Aula Protocolo Hart.ppt IFSP Automação

Aula Protocolo Hart.ppt IFSP Automação

INTRODUÇÃO

  • INTRODUÇÃO

  • introduzido pela Fisher Rosemount em 1980.

  • É um acrônimo de “Highway Addressable Remote Transducer”.

  • Em 1990 o protocolo foi aberto à comunidade e um grupo de usuários foi fundado.

  • A grande vantagem oferecida por este protocolo é possibilitar o uso de instrumentos inteligentes em cima dos cabos 4-20 mA tradicionais.

  • Como a velocidade é baixa, os cabos normalmente usados em instrumentação podem ser mantidos.

MODOS DE COMUNICAÇÃO

  • MODOS DE COMUNICAÇÃO

  • O modo básico é o mecanismo mestre-escravo.

  • Cada ciclo de pedido e recebimento de valor dura cerca de 500 ms, o que implica na leitura de dois valores por se-gundo.

MODOS DE COMUNICAÇÃO

  • MODOS DE COMUNICAÇÃO

  • Usando uma topologia do tipo multidrop, a rede HART su-porta até 15 instrumentos de campo.

COMANDOS HART

  • COMANDOS HART

  • Todo dispositivo HART deve aceitar um repertório mínimo de comandos denominados

    • comandos universais ou common practice commands.
    • Para cada dispositivo existirão comandos particulares denominados device specific commands.
  • Os comandos universais asseguram a interoperabilidade entre os dispositivos de campo.

MULTIPLEXADORES

  • MULTIPLEXADORES

  • Fazem parte de todo novo projeto envolvendo redes HART.

  • Funcionam como um mestre primário que realiza a leitura de todas as variáveis de processo e informação de status de todos os transmissores periodicamente, de forma inde-pendente do hospedeiro.

  • O host por sua vez lê as variáveis de processo do multi-plexador. O host também pode enviar comando e estabe-lecer uma conversação diretamente com um dispositivo de campo.

  • São essenciais quando um dos objetivos do projeto é o controle dos ativos de instrumentação (Instrumentation Asset Management).

  • Em sistemas antigos onde se deseja implantar esta carac-terística, multiplexadores podem ser colocados em parale-lo com as ligações conven- cionais para proporcionar a função de diagnóstico com- tínuo dos instrumentos.

EXEMPLO

  • EXEMPLO

  • um uso não convencional do protocolo HART. O instru-mento é programado tal que o sinal de 4..20 mA forneça o valor da variável manipulada, saída do algoritmo PID do bloco implementado pelo instrumento.

  • Este sinal é usado para comandar diretamente a válvula.

  • O canal HART é usado para realizar a supervisão da ma-lha.

Comentários