Curso Básico da Libras (Língua Brasileira de Sinais)

Curso Básico da Libras (Língua Brasileira de Sinais)

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Índice

1O que é a surdez 04
2Os números da surdez 04
2.1No Brasil 04
2.2No Mundo 04
2.3Outros Números 04
3Prevenção 05
3.1Para quem ainda não teve filhos 05
3.2Para quem está grávida 05
3.3Para quem já teve filhos 05
3.3.1Cuidados Importantes 05
4Prevenção – Fatores de Risco 06
4.1Para o bebê - 0 a 28 dias 06
4.2Para a criança - 29 dias a 2 anos 07
4.3Para o adulto 07
5Níveis de Surdez 07
6Comunicação Gestual 07
6.1Universalidade 07
7LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais 08
7.1Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002 08
8Conselhos Úteis no aprendizado e uso da LIBRAS 09
9Aspectos Lingüísticos da LIBRAS 1
9.1Variações linguísticas 1
9.1.1Variações regionais 1
9.1.2Variações sociais 12
9.1.3Mudanças históricas 13
9.2Iconicidade e arbitrariedade 14
9.2.1Sinais icônicos 14
9.2.2Sinais arbitrários 15
9.3Estrutura gramatical 15
9.3.1Aspectos estruturais 15
9.3.2Estrutura sintática 21

Apresentação 03 9.3.1.1 Parâmetros principais 16 9.3.1.2 Parâmetros secundários 20 9.3.1.3 Componentes não manuais 20 9.3.2.1 Sistema pronominal 2 9.3.2.2 Tipos de verbos 25

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9.3.3Formação de palavras 31
10Tabela de Classificadores 35
1Alfabeto Brasileiro de Sinais 37
1.1Números 37
1.2Alfabeto – desenhos de João Félix 38
12Sinais – Família 39
13Sinais – Cores 40
14Sinais – Meses 41
15Sinais – Dias da Semana 42
16Sinais – Frutas 43
17Sinais – Alimentação 4
18Sinais – Bíblicos 46
19Sinais – Animais 47
20Sinais – Sentimentos 49
21Sinais – Verbos 50
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Não existe maior barreira que a da comunicação.

Você consegue imaginar-se criança, querendo dizer para sua mãe que sente alguma dor, sem que ela te entenda. Ou mesmo, você sentir medo do "bichopapão" e ela achar que você está com dor de barriga e te dar aquelas gotinhas no copo e dizer: - “Você vai sarar...", mas o que você realmente está pedindo é a sua companhia; ou ainda você querer dizer o quanto a ama e que ela é importante para você e isto parecer impossível.

A vida do surdo é cheia de momentos como estes, desde criança e como adultos também.

Começando com o termo "deficiente auditivo", a sociedade trata o surdo como se fosse um incapaz.

Conhecemos as necessidades de muitas pessoas com deficiência, mas para os surdos não há condições mínimas de atendimento. Em repartições públicas, hospitais, lojas e locais adaptados que lidam com questões de acessibilidade raramente há alguém preparado para atendê-los.

O que você sabe sobre surdez? Aquele alfabeto brasileiro de sinais que você já deve ter visto é quase nada. Você pensa que a comunicação do surdo é daquela forma?

Mesmo os profissionais da área precisam saber mais. Eles sabem sobre ouvido, mas será que sabem sobre o surdo?

Pais e familiares precisam saber o que fazer, afinal de contas um filho surdo não nasce com manual de instruções.

Nosso objetivo é que o surdo conquiste sua total cidadania. O primeiro passo é a informação. O reconhecimento de uma língua própria, a LIBRAS já foi uma vitória. Você tem idéia do que é LIBRAS?

Quero convidá-lo(a) a conhecer um pouco mais sobre surdez. Você vai ficar encantado(a) e ao mesmo tempo surpreso(a).

Que tal fazer esta diferença?

Material de uso interno para treinamento e suporte

Pode ser reproduzido mediante autorização – não pode ser comercializado.

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1. O que é Surdez?

Surdez é o nome dado à impossibilidade e dificuldade de ouvir, podendo ter como causa vários fatores que podem ocorrer antes, durante ou após o nascimento. A deficiência auditiva pode variar de um grau leve a profunda, ou seja, a criança pode não ouvir apenas os sons mais fracos ou até mesmo não ouvir som algum.

2. Os Números da Surdez

2.1 No Brasil

No Brasil, estima-se que existam cerca de 15 milhões de pessoas com algum tipo de perda auditiva. No Censo de 2000, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 3,3% da população responderam ter algum problema auditivo. Aproximadamente 1% declarou ser incapaz de ouvir.

No Maranhão, de acordo com levantamentos realizados pelo IBGE/2000, o número de surdos é de aproximadamente 200 mil pessoas, enquanto na ilha de São Luís foram registrados 27.922 surdos

Atualmente o Brasil atende a cerca de 700 mil pessoas com surdez nos diversos níveis e modalidades de ensino, distribuídas entre escolas especiais para surdos, escolas de ensino regular e ONG's.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 1,5% da população brasileira (2,25 milhões) é portadora de deficiência auditiva.

Em 1998, havia 293.403 alunos, distribuídos da seguinte forma: 58% com problemas mentais; 13,8%, com deficiências múltiplas; 12%, com problemas de audição; 3,1% de visão; 4,5%, com problemas físicos; 2,4%, de conduta. Apenas 0,3% com altas habilidades ou eram superdotados e 5,9% recebiam "outro tipo de atendimento” (Sinopse Estatística da Educação Básica/Censo Escolar 1998, do MEC/INEP).

No Brasil, empresas com mais de cem funcionários devem contratar 2% de pessoas com deficiência, com 201 a 500 funcionários - 3%, de 501 a 1000% - 4 % e de 1001 funcionários em diante, 5%.

2.2 No Mundo

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 10% da população mundial apresentam algum problema auditivo.

2.3 Outros Números

Enquanto a redução do processo de audição entre as mulheres se torna mais acentuado a partir dos 5 anos, após a menopausa, os homens começam a sofrer essa degradação, em média, já após os 30 anos de idade. Essa foi a conclusão de pesquisadores da Universidade de Dakota do Sul (Estados Unidos), após realizarem estudo que avaliou de que maneira a idade e o sexo interferem no processo auditivo.

Casos de surdez podem ser evitados.Para isso é necessário que se tomem alguns cuidados

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3. Prevenção 3.1 Para quem ainda não teve filhos

Se você pretende ter filhos, procure um médico. Ele vai pedir para que você faça alguns exames. Estes exames podem revelar doenças que nem mesmo você sabe que tem. Essas doenças podem ser tratadas, evitando complicações para o seu bebê. Uma das doenças que você não deve ter durante a gravidez é a rubéola. Ela pode causar surdez e outras deficiências à criança que vai nascer. Antes de engravidar a mulher deve ser vacinada contra rubéola. Consulte seu médico.

3.2 Para quem está grávida

O principal conselho é sempre ter um médico acompanhando a sua gravidez. Faça o Pré-natal! Você estará assim diminuindo os riscos de seu filho ter surdez e outros problemas. As condições de saúde da mãe são importantes para se ter um filho saudável. Se a mãe tiver doenças, como por exemplo, pressão alta, diabetes, rubéola e etc., ou fazer uso de drogas e álcool, poderá causar danos no desenvolvimento da criança, inclusive a surdez. Não tome nenhum remédio sem a aprovação de seu médico. Seu bebê está crescendo e muitos remédios podem trazer sérios prejuízos a ele. Evite tirar radiografias! Se houver necessidade disso, conte ao médico ou ao dentista que está grávida, para que ele possa tomar os devidos cuidados. Informe-se se na sua cidade tem algum estabelecimento que realiza o "Teste da orelhinha". Esse exame pode ser feito em recém-nascidos e detecta se o bebê tem algum problema de audição.

3.3 Para quem já teve filhos

Quem já teve filhos sabe a preocupação que traz qualquer doença.

Quando esta doença deixa um defeito, é muito pior. Previna doenças que causem a surdez como meningite, sarampo e caxumba, entre outras.

Vacine seu filho contra essas doenças e evite o contato com pessoas doentes. As dores de ouvido devem ser examinadas pelo médico, porque gripes e resfriados mal curados podem alterar a audição.

Diante de qualquer anormalidade, consulte o médico. Ele vai ajudar a cuidar de seu filho evitando complicações.

3.3.1 Cuidados Importantes

Não use "cotonete" na parte de dentro do canal do ouvido, limpe somente a parte externa da orelha. Explique para seu filho que objetos como botões, tampinhas ou mesmo feijões, não devem ser colocados no ouvido, pois podem machucar e prejudicar sua audição. Se você tem um bebê fique atenta(o); •Ele se assusta com portas que batem?

•Olha quando você chama?

•Escuta a campainha da casa ou do telefone?

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Se ele não reage com esses sons, é sinal que não está ouvindo bem. Não deixe seu filho em lugares onde o barulho é muito forte. Evite brincadeiras com objetos barulhentos, como bombinhas, por exemplo. O excesso de barulho pode prejudicar a audição

4. Prevenção – Fatores de Risco

Qualquer bebê recém-nascido pode apresentar um problema auditivo no nascimento ou adquiri-lo nos primeiros anos de vida. Isto pode acontecer mesmo que não haja casos de surdez na família ou nenhum fator de risco aparente. Por isto peça ao pediatra para fazer o Teste da Orelhinha quando seu filho nascer.

A audição começa a partir do 5º mês de gestação e se desenvolve intensamente nos primeiros meses de vida. Qualquer problema auditivo deve ser detectado ao nascer, pois os bebês que têm perda auditiva diagnosticada cedo e iniciam o tratamento até os 6 meses de idade apresentam desenvolvimento muito próximo ao de uma criança ouvinte.

O diagnóstico após os 6 meses traz prejuízos inaceitáveis para o desenvolvimento da criança e sua relação com a família. Infelizmente, no Brasil, a idade média de diagnóstico da perda auditiva neurosensorial severa a profunda é muito tardia, em torno de 4 anos de idade.

Lembre-se de que ouvir é fundamental para o desenvolvimento da fala e da linguagem.

Se o exame não foi realizado no nascimento, faça-o agora. Procure o audiologista.

4.1 Para o bebê - 0 a 28 dias

• HISTÓRICO FAMILIAR - ter outros casos de surdez na família

• INFECÇÃO INTRAUTERINA - provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose.

• ANOMALIAS CRÂNIO-FACIAIS - deformações que afetam a orelha e/ou o canal auditivo (p.ex.: duto fechado)

• PESO INFERIOR A 1.500 GR AO NASCER

• HIPERBILIRUBINEMIA - doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina. Ele precisa tomar banho de luz e fazer exosangüíneo transfusão

• MEDICAÇÃO OTOTÓXICAS - uso de antibióticos do tipo aminoclicosídeos que podem afetar o ouvido interno

• MENINGITE BACTERIANA - a surdez é umas das conseqüências possíveis quando o bebê tem este tipo de meningite

• NOTA APGAR MENOR DO QUE 4 NO PRIMEIRO MINUTO DE NASCIDO E MENOR DO

QUE 6 NO QUINTO MINUTO - Todo bebê quando nasce, recebe uma nota, composta por uma avaliação que inclui muitos fatores. Apgar era o nome do médico que inventou o teste.

• VENTILAÇÃO MECÂNICA EM UTI NEONATAL POR MAIS DE 5 DIAS - quando o bebê teve que ficar entubado por não conseguir respirar sozinho

• OUTROS SINAIS FÍSICOS ASSOCIADOS À SÍNDROMES NEUROLÓGICAS - p.ex.: Síndrome de Down ou de Waldemburg

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4.2 Para a criança - 29 dias a 2 anos

• OS PAIS DEVEM OBSERVAR SE HÁ ATRASO DE FALA OU DE LINGUAGEM - aos 7 meses ele já deve imitar alguns sons; com 1 ano já deve falar cerca de 10 palavras e com 2 anos o vocabulário deve estar em torno de 100 palavras

• MENINGITE BACTERIANA OU VIRÓTICA - esta é a maior causa de surdez no Brasil

MEDICAÇÃO OTOTÓXICA - uso de antibióticos do tipo aminoglicosídeos que podem afetar o ouvido interno

• OUTROS SINAIS FÍSICOS ASSOCIADOS À SÍNDROMES NEUROLÓGICAS - p.ex.: Síndrome de Down e de Waldemburg

• INFECÇÃO DE OUVIDO PERSISTENTE OU RECORRENTE POR MAIS DE 3 MESES - OTITES

4.3 Para o adulto

Além daqueles encontrados nas crianças, os adultos podem adquirir a surdez através de:

• Uso continuado de Walkman ou outro aparelho com fone de ouvido

• Trabalho em ambiente de alto nível de pressão sonora

• Infecção de ouvido constante e acidentes

5. Níveis de Surdez

Pelo decreto Nº3.298 De 20 de dezembro De 1999

Art.4º é considerada pessoa portadora de deficiência aquela que se enquadrar em uma das seguintes categorias:

A) De 25 a 40 Decibéis – Surdez Leve B) De 41 a 5 Decibéis - Surdez Moderada C) De 56 a 70 Decibéis - Surdez Acentuada D) De 71 a 90 Decibéis - Surdez Severa E) De Acima de 91 Decibéis - Surdez Profunda F) Anacusia

6. Comunicação Gestual

Existem várias formas de comunicação gestual: Português sinalizado; Libras; mímica; pantomima, alfabeto manual, comunicação total, bilingüismo e outros.

6.1 Universalidade

Ao contrário do que muitos pensam a língua de sinais não é universal, nem mesmo a nível nacional existe uma padronização, inda mais em um país de grandes dimensões como o nosso. Em uma cidade como São Paulo podemos observar até certos "bairrismos". Grupos de surdos possuem sinais diferentes para uma mesma situação.

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7. LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais

LIBRAS, ou Língua Brasileira de Sinais, é a língua materna dos surdos brasileiros e, como tal, poderá ser aprendida por qualquer pessoa interessada pela comunicação com essa comunidade. Como língua, esta é composta de todos os componentes pertinentes às línguas orais, como gramática semântica, pragmática sintaxe e outros elementos, preenchendo, assim, os requisitos científicos para ser considerada instrumental lingüístico de poder e força. Possui todos os elementos classificatórios identificáveis de uma língua e demanda de prática para seu aprendizado, como qualquer outra língua. Foi na década de 60 que as línguas de sinais foram estudadas e analisadas, passando então a ocupar um status de língua. É uma língua viva e autônoma, reconhecida pela lingüística. Pesquisas com filhos surdos de pais surdos estabelecem que a aquisição precoce da Língua de Sinais dentro do lar é um benefício e que esta aquisição contribui para o aprendizado da língua oral como Segunda língua para os surdos.

Os estudos em indivíduos surdos demonstram que a Língua de Sinais apresenta uma organização neural semelhante à língua oral, ou seja, que esta se organiza no cérebro da mesma maneira que as línguas faladas. A Língua de Sinais apresenta, por ser uma língua, um período crítico precoce para sua aquisição, considerando-se que a forma de comunicação natural é aquela para o qual o sujeito está mais bem preparado, levando-se em conta a noção de conforto estabelecido diante de qualquer tipo de aquisição na tenra idade.

extraido de w.feneis.com.br

Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras e dá outras providências

Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1o É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema lingüístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema lingüístico de transmissão de idéias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil. Art. 2o Deve ser garantido, por parte do poder público em geral e empresas concessionárias de serviços públicos, formas institucionalizadas de apoiar o uso e difusão da Língua Brasileira de Sinais - Libras como meio de comunicação objetiva e de utilização corrente das comunidades surdas do Brasil. Art. 3o As instituições públicas e empresas concessionárias de serviços públicos de assistência à saúde devem garantir atendimento e tratamento

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adequado aos portadores de deficiência auditiva, de acordo com as normas legais em vigor. Art. 4o O sistema educacional federal e os sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclusão nos cursos de formação de Educação Especial, de Fonoaudiologia e de Magistério, em seus níveis médio e superior, do ensino da Língua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legislação vigente. Parágrafo único. A Língua Brasileira de Sinais - Libras não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa. Art. 5o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Brasília, 24 de abril de 2002; 181o da Independência e 114o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO Paulo Renato Souza

(Consulte também o Decreto 5626 em nosso site – muito importante)

8. Conselhos Úteis no aprendizado e uso da LIBRAS

· Estude o material recebido, sempre que possível, com a presença de uma pessoa surda.

· O estudo em grupo poderá facilitar o aprendizado, bem como o estímulo individual.

· Para que um sinal seja produzido corretamente, é necessário observar : configuração de mão, ponto de articulação, movimento e expressão.

· Focalize o rosto do usuário da LIBRAS, não as mãos. Como usuário da LIBRAS, você aprenderá a ampliar seu campo visual.

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