Cultivo da batata

Cultivo da batata

PROCESSAMENTO E DISTRIBUIÇÃO

  • Ao mercado consumidor é ofertada a batata lavada, que propicia melhor aparência induzindo o consumidor a preferir tal produto ainda que:

  • Procedimento inadequado tecnologicamente e do ponto de vista fitossanitário, que gera custo adicional

  • Problemas:

  • diminuição da vida pós-colheita   incidência de apodrecimento e esverdeamento

  • riscos de contaminação com patógenos  qualidade da água de lavagem

  • taxa de descarte  lesões superficiais maiores rejeição de tubérculos plenamente aproveitáveis

  • maiores perdas no transporte para longas distâncias

BATATA – Solanum tuberosum A Planta - Classificação Botânica

  • Planta dicotiledônea

  • Família Solanaceae

  • Gênero Solanum

  • Contém mais de 2000 espécies 150 produtoras de tubérculos

  • Cerca de 200 silvestres e 20 cultivadas são conhecidas

  • Espécies silvestres  variabilidade

  •  importância em programas de melhoramento genético cruzamentos introdução de genes de interesse agronômico em espécies cultivadas resistência a doenças

  • Espécie Solanum tuberosum spp. tuberosum

  • Cultivada em 140 países

A Planta - Classificação Botânica

  • Grau de Ploidia

  • Classificação taxonômica mais aceita

  • Diplóides (2n=2x=24)

  • Triplóides (2n=3x=36)

  • Tetraplóides (2n=4x=48) Solanum tuberosum spp. tuberosum

  • Solanum tuberosum spp. andigena

  • cultivada apenas na região dos Andes

  • Pentaplóides (2n=5x=60)

A Planta - Generalidades

  • Planta perene e herbácea

  • *Cultivada como bianual na Região Sul

  • Altura

  • entre 0,50 e 0,70 m até 1,5 m na fase adulta

  • Ciclo

  • Precoce < 90 dias

  • Médio 90 - 110 dias

  • Longo > 110 dias

Plantio no Paraná

  • Safra das águas (61%)  agosto a dezembro

  • Safra da seca (39%)  janeiro a março

  • Região Metropolitana de Curitiba, Lapa, Ponta Grossa, Castro e Guarapuava

  • Safra de inverno  abril a julho

  • Região Norte e Oeste do Paraná (influência do Lago de Itaipu)

Plantio

  • Quantidade de batata-semente para o plantio - Espaçamento

  • Tipo I tubérculos entre 50 e 60 mm 114 caixas/ha 30 kg  50 cm

  • Tipo II tubérculos entre 40 e 50 mm 74 caixas/ha  40 cm

  • Tipo III tubérculos entre 30 e 40 mm  52caixas/ha  20-30 cm

  • Tipo IV tubérculos entre 23 e 40 mm

  • Tipo V tubérculos menores de 23 mm

  • Batata-semente certificada

A Planta - Descrição

  • Caule - parte aérea

  • hastes ou ramas - 2 a 5/planta

  • brotação: maior n quanto maior o número de brotos

  • idade fisiológica do tubérculo-semente

  • tamanho: maior n quanto maior o tamanho

  • condições climáticas e de cultivo

  • angular - seção verde arroxeada pigmentada

  • oco na parte terminal

  • asas nas arestas - caule alado - lisa ondulada dentada

A Planta - Descrição

  • Caule - parte aérea

  • Haste principal e secundária

  • Haste principal

  • cresce diretamente do tubérculo

  • Haste secundária

  • origina-se a partir da haste principal

  • * secundária próxima ao tubérculo - semente  principal

A Planta - Descrição

  • Caule - parte aérea

  • Hábitos de crescimento

  • Ereta: ramos  próximos ao caule

  • Aberta: ramos mais afastados do caule

  • Decumbente: ramos prostrados junto ao solo

A Planta - Descrição

  • Caule - parte subterrânea

  • cor branca

  • estolões - caules subterrâneos modificados

  • origenados nas gemas das axilas de folhas rudimentares

  • crescimento horizontal

  • tubérculo - intumescimento da extremidade do estolão

  • acúmulo de reservas amiláceas nas células parenquimatosas

  • tubérculos-filhos: acima, abaixo ou ao lado do tubérculo-semente

  • próximos à superfície do solo

  • *circunstância anormal - pequenos tubérculos na parte aérea - axila das folhas

  • transporte de assimilados, produzidos pela parte aérea (folhas), aos estolões é bloqueado  dano mecânico ou doença (Rhizoctonia) na base da haste

A Planta - Descrição

  • Raízes

  • material de propagação

  • Batata-semente - tubérculo

  • raízes adventícias

  • a partir dos nós dos caules subterrâneos

  • ao redor da planta, bastante ramificadas

  • profundidade até 0,50 m

  • Semente botânica – verdadeira

  • raiz pivotante com ramificações laterais

A Planta - Descrição

  • Folhas

  • Inflorescências

  • Frutos

A Planta - Descrição

  • Tubérculos

  • órgão de armazenamento e reprodução

  • Formato

  • redondo a ovalado - achatado a alongado

  • * estresses sofridos  doenças ou condições climáticas adversas

  •  outros formatos

  • Periderme

  • Córtex

  • Anel de feixes vasculares

  • Medula interna

  • Medula externa

A Planta - Descrição

  • Periderme - Pele - Película

  • Proteção - praticamente impermeável a líquidos e gases

  • Fina camada de células (5 a 15 camadas)

  • Textura - lisa brilhante a rugosa opaca

  •  mais ou menos delgada

  • * tubérculos produzidos em solos menos compactados têm película mais lisa

  • *dureza e rugosidade aumentam durante armazenamento

  •  indicando, muitas vezes, maturidade do tubérculo

  • Coloração

  • amarela ou rosada/avermelhada

  •  depende da cultivar

A Planta - Descrição

  • Periderme - Pele - Película

  • Olhos - gemas dormentes  sistema de hastes e estolões

  •  cada olho mais de uma gema

  •  as gemas mais vigorosas são as primeiras a se desenvolverem

  •  localizadas na parte apical, nos olhos da extremidade oposta à do ponto de inserção do estolão

  •  número, disposição e profundidade dos olhos no tubérculo estão diretamente relacionados com cultivar, tamanho do tubérculo e condições de crescimento

  • Lenticelas - pequenos poros respiratórios

  •  comunicação da parte interna com a externa

  •  lenticelas tornam-se maiores dependendo das condições de cultivo solos encharcados com baixa disponibilidade de oxigênio depreciando a qualidade do produto

A Planta - Descrição

  • Córtex - abaixo da periderme

  • Constituído por densa camada de células parenquimatosas de tamanho pequeno quando comparadas às células da medula, que contêm amido e proteínas como substância de reserva

  • *Quanto mais densa e grossa  melhor a qualidade do tubérculo

  • Anel de feixes vasculares

  • Delimita o córtex da medula

  • Constituído de xilema e floema

  • Próximo à superfície e circunda-a

  • Conecta os olhos do tubérculo entre si e com outras partes da planta como os estolões

A Planta - Descrição

  • Medula

  • Parte mais interna e central - ocupa maior volume do tubérculo

  • Tecido de reserva formado por células parenquimatosas

  • Medula externa - densa e escurecida

  •   quantidade de amido e materiais sólidos

  • Medula interna - menor e mais clara

  • ramificações pela medula externa até os olhos ou gemas

  • * não definida em algumas cultivares

  •   água e  de amido e materiais sólidos

  • * quanto maior  pior a qualidade do tubérculo

  • Polpa

  • elementos do córtex até a medula

  • coloração branca, creme ou amarelada - cultivares comerciais

A Planta - Descrição

  • Exposição à luz

  • tubérculos tornam-se verdes pelo desenvolvimento superficial de clorofila e na parte interna pelo acúmulo de solanina substância alcalóide tóxica

  • Suberização

  • nos estádios jovens, a película pode ser danificada com facilidade favorecendo a entrada de microrganismos, se forem coletados antes da sua maturidade

  • formação de uma camada protetora de células sobre o local, processo ocorre naturalmente, prevenindo a perda de líquidos e o ataque de microrganismos, ocorrendo com maior eficiência em temperaturas amenas, pois em temperaturas altas rápida desidratação, favorecendo o ataque

ECOFISIOLOGIA

  • Principais cultivares comerciais plantadas atualmente no Brasil

  • selecionadas na Europa e na América do Norte

  • condições climáticas de primavera e verão de países de clima temperado e dias longos

  • cultivada em condições tropicais e subtropicais ocorrem alterações na fisiologia da planta que influenciam sua adaptação e produtividade

  • Conhecimento dos fatores fisiológicos que afetam o comportamento da cultura da batata em condições subótimas de cultivo, contribui para o sucesso da atividade

ECOFISIOLOGIA

  • Planta perene em condições naturais

  • sobrevive de um ano para o outro no solo como tubérculo (caule subterrâneo)

  • Planta anual propagada vegetativamente se cultivada tubérculos diferentes exigências e respostas fisiológicas nas diversas fases ou estádios de desenvolvimento

  • ESTÁDIOS DE DESENVOLVIMENTO

  • Desenvolvimento da brotação

  • Crescimento vegetativo

  • Início da tuberização

  • Crescimento dos tubérculos

  • Maturação

ECOFISIOLOGIA

  • Desenvolvimento da brotação

  • Formação dos brotos nas gemas (olhos) dos tubérculos

  • Fonte de energia provém do tubérculo-mãe

  • Fotossíntese ausente

  • Período delicado para o crescimento e produção da planta

ECOFISIOLOGIA

  • Crescimento vegetativo

  • Desenvolvimento de hastes (caules) sobre o solo

  • Processo fotossintético é iniciado

  • Reservas do tubérculo-mãe continuam a ser usadas para crescimento e formação de raízes e hastes

  • Suficientes para suportas o crescimento da planta por cerca de 30 dias, sendo utilizados até a exaustão do tubérculo-semente

  • *Desenvolvimento da brotação e Crescimento vegetativo

  • Únicas dependendo muito da cultivar, época de plantio, temperatura do solo condições climáticas e idade fisiológica da batata-semente

ECOFISIOLOGIA

  • Início da tuberização

  • 2 a 4 semanas após a emergência  5 a 7 semanas após o plantio

  • produtos da fotossíntese são usados

  • 10 a 15 dias

  • Ação do equilíbrio hormonal – estímulo

  • influenciado por temperatura, cultivar, idade fisiológica da batata-semente, fotoperíodo, umidade e disponibilidade de nutrientes no solo

  •  crescimento dos estolões, desenvolvimento da folhagem e início da formação dos tubérculos na extremidade dos estolões l

  •  primeiros tubérculos estolões mais velhos

  •  intensa divisão celular e muitas gemas axilares tornam-se olhos

  •  açúcar produzido pela fotossíntese convertido em amido e armazenados em células que se expndem nos pequenos tubérculos formados

  • Término coincide com início do florescimento

  • Fase crítica  ocorrência de pragas, doenças, deficiência de nutrientes, falta de água, danos por geadas ou granizo

ECOFISIOLOGIA

  • Crescimento dos tubérculos

  • Final do desenvolvimento da parte aérea

  • paralisação do crescimento

  • coincide com o início do intenso crescimento dos tubérculos assimilados da fotossíntese direcionados para o crescimento

  • Expansões celulares

  • com acúmulo de água, nutrientes e carboidratos

  • Divisões celulares

  • restritas às gemas

  • Tubérculos

  • canalizadores dominantes de carboidratos e de nutrientes inorgânicos

ECOFISIOLOGIA

  • Maturação

  • Assimilados direcionados para os tubérculos

  • Teor de matéria-seca atinge o máximo

  • Folhagem torna-se amarelada,

  • com redução gradual da fotossíntese e do crescimento dos tubérculos

  • até o secamento completo da parte aérea

  • Periderme torna-se firme

  • Gemas ficam dormentes e o

  • Teor de açúcar é reduzido até a maturação final

ECOFISIOLOGIA

  • FATORES QUE AFETAM A FISIOLOGIA DA PLANTA E A PRODUÇÃO

  • Temperatura do solo

  • Temperatura do ar

  • Fotoperíodo

  • Interação fotoperíodo/temperatura

  • Intensidade luminosa

ECOFISIOLOGIA

  • MANEJO FISIOLÓGICO DA CULTURA

  • Idade fisiológica da batata-semente

  • Densidade populacional de plantas

  • Espaçamento de plantio

  • Tamanho da batata-semente

  • Nº de gemas (olhos) ▪ Nº de brotos ▪ Nº de hastes

  • Estado fisiológico da batata-semente

  • Preparo e condições do solo

  • Cultivares ▪ Reguladores de Crescimento

  • Efeito de danos por doenças, pragas e plantas daninhas

ECOFISIOLOGIA

  • QUALIDADE DE PRODUÇÃO  USO

  • Aspecto externo

  • formato profundidade das gemas aspereza da película e ausência de danos

  • Aspecto interno matéria seca teor de açúcar problemas fisiológicos e ocorrência de doenças

ECOFISIOLOGIA

  • QUALIDADE DE PRODUÇÃO  USO

  • in natura película lisa e brilhante

  • processada qualidades internas formato profundidade das gemas

  • Fatores que afetam a qualidade para processamento

  • Cultivar, maturação dos tubérculos, fotoperíodo temperatura, suprimento de água, condições de solo

  • condições ambientais

  •  % matéria seca  açúcares redutores (-) qualidade e viabilidade do processamento

  • N

  • deficiência  produção

  • excesso efeitos (-) sobre matéria seca e níveis de açúcares

  • Esverdeamento (-) consumo solanina

  • (+) batata-semente clorofila

Variedades para uso in natura

Variedades para uso industrial

  • Atlantic

ECOFISIOLOGIA

  • CULTIVAR IDEAL  CARACTERÍSTICAS

  • Produtividade, precocidade < 100 dias de ciclo, produção de alta % de tubérculos comercias  transversal > 45 mm

  • Resistência às doenças e pragas

  • Período de dormência curto ou de fácil quebra

  •  tendência a distúrbios fisiológicos

  •  exigência em fertilizantes

  • Capacidade de preservar características durante transporte e armazenamento

  • Película amarelada, lisa e brilhante, polpa de cor creme ou amarelada, formato uniforme e irregular (alongado “palitos longos” ou ovalado/arredondado “chips”)

  • Olhos superficiais

  •  teor de matéria-seca senão engordurados e moles

  •  teor de açúcares senão escurecidos

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Doenças fisiológicas ou não-transmissíveis

  • provocados por condições que afetam o metabolismo da planta sem envolvimento de microrganismos vivos

  • estresse ambiental

  • evitar falta ou excesso de água no solo, principalmente no período de tuberização

  • fazer adubação balanceada, utilizar espaçamento adequado de acordo com a cultivar

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Rachaduras

  • crescimento da parte interna mais acelerado que da parte externa longitudinais cicatrizam-se e tornam-se superficiais a medida em que o tubérculo cresce

  • excesso chuva ou irrigação após período muito seco

  • adubação nitrogenada desbalanceada

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Embonecamento ou

  • Crescimento secundário

  • crescimento desuniforme

  • formação irregular do tubérculo após período de estresse que paralisa o crescimento

  • geada e granizo (destruição da folhagem)

  • solo   umidade e temperatura

  • desbalanço nutricional

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Coração-oco

  • manchas irregulares de cor cinza e preta na polpa do tubérculo

  • formação de cavidade pode ou não ocorrer

  •  contração dos tecidos afetados

  • tecidos escurecidos

  •  necrose ocasionada pelo suprimento insuficiente de O2

  •  arejamento inadequado no armazém

  • respiração excessiva dos tecidos

  •  temperaturas elevadas na fase final de tuberização

  • desbalanço hídrico

  • deficiência de potássio

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Unhadura

  • pequenas fendas curvas entre 1 e 2 cm como se fossem originadas por compressão com unha

  • desbalanço hídrico na tuberização e pancadas durante colheita e armazenamento

  • Lenticelose

  • pontos esbranquiçados parecidos com verrugas

  • raízes, base das ramas e tubérculos em solos com umidade excessiva

  • expansão das lenticelas (estruturas de respiração) para contrabalançar a reduzida quantidade de O2 do solo encharcado

  • Empredamento ou engelado

  • Tubérculo endurecido e aspecto vitrificado impróprio para

  • consumo e plantio

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Esverdeamento

  • Exposição à luz

  • no campo  amontoa mal feita

  • pós-colheita  armazenamento

  • tubérculos tornam-se verdes pelo desenvolvimento superficial de clorofila (nos leucoplastos)  (+) e na parte interna pelo acúmulo de solanina substância alcalóide tóxica tubérculos esverdeados não devem ser consumidos  (-)

  • Determinado pelo tempo de exposição à luz, qualidade da luz temperatura e cultivar

DISTÚRBIOS FISIOLÓGICOS

  • Esfoladura ou

  • Batata mal-encascada

  • Colheita precoce

  • colher após de cinco dias após a morte natural ou artificial das ramas

  •  película aderida

  • esfolamento durante manipulação afeta aparência do produto e acelera deterioração por favorecer ataque de patógenos

  • Chocolate/Mancha-ferruginosa

  • períodos quentes e secos manchas pardo-avermelhadas, firmes, irregularmente distribuídas na polpa problema na comercialização cultivares mais plantadas no Brasil dificilmente apresentam

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA

  • Nitrogênio

  • amarelecimento das folhas inferiores queda (severa) crescimento lento caule fino

  • Fósforo

  • folíolos enrugados, não se expandem, verde-escuro sem brilho e voltados para cima

  • folhas inferiores arroxeadas na parte inferior

  • sistema radicular e estolões reduzidos em número e comprimento

  • crescimento retardado

  • produção menor número de tubérculos

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA

  • Potássio

  • folhas verde-azuladas

  • folhas mais velhas amareladas, com necrose e escurecimento a partir das margens

  • Cálcio

  • folhas mais novas desenvolvimento reduzido enroladas necrose marginal verde-pálida

  • planta cresce pouco pode haver morte das gema apical hastes finas tubérculos pequenos pontos mortos e algumas vezes deprimidos no interior

  • Ferro

  • folhas mais novas clorose internerval evoluindo para coloração verde-amarelada a amarelo-esbranquiçada

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA

  • Magnésio

  • inicialmente amarelecimento nas áreas internervais e clorose das folhas mais velhas evoluindo para áreas necróticas deprimidas de coloração marrom

  • Enxofre

  • clorose e lento cresciemnto das folhas mais novas

  • Boro

  • sintomas iniciais pontos de crescimento

  • broto terminal morre estimulando crescimento das gemas laterais

  • internódios curtos folíolos quebradiços pelo acúmulo de amido

  • brotos enrolam-se para cima = vírus do enrolamento

  • tubérculos rachaduras internas e coração-oco, demoram mais para brotar e conservação reduzida

SINTOMAS DE DEFICIÊNCIA

  • Zinco

  • planta fora de padrão tamanho reduzido alongamento dos internódios afetado diferentes níveis de clorose folhas formam-se muito próximas umas das outras e apresentam tamanho reduzido

  • Manganês

  • clorose internerval no terço superior das plantas

  • solos ácidos e úmidos reboleiras encharcadas lesões necróticas alongadas confundidas com sintoma de doença

  • queda das folhas de baixo para cima sem se desprenderem totalmente do caule guarda-chuva fechado crescimento paralisado morte das plantas

PRAGAS

  • DANO DIRETO

  • alimentação nas folhas

  •   área fotossintética

  • alimentação nas raízes e estolões

  •   área de produção

  • alimentação nos tubérculos

  •   produção quali-quantitativa

  • DANO INDIRETO

  • transmissão ou predisposição das plantas para infecção de doenças viróticas, fúngicas e bacterianas

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Maior significado econômico

  • Afídeos transmissão de vírus batata-semente

  • Mosca-minadora perda de área foliar e predispõe a planta ao ataque de doenças épocas quentes

  • Traça-da-batata armazéns danos na parte aérea

  • Secundárias

  • burrinho cigarrinha e ácaro-branco

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Afídeos Myzus persicae Macrosiphum euphorbiae

  • Myzus persicae folhas mais velhas

  • Macrosiphum euphorbiae folhas mais novas

  • Danos diretos por sucção da seiva

  • Danos indiretos transmissão de vírus PLRV PVY

  • Controle percorre-se o campo em zigue-zague e colhe-se 100 folhas baixeiras, pulverização feita quando

  • N °. de pulgões ápteros >10  batata-semente

  • >30  batata consumo

  • Armadilhas amarelas adesivas ou de água

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Afídeos

  • Myzus persicae Macrosiphum euphorbiae

  • Aphis gossypii Aulacorthum solani

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Mosca-minadora - Liriomyza huidobrensis

  • fêmea 1,5 mm(ovipositor) macho menor

  • ovos elípticos e transparentes página inferior 500 a 700

  • larvas 1º instar hialinas 2º instar... amarelas 0,6 a 2,3 mm

  • galerias ou minas  20° a 27°C

  • Puncturas

  • perfurações que a fêmea realiza nas folhas com o ovipositor

  • alimentação : oviposição  1:1 a 1:40

  •  alimentação face abaxial e adaxial (maior n°.) e oviposição face abaxial

  • Galerias ou puncturas

  •   área foliar morte dos folíolos folhas planta inteira

  • Machos alimentam-se de exsudações naturais e extravasamento de seiva decorrente das puncturas

  • Cultivares resistente Monalisa

  • suscetível Atlantic intermediárias Bintje Jaette Bintje e Crebella

  • Inimigos naturais heminópteros Halticoptera arduine Chrysocharis phytomyzae Opius sp parasitam larvas

  • Controle químico de adultos e larvas fosforados, carbamatos, piretróides aplicações quando há presença de adultos ou puncturas

  • Armadilhas amarelas adesivas ou de água

  • Incorporação dos restos culturais abrigo para pupas ou larvas

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Traça-da-batata Phthorimaea operculella

  • 25° a 30°C

  • mariposas de hábito noturno, refugiadas durante o dia em folhas das plantas de batata, vegetação vizinha, sob torrões ou detritos

  • fêmea põe cerca de 300 ovos brancos a amarelados lisos ovalados e 0,5 mm na face abaxial individualmente junto às nervuras, nos pecíolos, gemas e brotações novas dos tubérculos, em caixarias, estrados e sujeira deixada sobre e entre os tubérculos

  • lagartas encontradas nas folhas baixeiras junto ao solo alimentam-se do parênquima formando galerias minam nervuras e pecíolos

  •  área foliar necrose dos pontos de crescimento ruptura dos talos e

  • secamento das folhas

  • Galerias nas folhas em contato com o solo  abrigo de fios de seda e recoberto com grânulos de terra

  • Tubérculos campo e armazém galerias irregulares profundas ou superficiais nos olhos ou gemas fios de seda e recoberto com detritos e excrementos

  • Campo ataque quando plantas começam a secar senescência natural ou dessecantes

  • Armazéns maiores danos

  • Pupas coloração castanha 6 mm de comprimento campo folhas velhas e secas torrões gemas e restos culturais armazéns rachaduras no piso e nas paredes caixarias e detritos

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Traça-da-batata Phthorimaea operculella

  • Sementes sadias

  • Armazéns tubérculos infestados pelas traças

  • recondução de ovos pupas e lagartas para o campo

  • Preparo adequado do solo evitar torrões

  • Amontoa adequada barreira física dificultando o acesso

  • de adultos e lagartas da traça aos tubérculos

  • Irrigação por aspersão  rachaduras dificultando o acesso

  • adultos e lagartas da traça aos tubérculos, solo úmido

  • maior adesão das partículas, lagartas não suportam condições

  • de umidade prolongadas

  • Eliminar plantas hospedeiras próximas principalmente solanáceas

  • Eliminar restos de cultura, tubérculos não colhidos ou descartados e

  • soqueira fonte de alimento e abrigo

  • Não atrasar a colheita lagartas descem para os tubérculos e mariposas na ausência de plantas verdes buscam tubérculos expostos e mais superficiais para postura

  • Eliminar tubérculos infestados Armazenar em locais limpos arejados e desinfestados

  • Uso de feromônios e armadilhas luminosas

  • Controle biológico Baculovirus phthorimeae Controle químico fosforados, carbamatos, piretróides

PRAGAS DA PARTE AÉREA

  • Burrinho Epicauta atomaria

  • Besouro 10 a 15 mm chegam e deixam as lavouras em grandes revoadas alimentam-se de folíolos , principalmente no terço superior da planta início período vegetativo desfolha total restando apenas nervuras e talos ; em reboleiras

  •  estande, hastes e produção

  • Cigarrinha Empoasca spp.

  • 3 mm de comprimento face inferior dos folíolos seiva

  • saliva tóxica paralisação do crescimento, encarquilhamento, necrose marrom com borda amarela de folíolos e folhas, morte

  • Em reboleiras clima quente e úmido

  • Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus

  • Desequilíbrio devido ao uso constante e intenso de inseticidas

  • períodos secos em lavouras com desenvolvimento avançado após a amontoa

  • Ovos nos brotos terminais e face ventral das folhas jovens preferencialmente na nervura central

  • Inicia-se a infestação em reboleiras alastrando-se para áreas maiores

PRAGAS DE SOLO

  • Vaquinha Patriota Larva-alfinete Diabrotica speciosa

  • Besouro que danifica parte aérea e tubérculos

  • Hábito diurno ativas durante o ano todo mais ou menos abundantes em funçao da disponibilidade de alimentos temperatura e umidade estações quentes e chuvosas  a partir de agosto e  após maio Sul do Brasil

  • Sucessivas migrações a partir de áreas de milho, feijão, soja, fruteiras

  • Alimentam-se dos folíolos

  • Fêmea

  • põe ovos na superfície do solo junto ao colo das plantas ou sobre estolões raízes e tubérculos 300a 500 ovos

  • Ataque

  • no início  perda pequena recuperação

  • no meio   produção

  • fase final  não há influência da desfolha sobre a produção

PRAGAS DE SOLO

  • Larva-arame Conoderus spp.

  • Besouro adulto hábitos noturnos 15 a 20 mm

  • ocultos entre os folíolos da batata, vegetação vizinha ou fendas no solo durante o dia

  • Danificam raízes e tubérculos

  • Reboleiras

  • Movimentação depende da umidade danos maiores em solos secos

  • Temperatura quanto maior  maior a profundidade

PRAGAS DE SOLO

  • Pulga-do-fumo Epitrix fasciatus

  • Coró Dyscinetus Eutheola Dilobderus Cyclocephala Phytalus

  • Bicho-tromba-de elefante Phyrdenus muriceus

  • Lagarta-rosca Agrotis ipsilon

  • mariposas colocam ovos na base das plantas ou no solo

  • larvas alimentam-se de folhas e posteriormente de hastes e tubérculos

  •  hábito noturno

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Requeima Mela ou Pinta-graúda Phytophthora infestans

  • produção nula

  • ausência de controle químico

  • Condições ambientais favoráveis

  • períodos de chuva prolongados e/ou orvalho

  • temperatura<20C e

  • *Bintje 30 pulverizações/safra

  • Início da epidemia 30 dias após ao plantio = início da tuberização

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Requeima Mela ou Pinta-graúda Phytophthora infestans

  • CONTROLE

  • Sobrevivência

  • Restos culturais sem importância como fonte de inóculo

  • Plantas voluntárias/daninhas em áreas anteriormente cultivadas com batata hospedeiras elimenação

  • tubérculos descartados a céu aberto substrato para sobrevivência enterrio

  • Lavouras de tomate em fase final de produção fonte de inóculo

  • semente certificada

  • Escolha do local

  • áreas com boa drenagem terrenos com topografia mais plana evitar baixadas dissipação de orvalho demorada

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Requeima Mela ou Pinta-graúda Phytophthora infestans

  • Escolha da cultivar

  • Cultivares suscetíveis Achat Asterix Atlantic Baronesa Bintje Contenda Delta Elvira Kennebec e Monalisa

  • Cultivares resistentes Araucária Cristal Catucha Maranga Pérola e Santée

  • Cultivares moderadamente resistentes Crebella Panda

  • Manejo

  • Manter cultura no limpo competição por nutrientes, dificulta a aeração e dissipação de orvalho

  • Amontoa deve ser bem feita tubérculos descobertos desprotegidos

  • Lavouras irrigadas em épocas de noites frias molhamento foliar prolongado água de irrigação e orvalho regime de rega secamento das folhas antes do anoitecer

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Controle químico

  • Mais de 50 fungicidas registrados no MARA

  • Qualidade de aplicação dosagem correta volume de calda

  • Preventivo mancozeb, clorotalonil, oxicloreto de cobre caldas bordaleza e Viçosa

  • Curativo metalaxyl, cymoxanil, oxadicyl dimetomorph

  • *plena cobertura de folhas e hastes

  • Alternância de produtos fungicidas

  • Nunca permitir aplicação sem EPIs adequados

  • Atender normas de preservação ambiental

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Pinta-preta ou Pinta-miúda Alternaria solani

  • Ocorrência final do ciclo danos menores doença de senescência das plantas

  • Todas as épocas com maior probabilidade safra das águas final da primavera e início do verão

  • Temperatura >20C Umidade relativa do ar > 90%

  • Sobrevivência

  • restos de cultura eliminação e enterrio da palhada, inclusive em áreas adjacentes

  • Plantas da família Solanáceae hospedeiras

  • * Alternaria alternata gama de hospedeiros mais ampla

  • Escolha do local

  • áreas com boa drenagem e topografia adubação adequada Escolha da cultivar

  • Cultivares suscetíveis Achat Bintje Monalisa

  • Cultivares menos suscetíveis Araucária Cristal Catucha Cultivares moderadamente resistente Baraka

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Pinta-preta ou Pinta-miúda Alternaria solani

  • Manejo

  • Amontoa proteção dos tubérculos controle de insetos vaquinhas e minadores ferimentos porta de entrada

  • Controle químico

  • *mancozeb, clorotalonil, oxicloreto de cobre caldas bordaleza e Viçosa procimidione e iprodione

  • *metalaxyl cymoxanil oxadicyl dimetomorph específicos para requeima nào têm eficiência para pinta-preta

  • *triazóis

  • tebuconazole hexanazole propiconazole estrobirulinas específicos eficientes se aplicados precocemente causam fitotoxidez deformação das folhas e redução do crescimento

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Rizoctoniose Rhizoctonia solani

  • Estruturas de resistência  escleródios

  • Ataca brotos antes e após a emergência

  • Base das ramas “cancro”

  • Tubérculos “sarna” e escleródios

  • Sarna pulverulenta Spognospora subterranea

  • Sarna-prateada Helminthosporium solani

  • Podridão-rosada Phytophthora erythroseptica

  • Murcha-de-fusário Fusarium solani

DOENÇAS FÚNGICAS

  • Podridão-seca ou fúngica de tubérculos Fusarium spp.

  • apodrecimento de tubérculos em pré e pós-colheita

  •  ferimentos mecânicos ou por insetos

  • Roseliniose Rosellinia sp.

  • Mofo-branco Sclerotinia sclerotiorum

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Murcha-bacteriana Ralstonia solanacearum

  • Pode infectar mais de 50 famílias botânicas  solanáceas mais afetadas

  • Legislação vigente para certificação de batata-semente

  • uma planta afetada  condenação do campo todo

  • possibilidade de plantas sem sintomas produzirem tubérculos com infecção latente

  • Infecção raízes colonizando

  • tecidos da parte aérea

  • obstrução dos vasos do xilema

  • transporte de água dificultado

  • murcha

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Murcha-bacteriana

  • Ralstonia solanacearum

  • Fluxo bacteriano

  •  haste num copo com água – “fio branco”

  • Pus bacteriano

  •  tubérculo cortado transversalmente – “colar”

  •  campo solo  aderido nos olhos exsudação do pus

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Murcha-bacteriana Ralstonia solanacearum

  • raça 1  26 a 36C  vários hospedeiros

  • raça 3 15 a 18-20C  ataca só batata

  • umidade relativa do ar alta > 90%

  • variedades resistentes instabilidade ao longo do tempo e em relação ao local de plantio  variabilidade genética das estirpes e alterações climáticas

  • transgenia

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Canela-preta

  • Podridão mole

  • Podridão da haste

  • Erwinia spp. Erwinia carotovora subsp. atroseptica Erwinia carotovora subsp. carotovora

  • Erwinia chrysanthemi

  • Afetam plantas em desenvolvimento e em pós-colheita

  • perdas 10% a 40% no campo e 100% armazenamento

  • Canela-preta batata-semente contaminada colo da planta enegrecido folhas enrolam-se para cima, amarelas e murchas, plantas enfezadas, anãs

  • Podridão mole tubérculos com áreas aquosas e maceradas cor creme a marrom com borda escura inodora no início e cheiro forte e desagradável posteriormente

  • Podridão da haste outras fontes que não a batata-semente porta de entrada aberturas naturais ou ferimentos causados pela que das folhas pecíolos e hastes vento insetos ou práticas culturais

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Canela-preta Podridão mole Podridão da haste

  • Erwinia carotovora subsp. atroseptica  15 a 20C

  • Erwinia carotovora subsp. carotovora  20 a 25C

  • Erwinia chrysanthemi  25 a 39C

  • Controle

  • Difícil  patógeno amplamente distribuído  restos culturais plantas hospedeiras água batata-semente contaminada  em lenticelas suberizadas ou no sistema vascular

  • Não há cultivares resistentes

  • Espaçamento adequado evitar microclima erradicação de plantas e tubérculos com sintomas rotação de culturas (evitar tomate cenoura mandioquinha-salsa couve-flor e repolho) armazenamento em locais arejados e com temperaturas baixas 5 a 10C Monitoramento

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Sarna

  • Streptomyces scabies e Streptomyces acidiscabies

  • pH > 5,5 pH < 5,5*

  • *maioria dos solos brasileiros

  • Não há sintomas na parte aérea

  • Tubérculos lesões corticóides marrom-escuras circulares, rugosas vários tamanhos

  • 1/8 da área do tubérculo coberta (coalescência de lesões)  limite para tubérculo ser considerado infectado nos exames fitossanitários das amostras de batata importada

  •  qualidade do tubérculo

  • umidade ideal 80 a 90% - atividade inibida em solos úmidos

  • tubérculos-sementes sadios solos não infestados rotação de cultura (3 a 4 anos com aveia, alfafa, centeio, soja) trevo-vermelho (leguminosa) estimula a incidência

  • bactericidas não registrados no MAPA

  • pH < 5,5 sulfato de amônio Mn  incidência sem  pH

  • deficiência Ca gesso não  pH

DOENÇAS BACTERIANAS

  • Sarna

  • Streptomyces scabies

VIROSES

  • Enrolamento das folhas PLRV Potato leafroll virus

  • Mosaico Potato virus Y PVY

  • Viroses latentes Potato virus S PVS Potato virus P PVP e PVX

  • Tospovirus Necrose do topo

  • Mosaico deformante Potato mosaic deforming PMDV

VIROSES

  • Sintomas

  • váriáveis  fracos ou ausentes (infecção latente)   valor para diagnose da doença

  • Depende Temperatura intensidade luminosa e fertilidade do solo

  • Confundidos com sintomas de ordem fisiológica ou causadas por pragas e patógenos

  • Cultivares reagem de maneira diferente ao mesmo vírus

  • Danos

  • Difícil determinação cultivar vírus condições ambientais e de cultivo época e incidência de infecção

  •  produtividade 5 a 40% PVS; PVX 90% PVX + PVY; PLRV

  • 60% PLRV

VIROSES

  • Amarelecimento das folhas  PLRV

  • Deformação das folhas  PLRV; PMDV

  • Encurtamento dos estolões  PLRV

  • Mosaico amarelo  PMDV

  • Mosaico fraco  PVX; PVY

  • Mosaico rugoso  PVX + PVY

  • Mosaico severo  PVY

  • Necrose das folhas  PVY

  • Nanismo  PLRV; PVY

  • Queda das folhas  PVY

VIROSES

  • DISSEMINAÇÃO

  • Vetores afídeos* cigarrinhas coleópteros mosca-branca trips tubérculos principal - semente botânica - nematóiodes

  • contato PVX, PVS, PVY

  • DETECÇÃO

  • Inspeção de lavouras reconhecimento da cultivar á infecção diagnóstico preciso testes sorológicos Tolerância Portaria no. 154, de 1987 - MARA

  • Testes de pré-cultura

  • 300 tubérculos/ha coletados em X após destruição das ramas e antes da colheita de batata-semente básica força brotação diagnose visual ou por meio de soros pode-se avaliar sanidade de batatas-semente oriundas de lavouras amostradas e armazenadas em câmaras frias

VIROSES

  • Testes sorológicos Elisa semente pré-básica

  • Embrapa Negócios Tecnológicos Canoinhas-SC PLRV, PVS, PVX, PVY

  • Embrapa Clima Temperado Pelotas-RS PLRV, PVS, PVX, PVY e PVP

  • CONTROLE

  • Plantio de batata-semente de qualidade

  • Cultivares resistentes

  • melhoramento genético convencional ou transgenia

  • Isolamento do cultivo

  • distanciamento de lavouras de batata e solanáceas, cultivos intercalares imunes

  • Telado nas fases inciais de produção da batata-semente

  • Combate aos vetores onerosos (econômico, ambiental e de saúde)

  • PVY controle reduzido alguns segundos de picada

  • Eliminação de fontes externas de vírus e vetores

  • soqueiras, ervas daninhas da família Solanaceae

  • Erradicação de plantas doentes anormais, fora de padrão

  • Destruição antecipada das ramas colher maior no. tubérculos com tamanho adequado para semente evitar infecção tardia por viroses roçada ou herbicidas dessecantes

ROTAÇÃO DE CULTURAS

  • Controle de doenças

  • Controle de pragas

  • Controle de plantas daninhas

  • Fertilidade e propriedades físicas do solo

DESSECAÇÃO DAS RAMAS

  • Cultura sujeita a ataques tardios de doenças ***Viroses***

  • destruição da parte aérea das plantas antes da senescência (secamento natural):

    • Manutenção da sanidade do tubérculo-semente
    • Regular tamanho dos tubérculos-semente
    • Uniformizar secamento ou maturação – facilitando a colheita

AMONTOA

  • A amontoa é a prática cultural realizada, na qual os tubérculos são cobertos por uma camada de solo durante o desenvolvimento da cultura da batata, com as seguintes finalidades:

  • Proteção da incidência direta da radiação solar que provoca o esverdeamento

  • Evitar altas temperaturas que ocasionam crescimento secundário

  • Evitar danos causados por insetos

  • Controle manual ou mecânico de plantas daninhas

  • Incorporar N (nitrogênio) aplicado em cobertura

  • Hastes 25 a 30 cm de altura  25-30 dias após o plantio

  •  camalhão com 20 cm de altura

  • Dependendo da intensidade de chuvas e do estado vegetativo

  •  aos 60 dias – 2ª amontoa

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