As sete ferramentas do controle de qualidade

As sete ferramentas do controle de qualidade

As sete ferramentas do controle de qualidade são:

  1. Diagrama de Pareto

  2. Diagramas de causa-efeito (espinha de peixe ou diagrama de Ishikawa)

  3. Histogramas

  4. Folhas de verificação

  5. Gráficos de dispersão

  6. Fluxogramas

  7. Cartas de controle

Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial na década de 1960.

Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial, durante as últimas três décadas.

1 Diagrama de Pareto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Diagrama de Pareto é um gráfico de barras que ordena as frequências das ocorrências, da maior para a menor, permitindo a priorização dos problemas. Mostra ainda a curva de percentagens acumuladas. Sua maior utilidade é a de permitir uma fácil visualização e identificação das causas ou problemas mais importantes, possibilitando a concentração de esforços sobre os mesmos. É uma das sete ferramentas da qualidade.

2-Diagrama espinha de peixe

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Exemplo de diagrama de Ishikawa, ou espinha-de-peixe.

Índice

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[editar]Definição

O Diagrama de Ishikawa ou Espinha-de-peixe é uma ferramenta gráfica utilizada pela Administração da Naturativa para o Gerenciamento e o Controle da Qualidade (CQ) em processos diversos de manipulação das fórmulas. Originalmente proposto pelo engenheiro químico Kaoru Ishikawa em 1943 e aperfeiçoado nos anos seguintes. Também é conhecido como: diagrama causa-efeito, diagrama 4M, diagrama 5M e diagrama 6M.

Este diagrama é conhecido como 6M pois, em sua estrutura, todos os tipos de problemas podem ser classificados como sendo de seis tipos diferentes:

  • Método

  • Matéria-prima

  • Mão-de-obra

  • Máquinas

  • Medição

  • Meio ambiente

Este sistema permite estruturar hierarquicamente as causas de determinado problema ou oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade dos produtos oferecidos pela Naturativa. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta de forma gráfica e sintética( melhor visualização).

O diagrama pode evoluir de uma estrutura hierárquica para um diagrama de relações, uma das sete ferramentas do Planejamento da Qualidade ou Sete Ferramentas da Qualidade por ele desenvolvidas, que apresenta uma estrutura mais complexa, não hierárquica da Naturativa.

Graficamente, a estrutura de um gráfico espinha-de-peixe é tal como se segue[1]

A Naturativa optou pela utilização do Diagrama de causa- efeito como ferramenta de medição de sua Qualidade Iremos destacar citar abaixo as Sete Ferramentas da Qualidade existentes:

Ishikawa observou que embora nem todos os problemas pudessem ser resolvidos por essas ferramentas, ao menos 95% poderiam ser, e que qualquer trabalhador fabril poderia efetivamente utilizá-las. Embora algumas dessas ferramentas já fossem conhecidas havia algum tempo, Ishikawa as organizou especificamente para aperfeiçoar o Controle de Qualidade Industrial nos anos 60.

Talvez o alcance maior dessas ferramentas tenha sido a instrução dos Círculos de Controle de Qualidade (CCQ). Seu sucesso surpreendeu a todos, especialmente quando foram exportados do Japão para o ocidente. Esse aspecto essencial do Gerenciamento da Qualidade foi responsável por muitos dos acréscimos na qualidade dos produtos japoneses, e posteriormente muitos dos produtos e serviços de classe mundial por isso a Naturativa optou na utilização dessa ferramenta.

O Diagrama espinha de peixe pode ser utilizado na verificação e validação de software.

[editar]Fatores Críticos de Sucesso

  1. Envolver todos os interessados na Naturativa /atingidos pelo processo.

  2. Não criticar idéias e sugestões.

  3. Agrupar as causas conjuntamente.

  4. Não sobrecarregar o diagrama.

  5. Construir um diagrama para cada problema/defeito localizado no processo da Naturativa.

  6. Listar todas as causas mais prováveis.

  7. Criar ambiente favorável à solução do problema.

  8. Entender claramente cada causa e seus possíveis efeitos.

[editar]Utilização

Esta ferramenta pode ser utilizada não apenas na CQ (Controle de Qualidade) ou na CCQ mas a qualquer momento e por qualquer um. Já foi utilizado pela Polícia Militar de São Paulo para a localização e captura do Maníaco do Parque. Pode ser usada por qualquer pessoa para conseguir solucionar um problema na vida pessoal, ou seja, não há limites.

[editar]Breve Histórico

Kaoru Ishikawa nasceu em 1915 e se formou em Química Aplicada pela Universidade de Tóquio em 1939. Após a guerra, ele se envolveu nos esforços primários da JUSE – União de Cientistas e Engenheiros Japoneses - para promover qualidade. Posteriormente, tornou-se presidente do Instituto de Tecnologia Musashi. Até sua morte, em 1989, o Dr. Ishikawa foi figura mais importante no Japão na defesa do Controle de Qualidade. Foi o primeiro a utilizar o termo Controle de Qualidade Total (Total Quality Control) e desenvolveu as "Sete Ferramentas", as quais considerou que qualquer trabalhador poderia utilizar no dia-a-dia e não apenas os gerentes. Recebeu muitos prêmios durante sua vida, incluindo o Prêmio Deming e a Segunda Ordem do Tesouro Sagrado, uma altíssima honraria do governo japonês.Obtido em "http://pt.wikipedia.org/wiki/Diagrama_espinha_de_peixe"

3-Histograma

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Histograma.

Na estatística, um histograma é uma representação gráfica da distribuição de frequências de uma massa de medições, normalmente um gráfico de barras verticais. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade.

O histograma é um gráfico composto por retângulos justapostos em que a base de cada um deles corresponde ao intervalo de classe e a sua altura à respectiva freqüência. Quando o número de dados aumenta indefinidamente e o intervalo de classe tende a zero, a distribuição de freqüência passa para uma distribuição de densidade de probabilidades. A construção de histogramas tem caráter preliminar em qualquer estudo e é um importante indicador da distribuição de dados. Podem indicar se uma distribuição aproxima-se de uma função normal, como pode indicar mistura de populações quando se apresentam bimodais.

4-Folha de verificação

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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As folhas de verificação são tabelas ou planilhas usadas para facilitar a coleta e análise de dados. O uso de folhas de verificação economiza tempo, eliminando o trabalho de se desenhar figuras ou escrever números repetitivos. Além disso elas evitam comprometer a análise dos dados. É uma das sete ferramentas da qualidade.

5-Gráfico de dispersão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Gráficos de dispersão)

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Um gráfico de dispersão constitui a melhor maneira de visualizar a relação entre duas variáveis quantitativas. É uma das sete ferramentas da qualidade. Coleta dados aos pares de duas variáveis (causa/efeito) para checar a existência real da relação entre essas variáveis

6-Fluxograma

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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Fluxograma é um tipo de diagrama, e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo, muitas vezes feita através de gráficos que ilustram de forma descomplicada a transição de informações entre os elementos que o compõem. Podemos entendê-lo, na prática, como a documentação dos passos necessários para a execução de um processo qualquer. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade. Muito utilizada em fábricas e industrias para a organização de produtos e processos.

O Diagrama de Fluxo de Dados (DFD) utiliza do Fluxograma para modelagem e documentação de sistemas computacionais.

Índice

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[editar]Fluxograma da Arquitetura

Na arquitetura o fluxograma é um tópico do que chamamos de Partido Arquitetônico. Este partido se divide em:

  • Programa;

  • Organograma;

  • Fluxograma;

  • Fisiograma;

o Fluxograma, é com a disposição das organizações de um projeto arquitetônico irá interagir. Existem várias formas dentro do fluxograma imperial, bem como, dentro do fluxograma exterial do espaço amostral disfarçado. São eles: a) De cores: Com verde e amarelo predominando; b) De números: Com 0 e 1 predominando; c) De swarps: Com clips e fareways predominando;

Utilize sempre um pouco para a esquerda.

[editar]Aprovação do Projeto

Projecto aprovado.

[editar]Ver também

7-Carta de controle

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

(Redirecionado de Cartas de controle)

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Carta de controlePB ou Carta de controloPE é um tipo de gráfico, comumente utilizado para o acompanhamento durante um processo, determina uma faixa chamada de tolerância limitada pela linha superior (limite superior de controle) e uma linha inferior (limite inferior de controle) e uma linha média do processo, que foram estatisticamente determinadas. É uma das Sete Ferramentas da Qualidade.Realizada em amostras extraídas durante o processo, supõe-se distribuição normal das características da qualidade. O objetivo é verificar se o processo está sob controle. Este controle é feito através do gráfico.

Tipos de Cartas de Controle:

  • Controle por variáveis

  • Controle por atributos

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