Anderson de Faria Cunha

Juliana Aparecida Gomes

Lara Rodrigues Silvério

4° Engenharia de Produção Mecânica – UNITAU

Prof. Álvaro Azevedo Cardoso

Resumo: Nos ultimos anos a Gestão da Cadeia de Suprimentos (Supply Chain Management – SCM) tem criado oportunidades e desafios para a competição no mundo dos negócios. Por sua vez, a análise das configurações das cadeias é um tema que tem se tornado importante porque permite identificar potenciais oportunidades de melhorias na gestão e na tomada de descisão dos diversos elos da cadeia. Na empresa de beneficiamento de vidros, a cadeia de suprimentos inicia-se como pedido do cliente e termina com o envio do produto passando pelos diversos elos do canal de distribuição. O objetivo deste trabalho foi alcançar o desempenho através do redesign dos processos de negócios, das políticas e dos procedimentos com base nas melhores praticas; interação interna dos processos de negócios em fluxos de informação, desenvolvimento de relacionamento e integração externa da cadeia de suprimentos e obtenção de um novo valor de mercado. A cadeia de suprimentos integrada induz a simplicidade, à padronizar à sincronização dos processos da cadeia de suprimentos e definição de relacionamentos para se alcançar a eficiência, a efetividade, a satisfação dos clientes e o menor custo total.

Palavras chaves – cadeia de suprimentos, modelo de análise, fluxo de materiais, fluxo de informações

1. Introdução

As empresas industriais têm enfrentado um ambiente complexo e de competição acirrada, onde operações globalizadas não mais encontram barreiras de entrada e clientes se tornam mais exigentes. Esta situação faz crescer consideravelmente o número capazes d introduzir rapidamente novos produtos ou serviços a preços menores e com melhor nível de serviços.

Diante desse cenário de competição acirrada, uma empresa já não concorre com outra individualmente, mas sim as Cadeias de Suprimentos de seus produtos competem com as cadeias de suprimentos de seus concorrentes. Com este novo contexto de competição entre cadeias, a Gestão da Cadeia de Suprimentosé essencal para definir os vencedores no mercado.

Neste artigo será adotada a definição geral de SCM descrita por Lambert e Cooper (2000) como “a integração dos principais processos de negócios que produzem produtos, serviços e informações através de uma cadeia de suprimento que agrega valor para os clientes e as demais partes interessadas e envolvidas (stakeholders)”.

A partir dessa definição, Aragão, Scavarda e Hamacher (2004) acrescentam que “as configurações de Cadeias de Suprimento sob a perspectiva da SCM é de extrema relevância para as organizações que desejam se manter competitivas. As configurações das cadeias de Suprimento incluem os principais processos de negócios, seus respectivos membros-chave, seus respectivos elos (formação entre dois membros-chave) e o fluxo de informção e de material”.

Suprimentos é um termo que nasceu junto com a logística, derivado da palavra cadeia de suprimentos utilizado para definir diversos materiais. Suprimento é como são definidos os itens administrados, movimentados, armazenados, processados e transportados pela logística.

Na logística os suprimentos são os atores principais de toda a cadeia, são com base nas características dos suprimentos, que a logística define seus parâmetros de lead time, tipos de embalagem, as características dos equipamentos de movimentação, modais de transporte, áreas de armazenamento e os recursos humanos e financeiros necessários.

A logística é o principal responsável por assegurar a disponibilidade do item dentro dos prazos e quantidades estabelecidas pelas áreas de compras e planejamento e programação de produção.

No tempo em que a logística era somente uma arte da guerra e não fazia parte das empresas, a palavra suprimentos era muito utilizada para definir as munições, alimentos e equipamentos necessários para a batalha.

É importante nunca confundir Suprimentos com matéria-prima, pois a matéria-prima é um dos tipos existente de suprimentos.

Cadeia de Suprimentos é o conjunto de materiais necessários para o funcionamento de uma empresa comercial ou fabricante. A cadeia de suprimentos envolve todos os níveis de fornecimento do produto desde a matéria-prima bruta até a entrega do produto no seu destino final, além do fluxo reverso de materiais para reciclagem, descarte e devoluções.

Os suprimentos podem ser classificados como:

  • Matérias-primas necessárias para fabricação de um produto;

  • Equipamentos ou peças de composição de um produto;

  • Peças de reposição de equipamentos;

  • Os produtos de um comércio/serviço;

  • Mix de produtos de um varejista;

  • Materiais de apoio da produção;

  • Informação;

  • Mão de Obra;

  • Alimentos;

  • Material para reciclagem;

  • Materiais não-produtivos; e

  • Entre outros...

Conceito de divisão de processos.

Podemos definir suprimentos como um processo composto por diversos outros subprocessos. Uma empresa pode ser dividida em Suprimentos, Produção e Distribuição. Onde termina o processo de distribuição de uma organização começa o processo de Suprimentos da organização seguinte. Suprimentos podem ser consideradas as informações para prestação de serviços; exemplo: uma empresa prestadora de serviço de call center tem as informações referentes ao produto como suprimento para realização do seu produto "atendimento ao cliente".

Os subprocessos mais comuns de um processo de suprimentos são:

  • Gestão de Transporte - inbound;

  • Gestão Compras/aquisição; e

  • Movimentação e alimentação da linha de produção.

Cadeia de Suprimentos - Como surgiu?

Em uma primeira fase, a logística foi aplicada de forma fragmentada, onde se buscou melhorar o desempenho individual de cada uma das atividades básicas de um negócio (comprar, produzir, gerenciar estoques, transportes e distribuição) - muitas vezes de forma isolada. Ou seja, não havia uma abordagem sistêmica, a ênfase era funcional e a execução dava-se por departamentos especializados. No momento seguinte, diversos fatores evidenciaram o imperativo de que as atividades funcionais deveriam ser executadas de forma integrada e harmoniosa para obter-se uma boa performance da organização.

O avanço na tecnologia da informação e a adoção de um gerenciamento orientado para processos facilitaram essa mudança. Essa etapa é conhecida como logística integrada. Isto culminou com a percepção de que o processo logístico não começa e nem termina nos limites da própria empresa. Na verdade, o início se dá na correta escolha e no estabelecimento de parcerias com fornecedores, exigindo ademais que o canal de distribuição esteja apto a atender plenamente às necessidades e expectativas do cliente final.

Para citar um exemplo, um fabricante de barras de chocolate só atingirá sucesso pleno quando o consumidor aprovar a qualidade de seu produto e do serviço ofertado no momento da compra. Isso reforça a idéia de que esse fabricante e o varejo devem se unir e focar sua atenção na agregação de valor para o cliente final. Se isto não acontecer, toda a cadeia terá falhado e poderá ser substituída por outra mais apta. Esse fato mostra que a competição está acontecendo entre cadeias.

Diante desse cenário, muitas empresas vêm empreendendo esforços para organizar uma rede integrada e realizar de forma eficiente e ágil o fluxo de materiais, que vai dos fornecedores e atinge os consumidores, garantindo a sincronização com o fluxo de informações que acontece no sentido contrário. As empresas que têm implementado o Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento estão conseguindo significativas reduções de estoque, otimização dos transportes e eliminação das perdas, principalmente aquelas que acontecem nas interfaces entre as organizações e que são representadas pelas duplicidades de esforços. Como agregação de valor, estão conseguindo maior confiabilidade e flexibilidade, melhoram o desempenho de seus produtos e estão conseguindo lançar novos produtos em menores intervalos de tempo.

Em suma, o Supply Chain Management consiste no estabelecimento de relações de parcerias de longo prazo, entre os componentes de uma cadeia produtiva, que passarão a planejar estrategicamente suas atividades e partilhar informações de modo a desenvolverem as suas atividades logísticas de forma integrada, através e entre suas organizações. Com isso, melhoram o desempenho conjunto pela busca de oportunidades, implementada em toda a cadeia, e pela redução de custos para agregar mais valor ao cliente final.


Conceito básico de SCM - Gestão da Cadeia de Suprimentos

Supply Chain Management (SCM - Gestão da Cadeia de Suprimentos) tem representado uma nova e promissora fronteira para empresas interessadas na obtenção de vantagens competitivas de forma efetiva e pode ser considerada uma visão expandida, atualizada e, sobretudo holística da administração de materiais tradicional, abrangendo a gestão de toda a cadeia produtiva de uma forma estratégica e integrada. SCM pressupõe, fundamentalmente, que as empresas devem definir suas estratégias competitivas e funcionais através de seus posicionamentos (tanto como fornecedores quanto como clientes) dentro das cadeias produtivas nas quais se inserem. Assim, é importante ressaltar que o escopo da SCM abrange toda a cadeia produtiva, incluindo a relação da empresa com seus fornecedores e clientes, e não apenas a relação com os seus fornecedores.

O Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP, 2004) definiu o gerenciamento da cadeia de suprimentos da seguinte forma:

"O Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos abrange o planejamento e gestão de todas as atividades envolvidas na busca de fontes e compras, além de todas as atividades de Gestão Logística. Importante também é que inclui a coordenação e colaboração com os parceiros no canal, que podem ser fornecedores, intermediários, fornecedores de terceiros e clientes. Em essência, o Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos integra a gestão de suprimentos e da demanda dentro e entre empresas".


Principais componentes de um sistema estruturado para a gestão da Cadeia de Suprimentos:

Operações na Cadeia de Suprimentos: Faz com que as organizações ganhem maior eficiência em suas operações obtendo uma melhoria na sua cadeia de suprimentos, habilidade de análises e de integração. Focados nos serviços dos clientes, qualidade do produto, redução do ciclo de tempo, utilização dos ativos e flexibilidade operacional. Essas capacidades incluem o gerenciamento da demanda, serviços operacionais enxutos, gerenciamento de ordem distribuída, gerenciamento de ativos e sincronização de suprimentos/demanda.

Logística: Ajuda no gerenciamento de mercadorias através da cadeia de suprimentos buscando a redução de custos ao mesmo tempo em que o serviço ao cliente é otimizado. Visa o aperfeiçoamento da utilização da rede de distribuição e a implementação de tecnologias avançadas em "warehousing", transporte e gerenciamento de funções.

Estratégia para Cadeia de Suprimentos: Foca na otimização da cadeia de suprimentos. Através de uma avaliação para ajudar a identificar a maturidade da demanda da cadeia de suprimentos e o desempenho dos objetivos do negócio. Oferece estratégias de longo prazo que abrangem infra-estrutura, ativos, organização, processos e tecnologia.

Sistemas Integrados da Cadeia de Suprimentos: Apoia com a integração de soluções de ERP otimizando a troca de informações na cadeia de suprimentos. Ajuda empresas que já possuem ERP a expandir suas soluções implantadas e a novos parceiros que desejam integrar o ERP (ou sistema legado) de sua empresa através de sua cadeia de suprimentos.

Planejamento da Cadeia de Suprimentos: Inclue processos de negócios que planejam e gerenciam a demanda através de toda cadeia de suprimentos. A solução de métodos e ferramentas facilita o planejamento e a gestão operacional da cadeia de suprimentos, na qual estão as chaves para o crescimento e melhoria do desempenho da empresa, tais como: reduzição de custos de inventário, otimizando recursos e níveis de serviço do cliente, para maior lucratividade.

Compras: Possibilita a otimização da operação de compras, buscando vantagens na negociação de preços, melhor eficiência, controle mais rigoroso dos gastos e melhores níveis de serviços.

Uma boa estruturação desses componentes dentro de um Sistema de Gestão irá auxiliar a empresa na medida em que o modelo privilegie a centralização de informações sobre demanda, capacidade e fluxo de materiais, permitindo o melhor planejamento da utilização de recursos produtivos, das necessidades de materiais, gerando uma solução logística de melhor qualidade. Deverá permitir ainda o efetivo controle das operações, utilizando-se de um banco de dados centralizado em uma rede que considere todas as plantas industriais e centros de distribuição, possibilitando a conexão com clientes (CRM) e fornecedores (SRM) através da Internet, por exemplo.

Distribuição (Logística)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Distribuição é um dos processos da logística responsável pela administração dos materiais a partir da saída do produto da linha de produção até a entrega do produto no destino final. Após o produto pronto ele tipicamente é encaminhado ao distribuidor; O distribuidor por sua vez vende o produto para um varejista e em seguida aos consumidores finais. Este é o processo mais comum de distribuição, porém dentro desse contexto existe uma serie de variáveis e decisões de trade-off a serem tomadas pelo profissional de logística.

O marketing vê a Distribuição é um dos processos mais críticos, pois problemas como o atraso na entrega são refletidos diretamente no cliente. A partir do momento que o produto é vendido a Distribuição se torna uma atividade de Front-Office e ela é capaz de trazer benefícios e problemas resultantes de sua atuação.

Uma organização pode ser divida em três processos principais Suprimentos, produção e distribuição. Onde termina o processo de distribuição de uma empresa, inicia o processo de suprimentos da empresa seguinte.

Como regra geral as empresas mais fortes da cadeia de distribuição são quem definem quem será o responsável pela entrega do material/produto. O ponto mais forte da cadeia não necessariamente é aquele que têm mais “dinheiro”, mas sim aquele que tem a necessidade de compra é menor do que a necessidade de venda do elo anterior da cadeia, então podemos concluir que este poder de decisão pode ser transferida rapidamente entre os elos, pois a globalização nos permite comprar um produto na china com frete FOB e ainda pagar mais barato do que uma compra em nossa região.

As empresas estão cada vez mais terceirizando suas atividades relacionadas a distribuição e focando suas atividades no core bussines da empresa. A distribuição tem grande importância dentro da empresa por ser uma atividade de alto custo. Os custos de distribuição estão diretamente associados ao peso, volume, preço, lead time do cliente, importância na Cadeia de suprimentos, fragilidade, tipo e estado físico do material e estes aspectos influenciam ainda na escolha do modal de transporte, dos equipamentos de movimentação, da qualificação e quantidade pessoal envolvido na operação, pontos de apoio, seguro, entre outros.

A palavra distribuição esta associada também a entrega de cargas fracionadas, neste tipo de entrega o produto/material é entrega em mais de um destinatário, aproveitando a viagem e os custos envolvidos. As entrega neste caso devem ser muito bem planejadas, pois a entrega unitizada tem um menor custo total e menor lead time, as entregas fracionadas devem ser utilizadas somente quando não for possível a entrega direta com o veículo completamente ocupado.

O que a logística quer saber

Algumas perguntas que devem ser feitas para definição do modelo de distribuição com o objetivo de entregar o produto ou serviço ao consumidor final:

  • Preciso que o produto seja vendido por um varejista?

  • Preciso seja distribuído por um atacadista?

  • Preciso de quantos níveis no meu canal de distribuição?

  • Qual o comprimento do meu canal (quantos intermediários)?

  • Onde e quando meu produto precisa estar disponível?

  • Como será minha distribuição? (exclusiva, seletiva ou generalista)

[editar] Processos da Distribuição

A distribuição é divida em outros sub-processos tais como:

  • Movimentação da linha de produção;

  • Expedição;

  • Gestão de estoques;

  • Gestão de Transportes;

  • Logística Reversa (reciclagem e devolução).

[editar] Canais de Distribuição

Os canais de distribuição são os meios pelos quais o produto percorre até chegar ao seu destino final; os canais de distribuição são basicamente compostos de Centros de Distribuições, Varejistas, Distribuidores, entre outros pontos utilizados como apoio para diluir o custo total da distribuição. Somente com o cálculo do custo total da distribuição pode se definir a melhor estrutura de distribuição; devem ser considerados os estoques em trânsito e os estoques intermediários dentro da cadeia.

[editar] Canais

Existe um grande número de canais disponíveis entre eles:

  • Venda direta ao cliente, via e-mail, telefone ou internet;

  • Representantes, que tipicamente vendem diretamente em nome dos fabricantes;

  • Distribuidoras, que geralmente vendem aos atacadistas;

  • Varejista, geralmente chamados de comerciantes, que vendem aos consumidores finais

Gerência de cadeia de suprimentos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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O gerenciamento da cadeia de suprimentos no Brasil ou gestão da cadeia de fornecimento em Portugal ou ainda a expressão inglesa também muito utilizada no meio, supply chain management, ou SCM, é um sistema pelo qual organizações e empresas entregam seus produtos e serviços aos seus consumidores, numa rede de organizações interligadas [Poirier & Reiter (1996)]; lida com problemas de planejamento e execução envolvidos no gerenciamento de uma cadeia de suprimentos.

Os componentes de SCM são:

  • Planejamento de demanda (previsão)

  • Colaboração de demanda (processo de resolução colaborativa para determinar consensos de previsão)

  • Promessa de pedidos (quando alguém promete um produto para um cliente, levando em conta tempo de duração e restrições)

  • Otimização de rede estratégica (quais produtos as plantas e centros de distribuição devem servir ao mercado) - mensal ou anual

  • Produção e planejamento de distribuição (coordenar os planos reais de produção e distribuição para todo o empreendimento) - diário

  • Calendário de produção - para uma locação única, criar um calendário de produção viável. - minuto a minuto

  • Planejamento de redução de custos e gerência de desempenho - diagnóstico do potencial e de indicadores, estratégia e planificação da organização, resolução de problemas em real time, avaliação e relatórios contábeis, avalição e relatórios de qualidade.

Frequentemente, a metodologia de gerenciamento de cadeia de suprimentos encoraja a modelagem de processos reais para análise e otimização. Uma metodologia famosa é a SCOR, promovida pelo Supply Chain Council.

Quando gerentes de operações adotam uma abordagem estratégica, eles levam em conta o fato de suas operações não serem independentes de outras atividades. Para operar eficientemente e produzir itens de alta qualidade que satisfaçam as necessidades dos clientes, a organização precisa ter entregas confiáveis de alta qualidade e suprimentos emateriais a preços razoáveis. É necessário também haver um sistema eficiente e confiável para distribuir os produtos acabados, tornando-os prontamente acessíveis para os clientes. Os gerentes de operação com um foco estratégico, todavia, reconhecem que precisam gerenciar toda cadeia de suprimentos. A administração da cadeia de supriementos é o termo para a atividade de administrar a sequencia de fornecedores e compradores cobrindo todos os estágios do processamento, desde a obtenção de matérias-primas até a distribuição dos produtos acabados para consumidores finais.

Os avanços mais recentes na administração da cadeia de suprimentos envolvem o uso das tecnologias na internet para alcançar o equilíbrio correto de níveis de estoque baixos e sensibilidade do cliente. Uma cadeia de suprimentos cria uma linha sem interrupções e integrada que se estende dos clientes aos fornecedores, estabelecendo ligações eletrônicas entre as organizações e esses parceiros externos para compartilhamento e troca de dados.

A medida que os clientes compram os produtos, os dados são automaticamente alimentdos no sistema de informações da cadeia. Com o conhecimento desses dados sobre a demanda, a empresa consegue ser produzir e enviar os produtos corretos, quanto necessário. Conforme os produtos são fabricados, os dados sobre as matérias-primas usadas no processo de produção, as informações de estoques atualizadas são eletronicamente fornecidos pelo sistema e via extranet os fornecedores restabelecem o estoque de matérias-prima como necessário.

Um aspecto importante da administração da cadeia de suprimentos é administrar os relacionamentos com os fornecedores.

Quando os estoques são reduzidos, os problemas de um processo de produção pessimamente projetado e administrado também são revelados. Os problemas precisam, então, ser solucionados. Quando o estoque pode ser mantido emum mínimo absoluto, a administração da produção é considerada excelente.

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