncia

A os-liga, para tubula es, destaca duas classes importantes

Mo Mo+Cr Ni

p/ altas temperaturas

Melhora resist ncia a oxida o

p/ baixas temperaturas

A os inoxid veis s o os que cont m pelo menos 12% de Cr que lhes conferem a propriedade de n o se enferrujarem mesmo em exposi o prolongada em uma atmosfera normal.

Corros o intergranular pela precipita o de carboneto de Cr Sensitiza o (T 450) Corros o alveolar provocada Pelo ion cloro (Cloretos,Hipo cloreto etc.)

AUSTEN TICO

(n o magn ticos)

A os inoxid veis podem ser FERR TICO

(magn tico)

TIPOS

DENOMINA O DO AISI

ESTRUTURA METALURGICA Austen tica Austen tica Austen tica Austen tica Austen tica Ferr tica

ELEMENTOS DE LIGA (%)

LIMITES DE T ( C)

Cr

18 18 25 16 17 12

Ni

8 8 20 10 9 -

OUTROS C (max.): 0,03 Mo: 2 Ti: 0,5 Al:0,2

M xima

600 400 600 650 600 470

M nima -255 sem limite -195 -195 -195 zero

304 304 L 310 316 321 405

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ESPECIFICA O DE MATERIAL PARA TUBOS DE A O

N O CONFUNDIR ESPECIFICA O COM NORMA DIMENSIONAL.

NO CASO DE TUBOS AS ESPECIFICA ES MAIS COMUNS S O: A-53 A-106 A-120 A-312

A o-carbono ASTM A o inoxid vel

Tubo preto Preto ou Galvanizado

Tabela de Exemplo para o ASTM A-106

DI METROS COMERCIAIS DOS TUBOS DE A O

Norma ANSI. B.36.10 Norma ANSI. B.36.19 A o Carbono e A o Liga A o Inoxid veis

TODOS OS TUBOS S O DESIGNADOS POR UM N MERO CHAMADO "DI METRO NOMINAL IPS" (Iron Pipe Size) ou "BITOLA NOMINAL"

At 12" o Di metro Nominal n o corresponde nenhuma dimens o f sica do tubo; a partir de 14" o Di metro Nominal coincide com o di metro externo dos tubos. NORMA DIMENSIONAL ABNT A ABNT ADOTOU A ANSI B.36 DESPREZANDO A POLEGADA DO DI METRO NOMINAL USANDO O N MERO COMO DESIGNA O.

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Para cada Di metro Nominal fabricam-se tubos com espessuras de parede, denominadas "s ries" ou "schedule".

1000 P onde: S

v rias

P= Press o interna de trabalho em psig . S rie =

S= Tens o admiss vel do material em psig

TABELA DE DIMENS ES DE TUBOS ANEXO 1/AULA1 PARA CADA DI METRO NOMINAL O DIAMETRO EXTERNO SEMPRE CONSTANTE, VARIANDO APENAS O DI METRO INTERNO, QUE SER TANTO MENOR QUANTO MAIOR FOR A ESPESSURA DE PAREDE DO TUBO.

SE ES TRANSVERSAIS EM TUBOS DE 1" DE DI METRO NOMINAL NORMALIZA O DA ABNT P-PB-225 Di metros S ries

1/8", ", 3/8", ", ", 1", 1 ", 1 ", 2", 2 ", 3", 3 ", 4", 5", 6", 8", 10", 12", 14", 16", 18", 20", 22", 24", 26", 30" e 36"

(OS DI METROS DE 1 ", 3 " E 5" S O POUCO USADOS NA PR TICA)

10, 20, 30, 40, 60, 80, 100, 120, 140 e 160

(N O EXISTE DISPON VEL NO MERCADO TODAS AS ESPESSURAS PARA TODOS OS DI METROS)

TIPOS DE PONTAS DE TUBOS

TABELA DE DIMENS ES DE ROSCAS ANEXO 2/AULA1

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DIMENSIONAMENTO DO DI METRO DA TUBULA O

Da vaz o necess ria de fluido Das diferen as de cotas existentes Das press es dispon veis Das velocidades e perdas de admiss veis Da natureza do fluido Do material e tipo da tubula o

NA MAIORIA DOS CASOS UM PROBLEMA HIDR ULICO EM FUN O:

carga

EXCE ES

Di metro do bocal do equipamento (TUBOS CURTOS) V o entre os suportes (VAZ ES PEQUENAS)

O C LCULO FEITO POR APROXIMA ES SUCESSIVAS Fun o das velocidades de escoamento ou Das perdas de carga

C LCULO DO DI METRO

TABELA DE VELOCIDADES ECON MICAS ANEXO 3/AULA1 PRECISO EVITAR VELOCIDADES VIBRA ES NA TUBULA O ALTAS PORQUE PODE CAUSAR

GRANDEZAS CONHECIDAS

(C lculo da perda de carga)

Vaz o Cota e press o dos pontos extremos Natureza do l quido ( , , Pv ) Comprimento equivalente

1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR A ENERGIA PERDIDA 2. PARA DIMINUIR A PERDA DE CARGA PRECISO AUMENTAR O DI METRO 3. RESULTA EM UM PROBLEMA ECON MICO

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CALCULADO O DI METRO EM FUN O DO ESCOAMENTO PRECISO ADEQUAR O VALOR ENCONTRADO COM AS DIMENS ES NORMALIZADAS PARA FABRICA O DE TUBOS.

C LCULO DA ESPESSURA DA PAREDE DO TUBO

( Em fun o da press o interna)

t1 = Espessura da parede P = Press o interna D = Di metro externo Sh = Tens o admiss vel do material na temperatura de projeto

t1 =

PD 2Sh

; Onde

S PODE SER UTILIZADA SE O DI METRO EXTERNO FOR MAIOR QUE 6 (seis) VEZES A ESPESSURA DA PAREDE

C LCULO DA ESPESSURA DE PAREDE (Norma ANSI/ASME. B.31)

t=

Onde: P = press o interna de projeto. D = di metro externo; d = di metro interno Sh= tens o admiss vel do material na temperatura de projeto. E = coeficiente de efici ncia de solda:

E=1 E=0,9 E=0,85 E=0,8 Y=0,4 Para tubos sem costura e tubos com costura por solda de topo, totalmente radiografa. Para tubos com costura por solda de topo, radiografia parcial Idem, sem radiografia, solda pelos dois lados. Idem, Idem, solda por um s lado.

PD +C, 2(S h E + PY )

ou

t=

Pd +C 2(S h E + PY - P )

Y = coeficiente de redu o de acordo com o material e a temperatura.

Para tubos de a o carbono e outros a os ferr ticos, em temperaturas de at 485 C. Y=0 Para tubos de ferro fundido. C = soma das sobreespessura para corros o, eros o e abertura de roscas.

AS F RMULAS N O PODEM SER APLICADAS QUANDO P/SE 0,385 E TAMB M QUANDO t D/6 A SOBREESPESSURA PARA CORROS O E EROS O SER O PRODUTO DA TAXA ANUAL DE CORROS O PELO N MERO DE ANOS DA VIDA TIL; PARA TUBULA ES EM GERAL, TOMA-SE DE 10 A 15 ANOS DE VIDA TIL.

NA FALTA DE DADOS, PARA O A O CARBONO E A OS DE BAIXA LIGA, CONSIDERA-SE: 1. 2. 3. 1,2 mm como valor m nimo para a sobreespessura de corros o 2,0 mm em servi os de m dia corros o at 4,0 mm em servi os de alta corros o

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DEFINI O DE UM TUBO

(Especifica o para Compra)

DI METRO NOMINAL N MERO DE S RIE TIPO DE EXTREMIDADE Ponta lisa Ponta chanfrada (especificada) Ponta rosqueada (especificada)

PROCESSO DE FABRICA O (com ou sem costura) ESPECIFICA O DO MATERIAL TIPO DE ACABAMENTO OU DE REVESTIMENTO QUANTIDADE Normalmente indica-se a quantidade total em unidade de comprimento ou em peso. A indica o do comprimento da vara de tubo n o importante porque pode haver varia o, em fun o do processo de fabrica o

TUBOS DE FERRO FUNDIDO

S O USADOS PARA GUA, G S, GUA SALGADA E ESGOTOS, EM SERVI OS DE BAIXA PRESS O , TEMPERATURA AMBIENTE E SEM GRANDES ESFOR OS MEC NICOS. TIMA RESIST NCIA CORROS O DO SOLO

OS TUBOS DE MELHOR QUALIDADE S O FABRICADOS EM MOLDES CENTRIFUGADOS

S O PADRONIZADOS PELO DI METRO EXTERNO DE 2" A 48" COM AS Lisa EXTREMIDADES Flange Integral Ponta e Bolsa SEGUEM AS NORMAS EB-43 e P-EB-137 DA ABNT E S O TESTADOS PARA PRESS ES DE AT 3 MPa ( 30 Kgf/cm2) FERRO FUNDIDO NODULAR resist ncia mec nica. Adi o de Si, Cr ou Ni Aumenta a

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TUBOS DE METAIS N O-FERROSOS

DE UM MODO GERAL S O DE POUCA UTILIZA O DEVIDO AO ALTO CUSTO Compara o geral com o A o Carbono: N O-FERROSOS Melhor resist ncia corros o Pre o mais elevado Menor resist ncia mec nica Menor resist ncia s altas temperaturas Melhor comportamento em baixas temperaturas

COBRE E SUAS LIGAS

Excelente resist ncia ao ataque Da atmosfera Da gua, inclusive salgada Dos lcalis e dos cidos dilu dos De muitos compostos org nicos De numerosos outros fluidos corrosivos Am nia Aminas Compostos Nitrados

Severo efeito de corros o sob-tens o quando em contato com:

DEVIDO AO ALTO COEFICIENTE DE TRANSMISS O DE CALOR S O MUITO EMPREGADOS EM SERPENTINAS, COMO TUBOS DE AQUECIMENTO OU REFRIGERA O

N O DEVEM SER EMPREGADOS PARA PRODUTOS ALIMENTARES OU FARMAC UTICOS PELO FATO DE DEIXAREM RES DUOS T XICOS PELA CORROS O

PRINCIPAIS ESPECIFICA ES DA ASTM

Tubos de Cobre B.68, B.75,B.88 Tubos de Lat o B.111 Tubos de Cobre-n quel B.466

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ALUM NIO E SUAS LIGAS

A atmosfera A gua Muitos compostos org nicos, inclusive cidos org nicos

Muito boa resist ncia ao contato com:

A RESIST NCIA MEC NICA MUITO BAIXA (A adi o de Si, Mg ou Fe melhora a resist ncia mec nica) DEVIDO AO ALTO COEFICIENTE DE TRANSMISS O DE CALOR S O MUITO EMPREGADOS EM SERPENTINAS, COMO TUBOS DE AQUECIMENTO OU REFRIGERA O OS RES DUOS RESULTANTE DA CORROS O N O S O T XICOS PRINCIPAIL ESPECIFICA O A ASTM B.111

CHUMBO

CARACTER STICAS Baixa resist ncia mec nica Pesado excepcional resist ncia corros o Pode trabalhar com H2SO4 em qualquer concentra o

N QUEL E SUAS LIGAS

APRESENTAM SIMULTANEAMENTE EXCEPCIONAL RESIST NCIA CORROS O, E MUITO BOAS QUALIDADES MEC NICAS E DE RESIST NCIA S TEMPERATURAS, TANTO ELEVADAS COMO BAIXAS. PRINCIPAIS TIPOS N quel Comercial Metal Monel (67% Ni, 30% Cu) Inconel (80% Ni, 20% Cr)

TIT NIO, ZIRC NIO E SUAS LIGAS

MATERIAIS COM PROPRIEDADES EXTRAORDIN RIAS TANTO DE RESIST NCIA CORROS O, COMO RESIST NCIA S TEMPERATURAS E QUALIDADES MEC NICAS; AL M DISSO O PESO ESPEC FICO CERCA DE 2/3 DO PESO DOS A OS.

A PRINCIPAL DESVANTAGEM O PRE O EXTREMAMENTE ELEVADO

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TUBOS N O-MET LICOS

PL STICOS (GRUPO MAIS IMPORTANTE)

A UTILIZA O DE TUBOS DE PL STICO TEM CRESCIDO NOS LTIMOS ANOS, PRINCIPALMENTE COMO SUBSTITUTOS PARA OS A OS INOXID VEIS Pouco peso Alta resist ncia corros o Coeficiente de atrito muito baixo Facilidade de fabrica o e manuseio Baixa condutividade t rmica e el trica Cor pr pria e permanente

VANTAGENS

DESVANTAGENS

Baixa resist ncia ao calor Baixa resist ncia mec nica Pouca estabilidade dimensional Inseguran a nas informa es t cnicas Alto coeficiente de dilata o Alguns pl sticos podem ser combust veis

TERMOPL STICOS (para dia. pequenos) PL STICOS TERMOEST VEIS (Termofixos) (para dia. Grandes)

Pol meros de cadeia reta (Podem ser moldados pelo calor) Pol meros de cadeia ramificada (N o podem ser moldados)

PL STICO A O CARBONO AC DOS RESISTEM AOS AC DOS E LCALIS N ORESISTEM AOS LCALIS DILUIDOS DILUIDOS N O RESISTEM AOS CIDOS LCALIS CONCENTRADOS

E

E RESISTEM AOS CIDOS E LCALIS CONCENTRADOS

QUASE TODOS OS PL STICOS SOFREM UM PROCESSO DE DECOMPOSI O LENTA QUANDO EXPOSTOS POR MUITO TEMPO LUZ SOLAR ( A o dos raios U.V.)

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CIMENTO-AMIANTO - (ARGAMASSA DE CIMENTO E AREIA COM ARMA O DE FIBRAS DE AMIANTO) CONCRETO ARMADO BARRO VIDRADO (MANILHAS) VIDRO, CER MICA BORRACHAS (MANGEIRAS E MANGOTES)

TUBOS DE A O COM REVESTIMENTO INTERNO

- Revestimento anticorrosivo, ou para evitar a contamina o do fluido conduzido - Revestimento anti-abrasivos e anti-erosivos - Revestimentos refrat rios (isolamento t rmico interno) - Custos - Resist ncia Mec nica - Possibilidade de Fabrica o

FINALIDADES

RAZ ES

PRINCIPAIS DIFICULDADES: MONTAGEM E SOLDAGEM

AULA 1

Referente aos Cap tulos 1 e 2 do Livro Texto

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ANEXO 1 Livro de Tabelas (p g. 18)

Folha 1 de 2

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5. TUBOS DE A O DIMENS ES NORMALIZADAS (Continua o)

ANEXO 1 Livro de Tabelas (p g. 19)

Folha 2 de 2

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ANEXO 2 Livro de Tabelas (p g. 23)

Folha 1 de 1

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VELOCIDADES RECOMENDADAS PARA TUBULA ES

Nota: Essas velocidades s o valores sugeridos que devem servir apenas como primeira aproxima o

ANEXO 3 Livro de Tabelas (p g. 28)

Folha 1 de 1

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Comentários


  1. (!)JANAINA WANDERLE - 2 dias atrás -

    Gostei muito deste arquivo porque ...

  2. (!)jonas - 17 dias atrás -

    Gostei muito deste arquivo porque ...

  3. (!)Bianca - em 20/07/2010 -

    Gostei muito deste arquivo porque ...

  4. (!)Bruno Miguel - em 20/03/2010 -

    muito bom

  5. (!)Maria do Carmo - em 10/01/2010 -

    Gostei muito deste arquivo porque ele é bastante resumido

  6. (!)umberto - em 02/01/2010 -

    material excelente, será mais um guia para aprofundar meus conhcimentos e agregar valores a carreira profisional em um mercado tão
    competitivo como o nosso.

  7. (!)leonardo - em 23/12/2009 -

    muito bom.

  8. (!)jefobama - em 28/10/2009 -

    gostei muito

  9. (!)Ulisses - em 07/10/2009 -

    Material muito bem preparado!!!!

  10. (!)jose antonio - em 14/09/2009 -

    gostaria que alguem mim envinhe para o meu email algum material sobre aplicações de tubulações industril. jammorais67@hotmail.com

  11. (!)jose antonio - em 14/09/2009 -

    gostaria que alguem mim envinhe para o meu email algum material sobre aplicações de tubulações industril. jammorais67@hotmail.com

  12. (!)Roberto Lazaro - em 13/09/2009 -

    oi não consequino baixa os arqivos

  13. (!)roberto - em 10/09/2009 -

    muito bomm!!

  14. (!)Rodolfo - em 24/08/2009 -

    Muito boa essa apostila, esclareci varias duvidas com ela

  15. (!)Vinicius - em 07/08/2009 -

    Ótima apostila, bem resumida e aborda claramente os tópicos principais dessa área.

    Obrigado por postá-la

  16. (!)jefferson ricardo - em 05/08/2009 -

    pretendo agregar mais ainda aos meus conhecimentos valeu,a todos que colaboram com estas matérias

  17. (!)Pedro Augusto - em 25/06/2009 -

    ARQUIVO EXELENTE

  18. (!)juliano - em 17/06/2009 -

    conferindo! otimo..

  19. (!)Danielle - em 09/06/2009 -

    Muito interessante!

  20. (!)leonie - em 01/05/2009 -

    Bom muito bom

  21. (!)JOSÉ ROBERTO - em 30/04/2009 -

    Este Livro é excelente!!!

  22. (!)Anderson - em 26/04/2009 -

    Este arquivo possui um ótimo conteudo,gostei muito.

  23. (!)gerardo - em 25/04/2009 -

    Apostila básica.

  24. (!)Gilson - em 23/04/2009 -

    gostei deste arquivo

  25. (!)Herbert - em 14/04/2009 -

    É isso aí galera, mas devemos agradecer de verdade ao professor Antônio Clélio por disponibilizar o material pela net. valeu...

  26. (!)Cleonaldo - em 04/04/2009 -

    muito boa valeu!!!

  27. (!)GERMANO - em 02/04/2009 -

    muito bom

  28. (!)Samuel - em 18/03/2009 -

    Muito obrigado Herbert! estou trabalhando ao lado de profissionais desta área e estudando esta apostila ficará mais fácil compreender a linguagem deles e até opinar em alguns casos.Parabéns!

  29. (!)vagner - em 19/02/2009 -

    Nota 10!

  30. (!)RAFAEL - em 22/01/2009 -

    Material muito bom!!!

  31. (!)oseias - em 16/01/2009 -

    Muito bom, parabens, boa apostila.

  32. (!)Vieira Manuel - em 04/12/2008 -

    pessoal é bastante confortavel trabalhar com este material, adorei

  33. (!)Eduardo - em 06/11/2008 -

    Apostila show de bola. Valeu!!!!!!!!!

  34. (!)Weberson - em 02/11/2008 -

    Ei! Legal.Vou estudar com carinho, Obrigado!

  35. (!)Jeferson - em 15/10/2008 -

    vou efetuar a pesquisa!muito obrigado!

  36. (!)Murilo - em 14/10/2008 -

    Vou ler obrigado pela apostila, um abraco.

  37. (!)Saulo - em 05/06/2008 -

    Este arquivo é um ótimo resumo do Livro de Silva Telles. Obrigado ao professor Clério.

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Herbert
15/04/2007

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