A produção de vídeo na escola: instrumentode inclusão e aprimoramento do senso crítico

A produção de vídeo na escola: instrumentode inclusão e aprimoramento do senso...

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Gladis Xavier Maia Triunfo, RS, julho de 2005.

Aluna do Curso de Pós-Graduação em Educação Inclusiva Turma 432200001 - Matrícula 004511

Trabalho monográfico de conclusão do

Inclusiva (TCC), apresentado à UCB como
deespecialista em Educação Inclusiva,

Curso de Pós-Graduação em Educação requisito parcial para a obtenção do título sob a orientação da professora Maria das Graças de Campos.

Triunfo, RS, julho de 2005.

Elaborado por Gladis Xavier Maia Aluna do curso de Pós – Graduação em Educação Inclusiva da UCB

Grau:

Foi analisado e aprovado com

Professora Orientadora Presidente

Triunfo, julho de 2005.

Dedico este sonho aosmeus pais,
primeiros mestrescom os quais pude
contar e me ensinaram aser uma pessoa
aminha longa carreira de estudante
e me ensinam a sonhar, e a todosos
meus, e aos outros alunos, razão deser
destetrabalho e ao meu companheiro
Clicom quem pretendo tornar ação

4 ética, aos demais educadores que integram boa parte das idéias aqui expressas.

Agradeço ao Criador que tem me dado tempo de vivenciar meus diversos tempos: de imaginar, criar, rascunhar, revisar, copidescar, passar a limpo e no prelo demorar, ou não, os textos todos de minha vida,chegando harmoniosamente aos hipertextos. Agradeço à vida por dar-me também tempo de estar vivendo entre videoclipes de todos os tamanhos, gêneros e filosofias, especialmente a da Inclusão.

sua ideologia científica lhes proíbe lidar comos sonhos coisa
grotescosAssombra-me a capacidade desses meios para criar

As escolas se dedicam a ensinar os saberes científicos, visto que romântica!. Assombra-me a incapacidade das escolas para criar sonhos.Enquanto isso, os meios de comunicação (principalmente a TV), que conhecem melhor os caminhos dos seres humanos, vão seduzindo as pessoas com seus sonhos pequenos, freqüentemente sonhos. Mas de sonhos pequenos e grotescos só podem surgir um povo de idéias pequenas e grotescas. Se o Ministério da Educação for só um gerenciador dos meios escolares, será difícil ter esperança. Pensei, então, que o ministério talvez tivesse o poder e imaginação para integrar os meios de comunicação a um projeto nacional de educação: semear os sonhos de beleza que se encontram no nascedouro de um povo. Assim, realizaria a sua vocação política de criar um povo. Rubens Alves, in Carta ao Min.da Educ.Paulo Renato Paim.

RESUMO07
ABSTRACT08
INTRODUÇÃO09
1. A ESCOLA PELOS SÉCULOS SECULORUM16
regular2
1.2 Da educação especial, ao espargir da educação inclusiva32
cidadã que sonhamos construir80

SUMÁRIO 1.1 Da informalidade oral, nos seus primórdios, à chamada educação 1.3 Uma escola regular de especial qualidade para todos ou a escola

CONTEMPORÂNEO À ESCOLA133
uma percepção holística147
comunicação166

2. OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA, ENQUANTO DESAFIO 2.1 Um novo jeito de compreender, para além das disciplinas, através de 2.2 Aprender e ensinar, com prazer, educando para os meios de

FRATERNIDADE, NUMA SOCIEDADE INCLUSIVA181
3.1 Educomunicação, um paradigma em construção191
éticos, críticos e participativos201
CONSIDERAÇÕES FINAIS218
APÊNDICES223

Este trabalho tenta sensibilizar aos professores e professoras para a produção de vídeo na escola, como ferramenta para o sucesso da Inclusão no Ensino Fundamental e Médio, enquanto instrumento de motivação, objeto de estudo e amplo poder de intervenção social, que precisa ser aproveitado e conhecido, para o domínio de seus mecanismos, como linguagem e como tecnologia, para favorecer o espírito crítico dos alunos, especialmente em relação às televisões comerciais.

Seus três capítulos, buscam estabelecer a inter-relação da Educação/

Comunicação, sob o paradigma de um novo campo de estudos, a Educomunicação, apresentando: uma breve história da Escola, através dos tempos; a influência dos Meios de Comunicação de Massa na Cultura, nos costumes e sobre a forma de aprender e apreender o mundo; e, ainda, uma pedagogia da comunicação a serviço da cidadania.

Palavras-chave Comunicação – Educação Inclusiva – Cidadania - Pedagogia - Vídeo

The object of this work is to make teachers sensible to video production at school.

Video can be used as a tool for a successful inclusion in Elementary and Secondary Education, as a motivation instrument, and an object of studies, with a wide social intervention power. Likewise, it may be known and utilized as a language and technology, and to facilitate the students’ criticism, specially concerning commercial television.

The three chapters try to establish the Education/Communication interrelation under the paradigm of a new field of studies, the Educommunication, which presents: a brief School history through the years; the influence of the Mass Communication Means on Culture, habits and ways of learning and understanding the world; and a communication a pedagogy for citizenship as well.

Key words Communication – Inclusive Education – Citizenship – Pedagogy – Video

Esta monografia é composta por uma revisão bibliográfica sobre: os Meios de

Comunicação de Massa – focalizando mais especificamente a TV comercial – e sua influência sobre a Cultura como um todo, e o sujeito - em especial o sujeito aprendente - numa inter-relação das áreas da Educação/Comunicação, através de um novo campo de intervenção social, a Educomunicação; e o paradigma da Inclusão.

Esta sistematização pretende sensibilizar aos professores e professoras para a produção de vídeo na escola, como ferramenta de motivação para o sucesso da Inclusão no Ensino Fundamental e Médio. Busca também construir um novo olhar para o vídeo no seio da comunidade escolar, apontando-o como objeto de estudo e amplo poder de intervenção social, que precisa ser aproveitado e conhecido, para o domínio de seus mecanismos, enquanto linguagem e como tecnologia, para favorecer o espírito crítico dos alunos, especialmente em relação às televisões comerciais.

As mudanças pelas quais a sociedade contemporânea vem passando com os avanços da tecnologia – especialmente em pleno contexto da implantação da Inclusão na escola brasileira - preocupa a quantos se interessam pela eficiência do ensino, na medida que ocasionam modificações vultosas nos campos da Educação e da Comunicação. A primeira tornando-se obsoleta em seus métodos e enfoque e despreparada na qualificação de seus agentes e a segunda mostrando-se, por vezes, perniciosa, principalmente por estar sujeita a regras do mercado que não se coadunam com os valores da educação e da ética sustentados pelos educadores.

Parece natural, que essas mudanças aproximem as duas áreas de atuação - Educação e Comunicação - pelas necessidades convergentes que suscitam e, isto já está acontecendo, através do trabalho de vários estudiosos de ambas as áreas, em nível autodidata, com ou sem apoio público, na efetivação de suas pesquisas e projetos envolvendo os meios de comunicação de massa, especialmente junto ao NCE/ECA/USP Núcleo de Comunicação e Educação, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, coordenado pelo professor Dr. Ismar de Oliveira Soares, que vem trabalhando, através de pesquisas, que visam reunir tudo que vem sendo desenvolvido nesta área, em toda a América Latina e constituindo um novo campo de estudo, ou paradigma nascente : a Educomunicação, a serviço do ensino.

Ao longo dos tempos, os recursos tecnológicos como o rádio e a televisão tiveram muita dificuldade de serem absorvidos pelo campo da educação, especialmente por seu caráter lúdico e mercantil, ocasionando a resistência dos educadores em dialogar com a tecnologia, da mesma forma que a necessidade de reverter-se este quadro para situar a escola mais para a vanguarda do que para a obsolescência, é coisa para poucos inovadores, para não se falar revolucionários.

Os educadores que não atentam para esta obsolescência, parece não se darem conta do fato de ser muito difícil resistir aos apelos da linguagem dos meios de comunicação, com suas estratégias usadas para criar o apelo ao consumo, embrulhadas em pura sedução e convencimento - especialmente na TV, que conta com o reforço considerável da força da imagem em movimento. Estes alheiam-se ao seu papel, enquanto formadores de opinião, pois exatamente por seu caráter e pelas suas demais características, esta linguagem, precisa e deve ser manipulada até a exaustão, enquanto objeto de estudo nas escolas.

São educadores que parece que não levam em conta também que o vídeo pode enriquecer a aprendizagem e a comunicação, facilitando a exposição de um tema. Ao contrário das aulas expositivas ele é um método que aproxima, ao possibilitar a releitura do cotidiano, com suas linguagens múltiplas, superpostas e interligadas, auxiliando na informação, tornando a sua mensagem essencialmente sensorial e visual, residindo aí a sua maior força. Atuando através da música, do desenho, da fotografia, da palavra falada e escrita, do gestual, do teatro, da dança, etc., contemplando as Inteligências Múltiplas de Gardner ou a Inteligência Multifocal de Augusto Cury,entre outras teorias.

à TV elerelaciona-o ao prazer e lazer, colaborando para que o estudante

Mais ainda porque na cabeça do aluno vídeo não é aula, umbilicalmente ligado aprenda brincando por assim dizer, motivo pelo qual precisa ser aproveitada essa expectativa positiva para atraí-lo para os assuntos que interessam ao planejamento pedagógico.

Na opinião desta autora, a aprendizagem da “leitura” das peças publicitárias veiculadas na TV é tão importante na formação de um telespectador crítico, quanto o estudo e análise dos noticiários e das telenovelas, onde depois de estabelecidas as diferenças entre ficção e realidade, podem ser discutidos os modelos de comportamentos ali apresentados. Até porque uma parcela considerável da população os copia e copiados podem virar hábitos que forjam espaços alienígenos à cultura local, com sua peculiar criação de modas.

segurar aqueles alunos que, por apresentarem necessidadeseducativas, com

Se for levado em conta também que a produção de vídeo pode motivar todos os alunos para o convívio escolar, com bastante intensidade – e o vídeo é muito bom nisto - para brincarem de fazer televisão, enquanto aprendem, e, em especial ou sem deficiência, se evadem da escola, por não se sentirem bem lá, devido aos inúmeros insucessos, ou por medo de falhar.

E, se a inclusão implica em caminhar rumo à escola para todos, onde seja celebrada a diferença e atendidas as NEE, através de uma pedagogia centrada no aluno, dando oportunidades curriculares que se adaptem a sujeitos com diferentes interesses e capacidades, é inegável ainda que o vídeo tem mais facilidade para abranger um leque maior de interesses.

Abra-se então às portas da escola para a sua majestade o vídeo. Pois a escola inclusiva tem a responsabilidade de assegurar que o aluno deficiente seja um membro integrante e valorizado na sala de aula ou no grupo e a produção de vídeo pode inseri-lo de diversas formas, até mesmo como assunto, tema, matéria de estudo - no caso o próprio deficiente pode ser entrevistado - ou seus familiares, na sua impossibilidade - outras pessoas acometidas da mesma ou de outras deficiências que são exemplos de superação ao conseguirem se inserir satisfatoriamente na sociedade, suas famílias, a deficiência em si, os especialistas que tratam dela e outros quaisquer elementos a ela ligados. A Escola em si é tema de trabalho, a rua, a comunidade, o mundo, a vida, aqui e em qualquer lugar.

de capacitá-los como educomunicadores – profissionais aptos a elaborarem as

O objetivo primordial desta monografia é aliar os estudos da autora, enquanto professora de português, psicopedagoga e jornalista, com passagem pela TVE do Rio Grande do Sul, nas funções de repórter, produtora e editora, para implementar procedimentos voltados à apropriação dos meios e das linguagens de comunicação, abrangendo os professores da Rede de Ensino de Triunfo que estão cursando as duas turmas de pós-graduação de Educação Inclusiva do IESDE, com a finalidade ações comunicativas de inter-relação da Educação/Comunicação no espaço educativo, seja através da coordenação e gestão do processo ou assessorando os outros Educadores no adequado uso dos recursos de comunicação ou, ainda, promovendo ele(a) mesmo(a) o uso, cada vez mais intenso, da tecnologia de produção de vídeo como um recurso tecnológico que facilita a produção cultural, o resgate da cidadania e a inclusão da diversidade, na medida que remete o sujeito singular para o espaço coletivo e plural da cultura e da comunicação.

Entenda-se a produção de vídeo no espaço educativo e na comunidade circunscrita à Escola como recurso tecnológico: a serviço da formação de valores solidários e democráticos para a transformação do ambiente em que vivem os alunos; instrumento apropriado ao desenvolvimento do currículo, seja através de conteúdos programáticos, das mais variadas disciplinas ou através de projetos que visem promover campanhas sociais e humanitárias, em prol da ética e da mudança de comportamento em relação aos preconceitos de qualquer natureza; ferramenta que contempla com maior facilidade os diferentes gostos, habilidades e capacidades dos sujeitos , no processo de ensino-aprendizagem, já que possibilita um trabalho bastante diversificado, envolvendo pré-produção, produção e pósprodução, e várias linguagens e conseqüentes formas de apreender as mensagens produzidas a serem comunicadas e re-trabalhadas, posteriormente.

Como já foi referido, esta monografia constitui-se, fundamentalmente, numa revisão bibliográfica, acrescida das idéias da autora nos seus dois campos de atuação. Os três capítulos, que a compõem, buscam estabelecer a inter-relação da Educação/ Comunicação, à luz da Educomunicação.

problema, considerando-se a produção existente

Esta modalidade de pesquisa é muito comum na área de ciências humanas e sociais tanta a Educação, como a comunicação, são áreas sociais] dada à natureza do estatuto epistemológico que compõe esta área. Seu objetivo é buscar compreender as principais contribuições teóricas existentes sobre um determinado tema- Horn e Diez (203, p. 73).

Para sua execução foram consultados diversos autores, conforme pode-se ver nas referências bibliográficas, entre os quais destacam-se, na área da Inclusão: Maria Teresa Egler Mantoan, Rosita Edler Carvalho, Susan e Willian Stainback, Piter Mittler, Leny Magalhães Mrech, Romeu Kazumi Sassaki e Cláudia Werneck.Na área de Comunicação o embasamento maior concentrou-se em: Pierre Babin e Marie- France Kouloumdjian, Walter Bezerra, Edgar Morin, José Manuel Moran , Heloisa Dupas Penteado e Ismar de Oliveira Soares.

O primeiro capítulo, traça uma breve história da Escola, desde os seus primórdios, até os dias de hoje, dá conta de onde andavam os deficientes durante este percurso, fala da Escola Especial, da Inclusão e da escola acalantada nos sonhos e cantada em prosa por esta autora. O segundo fala de um sujeito antes e de um sujeito depois do advento da televisão, da influência dos Meios de Comunicação de Massa na formação deste último e suas marcas deixada na Cultura, e ainda de uma nova maneira de compreender, de aprender e apreender a vida. E o último explicita uma forma de trabalhar-se com o vídeo na escola, para que a comunidade e os cidadãos que a freqüentam tornem-se mais solidários, justos, participativos e éticos, a caminho de uma sociedade inclusiva.

O educador progressista não pode prescindir da pedagogia da autonomia.Uma pedagogia fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando. Como os demais saberes,este demanda do educador um exercício permanente. E a convivência amorosa com seus alunos. E na postura curiosa e aberta que assume e,ao mesmo tempo, provoca sócio-histórico respeito à dignidade e autonomia do educando. [...] A compe técnico-científica e o rigor, de que o professor não deve abrir mão, no desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a amorosidade necessária às relações educativas.

O educador progressista não pode prescindir da pedagogia da autonomia.Uma pedagogia fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando. Como os demais saberes,este demanda do educador um exercício permanente. E a convivência rosa com seus alunos. E na postura curiosa e aberta que assume e,ao mesmo tempo, provoca-os a se assumirem, enquanto sujeitos histórico-culturais do ato de conhecer, é que ele pode falar do respeito à dignidade e autonomia do educando. [...] A compe científica e o rigor, de que o professor não deve abrir mão, no desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a amorosidade necessária às relações educativas.

O educador progressista não pode prescindir da pedagogia da autonomia.Uma pedagogia fundada na ética, no respeito à dignidade e à própria autonomia do educando. Como os demais saberes,este demanda do educador um exercício permanente. E a convivência rosa com seus alunos. E na postura curiosa e aberta que assume os a se assumirem, enquanto sujeitos culturais do ato de conhecer, é que ele pode falar do respeito à dignidade e autonomia do educando. [...] A competência científica e o rigor, de que o professor não deve abrir mão, no desenvolvimento do seu trabalho, não são incompatíveis com a

1. A escola pelos séculos seculorum

Uma onda crescente de violência e guerras que assola o mundo, taxas elevadas de juros, desemprego, poluição, falta de assistência à saúde e tantos desastres ecológicos, ao final do século X - e que se estendem nos primórdios do século XI - são, na opinião de Fritjof Capra - autor de O Ponto de Mutação e o Tal da Física, - prenúncios de uma crise de percepção, que reúne tudo isto e muito mais de negativo no e para o universo.

A descrição e a inserção do homem num mundo globalmente interligado, no qual os fenômenos biológicos, psicológicos, sociais e ambientais são todos interdependentes necessita, para se efetivar, de uma perspectiva ecológica que a visão mecanicista-newtoniana não oferece. Faz-se mister um paradigma que traga no bojo uma nova visão da realidade. Uma mudança fundamental, na maneira de pensar e na escolha de valores. Trata-se da visão holística, do grego holos:

totalidade. Refere-se a compreensão da realidade em função de totalidades integradas, cujas propriedades não podem ser reduzidas a unidades menores.

Segundo Capra (1982), a nova visão do mundo sugerida pela física quântica não é compatível com a sociedade atual; não reflete o harmonioso estado de relacionamento que se observa na natureza. Para se alcançar tal estado de equilíbrio dinâmico, seria necessário uma estrutura social e econômica radicalmente diferente. Uma revolução cultural, na verdadeira acepção da palavra.

A sobrevivência de toda a civilização pode depender da realização de tal mudança. A vida está mudando - não mais paulatinamente, mas aceleradamente, com o advento das novas tecnologias - e continuará a mudar num ritmo cada vez mais estonteante. E, nesta transição, a quem cabe as maiores responsabilidades para auxiliar a esclarecer, a compreender, a preparar para os novos tempos os novos homens, se não a quem, a quantos, e a todos, que têm por incumbência educar e em especial aos professores?

Quando a vida social mudava paulatinamente a ação educativa da família e da

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