manual de procedimentos de enfermagem

manual de procedimentos de enfermagem

(Parte 5 de 5)

Teste biológico: 1. Lavar as mãos. 2. Preparar três pacotes com as ampolas do indicador biológico. 3. Posicionar os pacotes na autoclave, da seguinte forma: um na região central da câmara, outro próximo ao dreno e o último próximo à porta. 4. Efetuar o ciclo de esterilização normalmente. 5. Abrir os pacotes ao final do processo, identificando as ampolas com data, posicionamento do indicador dentro da autoclave e nome do operador. 6. Preparar um indicador controle (que não passou pelo processo de esterilização), identificando-o com data, “controle” e nome do operador. 7. Ativar os indicadores, quebrando a ampola de vidro de dentro da embalagem, apertando a ampola plástica. 8. Colocar os indicadores na incubadora já aquecida, mantendo o nível de água na altura da estante da mesma. 9. Manter a incubadora sempre tampada. 10. Realizar a primeira leitura do teste após 24 horas de permanência na incubadora.

1. Realizar a leitura final após 48 horas de esterilização (o indicador “controle” deve apresentar coloração amarelada). 12. Desprezar no lixo para pérfuro-cortante, os indicadores que passaram pelo processo de esterilização. 13. Colocar na autoclave o indicador “controle”, efetuando o ciclo e, desprezá-lo no lixo para perfuro-cortante. 14. Lavar as mãos. 15. Registrar o teste biológico em impresso próprio com as informações: data da esterilização, horário do início da incubação, indicadores colocados na incubadora, leituras realizadas após 24 e 48 horas, identificação do profissional. 16. Registrar o procedimento em planilha de produção. 17. Manter a sala organizada.

Observação: A. O fluxo de pessoal no expurgo e sala de esterilização deve ser limitado ao profissional que está desenvolvendo as atividades.

B. É necessário que o profissional encerre todas as atividades no expurgo, para iniciar as atividades na sala de esterilização. Não é permitido executar tarefas concomitantes nas duas salas, devido ao risco de disseminação de microorganismos para os materiais/ instrumentais já limpos ou esterilizados.

C. O profissional deve permanecer com os cabelos presos e não utilizar anéis, pulseiras, relógios, etc., durante o preparo e esterilização dos materiais.

D. Ao acondicionar os materiais/ instrumentais na autoclave atentar para: 9 Verificar a integridade dos pacotes; 9 Preservar um espaçamento de 25 a 50 m entre os pacotes e a mesma distância entre os materiais e a parede interna do equipamento, favorecendo a distribuição do vapor para todos os espaços da câmara; 9 O volume da carga não pode exceder a 80% da capacidade do equipamento; 9 Colocar os pacotes maiores na parte inferior da câmara e os menores por cima, facilitando o fluxo do vapor; 9 Posicionar os artigos com cavidade (jarros, bacias, cubas, etc.) com abertura para baixo, facilitando o escoamento da água resultante da condensação do vapor; 9 Ao término do ciclo, manter a porta da autoclave entreaberta por um período de 5 a 10 minutos, para a saída do vapor e secagem dos materiais; 9 Ao retirar os materiais/ instrumentais da autoclave observar a alteração do indicador de esterilização;

9 Encaminhar ao expurgo, todo material com prazo de esterilização vencida ou que perderam a integridade do invólucro.

esterilizados após essa data e solicite a manutenção da autoclave

E. Ao realizar o teste biológico atentar para: 9 Se após 24 horas, os três indicadores testes não sofrerem modificação na coloração original (violeta), será necessário incubá-los por mais 24 horas, para confirmar a morte de microorganismos na forma esporulada; 9 O crescimento bacteriano é observado pela coloração amarelada do meio de cultura, assim, o indicador “controle” deverá apresentar esta cor após a incubação; 9 Se, após 48 horas de incubação, o indicador “controle” não apresentar a modificação esperada na coloração, verificar o funcionamento da incubadora, data de validade e lote do indicador; 9 Se os indicadores que passaram pelo processo de esterilização, apresentarem mudança na coloração suspenda o uso dos materiais

NORMASDEPROCEDIMENTOS – Nº 027 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: PREPARO DE MEDICAMENTO PARENTERAL

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Seringa descartável apropriada à via de administração e volume. 2. Agulha descartável apropriada. 3. Algodão. 4. Álcool 70%. 5. Bandeja. 6. Medicação. 7. Cateter Teflon. 8. Scalp. 9. Garrote (endovenosa). 10. Esparadrapo (venóclise).

DESCRIÇÃO DE PROCEDIMENTO: 1. Checar prescrição medicamentosa. 2. Separar medicação a ser preparada. 3. Lavar as mãos com técnica adequada.

AMPOLA 1. Agitar a ampola, limpar o gargalo com algodão embebido em álcool 70º. 2. Montar a seringa/agulha com técnica adequada. 3. Quebrar a ampola utilizando algodão ou gaze para apoio e proteção dos dedos. 4. Segurar a ampola entre os dedos indicador e médio da mão, e com a outra pegar a seringa e introduzir cuidadosamente dentro da ampola sem tocar as bordas externas, com o bísel voltado para baixo, em contato com o líquido. 5. Aspirar a dose prescrita. 6. Deixar a seringa/ agulha para cima em posição vertical, expelindo todo o ar que tenha penetrado. 7. Proteger a agulha com protetor próprio. 8. Desprezar o material perfuro-cortante em recipiente apropriado. 9. Identificar com nome do paciente, via de administração e colocar na bandeja.

FRASCO – LIÓFILO 1. Retirar o lacre metálico superior, limpar a borracha com algodão embebido em álcool 70º. 2. Preparar a ampola diluente conforme técnica anterior. 3. Montar seringa/agulha, usando agulha de maior calibre. 4. Retirar a seringa, protegendo a agulha. 5. Realizar rotação de frasco entre as mãos para misturar o líquido ao pó, evitando a formação de espuma. 6. Colocar ar na seringa na mesma proporção e quantidade de líquido injetado no frasco. 7. Erguer o frasco verticalmente, logo após a introdução do ar, aspirando a dose prescrita. 8. Retirar o ar da seringa. 9. Trocar a agulha, colocando outra de acordo com as especificidades do paciente, líquido e via de administração. 10. Desprezar material perfuro-cortante em recipiente apropriado. 1. Identificar a seringa com nome do paciente e via de administração, colocar na bandeja.

FRASCO-AMPOLA 1. Retirar o lacre metálico superior, limpar a borracha com algodão embebido em álcool 70º. 2. Montar seringa/agulha. 3. Colocar ar na seringa na mesma proporção da quantidade do líquido a ser aspirado.

4. Erguer o frasco verticalmente, logo após a introdução do ar, aspirar a dose prescrita. 5. Retirar o ar da seringa. 6. Trocar a agulha, colocando outra de acordo com as especificidades do paciente, líquido e via de administração. 7. Desprezar material perfuro-cortante em recipiente apropriado. 8. Identificar com nome do paciente, via de administração e colocar na bandeja.

nome do paciente, data e horário da diluição

OBSERVAÇÃO: A. Caso a dose do frasco seja fracionada para vários horários, identificar frasco com

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 028 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: SONDAGEM NASOENTERAL

EXECUTANTES: Enfermeiro e Técnico de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Sonda Nasoenteral de poliuretano ou silicone, tamanhos 8 a 12 F. 2. Luvas de procedimento. 3. Mandril (fio guia). 4. Gazes. 5. Lubrificante hidrossolúvel (lidocaína gel 2%) ou água. 6. Seringa 20 ml. 7. Copo com água filtrada ou fervida. 8. Estetoscópio. 9. Fita indicadora de pH. 10. Fita adesiva não alergênica.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Explicar o procedimento ao paciente. 2. Reunir o material próximo do leito. 3. Medir o cumprimento da sonda, a partir do lóbulo da orelha até a base do nariz e dessa até a parte inferior do apêndice xifóide, acrescentando mais 5 a 10 cm. Marcá-la com esparadrapo para visualizar o tamanho da sonda a ser introduzida. 4. Proteger o paciente com uma toalha. 5. Lavar as mãos e calçar luvas.

6. Retirar próteses dentárias, se necessário. 7. Posicionar o paciente em semi-fowler, mantendo a cabeça em posição de deglutição (fletida para frente), alinhada em relação ao tronco. 8. Testar as narinas e introduzir a sonda lubrificada na narina mais desobstruída.

Passar a sonda até a nasofaringe, dirigindo-a para baixo e para trás. Quando a sonda alcançar a orofaringe solicitar que o paciente que inspire profundamente e degluta várias vezes e se necessário dar-lhe um gole d’água, para ajudar na progressão da sonda para o esôfago. 9. Não forçar a passagem da sonda caso esta apresente resistência. 10. A rotação suave pode ajudar. 1. Continuar a progressão da sonda até a marca definida. 12. Suspender a progressão da sonda caso o paciente apresente náuseas, vômitos, tosse, dispnéia ou cianose. Verificar se a sonda está no estômago, utilizando sempre os testes abaixo:

Solicitar ao paciente que fale, pois se a voz estiver alterada a sonda poderá estar localizada na traquéia.

Mergulhar a ponta externa da sonda na água e pedir para que o paciente expire. Se borbulhar a sonda pode estar no pulmão e deve ser retirada.

Adaptar uma seringa na ponta externa da sonda, insuflar ar (10 ml) e auscultar o estômago com estetoscópio. A entrada de ar no estômago provoca um ruído característico do tipo bolhas na água.

Aspirar com a seringa conectada no mandril, verificando o retorno de liquido gástrico e medir o pH (pH gástrico <5). 13. Retirar o mandril com cuidado (após lubrificação se necessário). 14. Verificar a posição da sonda, novamente, injetando ar em bolo.

Na ausência de ausculta ou de retorno, repassar a sonda. 15. Tapar a conexão da sonda. 16. Retirar as luvas. 17. Fixar a sonda e deixar o paciente confortável. 18. Guardar o mandril na embalagem original da sonda, adequadamente 19. Enrolado e identificado, para repassar a sonda se necessário; 20. Lavar as mãos. 21. Solicitar RX para certificar-se o posicionamento da sonda, sempre que necessário. 2. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 23. Registrar o procedimento em planilha de produção. 24. Manter a sala em ordem.

Observações: A. Se a posição pós-pilórica da sonda for indicada: 9 Antes do procedimento, administrar a medicação gastro-cinética prescrita pelo médico. 9 Acrescentar 15 a 20 cm, conforme a constituição do paciente e posição desejada, à distancia medida para posição gástrica. 9 Introduzir a sonda até o estômago. 9 Retirar o mandril. 9 Realizar os testes já descritos, inclusive de controle de pH. 9 Solicitar que o paciente permaneça em decúbito lateral direito durante 2 a 3 horas, para favorecer a migração. 9 Após este tempo, aspirar liquido duodenal e medir o pH (pH duodenal: 6 a 8). 9 Encaminhar o paciente para o RX no mínimo 3 horas após a sondagem.

B. Infusão e Manutenção da sonda: 9 Fazer higiene oral conforme prescrição de enfermagem. 9 Limpar diariamente a narina na qual a sonda está introduzida com água, ou SF ou AGE. 9 Trocar o local da fixação diariamente para evitar irritação e escamação da pele. 9 Aplicar creme ou vaselina nos lábios e narinas para prevenir a formação de crostas. 9 Manter a cabeceira do paciente em semi-fowler durante todo o período em que estiver recebendo dieta e por 30 minutos após. 9 As sondas para NE têm durabilidade de 30 a 60 dias (poliuretano) e 6 meses (silicone), se mantidas adequadamente. 9 Em caso de retirada acidental, poderá ser repassada, no mesmo paciente, após lavagem interna com água e sabão, utilizando uma seringa. 9 Verificar a integridade da sonda; se apresentar sinais de rigidez,rachaduras, furos ou secreções aderidas, desprezá-la. 9 Ao final da terapia a sonda deverá ser desprezada. 9 Cuidado para não tracionar a asa do nariz, pelo risco de lesão. 9 Lavar a sonda com 10 a 30 ml de água filtrada ou fervida, antes e após administrar medicamentos, nutrição enteral e aspirar suco gástrico. 9 Administrar os medicamentos um a um, lavando a sonda entre as medicações, evitando interações físico-químicas que podem causar obstrução. 9 Nunca administrar medicação com a dieta. 9 Diluir as apresentações hipertônicas com 30-60 ml de água. 9 Suspender a infusão da dieta por 1 hora antes e 1 hora após para medicações que sofrem diminuição de absorção na presença de alimentos como exemplo: fenitoina, captopril e quinilonas.

9 No caso de obstrução, injetar água com pressão moderada, com seringa de 20 ml, pois a pressão excessiva pode provocar rachaduras na sonda. 9 Verificar a posição da sonda, por aspiração de liquido gástrico/duodenal e ausculta de borborigmo na região epigástrica ou no quadrante abdominal superior esquerdo: ¾ Cada vez que for instalar o frasco de nutrição enteral, em caso de NE contínua; após episódios de vômito, regurgitação e tosse intensa (a extremidade da sonda pode voltar ao esôfago ou até enrolar-se na cavidade oral, mesmo quando bem fixada externamente).

¾ Quando o acesso pós-pilórico for necessário, recomenda-se o controle de pH do liquido aspirado uma vez ao dia (pH duodenal = 6 a 8).

¾ A passagem transpilórica espontânea da sonda ocorre em poucos pacientes e, mesmo tendo migrado, a extremidade distal pode retornar ao estômago.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 029 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: SONDAGEM NASOGÁSTRICA

EXECUTANTES: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.

MATERIAIS: 1. Sondas nasogástricas. 2. Lubrificante hidrossolúvel. 3. Aspirador, quando prescrito. 4. Toalha, lenço de papel. 5. Cuba rim. 6. Copo de água. 7. Esparadrapo hipoalergênico.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Explicar ao paciente o procedimento. 2. Solicitar ao paciente que respire pela boca e engolir. 3. Colocar o paciente em posição sentada ou semi-sentado. 4. Remover dentaduras se necessário; colocar cuba rim e toalhas de papel ao alcance do paciente. 5. Selecionar o número da sonda de acordo com o diâmetro da narina do paciente.

6. Lavar as mãos e calçar as luvas descartáveis 7. Medir a sonda: distância do lóbulo da orelha à ponta do nariz e daí ao apêndice xifóide e marcando-a neste local. 8. Lubrificar a ponta da sonda com lidocaína geléia. 9. Solicitar ao paciente que permaneça com o queixo próximo ao peito, se necessário, auxiliá-lo. 10. Introduzir a sonda pela narina do paciente fazendo movimentos para cima e para trás. 1. Após a sonda passar pela orofaringe, solicitar ao paciente que faça movimento de deglutição. 12. Introduzir até a marcação realizada anteriormente. 13. Comprovar localização da sonda pela injeção de ar (cerca de 20 ml no adulto e 5 a 10 ml na criança) realizando ausculta da região epigástrica, com objetivo de ouvir ruído brusco e borbulhante, também se pode confirmar o posicionamento da sonda aspirando-se o conteúdo gástrico. 14. Fixar a sonda no nariz ou maxilar do paciente. 15. Retirar as luvas. 16. Lavar as mãos. 17. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 18. Registrar o procedimento em planilha de produção. 19. Manter a sala em ordem.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 030 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: TROCA DE BOLSA DE ESTOMIA

EXECUTANTES: Enfermeiros, Técnicos e Auxiliares de Enfermagem.

MATERIAIS: 1. Luvas de procedimento 2. Bolsa indicada ao paciente. 3. Placa 4. Compressas de gaze ou papel higiênico .

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Receber o paciente com atenção. 2. Manter o paciente relaxado em posição confortável, mantendo privacidade.

3. Lavar as mãos. 4. Calçar as luvas de procedimentos. 5. Remover a bolsa, tencionando levemente a pele para baixo, enquanto levanta a placa. 6. Descartar a bolsa suja e a placa em saco plástico; guardar o clamp para reutilização. 7. Limpar a pele, utilizando papel higiênico ou compressa de gaze, para remover as fezes. 8. Lavar e secar a pele por completo, depois de limpar. É normal que o estoma sangre discretamente durante a limpeza e secagem. 9. Aplicar a placa, utilizando guia de medição ou padrão para determinar o tamanho do estoma. 10. Marcar o tamanho correto sobre a parte posterior da placa e cortar conforme o tamanho do estoma (é aceitável cortar cerca de 0,5 cm maior que o tamanho do estoma). 1. Remover a cobertura de papel da placa, centralizar a abertura sobre o estoma e pressionar a placa para baixo sobre a pele periostomal. 12. Fixar a bolsa sobre os bordos da placa de acordo com as orientações do fabricante. 13. Aplicar o fechamento na parte posterior da bolsa com o clamp. 14. Retire as luvas. 15. Lave as mãos. 16. Realizar anotação de enfermagem, assinar e carimbar (conforme decisão do COREN-SP-DIR/001/2000). 17. Registrar o procedimento em planilha de produção. 18. Manter ambiente de trabalho em ordem.

OBSEVAÇÃO: A. A bolsa drenável pode ser lavada com água e sabão e reutilizada várias vezes. B. Orientar o paciente para eliminar o gás através da abertura do clamp.

NORMAS DE PROCEDIMENTOS – Nº 031 Departamento de Saúde/ Coordenadoria de Enfermagem Procedimento: VACINAÇÃO

EXECUTANTES: Enfermeiro, Técnicos e Auxiliares de enfermagem.

MATERIAIS: 1. Imunobiológicos. 2. Seringas e agulhas. 3. Bandeja de inox. 4. Cartão de vacina. 5. Cartão espelho. 6. Carimbo. 7. Mapa diário de doses aplicadas.

DESCRIÇÃO DO PROCEDIMENTO: 1. Receber o cliente na sala de vacinas. 2. Orientar o cliente sobre a vacina a ser administrada e a importância da mesma. 3. Verificar se o cliente não encontra em situação de adiamento da vacinação. 4. Informar sobre os eventos adversos mais comuns, orientando retorno na

Unidade sempre que necessário. 5. Orientar quanto a não utilização de pomadas ou compressas no local da aplicação. 6. Registrar a vacina administrada, nº de lote, no cartão do cliente e cartão espelho, assinar com letra legível. 7. Lavar as mãos. 8. Executar técnica asséptica em todo o procedimento. 9. Assegurar-se de que a temperatura da vacina e diluente estejam adequadas. 10. Verificar o prazo de validade da vacina e tempo de uso recomendado, após a diluição da vacina. 1. Observar a dosagem recomendada pelo Laboratório produtor da vacina em questão. 12. Respeitar o local de aplicação, segundo faixa etária. 13. Lave com água e sabão, o local da aplicação, caso o mesmo não apresente boas condições de higiene. 14. Solicite que a mãe ou responsável segure a criança de forma adequada, garantindo uma imobilização segura. 15. Atentar para a relação entre o ângulo de aplicação e agulha adequada, levando em consideração a quantidade de massa muscular do cliente a ser vacinado. 16. Administrar lentamente o líquido da vacina. 17. Não massagear o local da aplicação. Fazer apenas leve compressão com algodão seco. 18. Ao realizar aplicações simultâneas, identifique, no cartão do cliente e cartão espelho, o local de aplicação de cada vacina. 19. Não retire a agulha da seringa no momento do descarte.

(Parte 5 de 5)

Comentários