CLP - Controladores L gicos Program veis
Apresenta o
Disciplina: Redes industriais Professor: Cleber Pigosso Curso: T cnico em Informatica M dulo: 4
Introdu o
Dispositivos mec nicos, hidr ulicos, pneum ticos e el tricos passaram a ser utilizados em m quinas, proporcionando algum automatismo. Estes sistemas , no decorrer dos tempos trouxe alguns inconvenientes:
Problema
Tempos extensos entre projeto e execu o; Falta de flexibilidade e expansibilidade; Grandes tempos de parada de m quina por dificuldade de manuten o; Grandes espa os f sicos para instala o dos pain is;
Resultado
Em vista dos problemas a GM em 1968, lan ou um pr projeto de um CLP. Suas especifica es: Simplicidade para programar e reprogramar; F cil manuten o e expans o; Maior confiabilidade operacional; Dimens es reduzidas; Capacidade de envio de informa es a um sistema central; Baixo custo; Capacidade de acionar diretamente v lvulas e solen ides;
Resposta
- Em 1969 surgiram os primeiros PLC. Constru dos pela GM; - O equipamento pode ser ainda chamada de PC ( Bibliografias alem es) ou CLP ( Bibliografia Brasileira); - 1976 sua arquitetura passou a ser descentralizada; - 1977 surgiu o primeiro CLP baseado em um microcontrolador; desenvolvido pela Allen Bradley Corporation, esta utilizou um 8080 da Intel Corporation;
O que faziam?
Interagiam com as m quinas enviando e recebendo informa es, ou seja, liga/desliga; Somente em 1985 os CLPs come aram a ser conectados em PCs, atrav s de redes, possibilitando a supervis o do ch o de f brica; A d cada de 90 trouxe controle de vari veis cont nuo descentralizado; (Entradas anal gicas)
Recursos dos CLPs: - Arquitetura de hardware modular; - Grande disponibilidades de m dulos para aplica es espec ficas; Controle centralizado e distribu do; Linguagem de programa o de f cil assimila o; Composto de opera es l gicas, aritm ticas, temporiza o, contagem, compara o, convers o de sistemas, etc.
Recursos
Facilidade para cria o e depura o dos dados; Suporte facilitado para conex o de IHMs; Possibilidade em conex o em redes com outros CLPs da mesma fam lia;
Fabricantes
Allen Bradley; Atos; Hitachi; Mitsubishi Eletric; Telemecanique; Pro Gimos; Altus; General Eletric; Klockner Moeller; Siemens ; WEG; Coel;
Arquitetura Gen rica de um CLP
operador
Mem rias
Elementos de comando
CLP
Processador Elementos de monitora o
I/E I/S
Sensores
Sistema Controlado
Atuadores
Funcionamento
Sensores: Colhem informa es do sistema controlado e encaminha a I/E; I/E: Recebe as informa es dos sensores; Processador: Recebe da I/E e processa de acordo com programa pr determinado armazenado na mem ria; Encaminha resposta a I/S;
Funcionamento
I/S: Submete o tratamento e encaminha aos atuadores; Atuadores: Interferem no sistema controlado, efetivando a es determinadas pelo processador; EX: Motores, eletrov lvulas, banco de resist ncias, etc.
Funcionamento
Elementos de Comando: Permite o operador enviar informa es para o processador de forma a interferir no controle; EX: Bot es, chaves, teclados alfanum ricos, etc. Elementos de monitora o: Permite ao operador acompanhar o estado de elemento do sistema de controle: Ex: IHM, monitores, Leds, etc.
M dulos de Entrada
Recebem as informa es dos sensores e isola galvanicamente suas entradas, que est o em contato com o sistema controlado de sinais;
M dulo de Entrada
BUFFER Adaptador Sinais Acoplado Acoplado Acoplado Acoplado
Sinais de Entradas
M dulos de Sa da
Recebe informa es do processador e encaminha aos atuadores; O Latch recebe e mant m a informa o at a pr xima recep o; O Driver amplifica o sinal da sa da do Latch; O driver pode ser rel s, transistores, tiristores, etc.
M dulo de sa da
LATCH DRIVER Rel Rel Rel Rel
Contatos de sa da
M dulo CPU
Interface com m dulos de entrada e sa da; Interface com terminal de programa o IHM; Mem ria ROM: Armazena um programa imut vel gravado na f brica. Sistema operacional. Mem ria RAM ( usu rio): mem ria destinada a armazenar c digo de m quina das instru es relativas ao programa de aplica o; e armazena dados utilizados durante o processamento;
M dulo CPU
A capacidade de armazenamento desta mem ria, limita o tamanho de aplica o do CLP; Mem ria RAM ( sistema): armazena informa es durante o processo de opera o; mem ria dos TMR; mem ria dos CNT; mem ria para data hora, etc. Processador: C rebro da m quina do CLP e divide seu tempo entre a execu o do sistema operacional e o programa do usu rio.
M dulo CPU
Mem ria externa: Mem rias tipos EPROM EEPROM, FLASCH, etc. Mem rias n o vol teis, onde o usu rio pode gravar seu programa; S o conhecidos como cartuchos de mem ria; IHM: Interface Homem M quina; Fonte de alimenta o: Converte VCA em VCC; Possui barramento de alimenta o que forma os slots da arquitetura dos CLPs;
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CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
Os Controladores Lógicos Programáveis ou CLPs são equipamentos eletrônicos utilizados em sistemas de automação flexível. São ferramentas de trabalho muito úteis e versáteis para aplicações em sistemas de acionamentos e controle, e por isso são utilizados em grande escala no mercado industrial. Permitem desenvolver e alterar facilmente a lógica para acionamento das saídas em função das entradas. Desta forma, podemos associar diversos sinais de entrada para controlar diversos atuadores ligados nos pontos de saída.
Teoria Básica de CLP - Controlador (Lógico) Programável
Teoria Básica de CLP - Controlador Programável
AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL COM UTILIZAÇÃO DE CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMAVEL
Trabalho de Conclusão de Curso, que descreve um sistema de automação residencial utilizando como meio de gerenciamento um CLP industrial
SUMÁRIO 1 ? Introdução e História do P.L.C. 2 ? Tipos de Programação 3 ? Arquitetura de CLPs 4 ? C.P.U., Cartões I/O, Fonte e Racks 5 ? Funcionamento e Utilização do Micro C.L.P. LOGO! 6 ? Blocos do LOGO! (LOGO! SOFT COMFORT) 7 ?Programas Básicos (Exercícios) 8 ? Programas complexos (Exercícios) 9 ? Desenvolvimento de Projetos.
INTEGRAÇÃO DE UMA CÉLULA DE MANUFATURA UTILIZANDO-SE DE UM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL (CLP)
Breve artigo publicado e apresentado, em parceria com colegas pesquisadores, no XVI Congresso de Iniciação Científica da UFSCar, em 2008. Trata da integração de uma célula de manufatura composta por três robôs manipluadores operados por CLP's da GE Fanuc(tm) família 'Series 90-30', com um controlador central recebendo sinais captados localmente e enviando palavras de controle para as estações de trabalho, numa arquitetura de controle híbrida.
SFC - SEQUENCE FUNCTIONAL CHART - A Linguagem de Programação Grafcet
Histórico: Em 1975, um grupo de quarenta pesquisadores e gerentes industriais franceses envolveu-se em controle de sistema discreto complexo. Este grupo encontrar-se habitualmente a cada dois meses para comparar e investigar modelos e métodos para construir controle de sistema seqüencial. Eles foram juntando as suas próprias experiências: dezessete diferentes técnicas eram então usadas. Alguns usavam questionários empíricos. Outros utilizavam modelo de módulos tecnológicos. Ainda outros usavam modelo teórico puro derivado do Estado de Máquina ou de Redes Petri. Eles decidiram construir um modelo padrão, mais fácil que os até então utilizados, e mais satisfatório para sistemas complexos e particularmente para sistemas industriais. Depois de dois anos de reuniões duras e laboriosas, conversas e mais conversas, e estudos, eles vieram propor um modelo chamado GRAFCET. Este nome veio de «gráfico» porque o modelo teve uma base gráfica, e AFCET (Associação Francesa de Cibernética Econômica e Técnica), da associação científica que apoiou o trabalho. GRAFCET hoje também é conhecido como um acrônimo de GRAFO DE COMANDO ETAPA-TRANSIÇÃO. Ver também: http://www.ebah.com.br/guia-do-software-modicon-pl7-micro-p-clp-modicon-tsx-micro-pdf-a33584.html