COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

?...um campo multidisciplinar que examina o comportamento de indivíduos dentro de ambientes organizacionais, como também a estrutura e o comportamento das próprias organizações.? (Staw, 1984)

INTRODU O AO COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL Cap 1 - Wagner e Hollenbeck

AGENDA Aulas 3 e 4

I. Defini o de Comportamento Organizacional A. Comportamento microorganizacional B. Comportamento mesoorganizacional C. Comportamento macroorganizacional II. Origens da Administra o A. A Abordagem da Administra o Cient fica B. A Abordagem dos Princ pios da Administra o C. A Abordagem das Rela es Humanas D. A Abordagem dos Sistemas Abertos

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 2

AGENDA Aulas 3 e 4

III. Abordagens Atuais A. Diversidade da For a de Trabalho B. Delega o de Poder e Trabalho em Equipe C. A Reengenharia e a Administra o da Qualidade Total D. Globaliza o IV. Quest es de Revis o

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 3

I. Defini o e Estrutura o do Campo de CO

D cada de 60: Estudo da estrutura e do funcionamento de organiza es e do comportamento de grupos e indiv duos dentro delas. (Pugh, 1966)

ci ncia emergente e quase independente apoiada na Psicologia, Sociologia e Economia.

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

4

OS QUATRO N VEIS DE AN LISE DO C.O. E SUAS CATEGORIAS

ORGANIZA O A M B I E N T E O B J E T I V O S E S T R U T U R A C O M P. A V A L I A D O

DEPARTAMENTO

GRUPO

INDIV DUO

O QUE O COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

Reconhecimento: 1979 (Annual Review of Psychology) ".um campo multidisciplinar que examina o comportamento de indiv duos dentro de ambientes organizacionais, como tamb m a estrutura e o comportamento das pr prias organiza es." (Staw, 1984) ".estudo do funcionamento e da din mica das organiza es e como os grupos de indiv duos se comportam dentro delas. (Chiavenato, 1993)

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 6

O QUE O COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL

O comportamento organizacional um campo de estudo que objetiva prever, explicar, entender e mudar o comportamento humano nas empresas.

(Wagner III e Hollenbeck, 1999)

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

7

1.O CO focaliza os comportamentos observ veis e tamb m as a es interiores como pensar, perceber e decidir. 2.O CO estuda o comportamento das pessoas como indiv duos e como membros de grupos e organiza es. 3.O CO analisa o "comportamento" das unidades sociais mais amplas (grupos e organiza es). Grupos e organiza es n o se comportam da mesma maneira que os indiv duos.

N veis do CO

N VEL ORIGEM

Sub reas da Psicologia: Cl nica Experimental Industrial Comunica es Psicologia Social Sociologia Interacionista. Sociologia Economia Antropologia Ci ncia Pol tica

UFMS DEA Comportamento Organizacional

FOCO

comportamento individual habilidade individual, motiva o e satisfa o. equipes e grupos lideran a, socializa o e din mica de grupo. Estrutura e status social conflito, negocia o, competi o, efici ncia e influ ncias culturais e ambientais.

9

microorganizacional

mesoorganizacional

macroorganizacional

Prof Adriane Queiroz

II. Origens da Administra o

Administra o Cient fica (1890-1940) Princ pios da Administra o (1900-1950) Rela es Humanas (1930-1970) Sistemas Abertos (de 1960 at o Presente)

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

10

Administra o Cient fica

(1890-1940)

Contexto hist rico - In cio do S culo XX

Necessidade de se aumentar a produtividade Car ncia de m o de obra especializada Homens, mulheres e crian as trabalhando 14 horas por dia, 6 dias por semana - alto ndice de acidentes Antagonismo crescente entre trabalhadores e administra o (donos do capital)

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

11

Administra o Cient fica

(1890-1940)

A Vis o de Taylor. O conflito era desnecess rio - tornar id nticos os interesses dos trabalhadores e da administra o A id ia de que n o existe trabalho qualificado todo trabalho pode ser analisado cientificamente e ensinado a qualquer pessoa capaz (fisicamente) O foco na tarefa - para possibilitar a supervis o de fato (ger ncia profissional). A autoridade o conhecimento. O trabalhador de 1 classe deve ser pago diferenciadamente (de acordo com a produtividade). A import ncia da Administra o no planejamento das tarefas de produ o (cis o entre o fazer e o planejar). 12 Prof Adriane Queiroz UFMS DEA

Comportamento Organizacional

Seguidores de seu trabalho Gantt Reconsiderando o sistema de incentivos - cria o de cotas Cotas + B nus (empregado e supervisor): incentivo ao treinamento e esp rito de equipe Percebeu a import ncia da paci ncia, tato e considera o dos diferentes pontos de vista Avalia o p blica de desempenho - gr fico de barras usado at hoje para acompanhamento de projetos Frank e Lilian Gilbreth Estudo sobre fadiga e unidades de movimentos (17 unidades encontradas) Plano de 3 posi es: treinado - faz - treina (ao mesmo tempo)

Administra o Cient fica

(1890-1940)

Henry Ford Leva a divis o do trabalho a limites inimagin veis (Tempos Modernos) Estabelece a padroniza o das pe as (intercambialidade) Usa de economias de escala - "A produ o n o pode parar" Cria carreiras para os profissionais qualificados -engenheiros Deixa o trabalhador de ch o de f brica sem possibilidade Prof Adriane Queiroz 14 de ascens o profissionalUFMS DEA Comportamento Organizacional

Administra o Cient fica

REFLEX O Taylor morreu? Treinamento de professores e cirurgi es Trabalhos repetitivos maior rapidez com a especializa o Mais r pido para supervisionar Escrit rios e Fast Food Cr ticas e Problemas. Coisifica o do homem Separa o entre cria o e execu o - stress psicol gico e aliena o Impossibilidade de criar alternativas para o trabalhador do ch o de f brica - exclus o do pensar : impactos na sua vida cidad , na estrutura de poder, na pol tica, na manifesta o cultural Sa das.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 15

Princ pios da Administra o

(1900-1950) O trabalho de Fayol Sistematiza o comportamento de administra o, destacandoa das outras fun es Primeiro trabalho de compila o das Melhores Pr ticas administrativas "N o existe nada r gido ou absoluto quando se trata de problemas de administra o, tudo uma quest o de propor o" - enumerando Princ pios e n o Leis

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 16

Princ pios da Administra o

Id ias b sicas da escola cl ssica Quanto mais dividido o trabalho, mais eficiente a empresa; Quanto maior o agrupamento de tarefas similares em um mesmo departamento, mais eficiente a empresa; Um pequeno n mero de subordinados para cada chefe + um alto grau de centraliza o das decis es, mais eficiente a empresa; As tarefas s o mais importantes que os homens que as desempenham O objetivo da a o de organizar s o mais as tarefas que os homens. N o dever levar em considera o problemas de ordem pessoal daqueles que v o ocupar a fun o.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 17

Princ pios da Administra o

(1900-1950) O trabalho de Max Weber Desenvolve tipos ideais de organiza o social a burocracia um deles, que se caracteriza pela domina o racional legal Apresenta as caracter sticas (vantagens) de uma organiza o burocr tica Apresenta as justificativas de se instituir uma burocracia para garantir a sobreviv ncia das organiza es racionalidade e efici ncia Combina o perfeita para as organiza es de mercado (capitalismo)

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 18

Princ pios da Administra o

CR TICAS E PROBLEMAS

Muito do que se tem como "natural" ou necess rio em administra o, ainda hoje, deriva dos conceitos de Fayol, os quais foram adequados a uma poca caracterizada pela necessidade de trabalho bra al na ind stria. A maior parte dos problemas que as organiza es enfrentam, hoje, t m suas ra zes na forma mecanicista de se entender os espa os organizacionais.

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

19

Id ias centrais das duas Escolas

Natureza humana: Homo Economicus Incentivos monet rios Produ o Padr o - One best way Identidade de interesses (inexiste conflito) Resultados esperados: M ximos

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

20

Rela es Humanas

(1930-1970)

Contexto Hist rico Desenvolvimento, no campo da psicologia, da obra de Freud - concep o da natureza humana como anti-social (a sociedade reprime instintos). Import ncia do grupo prim rio na forma o da personalidade. Exist ncia de dois n veis: central e perif rica. Com a crise de 29, o mundo capitalista busca, novamente, solu es para o problema de produtividade e redu o de custos.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 21

Rela es Humanas

Mary Parker Follet

Formada em Radcliffe (atual Harvard) Summa cum laude em economia, governo, direito e filosofia Consultora, apresentou v rios trabalhos nas confer ncias anuais do Bureau of Personnel Administration (BPA) entre 1925 e 1933, abordando temas como conflito, poder, lideran a, controle, participa o e grupos. Postulados principais:

1. Conflito construtivo - para entender e integrar (for as / barganha / integra o) 2. Management n o exclusivo de organiza es empresariais (ger ncia existe em todas as organiza es sociais 3. Management uma fun o - e n o caixa de ferramentas (n o aos manuais de como fazer) 4. Import ncia da cidadania (indiv duo no grupo e na sociedade)

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 22

Rela es Humanas

Mary Parker Follet Reflexos nos Anos 80 e 90: M todo de Harvard (Como Chegar ao Sim) Grupos auto controlados, trabalho em equipe por integra o

power with vs power over empowerment e coaching

Abordagem hol stica

"Eu n o penso que temos problemas psicol gicos, ticos e econ micos. N s temos problemas humanos com aspectos psicol gicos, econ micos, ticos e legais."

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 23

Rela es Humanas

George Elton Mayo Psic logo industrial australiano, estudou as caracter sticas de forma o dos grupos em tribos abor genes Convidado a lecionar em Harvard (1920). Em 1924 inicia estudos na Western Electric, especialmente em Hawthorne, perto de Chicago. Influenciado, inicialmente, pelas concep es da administra o cient fica (aborrecimento leva ao aparecimento de pensamentos depressivos e a monotonia leva defici ncia circulat ria e fadiga).

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 24

Rela es Humanas

George Elton Mayo

Os experimentos de Hawthorne Inicia-se como investiga o entre n vel de ilumina o e local de trabalho - influ ncia da abordagem cient fica. Pesquisa realizada em duas etapas. Resultados controversos na segunda etapa - mo as colaboraram com a administra o e os rapazes n o. Quais as causas para a diferen a? Constru o do "efeito Hawthorne": a produtividade pode ser aumentada se os empregados receberem mais aten o e se sentirem parte do grupo (influ ncia dos grupos informais).

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 25

Rela es Humanas

George Elton Mayo

Raz es para a diferen a de resultados Conhecimento do prop sito da pesquisa - sentido. Participa o nas decis es que afetavam o andamento dos trabalhos, com explica es das raz es para as mudan as. Liberdade para a forma o do grupo (conversas). Canais de comunica o - sugest es atendidas.

Os rapazes sentiam que eram observados, embora as mo as tenham sido MUITO mais observadas. E elas n o sentiam press o alguma! A PERCEP O da realidade influencia o comportamento do ser humano.

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

26

Rela es Humanas

Alguns Conceitos Grupos informais: Conjunto das rela es sociais n o previstas em regulamentos e organogramas. Car ter espont neo e extra-oficial, e falta de objetivo comum consciente. Participa o nas decis es: N o recomendada sem restri es, mas variando de acordo com a situa o e com o padr o de lideran a adotado.

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

27

A Estrat gia da Administrativa das Rela es Humanas

OBJETIVOS DA

ORGANIZA O FORMAL

ADMINISTRA O

SISTEMA DE COMUNICA ES INDIV DUO

PARTICIPA O NAS DECIS ES

GRUPO INFORMAL

ORGANIZA O FORMAL

Rela es Humanas

Cr ticas e Problemas A experi ncia na Western Electric n o suficiente para dar embasamento te rico que justifique sua extrapola o para qualquer caso - Mayo ignora a teoria na pesquisa social; Mayo n o reconhece a exist ncia de conflitos entre os grupos - vis o limitada; Levou a uma "falsa" participa o decis ria e troca de incentivos monet rios por incentivos de baixo custo - aplicabilidade depende da cultura da organiza o.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 29

Rela es Humanas

ID IAS CENTRAIS

Natureza Humana: Homo Social Incentivos Psicossociais Grupos informais Identidade de interesses Resultados esperados: M ximos

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

30

Behaviorismo

Contexto Hist rico Experimentos em psicologia - est mulo/resposta, como Pavlov. Diferen as no contexto social. N o aceitavam a concep o ing nua de que a satisfa o do trabalhador gerava por si s a produtividade. Os cl ssicos falharam ao descuidar-se da an lise das decis es - limites de racionalidade impostos por qualifica es, h bitos, valores e conhecimento

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 31

Behaviorismo

McGregor

Teoria Y Diferenciando os pressupostos da Administra o Cient fica dos de Rela es Humanas N o significa que algu m seja X ou Y, mas que esse algu m parte de premissas - ou concep es - que o leva a aceitar como "natural" certos comportamentos e princ pios administrativos Identifica outra finalidade para a a o administrativa: cria o de oportunidades, realiza o de potenciais, remo o de obst culos e encorajamento ao crescimento.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 32

Behaviorismo

McGregor e Maslow

As Necessidades Humanas Maslow conceitua, em 1943, motiva o humana como causada por necessidades:

Fisiol gicas Seguran a Sociais (ou de Amor) Ego (ou de auto estima) Auto realiza o

McGregor utiliza a mesma abordagem para sua Teoria Y.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 33

Behaviorismo

McGregor

TEORIA X

O homem m dio repulsa o trabalho naturalmente e o evitar sempre que poss vel. Necessita de supervis o cerrada (coagida, controlada e dirigida) e amea as de puni o. As pessoas n o gostam de responsabilidades e fogem dela. T m poucas ambi es e querem seguran a.

TEORIA Y

O trabalho pode ser t o prazeroso quanto lazer. As pessoas respondem a ele dependendo das condi es. Pessoas comprometidas exercitam autogest o e autocontrole em prol dos objetivos. Em condi es adequadas as pessoas aceitam e buscam responsabilidades. As potencialidades intelectuais s o mais utilizadas (criatividade).

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

34

Behaviorismo

ID IAS CENTRAIS

Natureza Humana: Homem administrativo Incentivos mistos - monet rios e psicossociais Processo de tomada de decis es Exist ncia de conflito, mas negoci vel Resultados esperados: Satisfat rios

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

35

Sistemas Abertos

(De 1960 at o Presente)

Bertalanffy, Parsons, Katz & Kahn Cada organiza o considerada como um sistema que est aberto ou sujeito influ ncia do ambiente circundante. Katz e Kahn consideram o ambiente que cerca uma organiza o como fonte de recursos necess rios e escoadouro de produtos. Dessa forma, para uma organiza o sobreviver, ela precisa ser sens vel ao ambiente e ajustar-se s suas demandas.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 36

A contribui o Estruturalista.

Incorpora o iniciada com os behavioristas de outros tipos de organiza es que n o empresas; nfase nova nas rela es entre as partes da organiza o (v rios n veis hier rquicos); Recompensas e incentivos mistos; Destaque dado s rela es entre a organiza o e seu ambiente abrindo caminho para a teoria geral dos sistemas abertos

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 37

Teoria de Sistemas

Ludwig Von Bertalanffy e as v rias reas de conhecimento:

Integra o nas v rias ci ncias sociais e naturais; Princ pios unificadores (transversais aos universos particulares das diversas ci ncias) que levariam unidade da Ci ncia. A id ia de desenvolver uma Teoria Geral de Sistemas que desse conta das semelhan as, sem preju zo das diferen as.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 38

Talcott Parsons

Soci logo que desenvolve uma abordagem funcionalista (tamb m sist mica) para teoria das organiza es. Essa vis o um pouco diferente da TGS de Bertalanffy (mas influenciou sobremaneira o trabalho de Katz & Kahn)

N vel Micro: a o social N vel Macro: imperativo funcional

Ambos preocupados com o problema de sele o e estabiliza o de escolhas

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

39

Acionismo Social

Raz es das pessoas agirem desta ou daquela maneira:

A a o obedece uma orienta o normativa, ou seja, resultado da influ ncia da tr ade valores-normas-pap is Import ncia da institucionaliza o dos valores em sistemas sociais e da internaliza o dos mesmos na personalidade do ator. Assim, o ator faz uma s rie de escolhas (para a situa o fazer sentido) antes de agir, e considera todos os valores internalizados e o papel que representa ali.

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

40

Imperativo Funcional

Enfatiza a sele o de alternativas. Estruturas constru das (pelas a es sociais) para satisfazer quatro necessidades:

Manuten o: valores e subsistema cultural Integra o: normas e subsistema social Atingimento de metas: coletividade e subsistema pol tico Adaptabilidade: pap is e subsistema econ mico

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 41

Esquemas conceituais diversos

Sistema S cio t cnico (Tavistock Institute) - Trist e Rice

Diferenciando os subsistemas t cnico e social (e os impactos causados pelas importa es e exporta es de ambos).

George Homans

O ambiente em que existe um sistema diferenciado e tal diferencia o define atividades e intera es aos participantes do sistema (atividades, intera es e sentimentos). Interno e Externo.

Kahn, Wolfe, Quinn e Rosenthal

Ampliando o modelo de R. Likert: n o s o pessoas interligadas, mas sim pessoas desempenhando pap is.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 42

Sistemas S cio-T cnico

Emery e Trist (classifica o dos ambientes)

1. Ambientes pl cidos fortuitos possuem interliga es frouxas e s o relativamente inalter veis. As empresas funcionam de modo independente. As decis es de uma t m pouco efeito sobre as outras. 2. Ambientes tranq ilos agrupados s o mais interconectados. As empresas s o agrupadas em um setor est vel e atendem ao mesmo mercado. 3. Ambientes reativos agitados s o menos est veis do que os ambientes tranq ilos agrupados, mas s o igualmente interconectados. As mudan as no ambiente em si, como o surgimento de novos concorrentes, exercem enorme impacto em todas as organiza es. 4. Campos turbulentos s o extremamente complexos e mut veis. As empresas funcionam em m ltiplos mercados e, da noite para o dia, a a o p blica e governamental pode alterar a natureza do setor.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 43

Katz & Kahn

Aplicando a TGS Teoria das organiza es. A organiza o n o possui estrutura no sentido de autonomia f sica identific vel e permanente ciclo de eventos. A estrutura de uma organiza o insepar vel de seu funcionamento. Apresentam 9 caracter sticas compar veis biologia ou f sica.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 44

Sistemas Abertos

CARACTER STICAS

Importa o de energia; Processo; Exporta o de energia; Ciclo de eventos; Entropia negativa; Informa o como insumo, feedback negativo e codifica o; Estado est vel e homeostase din mica; Diferencia o; Eq ifinalidade.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 45

Sistemas Abertos

ID IAS CENTRAIS

Homem funcional

Conjunto de pap is e expectativas de desempenho de pap is. Vari veis de tr s classes: organizacionais, de personalidade e interpessoais.

Conflito de Pap is

Condi es organizacionais determinam: experi ncias, expectativas e press es. Conflito interno; expectativas do outro; expectativas contradit rias STRESS

Incentivos Mistos

Material e Psicossocial

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 46

III. Abordagens Atuais

Diversidade da For a de Trabalho Delega o de Poder e Trabalho em Equipe A Reengenharia e a Administra o da Qualidade Total Globaliza o

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

47

Diversidade da For a de Trabalho

Diferen as subculturais

ignoradas pelos gerentes est o exigindo atualmente maior aten o e sensibilidade

For a de trabalho USA

Historicamente: brancos do sexo masculino. 2000: apenas 15% dos novos contratados nas empresas americanas (maioria mulheres ou homens negros, hisp nicos ou asi ticos).

Importante que os gerentes conhe am e estejam preparados para responder a diferen as individuais em termos de habilidades, personalidades e motiva es. O comportamento microorganizacional pode proporcionar ajuda aos gerentes nessa rea.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 48

Delega o de Poder e Trabalho de Equipe

Supera o da administra o como processo de comando e controle de cima para baixo. Delega o de poder realizada agrupando-se os empregados em equipes e concedendo a elas a responsabilidade por atividades de autogerenciamento:

contrata o, demiss o e treinamento de seus membros, fixa o de metas de produ o e avalia o da qualidade da produ o.

O comportamento mesoorganizacional oferece ao gerente orienta o nesse assunto.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 49

nfase da produ o em massa de artigos baratos e descart veis para a produ o de bens e servi os de alta qualidade, produzidos em lotes limitados e confeccionados para atender demandas espec ficas de indiv duos ou grupos pequenos de consumidores.

Requer maior flexibilidade Necessita que a qualidade receba maior nfase do que recebia no passado. O trabalho dividido em tarefas e depois coordenado entre os empregados.

Reengenharia e Administra o da QT

O comportamento mesoorganizacional pode dar orienta o nessa quest o.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 50

Globaliza o

Futuro: poucas empresas no mundo ir o limitar suas opera es a uma nica regi o nacional ou cultural.

Multinacionalismo ou mesmo a aus ncia do Estado.

Conseq ncias: os gerentes precisar o desenvolver uma maior sensibilidade s diferen as culturais internacionais. Todas as tr s sub reas do CO devem ser aplicadas a essa quest o.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 51

IV. Quest es de Revis o

1. Qual (o que ) o campo do comportamento organizacional? Que tipos de comportamento ele examina? Por que ele inclui o exame dos comportamentos de grupos e organiza es? 2. Quais s o as tr s sub reas do comportamento organizacional? O que cada uma enfoca? Por que se desenvolveram separadamente? Por que importante que voc conhe a um pouco de todas elas?

Prof Adriane Queiroz

UFMS DEA Comportamento Organizacional

52

IV. Quest es de Revis o

3. O que uma empresa deve fazer para garantir uma vantagem competitiva sobre outras empresas? Como o conhecimento sobre o comportamento organizacional pode ajudar a empresa a obter essa vantagem? 4. Qual a id ia central subjacente ao trabalho na abordagem da administra o cient fica? Que conselho este tipo de especialista daria aos gerentes? D um exemplo do tipo de mudan a que os especialistas em administra o cient fica poderiam recomendar, se voc os convocasse para melhorar a efici ncia em sua sala de aula.

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 53

IV. Quest es de Revis o

5. Quais as diferen as entre a abordagem dos princ pios da administra o e a abordagem da administra o cient fica? O que um princ pio da administra o? O que o distingue de uma lei ou regra? O que burocracia? D exemplo de uma organiza o extremamente burocr tica e de outra n o muito burocr tica. 6. Qual o foco da abordagem das rela es humanas? De acordo com Douglas McGregor, que tipo de ponto de vista os membros dessa abordagem t m sobre a administra o? Em que aspecto importante os pesquisadores de Hawthorne diferiram dos defensores da abordagem das rela es humanas?

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 54

IV. Quest es de Revis o

7. Quais s o as duas id ias principais subjacentes abordagem dos sistemas abertos? Que princ pio central sustentado por seus defensores? Explique o ciclo de eventos descrito por Katz e Kahn. De acordo com a sua opini o, por que importante que os gerentes possam diagnosticar condi es do ambiente e adaptar suas organiza es medida que ocorram mudan as nessas condi es? 8. Para cada uma das quest es emergentes identificadas ao t rmino do cap tulo, que abordagem ou abordagens de pensamento gerencial provavelmente forneceriam a orienta o mais til? Por qu ?

Prof Adriane Queiroz UFMS DEA Comportamento Organizacional 55

Comentários


Compartilhe

870 visitas | 88 downloads

Avaliações

JOAO CARLOS
30/03/2010

Conteúdo relacionado