ALFACE

  • ALFACE

1.ORIGEM E EXPANSÃO:

  • originária da Europa e da Ásia e é conhecida pelo homem há milénios. Por volta do ano 500 a.C. já várias civilizações consumiam alface, havendo relatos de persas, gregos e romanos, que tinham o hábito de consumi-la antes de dormir, depois de uma refeição abundante, para assim poderem conciliar melhor o sono.

  • Expansão: por volta do ano 4.500 a.C. já era conhecida no antigo Egito e chegou ao Brasil no século XVI, através dos portugueses.

2. CONSUMO PERCAPITA E FORMAS DE CONSUMO

  • é mundialmente cultivada para o consumo em saladas

  • consumo médio per capita brasileiro (1,2kg/ano), considerado baixo pela Organização Mundial da Saúde.

  • O consumo per capita catarinense de alface é de 1,5kg/ano; SP= 1,9kg e PI=0,03kg

  • Indústria: cosméticos p/ reju. Pele, sucos

  • Medicinal:princípio calmante=pessoas tensas,agitadas e nervosas.

A salada verde geralmente faz parte de uma refeição saudável e, mesmo que se utilize muitas outras verduras, a alface é definitivamente o ingrediente  mais popular.

  • A salada verde geralmente faz parte de uma refeição saudável e, mesmo que se utilize muitas outras verduras, a alface é definitivamente o ingrediente  mais popular.

  • O consumo de alface vem aumentando a cada dia por razões básicas:

  • 1ª- as pessoas estão se preocupando cada vez mais com sua saúde e consumindo mais frutas e verduras;

  • 2ª- o baixo custo da alface e de outras verduras utilizadas nas saladas, agora disponíveis ao inteiro, graças às técnicas modernas de refrigeração e transporte de alimentos.

As pessoas atentas ao seu próprio peso têm especial predileção pelas saladas - elas contêm poucas calorias, mas saciam a fome, além de serem ricas em fibras.

  • As pessoas atentas ao seu próprio peso têm especial predileção pelas saladas - elas contêm poucas calorias, mas saciam a fome, além de serem ricas em fibras.

  • Uma boa porção de salada pode, muitas vezes, engordar mais do que um filé se for utilizado um molho cremoso muito gorduroso.

  • Existem, contudo, muitos molhos saborosos e pouco gordurosos. Como exemplo, vinagre balsâmico misturado a um pouco de azeite de oliva, ervas e suco de limão, ou iogurte desnatado temperado com alho, salsinha e suco de limão.

Alguns tipos de alface e outras verduras contêm grandes quantidades de beta-caroteno, folato, vitamina C, cálcio, ferro e potássio, mas as quantidades variam consideravelmente de um tipo para outro. No geral, os de coloração mais escura e intensa têm mais beta-caroteno e vitamina C que as variedades mais claras.

  • Alguns tipos de alface e outras verduras contêm grandes quantidades de beta-caroteno, folato, vitamina C, cálcio, ferro e potássio, mas as quantidades variam consideravelmente de um tipo para outro. No geral, os de coloração mais escura e intensa têm mais beta-caroteno e vitamina C que as variedades mais claras.

Alface roxa orgânica:Nutricional/100g 

Alface roxa orgânica:Nutricional/100g 

Valor calórico  15 Kcal=1%

Carboidratos  2,0 g =1%

Proteínas    1 g =2%

Gord saturadas  0 g = 0%

Gord totais  0 g =0%

Colesterol  0 mg =0%

Fibra alimentar  1,0 g =3%

Cálcio  19,0 mg = 2%

Ferro  0,5 mg =4%

Sódio  0 mg =0%

3. IMPORTÂNCIA

  • A alface é uma das hortaliças mais cultivadas no mundo, segundo Medina et al. (1982).

  • Essa hortaliça folhosa é a mais importante na alimentação do brasileiro, o que assegura à sua cultura expressiva importância econômica (Faquin, Furtini Neto e Vilela,1996).

  • O Brasil produziu cerca de 260.000 toneladas de alface no ano de 1996,numa Área cultivada de cerca de 31.000ha, sendo a Região Sudeste responsável por 70% dessa produção, totalizando mais de 180.000 toneladas produzidas ao ano (FIBGE, 1996).

  • No Estado de São Paulo, a alface ocupa uma área de 7859 ha, com uma produção de 137.000 toneladas por ano,com geração de 6.367 empregos (Meirelles, 1998).

MAIORES PRODUTORES DE ALFACE

  • A nível mundial, os maiores produtores são os Estados Unidos, a China, Espanha e Itália.

  • BRASIL:

  • -São Paulo - 137 mil toneladas em 7.859 hectares -Paraná -53.972 toneladas em 2.845 hectares -Minas Gerais – 17.756 toneladas em 1.192 hectares

  • PIAUI=COMERCIALIZAÇÃO=489,8 T

PROCEDENCIA:CE=86,5%

MA=2,8%

PI=10,7%

Lucro só com alta produtividade

  • Dados do Instituto para o Desenvolvimento do Agronegócio (Ideagro) apontam que produtividades baixas e médias - abaixo de 48 mil pés/ha - não deram lucro ao produtor de alface em 2006, que comercializou a cabeça a R$ 0,65(R$ 31200,00).

  • A entidade contabiliza os custos de produção de um hectare de alface crespa em SP (em torno de R$ 11 mil), somado ao pós-colheita (R$ 21 mil) e comercialização (R$ 5 mil), obtendo o valor total de R$ 37 mil reais/ha, ou seja, R$ 0,66 por pé de alface. Isso significa que o preço de R$ 0,78 conquistado em fev/07, indica lucro apenas para quem obteve produtividades acima de 13.200 kg/ha. O custo de produção pode ser até três vezes maior para níveis de produtividade abaixo de 9 mil kg/ha.

Outra análise, feita em agosto de 2006, é do Agrianual (Instituto FNP e UNESP/Botucatu) e revelava um custo de produção de R$ 8.337,00 para uma produtividade de 19.600 kg/ha em SP. Com esta produtividade, com preço médio de R$ 0,53 kg contra um custo de R$ 0,42, indica que o produtor teve lucro aproximado de R$ 0,10 por kg de alface comercializado.

  • Outra análise, feita em agosto de 2006, é do Agrianual (Instituto FNP e UNESP/Botucatu) e revelava um custo de produção de R$ 8.337,00 para uma produtividade de 19.600 kg/ha em SP. Com esta produtividade, com preço médio de R$ 0,53 kg contra um custo de R$ 0,42, indica que o produtor teve lucro aproximado de R$ 0,10 por kg de alface comercializado.

  • Entre os aspectos que mais influenciam a lucratividade, o principal é a qualidade do produto. Em maio de 2007, a variação de preço da alface americana classificada como primeira (R$0,73/kg) para uma americana extra (R$1,37/kg) foi de 46%, segundo informações do Ceagesp.

4. TAXONOMIA

  • Família botânica Compositae/Cichoriaceae/Asteraceae

(Alface, Chicoria, Agrião, Rúcula, Girassol, Alcachofra, Escarola, Crisântemo, etc.)

  • Gênero Lactuca

  • Espécie Lactuca sativa L.

5. BOTÂNICA/MORFOLOGIA

  • PlantaAnual autógama

  • FolhasRaízFlor

  • Sementes(preta, marron e branca)=900-1000/g

  • A alface é uma planta herbácea, com um caule diminuto ao qual se prendem as folhas. Estas são a parte comestível da planta e podem ser lisas ou crespas, fechando-se ou não na forma de uma "cabeça". A coloração das plantas pode variar do verde-amarelado até o verde escuro e também pode ser roxa, dependendo da cultivar.

6. VARIEDADES CULTIVADAS

  • As diferentes variedades se agrupam em cinco tipos bem distintos: de cabeça crespa, de cabeça lisa, romana, de folha e de haste.

  • Embora a maneira de cultivar qualquer um dos tipos seja a mesma, eles diferem bastante entre si quanto à sua adaptação às condições ambientais, resultando um produto comercial inteiramente distinto para cada tipo.

Há muitos cultivares, de diversos grupos diferenciados, podendo ser plantados em campo, em estufas e em hidroponia, durante o ano todo.

  • Há muitos cultivares, de diversos grupos diferenciados, podendo ser plantados em campo, em estufas e em hidroponia, durante o ano todo.

Tipo repolhuda crespa ou americana (forma cabeça):

  • Tipo repolhuda crespa ou americana (forma cabeça):

Grandes Lagos, Madona AG 605, Iara, Tainá, Lorca, Lucy Brown, Mesa 659, Raider, Lady,

Tipo repolhuda lisa (forma cabeça):

Brasil 303, Carolina AG576, Piracicaba 65, Elisa, Floresta, Nacional, Babá de Verão, Boston Branca, Maravilha de Inverno, Rainha de Maio, Aurélia, Aurora, Lívia, Maravilha de Verão, Vitória,

  • Tipo repolhuda lisa avermelhada (forma cabeça): Quatro estações,

Tipo sem cabeça crespa (folhas soltas): Grand Rapids Nacional, Marisa AG 216, Simpson, Venessa, Verônica, Vera (AF-470), Brisa, Hortência, Black Seed Simpson, Deisy, Elba, Sabrina, Salad Bowl, Simpson Select, TSR 06059.

  • Tipo sem cabeça crespa (folhas soltas): Grand Rapids Nacional, Marisa AG 216, Simpson, Venessa, Verônica, Vera (AF-470), Brisa, Hortência, Black Seed Simpson, Deisy, Elba, Sabrina, Salad Bowl, Simpson Select, TSR 06059.

Tipo sem cabeça crespa roxa (folhas soltas): Veneza Roxa, Rubra, Mimosa Vermelha, Rossimo, Lollo Rossa, Quatro Estações, Salad Bowl Roxo, TSR 06057.

Tipo sem cabeça lisa (folhas soltas): Babá de Verão, Regina 440, Regina 679, Regina 579, Regina, Karla, Regina de Verão, Vitória de Verão, Regina 255.

  • Tipo Romana (folhas eretas): Ideal Cós, Branca de Paris, Romana Balão.

As alfaces de haste se caracterizam por seu caule volumoso e ausência absoluta de cabeça.

  • As alfaces de haste se caracterizam por seu caule volumoso e ausência absoluta de cabeça.

  • Apesar de já existirem diversas variedades desse apenas uma, denominada “Celtuce”, é um tanto conhecida, porém, o valor comercial é nulo para nós.

7.PROPAGAÇÃO

  • Sexuada, através de sementes botânica

  • 4.1. Métodos:

  • Mudas Semeadura direta

  • CULTIVA A CAMPO;

  • CULTIVO EM AMBIENTE

  • CULTIVO HIDROPÔNICO-NFT

  •  CULTIVO AEROPÔNICO

  • CULTIVO FLOATING

As alfaces de haste se caracterizam por seu caule volumoso e ausência absoluta de cabeça.

  • As alfaces de haste se caracterizam por seu caule volumoso e ausência absoluta de cabeça.

  • Apesar de já existirem diversas variedades desse apenas uma, denominada “Celtuce”, é um tanto conhecida, porém, o valor comercial é nulo para nós.

7.PROPAGAÇÃO

  • Sexuada, através de sementes botânica

  • 4.1. Métodos:

  • Mudas Semeadura direta

  • CULTIVA A CAMPO;

  • CULTIVO EM AMBIENTE

  • CULTIVO HIDROPÔNICO-NFT

  •  CULTIVO AEROPÔNICO

  • CULTIVO FLOATING

Hidroponia

  • A palavra hidroponia vem do grego, dos radicais hydro = água e ponos = trabalho. Apesar de ser uma técnica relativamente antiga, o termo hidroponia só foi utilizado pela primeira vez em 1935 pelo Dr. W. F. Gericke da Universidade da Califórnia.

  • Quando se diz que "Gericke é o pai da hidroponia" não significa que ele inventou o cultivo sem solo, mas trata-se de uma homenagem aos avanços científicos conquistados por ele e por ter pela primeira vez usado o termo hidroponia.

A hidroponia é a ciência de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.

  • A hidroponia é a ciência de cultivar plantas sem solo, onde as raízes recebem uma solução nutritiva balanceada que contém água e todos os nutrientes essenciais ao desenvolvimento da planta.

  • Na hidroponia as raízes podem estar suspensas em meio liquido (NFT) ou apoiadas em substrato inerte (areia lavada por exemplo).

Ao cultivar com solução nutritiva utilizando um substrato não inerte (húmus por exemplo), admite-se dizer que é um cultivo sem solo, mas não é adequado referir-se como sendo hidroponia.

  • Ao cultivar com solução nutritiva utilizando um substrato não inerte (húmus por exemplo), admite-se dizer que é um cultivo sem solo, mas não é adequado referir-se como sendo hidroponia.

  • Quando a solução é aplicada ao solo, tem-se a ferti-irrigação. Não é cultivo sem solo, nem hidroponia.

  • Em geral esta solução não é completa, pois tem caráter complementar.

Princípios de funcionamento

  • As plantas são colocadas em canais ou recipientes por onde circula uma solução nutritiva, composta de água pura e de nutrientes dissolvidos em quantidades individuais que atendam a necessidade de cada espécie vegetal cultivada.

  • Esses canais ou recipientes podem ou não ter algum meio de sustentação para as plantas, o substrato, como pedras ou areia.

  • A solução nutritiva tem um controle rigoroso para manter suas características,periodicamente é feito um monitoramento de pH e de concentração de nutrientes, assim as plantas crescem sob as melhores condições possíveis.

Sementes necessárias: sementes peletizadas - 110.000 unidades/ha; sementes nuas - 0,6 a 4 kg/ha (semeadura direta) e 0,4 kg/ha (transplante).

  • Sementes necessárias: sementes peletizadas - 110.000 unidades/ha; sementes nuas - 0,6 a 4 kg/ha (semeadura direta) e 0,4 kg/ha (transplante).

8. ESPAÇAMENTO E PROFUNDIDADE DE PLANTIO

  • Espaçamento:

  • 0,20 a 0,30 m x 0,20 a 0,30 m, de acordo com as características botânicas de cada cultivar.

  • PROFUNDIDADE

  • Na superfície= pressioná-la até enterrar

  • ou 0,5 a 1,0cm

9. CLIMA E ÉPOCA DE PLANTIO

.Temperatura=Clima frio

Germinação=Tipos de Dormência

Crescimento vegetativo

  • Florescimento

  • Fotoperíodo

  • CurtoLongo

  •  Épocas de plantio

Solo, preparo e adubação

  • A alface é planta levemente tolerante à acidez do solo, preferindo, no entanto, terras com pH de 6,0 a 6,8. Pelo fato de possuir sistema radicular muito superficial, não pode explorar grande extensão do solo, em busca de fertilizantes.

  • Ciclo muito curto Tem preferência pelas terras soltas, férteis e ricas em húmus, que devem ser previamente bem preparadas e adubadas.

Adubação orgânica: aplicar 40 a 60 t/ha de esterco de curral curtido ou a quarta parte dessa quantidade de esterco de galinha.

  • Adubação orgânica: aplicar 40 a 60 t/ha de esterco de curral curtido ou a quarta parte dessa quantidade de esterco de galinha.

  • Adubação mineral de plantio: aplicar 40 kg/ha de N, 200 a 400 kg/ha de P2O5, 50 a 150 kg/ha de K2O e 1 kg/ha de Boro, conforme análise de solo.

  • Adubação de cobertura: aplicar 60 a 90 kg/ha de N, parcelando em 3 vezes aos 15, 30 e 45 dias após a germinação (semeadura direta) ou aos 7, 14 e 21 dias após o transplante ( sistema de mudas).

10.TRATOS CULTURAIS

  • Irrigaçãoexigências da culturaexcesso ou déficit de água

  • A alface é hortaliça muito exigente em água. Quando convenientemente irrigada, conseguem-se plantas bem desenvolvidas e de melhor qualidade.

  • Caso contrário, o crescimento é prejudicado resultando plantas com folhas menores e rijas, cabeças pequenas e mal formadas

IRRIGAÇÃO=NECESSIDADE DE ÁGUA

  • TEOR ÁGUA NA PLANTA= 90-96%

  • UMIDADE SOLO= 80-90%CC até colheita

  • DÉFICIT HÍDRICO

CABEÇAS PEQUENAS E MAL FORMADAS(Repolhuda); Folhas pequenas e rígidas, encurta o ciclo(de folhas)

  • MÉTODOS Irrigação: por aspersão, Microaspersão ou localizada, de acordo com as necessidades.

  • Os canteiros devem ser preparados de acordo com o sistema de irrigação a ser utilizado

CONTROLE DO MATO

  • CAPINA MANUAL=ENXADAS

  • Princípios ativos registrados para controle químico de plantas daninhas:

  • glufosinato de amônio, clethodim + fenaxaprop-P-ethyl e fluazifop-p-butil.

12.COLHEITA=PERDAS

  • IndicativosCicloCaract. morf. da planta

CICLO: em geral é feita entre 50 e 70 dias após a semeadura.

Efetuá-la quando a planta ou "cabeça" atingir o desenvolvimento máximo, porém, com as folhas tenras e sem indício de pendão floral (pendoamento).

A colheita é manual, cortando-se as plantas logo abaixo das folhas basais (saia)

Produtividade E Perdas

Produtividade normal: 80.000 a 120.000 plantas/ha em campo(20 a 30 tha)

Perdas=20%(folhas quebradas, feridas, amarelas, secas e doentes)

13.CLASSIFICAÇÃO

  • REPOLHUDAS=CABEÇAS

  • COMP= 10cm

  • DIÂM= 15-17cm

  • PESO= 400g

14.EMBALAGEMCOMERCIALIZAÇÃO

  • CAIXA TIPO K= 12 Kg(20-30 pès)

  • = 25 Kg (8-12 dùzias)

  • AGRANEL=UNIDADE

15.ARMAZENAMENTOCONSERVAÇÃO

  • .Natural=AMBIENTE conserva horas

  • Artificial=CÂMARA FRIA(T=0-1ºC e UR=95%) Conserva p/vários semanas

  • Ambiente protegido=Saco Plástico+Frio Vários dias

Como conservar

  • A alface é uma das hortaliças que se estraga mais rapidamente.

  • Fora da geladeira deve ser mantida com a parte de baixo dentro de uma vasilha com água ou dentro de saco de plástico aberto, em local bem fresco, por até 1 dia.

  • Quando conservada em geladeira, deve ser mantida em saco de plástico ou em uma vasilha de plástico tampada, retirando-se as folhas de acordo com a necessidade de consumo. Nesta condição, a alface pode ser mantida por três a quatro dias.

  • Quando já picada, deve ser mantida na embalagem original ou em vasilha de plástico tampada, por dois a três dias. A alface de hidroponia deve ser conservada com as raízes; assim durará por mais tempo. A alface não tolera congelamento.

16.PRAGAS

  • pulgões, lagartas, mosca-branca, cochonilha, paquinhas, grilo, lesmas, caracóis, tatuzinhos, tripes do fumo, tesourinha e besouro preto.

  • .ControlePrincípios ativos registrados para controle:

  • fenamidone, fenitrothion, imidaclorprid, malathion, parathion methyl, pirimifos-metílico, thiacloprid, thiamethoxam, trichlorfon.

DOENÇAS

  • septoriose, mancha de cercospora, tombamento de mudas, podridão de esclerotinia (mofo-branco), queima da saia, míldio, mancha bacteriana, mancha de alternaria, mofo cinzento, ferrugem, podridão mole, antracnose (mancha em anéis), oídio, mosaico (LMV), vira cabeça, podridão da base das folhas externas e nematóides (Meloidogyne). Princípios ativos registrados para controle:

  • azoxystrobin, captan, difenoconazole, folpet, iprodione, oxicloreto de cobre, oxicloreto de cobre + mancozeb, pencycuron, procymidone.

17.LITERATURA CONSULTADA

  • .Olericultura Especial I e II, Manual de Olericultura, Las Hortalizas, Nova agricultura, Horticultura brasileira, Informe Agropecuário, CNPHortaliças, Instituto agronômico de Campinas, etc.

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