Cuidados de enfermagem na clinica médica

Cuidados de enfermagem na clinica médica

(Parte 1 de 2)

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Enfermagem

Enfermagem em Clínica

Médica (Módulo I)

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Aula 01 – Aparelho Digestório

Estão classificadas nessa categoria as patologias que não envolvem tratamento cirúrgico.

Inflamação da mucosa gástrica. Pode ser classificada em:

Aguda: processo que varia em torno de três dias e o tratamento serão feitos nesse período, com orientação de dieta por um tempo mais prolongado. Em média a mucosa gástrica demora dez dias para recuperar-se. Crônica: ocorre um espessamento da mucosa gástrica e diminuição da quantidade e qualidade da secreção gástrica, provocando uma diminuição da função gástrica. Gastrite auto-imune: presença de auto-anticorpos para células parietais das glândulas gástricas.

GASTRITE AGUDA Causas:

Estresse; Erro alimentar; Fumo, drogas, álcool; Medicamentos.

Sinais e Sintomas:

Náuseas; Vômitos; Anorexia; Pirose; Eructação; Desconforto abdominal; Cefaléia; Mucosa gástrica hiperemiada.

Tratamento:

Correção de hábitos alimentares; Dieta fracionada; Medicamentos; Medidas de diminuição do estresse;

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GASTRITE CRÔNICA Causas:

Uremia crônica; Úlceras; Cirrose hepática; Presença do microorganismo H.pylori.

Sinais e Sintomas:

Anorexia; Pirose; Náuseas; Vômitos matinais.

Tratamento:

Controle da acidez estomacal; Redução de estresse; Orientação nutricional; Medicamento.

Verificar e observar aceitação alimentar; Observar e anotar queixas álgicas; Promover ambiente calmo e repousante; Observar sinais e sintomas de complicações: hematemese, melena, (rigidez abdominal).

Exames complementares: Endoscopia digestiva alta gastrite

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Lesão (ferida) na mucosa do estômago, piloro ou duodeno causado por uma erosão em decorrência do aumento da produção de ácido e diminuição da resistência normal da mucosa.

Fatores Predisponentes:

Estresse; Fumo; Cafeína; Álcool; Erros alimentares; Susceptibilidade genética e individual; Medicamentos.

Sinais e Sintomas:

Epigastralgia; Náuseas; Vômitos; Pirose; Eructação; Anorexia; Hematemese; Melena; Dor abdominal em forma de crises.

Tratamento:

Repouso; Medidas para diminuir o estresse; Orientação nutricional; Medicamentos.

Observar e anotar eliminação intestinal (cor, odor, volume, coloração e aspecto); Observar e anotar aceitação de dieta; Observar e anotar evolução de sinais e sintomas; Promover ambiente calmo; Observar e anotar sinais de complicações (hemorragia, piora brusca da dor); Atenção para cuidados pré-operatórios de urgência.

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Ressecamento das fezes no intestino grosso associada à movimentos lentos, erro alimentar, pouca hidratação.

Causas:

Hábito intestinal irregular; Alguns medicamentos; Obstruções mecânicas; Abuso no uso de laxativo; Fatores psicológicos; Erro alimentar; Baixo volume de ingestão de líquidos.

Sinais e Sintomas:

Alteração na coloração das fezes; Alteração na consistência das fezes; Dificuldade de evacuar; Dor em região abdominal baixa; Dor em região anal.

Tratamento:

Correção de hábitos alimentares; Horários regulares para dieta; Exercício físico; Hidratação adequada: Medicamentos; Apoio psicológico.

Observar e anotar aceitação alimentar Estimular hidratação Proporcionar condições favoráveis para a eliminação intestinal Estimular horário e periodicidade para evacuação Administrar medicamentos prescritos Estimular atividade física (deambulação)

Resulta em aumento dos movimentos peristálticos promovendo eliminação das fezes de maneira mais rápida, com aumento de sua fluidez e freqüência.

Causas:

Infecções no trato gastrointestinais Viroses

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Úlceras e/ ou irritação da mucosa intestinal Intoxicação alimentar Agentes químicos irritantes Uso de laxativo em quantidades errôneas

Sinais e Sintomas:

Hiperemia da mucosa intestinal Aumento da secreção pela mucosa intestinal Desidratação Fraqueza Cólicas abdominais Anorexia Sede Tenesmo

Tratamento:

Adequação alimentar Hidratação Medicamentos se necessário

Estimular hidratação via oral Administrar administração parenteral, quando prescrito. Higiene rigorosa após eliminação intestinal Promover a manutenção da integridade cutâneo-mucosa, principalmente em região perianal Manter roupas de cama limpa Observar e anotar aceitação da dieta Manter repouso relativo Manter isolamento enteral, se necessário.

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Aula 02 – Aparelho Digestório

Doença inflamatória que acomete qualquer porção do intestino, com comprometimento de segmentos inflamados intercalado com porções de alça de aspecto normal, linfadenomegalia e espessamento do mensetério.

Sinais e Sintomas:

Dor abdominal com piora após refeições Diarréia crônica Emagrecimento Complicações ( perfuração de alça intestinal,abcessos, estenose, fístulas, etc.)

Tratamento:

Adequação de dieta Suplementação de vitaminas e ferro Cirurgia em caso de complicações

Observar e anotar aceitação alimentar Observar e anotar aspecto de eliminação intestinal Controle de peso Observar e anotar sinais de complicações Observar sinais de hemorragia interna

Definição: É uma doença difusa do fígado, que altera as funções das suas células e dos sistemas de canais biliares. É o resultado de diversos processos, entre eles, morte celular e a produção de um tecido fibroso não funcionante, prejudicando a estrutura e função hepática.

Causas:

Alcoolismo Infecções causadas por vírus Esquistossomose Medicamentos Substâncias químicas Hepatite pelos vírus B e C

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Hepatite auto-imune Doenças genéticas Cirrose biliar Atresia biliar (RN)

Sinais e Sintomas:

Anorexia Náuseas Vômitos Hipertemia Flatulência Distúrbios intestinais Fraqueza e cansaço Perda de peso Alterações de sono Dores abdominais

Crônica:

Icterícia Ascite Hepatomegalia ou Atrofia hepática Melena Hematemese Anemia Fraqueza Encefalopatia Coma Perda de interesse sexual Aumento de mamas nos homens Aumento de baço Varizes de esôfago e estômago Edema em membros inferiores Desnutrição Escurecimento de pele

Tratamento:

Repouso Sintomático Anti-hemorrágico Adequação alimentar Medidas de conforto Medidas de contenção de hemorragia: balão Sengstaken-Blakemore Suspensão do agente agressor Transplante de fígado

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Proporcionar repouso relativo; Observar, comunicar e anotar nível de consciência; Aferir sinais vitais com ênfase em pressão arterial e pulso; Observar, comunicar e anotar aceitação alimentar; Observar, comunicar e anotar sinais e sintomas; Controle de peso em jejum; Balanço hídrico; Medir circunferência abdominal; Observar, comunicar e anotar sinais de hemorragia; Observar, comunicar e anotar sinais de abstinência alcoólica.

Definição: inflamação no pâncreas, podendo ser aguda ou crônica. O pâncreas é um órgão situado na cavidade abdominal, aproximadamente atrás do estômago. Apresenta várias funções, entre elas, produção de insulina e substâncias necessárias para a digestão de alimentos.

Causas:

Calculose biliar Alcoolismo Tumores Doenças auto-imune Viroses Certos medicamentos Infecções virais como caxumba Traumatismo grave abdominal Excesso de funcionamento da glândula paratireóide Excesso de triglicérides no sangue Má formação

Sinais e Sintomas:

Dor abdominal alta, com irradiação para a região dorsal; Náuseas; Vômitos. Diarréia com eliminação de gordura nas fezes

Tratamento:

Diminuição da atividade da glândula pancreática Sintomáticos Cirúrgico

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Observar, comunicar e anotar nível de consciência; Manter repouso relativo; Proporcionar medidas de conforto; Cuidados com nutrição parenteral, se necessário; Observar, comunicar e anotar aspecto e característica de eliminação intestinal; Cuidados dom sondagem nasogástrica, se necessário; Cuidados pré-operatórios, se necessário.

Definição: inflamação da vesícula biliar e seus condutores, podendo ser aguda ou crônica. Causas:

Hereditariedade Obesidade Calculose biliar

Sinais e Sintomas:

Dor em quadrante superior direito; Rigidez abdominal; Náuseas; Vômito; Icterícia; Acolia; Colúria; Intolerância a alimentos gordurosos.

Tratamento:

Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo; Observar, comunicar e anotar aceitação de dieta; Observar, comunicar e anotar evolução de sinais e sintomas; Cuidados pré-operatórios, se necessário.

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INFECÇÃO URINÁRIA Definição: é a presença de microorganismos em alguma parte do trato urinário. Causas:

Contaminação por via ascendente

Fatores Pré-disponentes:

Obstrução urinária Corpos estranhos (sondas) Doenças neurológicas: bexiga neurogênica Fístulas genito-uirnário e do trato digestivo Doença sexualmente transmissíveis Infecções ginecológicas Higiene inadequada

Sinais e Sintomas:

Dor Ardência Dificuldade para urinar Urgência para urinar Micções freqüentes com volume diminuído Urina com alteração de coloração e odor Presença de muco na urina Hipertemia

Tratamento:

Hidratação Medicamento

Emprego de técnica correta de sondagem vesical Administração de medicamentos Aferir sinais vitais com ênfase em temperatura Observar, comunicar e anotar características da urina. Orientação sobre higiene

GLOMERULONEFRITE DIFUSA AGUDA (nefrite) Definição:

Aula 03 – Aparelho Urinário

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A nefrite é o resultado de um processo inflamatório difuso dos glomérulos renais tendo como base um fenômeno imunológico. O fenômeno imunológico responsável ocorre quando uma substância estranha (antígeno) entra na circulação e é levada aos setores de defesa do nosso organismo. O organismo para se defender produz um anticorpo. A reunião do complexo antígeno-anticorpo pode depositar-se nos tecidos, criando uma lesão inflamatória. Quando o tecido atingido for o glomérulo, a lesão denomina-se glomerulonefrite.

Causas:

Infecções de vias aéreas superiores mal curadas: faringites, amidalites, sinusites, etc. Certos medicamentos

Sinais e Sintomas:

Náuseas Vômitos Fadiga Cefaléia Dor lombar Oligúria Hematúria Edema facial Anasarca Hipertensão

Tratamento:

Adequação alimentar Medicamentos: antibióticos, hipotensores, diuréticos, etc.

Repouso absoluto; Aferir sinais vitais: ênfase em pressão arterial; Balanço hídrico; Observar, comunicar e anotar aceitação alimentar; Controlar peso em jejum; Observar, comunicar e anotar evolução de edema.

Definição: Infecção bacteriana que acomete a pelve renal, túbulos e tecido intersticial, atingindo um ou os dois rins. Pode ser aguda e crônica. Como agravamento pode levar a insuficiência renal, hipertensão e calculose renal.

Causas:

Refluxo uretrovesical Litíase renal Outras infecções.

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Sinais e Sintomas:

Disúria Hipertemia Dor lombar Proteinúria Fadiga Cefaléia Anorexia Piúria

Tratamento:

Medicamentoso Hidratação oral ou endovenosa

Estimular hidratação, anotar volume; Controle de diurese; Higiene íntima Aferir sinais vitais com ênfase em temperatura.

Definição: presença de cálculos ou cristais no sistema urinário, formados pela deposição de substâncias cristalinas ou depósitos granulosos.

Fatores predisponentes:

Infecções urinárias de repetição Obstrução e estase urinária Hipercalcemia Hipercalciúria Deficiência de vitamina A Hereditariedade

Sinais e Sintomas

Dor em região lombar com irradiação para a pelve Náuseas Vômitos Hematúria Disúria Piúria Polaciúria Hipertemia

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Tratamento

Analgesia potente Hidratação Adequação alimentar Litotripsia Cirurgia

Controle de diurese Estimular hidratação Proporcionar ambiente calmo e tranqüilo; Administração de analgésicos Manter acesso venoso permeável

cálculo no uretercálculo renal

INSUFICIÊNCIA RENAL Os rins apresentam as seguintes funções:

Remover as substâncias indesejáveis do nosso corpo, filtrando uréia e ácido úrico; Reabsorver a albumina e sais desejáveis como sódio, potássio e cálcio; Excreção de substâncias desnecessárias como fósforo e hidrogênio; Secretar hormônios para o controle do volume, da pressão arterial, do cálcio e fósforo e da formação de hemáceas.

A insuficiência renal é um diagnóstico que expressa uma perda maior ou menor da função renal.

A falta abrupta e intensa de água, a perda repentina de sangue ou plasma faz com que não haja uma formação de urina ou somente de pequena quantidade. Pode ocorrer também por ingestão de substâncias tóxicas e obstrução de vias urinárias.

Sinais e Sintomas:

Oligoanúria Náuseas e vômitos Tontura Cefaléia

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Letargia Convulsões Edema Hipertensão arterial Hálito urêmico

Tratamento:

Tratar o fator desencadeante Manutenção do estado geral Adequação de dieta Medicamentos Diálise

Balanço hídrico Controle de peso Observar, comunicar e anotar presença de edema; Aferir sinais vitais com ênfase em pressão arterial Higiene oral Cuidados com métodos dialíticos, se necessário.

Muitas doenças renais são progressivas. Quanto mais progridem a gravidade aumenta e os danos renais também. As lesões perturbam a funcionalidade do rim, provocando a insuficiência renal crônica.

Causas:

Obstrução do trato urinário Infecções Agentes nefrotóxicos Hipertensão arterial Doenças metabólicas Complicações de outras doenças renais

Sinais e sintomas:

Anorexia Náuseas Vômitos Hálito amoniacal Úlceras gastrointestinais Soluços Eructações Hipertensão Pericardite Irritabilidade

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Sonolência Convulsão Coma Anemia Manchas cutâneas Disfunção sexual

Tratamento:

Acompanhamento clínico Métodos dialíticos Transplante renal

Depende do método dialítico Balanço hídrico Controle rigoroso de pressão arterial Controle de peso Medidas de conforto

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Enfermagem Aula 04 – Aparelho Endócrino

Definição: Doença provocada pela deficiência de produção e/ou de ação de insulina, que leva à sintomas agudos e complicações crônicas. O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas. Pode ser classificada em:

Diabetes Mellitus tipo I:

Ocasionada pela destruição da célula beta do pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência total de insulina.

Diabetes Mellitus tipo I:

Provocada por um estado de resistência à ação da insulina associados a uma relativa deficiência de sua secreção.

Outras formas de Diabetes Mellitus:

Associado a desordem genética, infecções, doenças pancreáticas, uso de medicamentos, drogas ou outras doenças endócrinas.

Diabetes gestacional: Doença diagnosticada na gravidez, sem aumento prévio da glicose.

Sinais e Sintomas

Sede excessiva Aumento do volume de urina Aumento do número de micções Surgimento do hábito de urinar a noite Fadiga Fraqueza Tontura Visão borrada Aumento de apetite Perda de peso Edema Proteinúria Lesões de difícil cicatrização Perda de sensibilidade periférica

Fatores agravantes:

Idade maior ou igual há 45 anos Histórico familiar de diabetes

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Sedentarismo Triglicérides elevados Hipertensão arterial Doença coronariana Diabetes gestacional prévio Nascimento de filhos com mais de 4kg Abortos de repetição Uso de medicamentos que aumentam a glicose

Tratamento:

Consiste em manter os níveis glicêmicos, tanto em jejum como pós-prandial, e controlar as alterações metabólicas. Adequação alimentar Atividade física Medicamentos Prevenir complicações

Observar, comunicar e anotar valores de glicemia capilar Observar, comunicar e anotar aceitação alimentar Estimular atividade física Cuidados de higiene rigorosos em membros inferiores Administrar medicamento Observar, comunicar e anotar sinais e sintomas de hipoglicemia e hiperglicemia Rodízio de lugar de aplicação de insulina Observar, comunicar e anotar presença de lesões cutâneas

HIPOGLICÊMIA Condição causada por baixos níveis de glicose no sangue. Causas:

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