Instalação de esquadrias

Instalação de esquadrias

(Parte 1 de 7)

IPTIPTIPTIPT

M A R S O N T O S H I Y O I I Z U K A Instituto de Pesquisas Tecnológicas

MESTRADO profissional

Arquiteto, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, 1988

Trabalho Final apresentado ao

IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo,

para a obtenção do título de

MESTRE PROFISSIONAL em HABITAÇÃO

Área de concentração: Tecnologia em construção de edifícios

Orientadora:

Profª. Drª. VERA DA CONCEIÇÃO FERNANDES HACHICH

São Paulo 2001

Instalação de esquadrias de alumínio: prática e inovação
São Paulo, 2001

Iizuka, Marson Toshiyo 153 p.

Trabalho Final (Mestrado Profissional) – Instituto de

Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A.. – Habitação: Tecnologia em Construção de Edifícios.

Orientadora: Dra. Vera da Conceição Fernandes Hachich

1. Esquadria de Alumínio 2. Janelas 3.Instalação 4. Espuma de Poliuretano expansível 5. Contramarco I. Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo S.A. I. Título

CDU 69:693.9(043.3)

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

Aos meus filhos, Raquel e Hugo, e, principalmente, à minha esposa, Silvana

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

Este trabalho é fruto do conhecimento adquirido em mais de dez anos de experiência profissional, tempo em que tive contato com diversos profissionais de diversas especialidades da indústria da construção civil, aos quais gostaria de agradecer.

Agradeço à minha orientadora, Profa. Dra. Vera Fernandes, por ter me “adotado” e incentivado a desenvolver este tema, com dedicação e paciência me guiou de forma precisa quando, no início, o raciocínio em deriva se perdia na névoa de informações coletadas.

Principalmente, a todos os colegas e amigos da YKK do Brasil, expresso aqui minha sincera gratidão pelo apoio sempre presente e pela colaboração que de alguma forma está representada nas páginas seguintes, particularmente, ao Sr. Jorge Sato que possibilitou que desenvolvesse este trabalho concomitantemente às minhas atividades profissionais.

Aos amigos da YKK Corporation (no Japão), em especial o Sr. Kinji Ishida, jamais encontrarei as palavras que possam expressar meus sentimentos, pela compreensão, a profunda paciência, o tempo dedicado e mais do que tudo, a confiança a mim depositada ao transmitir todos os ensinamentos que hoje utilizo nesta especialidade profissional.

Aos profissionais do IPT e L. A. Falcão Bauer, devo meus agradecimentos pela colaboração no desenvolvimento dos ensaios.

Agradeço aos meus pais, Hideyo e Junco Iizuka pela formação proporcionada e aos meus sogros, Orlando e Janina Vitorelo pelo carinho e disposição em cuidar de meus filhos nas inúmeras vezes que ausentei para desenvolver esta dissertação.

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

iv

À minha esposa, Silvana D. V. Iizuka, só poderei ser eternamente grato pela paciência e coragem de me aturar, ser mãe duas vezes, desenvolver sua própria dissertação de mestrado e ainda conseguir ler meu trabalho e jamais me deixar desanimar pelo seu desenvolvimento.

Aos meus filhos, Raquel e Hugo, agradeço por abdicar das batalhas e corridas cedendo o computador para que pudesse desenvolver a dissertação.

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
RELAÇÃO DE FIGURASIX
RELAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE INSTALAÇÃO DE ESQUADRIASXI
RELAÇÃO DE TABELASXIII
1. INTRODUÇÃO1
1.1 OBJETIVO DO TRABALHO1
1.2 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO2
1.3 MATERIAIS UTILIZADOS NAS ESQUADRIAS2
2. HISTÓRICO DA INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS6
2.1 INTRODUÇÃO6
2.2 A EVOLUÇÃO DO CONTRAMARCO7
2.3 ALTERNATIVAS PARA INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS9
2.4 A ESQUADRIA PADRONIZADA10
2.5 O CONTRAMARCO DE CONCRETO PRÉ-MOLDADO1
2.6 OUTRAS FORMAS DE INSTALAÇÃO12
3. PRÁTICA DA INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS14
3.1 POSIÇÃO E LOCAÇÃO DA ESQUADRIA14
3.2 DEFINIÇÃO DA DIMENSÃO DO VÃO DA ESQUADRIA17
3.3 VIDRO E ESQUADRIA19
3.4 ARMAZENAGEM DE ESQUADRIAS24
3.5 ARMAZENAGEM DE VIDROS25

SUMÁRIO 3.6 TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS DO VIDRO..........................................................................26

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
4. A INSTALAÇÃO TRADICIONAL27
4.1 CHUMBAMENTO DA ESQUADRIA27
4.2 FOLGAS PARA O CHUMBAMENTO31
5. LISTA DE VERIFICAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA3
5.1 ETAPAS DA INSTALAÇÃO DE ESQUADRIA3
5.2 MEDIÇÃO DE VÃO34
5.3 CHUMBAMENTO DO CONTRAMARCO34
5.4 INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA35
5.5 INSTALAÇÃO DE VIDROS35
5.6 REVISÃO FINAL35
5.7 PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO COM GRAPAS37
5.8 PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO COM CONTRAMARCO50
6. DESEMPENHO DE ESQUADRIAS63
6.1 INTRODUÇÃO63
6.2 AS CINCO REGIÕES DO BRASIL64
6.3 CLASSIFICAÇÃO DA ESQUADRIA CONFORME A ARQUITETURA64
6.4 PERMEABILIDADE AO AR6
6.5 CARGA DE VENTO67
6.6 ESTANQUEIDADE À ÁGUA70
6.7 ATENUAÇÃO SONORA72
6.8 ESFORÇOS DEVIDO AO USO74
7. MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DA ESQUADRIA76
7.1 INTRODUÇÃO76
7.2 INFILTRAÇÃO DE ÁGUA80
7.2.1 INFILTRAÇÃO DE ÁGUA PELOS CANTOS INFERIORES DA ESQUADRIA80
7.2.2 INFILTRAÇÃO DE ÁGUA PELO PERÍMETRO DA ESQUADRIA81

vi 7.2.3 INFILTRAÇÃO DE ÁGUA PELO PEITORIL............................................................................82

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
7.2.4 INFILTRAÇÃO DE ÁGUA PELA SOLEIRA DE PORTA-BALCÃO82
7.3 FALHAS NO PRODUTO84
7.3.1 FALHA DE CHUMBAMENTO84
7.3.2 EMPENAMENTO DOS PERFIS85
7.3.3 ARREMATES COM CANTOS DESENCONTRADOS86
7.3.4 DESPRENDIMENTO DOS CANTOS DAS GAXETAS DOS VIDROS86
7.3.5FALHAS DE DRENO.................................................................................................................87
7.3.6 MANCHAS E INCRUSTAÇÕES NO VIDRO87
7.3.7 TRINCAS NO VIDRO87
7.4 FALHAS NA ALVENARIA8
7.4.1 TRINCAS NOS VÉRTICES DOS VÃOS DE JANELA E PORTA8
8 INOVAÇÃO NA INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA90
8.1 ABOLINDO O CONTRAMARCO90
8.2 ALVENARIA DE MELHOR QUALIDADE91
8.3 SISTEMA INOVADOR DE INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS92
8.3.2 GABARITOS PARA EXECUÇÃO DO VÃO94
8.3.3 TIPO DE GABARITO95
8.3.4 DIMENSIONAMENTO DO GABARITO96
8.3.5 REQUADRAÇÃO98
8.3.6 TOLERÂNCIA DIMENSIONAL100
8.3.7 ANCORAGEM MECÂNICA100
8.3.8 VEDAÇÃO COM A ESPUMA DE POLIURETANO EXPANSÍVEL101
8.3.9 CARACTERÍSTICAS DA ESPUMA DE POLIURETANO EXPANSÍVEL101
8.3.10 CUIDADOS NO MANUSEIO DA ESPUMA DE POLIURETANO EXPANSÍVEL102
8.3.1 CONSUMO DA ESPUMA DE POLIURETANO EXPANSÍVEL103
8.3.12 MÉTODO DE APLICAÇÃO DA ESPUMA DE POLIURETANO103
8.3.13 ARREMATE105

vii 8.3.1 A ESQUADRIA PARA INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO EXPANSÍVEL..93 8.4 PROCEDIMENTO PARA INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO....................106

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
8.5 DETALHES DE INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO119
8.6 CONSERVAÇÃO DA ESQUADRIA INSTALADA COM ESPUMA DE POLIURETANO120
8.6.1 INTRODUÇÃO120
8.6.2 DESGASTE DAS PARTES MÓVEIS120
8.6.3 ENVELHECIMENTO DE VEDAÇÕES121
8.6.4 SISTEMAS DE SEGURANÇA E FIXAÇÃO121
8.6.5 LIMPEZA PERIÓDICA122

viii

POLIURETANO124
8.7.1 INTRODUÇÃO124
8.7.2 INFILTRAÇÃO POR FALHA DE APLICAÇÃO DE ESPUMA124
8.7.3 EMPENAMENTO DE MARCO POR EXCESSO DE ESPUMA125

8.7 MANIFESTAÇÕES PATOLÓGICAS DA INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA COM ESPUMA DE 8.8 AVALIAÇÃO DA ESPUMA DE POLIURETANO PARA INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS126

9 COMENTÁRIOS FINAIS128
9.1 INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS NA CONSTRUÇÃO CIVIL128
9.2 AVALIAÇÃO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA128
9.3 CONCLUSÕES E SUGESTÕES PARA CONTINUIDADE DOS TRABALHOS129
-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

ix

FIGURA 1 – CONTRAMARCO (DÉCADA DE 60)7
FIGURA 2 – CONTRAMARCO (DÉCADA DE 70)7
FIGURA 3 – SURGE O CONTRAMARCO DE ALUMÍNIO8
FIGURA 4 – CONTRAMARCOS DE ALUMÍNIO8
FIGURA 5 – MARCO (DÉCADA DE 80)9
FIGURA 6 – A ESQUADRIA PADRONIZADA10
FIGURA 7 – O CONTRAMARCO DE CONCRETO1
FIGURA 8 – A ESQUADRIA PARA CONSTRUÇÃO EM MADEIRA12
FIGURA 9 – A ESQUADRIA CHUMBADA NO CONCRETO PRÉ-FABRICADO13
FIGURA 10 – OS TRÊS EIXOS14
FIGURA 1 – PRUMADA, NÍVEL E TALISCA14
FIGURA 12 – OS ALINHAMENTOS16
FIGURA 13 – A LARGURA DA ESQUADRIA17
FIGURA 14 – VERIFICAR A COLOCAÇÃO DO ARREMATE17
FIGURA 15 – A ALTURA DA ESQUADRIA18
FIGURA 16 – REBAIXOS20
FIGURA 17 – GAXETA EM “U”21
FIGURA 18 – GAXETA “CUNHA”21
FIGURA 19 – CALÇOS DE BORDA2
FIGURA 20 – ESQUEMA DE POSICIONAMENTO DE CALÇO DE VIDRO24
FIGURA 21 – O POSICIONAMENTO DA ESQUADRIA27
FIGURA 2 – O ESPAÇAMENTO DAS GRAPAS28

RELAÇÃO DE FIGURAS FIGURA 23 – A SEQUÊNCIA DE INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA ............................ 29

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
FIGURA 24 – TIPOS DE CONTRAMARCOS31
FIGURA 25 – FOLGAS PARA CHUMBAMENTO31
FIGURA 26 – ISOPLETA DE VELOCIDADE BÁSICA DE VENTOS64
FIGURA 27 – PERMEABILIDADE AO AR6
FIGURA 28 – EXEMPLO DE CÁLCULO DE JUNTAS ABERTAS67
FIGURA 29 – CARGAS DE VENTO67
FIGURA 30 – DEFLEXÃO68
FIGURA 31 – ESTANQUEIDADE À ÁGUA70
FIGURA 32 – ATENUAÇÃO ACÚSTICA72
FIGURA 3 – ESFORÇOS DEVIDO AO USO74 – 75
FIGURA 34 – A SOLEIRA DE PORTA BALCÃO83
FIGURA 35 – FALHA DE CHUMBAMENTO84
FIGURA 36 – CANTO DE GAXETA86
FIGURA 37 – TRINCAS NOS VÉRTICES DO VÃO DA ESQUADRIA89
FIGURA 38 – PERFIL PARA INSTALAÇÃO COM ESPUMA94
FIGURA 39 – GABARITO PARA EXECUÇÃO DA REQUADRAÇÃO95
FIGURA 40 – DIMENSIONAMENTO DO GABARITO97
FIGURA 41 – APLICAÇÃO DE ESPUMA DE POLIURETANO104

x FIGURA 42 – DETALHES DA INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO .... 119

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

xi

MEDIÇÃO DE VÃO (PARA FABRICAÇÃO)38
MEDIÇÃO E VÃO (PADRONIZADAS)40
CHUMBAMENTO DA ESQUADRIA41
INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA TIPO “U”)43
INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA “CUNHA”)4
INSTALAÇÃO DE VIDROS (MASSA DE VIDRACEIRO)46
REVISÃO FINAL47
MEDIÇÃO DE VÃO51
CHUMBAMENTO DO CONTRAMARCO53
INSTALAÇÃO DE ESQUADRIAS5
INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA TIPO “U”)57
INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA “CUNHA”)58
REVISÃO FINAL60
PROVIDÊNCIA DO GABARITO107
REQUADRAÇÃO DE VÃO109
INSTALAÇÃO DE ESQUADRIA1

INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA TIPO “U”) ..................................................... 113

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -
INSTALAÇÃO DE VIDROS (GAXETA “CUNHA”)114

xii REVISÃO FINAL ......................................................................................................... 116

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

xiii

TABELA 1 – TOLERÂNCIA DIMENSIONAL DO VIDRO (LARGURA E ALTURA)26
TABELA 2 – TOLERÂNCIA DIMENSIONAL DO VIDRO (ESPESSURA)26
TABELA 3 – ESQUEMA DA INSTALAÇÃO DA ESQUADRIA PADRONIZADA49
TABELA 4 – ESQUEMA DE INSTALAÇÃO DO CONTRAMARCO62
TABELA 5 – CLASSIFICAÇÃO DA ESQUADRIA65
TABELA 6 – EXIGÊNCIAS DE PERMEABILIDADE AO AR6
TABELA 7 – EXIGÊNCIAS DE CARGA DE VENTO69
TABELA 8 – EXIGÊNCIAS DE ESTANQUEIDADE À ÁGUA71
TABELA 9 – CLASSE DE TRANSMISSÃO SONORA73
TABELA 10 – FENÔMENOS DA INFILTRAÇÃO DE ÁGUA79
TABELA 1 – SEQUÊNCIA DE EXECUÇÃO DA REQUADRAÇÃO9

RELAÇÃO DE TABELAS TABELA 12 – ESQUEMA DE INSTALAÇÃO COM ESPUMA DE POLIURETANO .......... 118

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

xiv

Iizuka, Marson Toshiyo. Instalação de Esquadrias de Alumínio: Prática e Inovação. Trabalho Final apresentado ao Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT para obtenção do título de mestre Profissional em Habitação. São Paulo, 2001

O trabalho descreve inicialmente, a técnica praticada na instalação de esquadrias na construção civil brasileira, de característica peculiar, devido à utilização de contramarco chumbado antes da esquadria como forma de preservação da sua integridade física.

As formas de instalação que utilizam contramarcos de materiais como concreto e chapas de aço e os métodos que dispensam o contramarco são expostos com a intenção de acompanhar a sua evolução.

Em seguida apresentam-se as exigências da norma brasileira referente à esquadria, a NBR 10821, revista em 2000.

As principais manifestações patológicas que envolvem as esquadrias são apresentadas com o intuito de orientar os procedimentos de instalação que devem ser obedecidos.

Tais práticas são detalhadas em planilhas demonstrativas nas quais visualizam-se as diversas etapas da instalação, de maneira didática e direta.

Conclui-se o trabalho com a apresentação de um método inovador de instalação de esquadria, com a utilização de gabaritos e da espuma de poliuretano em conjunto ao parafuso e bucha como meio de fixação e vedação.

Palavras-chave: Esquadrias de alumínio; Janelas; Instalação; Espuma de poliuretano expansível; Contramarco; Norma.

-MARSON TOSHIYO IIZUKA -

xv

Iizuka, Marson Toshiyo. Instalação de Esquadrias de Alumínio: Prática e Inovação. Masters Thesis in Civil Engineereing (Dwellings), Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo – IPT. São Paulo, 2001

(Parte 1 de 7)

Comentários