Resenha: Eu, Robô

Resenha: Eu, Robô

Centro Paula Souza

FACULDADE DE TECNOLOGIA DE CARAPICUÍBA

Resenha: EU, ROBÔ

Disciplina INFORMÁTICA do curso TECNOLOGIA EM LOGÍSTICA E TRANSPORTES (1º Ciclo - Noite)

Profª: Adriana Paula Borges

Aluno: Edson Luiz Fogo

Carapicuíba

2009

Resenha: EU ROBÔ

A vida de A. J. Lanning, cientista americano, em muitos aspectos imita a vida de V. I. Lênin, revolucionário russo. Ambos promoveram uma revolução que prometia o bem estar geral da humanidade, mas saíram de cena no momento em que a tal revolução assumia aspectos não desejados.

As revolucionárias inovações tecnológicas introduzidas por Lanning deram origem a uma sociedade extremamente automatizada. A “administração” de uma residência, a condução de automóveis, a reprodução de mensagens eletrônicas holográficas, serviços de demolição e outras atividades cotidianas, são executadas de maneira automática e, na maioria das vezes, comandadas por um cérebro eletrônico de grande porte dotado de inteligência artificial.

Grande parte dessas tarefas é executada por robôs, última inovação tecnológica. As ações dos robos, que tornaram-se objetos de consumo com grande aceitação popular, são regidas por três leis (idealizadas por Lanning) que impedem os mesmos de agir contra interesses humanos.

A empresa U.S. Robotics (USR) monopoliza a fabricação de robôs e começa a comercializar seu mais novo modelo, o moderno NS-5. Segundo o planejamento da empresa deverá existir um robô para cada cindo humanos e, para estimular essa que será a maior distribuição de robôs da história, a empresa aceita o modelo antigo (o NS-4) como “entrada” para adquirir o modelo mais novo.

A grande operação de logística é realizada. Na data anunciada, gigantescos caminhões abastecidos com NS-5, estrategicamente posicionados, garantem a troca e a remoção dos antigos robôs. Os NS-4 são transportados para o lago Michigan (seco na ocasião) e acondicionados dentro de conteineres para aguardar desmontagem.

Lanning suicida-se ao perceber que uma máquina dotada de inteligência artificial, sem contrariar formalmente as três leis, evolui, adquire a capacidade de aprender, decide o que é melhor para os seres humanos e, finalmente, implanta um regime onde as máquinas mandam.

Lanning e Lênin sobrevivem até o momento em que o sonho de uma vida, a busca de uma sociedade melhor, desmorona.

O filme é baseado na obra “Eu, robô”, do americano de origem russa Isaac Asimov, publicada pela primeira vez em 1950, no início da guerra fria, portanto é uma referência ao totalitarismo soviético.

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