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robotica
(Parte 1 de 5)
Robótica J. A. M. Felippe de Souza
1. - Introdução aos robôs
Os componentes electrónicos.
Os robôs.
A definição de robô.
Os robôs na literatura. A Robótica na literatura.
Os robôs no cinema.
A Robótica na realidade.
Cibernética. Os manipuladores e os robôs móveis na indústria.

Robô da série de TV “Perdidos no Espaço” dos anos 60’s.
J. A. M. Felippe de Souza 1. - Introdução aos robôs
Introdução aos robôs Os componentes electrónicos.
Na primeira metade do século X as válvulas electrónicas de vácuo que eram usadas nos aparelhos eléctricos e electrónicos desde rádios, televisores, telefones, até nos computadores electrónicos.

Fig. 1 - Uma válvula electrónica de vácuo.
Estas válvulas electrónicas de vácuo apresentavam grandes problemas: aqueciam em demasiado; consumiam muita energia; eram lentas; queimavam com frequência.
Na década de 1950 os transístores se tornaram comum e passaram a ser usados em tudo.
Os transístores eram pequenos e vieram substituir estas válvulas electrónicas de vácuo.
Fig. 2 - Transístor. Entretanto os transístores não eram ainda suficientemente pequenos.
Havia um limite de quão pequeno se poderia fazer um transístor pois eles tinham que ser conectados com fios à outros componentes electrónicos do circuito.
Surgiram então os circuitos integrados em 1958. Com os circuitos integrados o circuito todo fica num simples “chip”.
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A velocidade e a eficiência dos computadores aumentaram drasticamente com a introdução dos circuitos integrados.

Fig. 3 - Um circuito integrado dos anos 70’s.
Fig. 4 - Circuitos integrados actuais.
Nesta época surgiu o termo “software”.
Mas em 1970 a INTEL Corporation lançou no mercado um tipo novo de circuito integrado: o microprocessador.
Estes chips concentravam todos os componentes principais de um computador: a CPU (Central Processing Unit) ou Unidade Central de Processamento; a memória; e os controlos de entrada / saída (input / output).
A partir de então surgem os microcomputadores e empresas como a Microsoft, em 1975, a Digital Research Incorporation, em 1976 e a Apple em 1977.
Logo surgem outros microcomputadores, menores e mais baratos. Assim os usuários individuais também começaram a ter acesso à computadores.
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Começa a era dos PC’s.
O termo PC surgiu em 1981 com o IBM-PC (IBM Personal Computer). E em 1984 a Apple introduziu o Macintosh.
Fig. 5 - Dois IBM-PC de 1981 (à esquerda) e dois Apple-Macintosh de 1984 (à direita).
A medida que estes microcomputadores se tornavam mais potentes, foi possível para eles ligarem-se em rede e isso veio por fim dar origem à Internet.
Mas os microprocessadores, foram ficando ainda mais avançados com as técnicas de miniaturização de circuitos.
Fig. 6 - Os microprocessadores Intel 386 e 486.
O microprocessador, ou simplesmente o “processador” é o responsável pelo “pensamento” do computador, determina a capacidade de processamento do computador e também o código de máquina que ele compreende (e, portanto, os programas que ele é capaz de executar).
Um “processador” é basicamente uma CPU num chip.
Microprocessadores não são usados apenas em computadores. Eles invadiram muitas áreas em produtos do nosso dia a dia.
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Equipamentos eléctrico/electrónicos modernos como: câmaras digitais, máquinas fotocopiadoras, máquinas de lavar, forno microondas, telefones, etc., todos hoje têm microprocessadores.
Esses processadores continuaram a evoluir nos anos 90’s com uma maior miniaturização ainda e a preços cada vez mais acessíveis.
Fig. 7 - Os processadores Pentium I (à esquerda) e Pentium IV (à direita).
A redução dos custos de produção e do volume dos componentes permitiram a aplicação destes computadores nos chamados sistemas embutidos, que controlam aeronaves: embarcações; automóveis; e robôs (industriais e não industriais).
Fig. 8 - Um robô industrial (à esquerda) e um robô móvel (à direita).
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Os robôs.
Através dos séculos o homem tem buscado novas formas de melhorar os seus processos produtivos.
A partir da segunda metade do século X a tecnologia se desenvolveu e permitiu automatizar estes processos.
Surgiram conceitos como “robô” e “inteligência artificial”.
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