Aula 3 - Ecologia de População

Aula 3 - Ecologia de População

(Parte 1 de 4)

Número de indivíduos Proporção sexual

Distribuição etária

Distribuição espacial

Distribução temporal

Potencial Biótico

Fitness reprodutivo

Conjunto de indivíduos da mesma espécie que vivem numa área ao mesmo tempo

MÉTODOS DE AMOSTRAGEM DE POPULAÇÕES MÉTODODECONTAGEMTOTALvs. MÉTODOSDEAMOSTRAGEM

Animais que estavam marcados na 2ª amostragem

Total de animais capturados na 2ª amostragem

Animais marcados na 1ª amostragem

Tamanho da população

N= N-1+ (B-D) + (I-E)

ESTIMANDO O TAMANHO DE POPULAÇÕES Natalidade + Imigração Mortalidade + Emigração

População em Crescimento Natalidade + Imigração Mortalidade + Emigração

População em Declínio Natalidade + Imigração =Mortalidade + Emigração

População em Equilíbrio

Dimensão Densidade, abundância ou tamanho baseado no númerode indivíduos

Composição Proporçãodos indivíduos em diferentes estágios/estados (sexo, idade, estágiode desenv.)

Dinâmica

Mudança que ocorrem na dimensãoe na composiçãode uma população

Variância( 2) = Média( x ) e 2/ x = 1

Distribuição espacial refere-se a distribuição dos organismos que compõem um população numa área.

Dispersão refere-se a capacidade que organismos de uma população possui de habitar novos ambientes ou regiões.

Apis melifera DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL E DISPERSÃO

Tabela de vida dinâmica – baseada no estudo de um grupo de indivíduos da mesma idade (coorte) durante toda a suas vidas.

Tabela de vida estática – baseada no estudo de indivíduosde diferentes idades num tempo determinado.

Tabela de vida – forma prática de sumarizar informações demográficas, como: probabilidade de sobrevivência de qualquer idade;

expectativa de vida de diferentes idades

taxas de sobrevivência e de mortalidade

Raymond Pearl

Pearl, R. & Parker, S.L. (1921). Experimental studies on the duration of life: introductory discussion of the duration of life in Drosophila. American Naturalist, 5, 481-509.

x–idadeouestágiode entradano censo lx – proporção da coorte original que sobrevive no estágio x ax – número de indivíduos que sobrevivem no estágio x dx – número de indivíduos que morreram durante o estágio x qx–proporçãode indivíduosqueentrarame morreramno estágio

lx= ax/a0sobrevivência

qx= dx/ax taxa de mortalidade x axlxdxqx

150,0 0 0,0

x axlxdxqx

150,0 0 0,0

mx Fx x–idadeouestágiode entradano censo mx – número médio de filhotes/indivíduo no estágio x Fx–Fecundidade= ax. mxno estágiox ax – número de indivíduos que sobrevivem no estágio x lx – proporção da coorte original que sobrevive no estágio x dx – número de indivíduos que morreram durante o estágio x qx–proporçãode indivíduosqueentrarame morreramno estágio x axlxdxqx

150,0 0 0,0

mx Fx lxmx

R0= médiado númerode filhotes/indivíduo/geração R0= ∑ lxmxTaxa reprodutivalíquida

R0= 1 população estacionária ou equilíbrio

R0> 1 população em crescimento R0< 1 população em declínio

Tabela de vida da gramínea Poaannua.

Idade (x)* Número de vivo Sobreviventes

Taxa de mortalidade (dx)

Taxa de sobrevivência (sx)

Fecundidade (Fx)

Tabela de vida de esquilos-de-Belding (Spermophilus beldingi) nas montanhas de Sierra Nevada (Califórnia)

Tabela reprodutiva de esquilos-de-Belding (Spermophilus beldingi) nas montanhas de Sierra Nevada (Califórnia)

Diagrama de vida de espécies que apresentam semelparidade(A) e com iteroparidade(B).

Representação gráfica de uma população plotada como uma série diagonal de linhas.

S o b r ev ivê n cia

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