Filtração comum e a vácuo

Filtração comum e a vácuo

Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba

  • Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba

  • Filtração Comum

  • e a Vácuo

  • Guilber da Silva Garcez - 20101440108

  • Profª. Alessandra M. T. A. de Figueiredo

Objetivo

  • Verificar qual o método de filtração mais eficaz, comum ou à vácuo, e entender o porque de sua eficácia.

Introdução

  • A filtração é um processo mecânico que serve para desdobrar substâncias heterogêneas de um sólido disperso em um liquido ou em um gás(Figura 1)(FELTRE, Química 1, p.32). São diversas as formas de filtração, as principais são a Comum, realizada com funil e papel filtro, e a vácuo, efetuada sob pressão.

Figura 1: Filtrações em sistema: Sólido e gasoso (aspirador de pó) e filtração sólido e liquido (coador de café).

Em laboratório, a filtração é feita com um funil do tipo comum, em geral de vidro, no qual é colocado uma folha de papel filtro - ou algodão – onde é preso pela simples aplicação de pequenos jatos de água, com pisseta, nas bordas internas do mesmo. A Figura 2, mostra a maneira de dobragem do papel filtro.

  • Em laboratório, a filtração é feita com um funil do tipo comum, em geral de vidro, no qual é colocado uma folha de papel filtro - ou algodão – onde é preso pela simples aplicação de pequenos jatos de água, com pisseta, nas bordas internas do mesmo. A Figura 2, mostra a maneira de dobragem do papel filtro.

Figura 2: dobragem do papel de filtro

  • Depois essa borda de papel deve ficar alguns centímetros abaixo da borda do recipiente, cerca de 0,5 cm, e deve ser mantido um espaço entre as paredes do funil de papel e o aparato utilizado de modo a tornar a filtração mais rápida (Figura 3).

Figura 3: Pequeno espaço entre as paredes do funil e o papel de filtro.

  • Efetua-se a filtração, tomando o cuidado de não encher o papel de filtro até a borda. Os últimos traços do sólido são transferidos para o papel de filtro com o auxílio de jatos de solventes, utilizando uma pisseta. Lava-se o sólido com pequenas porções do solvente .

  • No papel filtro, fica contido o filtrado, enquanto no béquer fica a parte liquida da mistura. Uma vez terminada a filtragem e lavagem do precipitado, este deverá ser recolhido ainda dentro do papel e levado a calcinação,

onde sofrerá completa discagem e/ou reação de transformação final. A Figura 4 mostra o sistema de filtração comum montado.

  • onde sofrerá completa discagem e/ou reação de transformação final. A Figura 4 mostra o sistema de filtração comum montado.

Figura 4: Esquema final da montagem de uma filtração comum

Filtração a vácuo:

  • Este tipo de filtração é usado quando necessita de uma filtração mais rápida, provocada pelo aumento no fluxo de filtrado devido à sucção provocada pelo vácuo, que apresente menor quantidade de

Filtração a Vácuo

  • impurezas, devido a várias lavagens em pequenas quantidades, menor quantidade de solvente no sólido, devido ao fato do solvente ser bastante volátil e uma lavagem mais eficiente, quantidade de vezes por ser em pequenas quantidades.

A montagem do sistema para esta filtração deve ser feita da seguinte maneira: um frasco kitassato, provido de um funil de Büchner é ligado a uma trompa de água (ou de vácuo). Coloca-se o papel no funil, Liga-se a trompa de água, umedecesse o papel de filtro com o solvente e efetua-se a filtração.

  • A montagem do sistema para esta filtração deve ser feita da seguinte maneira: um frasco kitassato, provido de um funil de Büchner é ligado a uma trompa de água (ou de vácuo). Coloca-se o papel no funil, Liga-se a trompa de água, umedecesse o papel de filtro com o solvente e efetua-se a filtração.

Terminada esta se abre a entrada de ar do kitassato do frasco de segurança, antes de fechar a torneira da trompa de água para que não ocorra à entrada de água no kitassato com o filtrado. Este tipo de filtração tem vantagens sobre a filtração simples, por ser mais rápida e por deixar menor quantidade de impurezas e solvente no sólido. (Figura 5 e 6)

  • Terminada esta se abre a entrada de ar do kitassato do frasco de segurança, antes de fechar a torneira da trompa de água para que não ocorra à entrada de água no kitassato com o filtrado. Este tipo de filtração tem vantagens sobre a filtração simples, por ser mais rápida e por deixar menor quantidade de impurezas e solvente no sólido. (Figura 5 e 6)

Figura 5: Montagem do sistema de filtração a Vácuo

Figura 6: Filtração a Vácuo

Procedimento Experimental:

  • Materiais Utilizados:

  • 01 Funil de Vidro

  • 01 Funil de Buchner

  • 02 Papéis de filtro

  • 01 Enlermeyer

  • 02 Bastões de Vidro

  • 02 Béquers

02 Vidros de Relógio

  • 02 Vidros de Relógio

  • 01 Frasco de Kitassato

  • 01 Trompa D’água

  • 01 Balança

  • Reagentes Utilizados

  • KI (Iodeto de Potássio)

  • Pb(NO3)2 (Nitrato de Chumbo)

  • H2O

Procedimento experimental

  • Preparou-se uma solução 0,15% de KI da seguinte forma: pesa-se 0,15g de KI, transfere-se para um béquer, adiciona em cerca de 40mL de água destilada, agita-se com o bastão de vidro, até a completa dissolução do sólido . Em seguida completar com água até 25mL e agite.

  • Mesmo procedimento deve ser feito com o Pb(NO3)2.

* Misture, em um dos béquers, as duas soluções preparadas anteriormente. Agitar e observar.

  • * Misture, em um dos béquers, as duas soluções preparadas anteriormente. Agitar e observar.

  • * Dividir a mistura em duas quantidades aproximadamente iguais, usando os mesmos béquers.

  • * Em um deles, efetuar filtração comum e no outro a filtração à vácuo.

Resultados e Discussões

  • Após feitos os procedimentos indicados no roteiro, verificou que, quando as soluções de KI e Pb(NO)3 foram misturadas, a solução resultante dessa mistura, ficou com um tom amarelado, e um pouco depois a formação de precipitados. Assim como esta expresso na seguinte reação:

  • 2 KI(aq) + Pb(NO3)2(aq) → PbI2(s)↓ + 2KNO3(aq)

Veja que ocorreu uma reação de dupla troca, com formação de precipitados (Figura 7) .

  • Veja que ocorreu uma reação de dupla troca, com formação de precipitados (Figura 7) .

Quando foi efetuada a filtração comum, verificou a presença de precipitado de Iodeto de Chumbo (PbI2(s)) no papel filtro, e no enlermeyer, ficou o filtrado, um liquido transparente, o Nitrato de Potássio (KNO3(aq)), terminada concluindo a filtração comum, verificando uma certa demora de ser realizada.

    • Quando foi efetuada a filtração comum, verificou a presença de precipitado de Iodeto de Chumbo (PbI2(s)) no papel filtro, e no enlermeyer, ficou o filtrado, um liquido transparente, o Nitrato de Potássio (KNO3(aq)), terminada concluindo a filtração comum, verificando uma certa demora de ser realizada.

Na filtração a vácuo, ocorreu o mesmo que na filtração comum, presença de precipitado de Iodeto de Chumbo (PbI2(s)) no papel filtro, e no enlermeyer, ficou o filtrado, um liquido transparente, o Nitrato de Potássio (KNO3(aq) ).

  • Na filtração a vácuo, ocorreu o mesmo que na filtração comum, presença de precipitado de Iodeto de Chumbo (PbI2(s)) no papel filtro, e no enlermeyer, ficou o filtrado, um liquido transparente, o Nitrato de Potássio (KNO3(aq) ).

Porém essa última filtração notavelmente, foi realizada com mais velocidade que a filtração comum, devido ao enlermeyer estar ligado a uma trompa d’água, que fez com que todo o vácuo que havia dentro do enlermeyer fosse sugado, devido à corrente de água que passava na trompa d’água que sugava todo o vácuo existente dentro do kitassato.

  • Porém essa última filtração notavelmente, foi realizada com mais velocidade que a filtração comum, devido ao enlermeyer estar ligado a uma trompa d’água, que fez com que todo o vácuo que havia dentro do enlermeyer fosse sugado, devido à corrente de água que passava na trompa d’água que sugava todo o vácuo existente dentro do kitassato.

Conclusões

  • A filtração a vácuo é mais rápida e eficaz que a filtração comum, por ser realizada sob pressão, é mais eficaz por reter menos quantidades de impurezas no filtrado, e mais rápida por ser realizado sob pressão.

Bibliografia

  • BRITO, Marileny; FERNANDES, Sérgio Mendes;OLIVEIRA, Nazarene. Química Volume 1 - Hannah Editora, São Paulo, 2004, p. 24

  • FELTRE, Ricardo. Química 1 – Ed. Moderna, São Paulo, 2004, p. 30

  • FONSECA, Martha Reis Marques da. Completamente Química - FTD, São Paulo, 2001, p. 131

SARDELA, Antônio. Químico Volume Único - Ática, São Paulo, 2005, p.24­­

  • SARDELA, Antônio. Químico Volume Único - Ática, São Paulo, 2005, p.24­­

  • TRINDADE; OLIVEIRA; BANUTH; BISPO – Química Básica Experimental – Ed. Ícone, São Paulo, 2006, p.31-34

  • WILKIPEDIA, Categoria: Técnicas de laboratório: Filtração, Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Filtra%C3%A7%C3%A3o>, Acesso em 01 de novembro de 2009

XD

  • Muito Obrigado!!

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