Microsoft Word - Relatório de Estágio Supervisionado

Microsoft Word - Relatório de Estágio Supervisionado

(Parte 1 de 7)

Manaus - AM 2008

Manaus – AM 2008

Relatório apresentado à disciplina de Estágio Supervisionado I, como requisito de avaliação, orientado pelo Professor Lucio Fernandes Ferreira.

SIMONE NUNES ALVES Relatório de Estágio Supervisionado apresentado ao Professor Orientador da Disciplina

Lucio Fernandes Ferreira Professor orientador

AGRADECIMENTOS Agradeço a minha família,aos meus amigos e aos professores,que estiveram comigo ao longo do caminho.

“ Os educadores conscientes da ação que praticam e do papel que desempenham não se contentam com a rotina pedagógica e os hábitos escolares estruturados”. (Chaydt, 1997).

Resumo

Este trabalho tem como finalidade relatar as observações e as práticas decorrentes durante o Estágio Supervisionado I em Educação Física, realizadas na Escola Municipal Professora Elena Lucia Monteiro da Silva , localizada na cidade de Manaus, na Rua Tiradentes s/nº no Bairro de Santo Agostinho durante o segundo semestre do corrente ano.Relatando 240 horas da disciplina que tem o objetivo exteriorizar o aprendizado acadêmico fora dos limites da instituição de ensino. É o espaço onde o discente irá desenvolver seus conhecimentos junto a escola pública escolhida. Onde podemos atuar como professores e vivenciar o cotidiano escolar.Durante o estágio procuramos esclarecer como o professor constrói a sua prática desde sua formação e sua atuação docente,ali pude entender que o professor de Educação física é também um educador,e desta forma podemos construir a prática pedagógica contínua e relacionando com a realidade escolar,por isso, este momento oportuniza a experiência a nós futuros educadores. Os processos educativos são muito complexos, e não se definem por uma única variável, pois o âmbito educacional se faz repleto de condicionantes. Neste sentido, a prática pedagógica se configura na interação de todos os elementos que nela intervêm (ZABALA, 1998). Então no dia a dia da escola pude ver que no processo educacional o professor é aquele que faz a mediação das relações educativas e pode transforma a realidade escolar em uma nova perspectiva. Freire (2007) mostra que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua produção ou a sua construção, e nas condições de verdadeira aprendizagem os educandos vão se transformando em reais sujeitos da construção e da reconstrução do saber ensinado, ao lado do educador, igualmente sujeito do processo.

Palavras-chave: educação física, estágio supervisionado I,educador.

Introdução08
1 Desenvolvimento09
1.1 Apresentação09
1.2 Caracterizando a escola09
2 Caracterização da Escola09
2.1 Histórico09
2.2 Níveis de Atuação10
2.3 Público assistido pela escola10
2.4 Serviços Prestados á Comunidade10
3 Espaço Físico10
4 Recursos Disponíveis1
4.1 Recursos Materiais1
4.2 Recursos Financeiros1
5 Estrutura Administrativa1
6 Turmas1
7 Estrutura Pedagógica12
7.1 Currículo e Projeto Político Pedagógico12
7.2 Planejamento12
8 O Estágio Efetivamente12
Conclusão17
Referências18

Introdução

O Estágio Supervisionado I é um componente curricular implementador do perfil do futuro educador e consiste numa atividade, diversificada e indispensável à consolidação de uma formação profissional adequada. Aqui relato as observações que adquiri durante o período em que estive vivenciando o ambiente escolar, juntamente com co-regência e regência, reconhecendo a importância de um bom planejamento de aulas antecipadamente e da escolha certa das abordagens pedagógicas a serem aplicadas. Também inserido no contexto deste relatório apresento as fichas oferecidas pelo professor orientador da disciplina para a obtenção de coleta de dados que auxiliou elaboração do mesmo. Segundo Castellani Filho (1988) a área da Educação Física, em especial a Educação Física Escolar, teve grande desenvolvimento no Brasil nos últimos vinte anos, era considerada uma área de atuação essencialmente prática, sem fundamentação teórica. A vida é movimento e o gesto humano é uma das primeiras manifestações de expressão e comunicação entre o ser e o meio em que ele vive. O exercício das atividades motoras pela criança, exerce papel preponderante no seu desenvolvimento somático e funcional, estimulando e desenvolvendo as suas funções psíquicas. A educação do corpo é o instrumento e fator de equilíbrio geral do organismo (Teixeira, 1978). Ao contrário do que se pensa a Educação Física Escolar não pode ser associada ao esporte de rendimento já que seu objetivo é de promover a socialização e a interação entre as crianças o que também o esporte pode fazer, mais o maior questionamento é que o esporte na escola pode cobrar uma responsabilidade maior querendo uma obtenção de resultados, desta maneira as atividades lúdicas podem ser mais eficazes para promover a socialização e desenvolvimento orgânico e funcional da criança, procurando, através de atividades físicas, melhorar os fatores de coordenação e execução de movimentos. Para atingir este objetivo, Barros e Barros (1972) nos fala que: (...) “as atividades de correr, saltar, arremessar (atletismo ligeiro), trepar, pendurarse, equilibrar-se, levantar e transportar, puxar, empurrar, saltitar, girar, saltar corda permitem a descarga da agressividade, estimulam a auto-expressão, concorrem para a manutenção da saúde, favorecem o crescimento, previnem e corrigem os defeitos de atitude (boa postura)”.

1 Desenvolvimento

1.1 Apresentação No dia 2 de Agosto de 2008 me apresentei a Escola Municipal Professora Elena Lucia Monteiro da Silva ao diretor Geovanni Barbosa de Souza para solicitar o ingresso à instituição, onde pudesse completar minha carga horária na Disciplina Estágio Supervisionado I, sendo aceito. Compareci no dia 25 de agosto, onde iniciaria meu estágio com observações nas aulas do professor Jose Guinemer Fort de Souza Neto de Educação Física.

1.3 Caracterizando a escola Caracterização da comunidade onde a escola está inserida. A localização da “Escola Municipal Eliana Lúcia Monteiro da Silva”, é de fácil acesso, possuindo pavimentação em todas as ruas do seu entorno, saneamento básico e iluminação. Seu público é composto por pessoas de baixa renda, recebe alunos dos bairros: Lírio do Vale Compensa Santo Agostinho, São Francisco, Nova Esperança e Ponta Negra.

2 Caracterização da Escola. 2.1 - Histórico

Nome: Escola Municipal Eliana Lúcia Monteiro da Silva; Fundação: 17 de fevereiro de 2000; Endereço: Rua Tiradentes S/Nº Bairro de Santo Agostinho, Cep 69036-780, Fones: 657-1759 / 656-1481 – Manaus.

Construída pela Prefeitura Municipal de Manaus, na gestão do Prefeito Alfredo Nascimento tendo como Secretário de Educação a Professora Vera Lúcia Edwardes. A construtora responsável pela execução do projeto foi a “Gama Barros”.

2.2 - Níveis de Atuação

A escola funciona em regime de externato com o Ensino Fundamental, de 1ª a 8ª série, com horário de funcionamento:

Turno Matutino das 07:30 às 1:30h Turno Vespertino das 13:30 às 17:30h Turno Noturno das 19:0 às 2:30h

2.3 - Público assistido pela escola

Crianças de ambos os sexos, jovens adolescentes e moças e rapazes do projeto acelerado, moradores dos bairros, Lírio do Vale, Compensa, Santo Agostinho, São Francisco, Nova Esperança e Ponta Negra.

2.4 - Serviços Prestados á Comunidade

Reuniões com pais uma vez por mês, além das reuniões de pais e mestres, mensais e quando necessário.

3 - Espaço Físico

Dependências Quantidade

Salas de aula 10 Banheiros 08 Secretaria 01 Sala da Diretora 01 Cozinha 01 Biblioteca 01 Refeitório 01 Sala de Professores 01 Depósito 01 Jardins de inverno (entre as salas de aula) 02

4 - Recursos Disponíveis 4.1 - Recursos Materiais

Material de Suporte Escolar Quantidade

Televisão 01 Aparelho de Som/Amplificador 05 Caixas de som 02 Retroprojetor e Projetor de Multimídia 01 Computador 05 Mimeógrafo 01

4.2 - Recursos Financeiros A escola sobrevive com verbas repassadas pelo governo municipal. 5 - Estrutura Administrativa

DE Diretor 01

Pedagoga 01 Secretária 01 Professor de Educação Física 03 Professor de Pedagogia (formados) 2 Cozinheira 02 Auxiliar de Serviços Gerais 04 Seguranças (por turno) 01 Bibliotecário (a) 01 Auxiliar Administrativo 03

6 - Turmas

Período Ano Nº de Turmas 1º 01 Matutino 2º 03 Matutino 3º 02 Matutino 4º 01 Matutino 5º 04 Vespertino 6º 03 Vespertino 7º 01 Vespertino 8º 01 Vespertino 5º 02 Noturno 6º 02 Noturno 7º 03 Noturno 8º 01 Noturno EJA I 02 Noturno EJA I 02 Noturno

7 - Estrutura Pedagógica

7.1 - Currículo e Projeto Político Pedagógico

A proposta do currículo pedagógico está em andamento, faltando o Projeto Político Pedagógico.

7.2 - Planejamento

A escola trabalha de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs) e são subordinados as normas efetivadas pela Prefeitura Municipal de Manaus. Busca também uma interação com a comunidade família/escola/alunos, além de promover atividades que permitam uma maior presença e permanência dos alunos na escola. Planejamento geral para a Educação Física não existe na escola, o professor faz seu planejamento de acordo com as normas da Secretaria de Educação e os Parâmetros Curriculares, quinzenalmente e utiliza seus conhecimentos para as habilidades que serão observadas e adquiridas pelos alunos durante estas aulas. Ele utiliza bibliografia, cronograma, objetivos a alcançar nas aulas, faz a programação de suas aulas.

7.3 - Assessoramento

Realizado pela pedagoga, em todos os turnos de aula para os alunos e quando necessário aos professores.

8 – O Estágio Efetivamente Há Escola Municipal Elena Monteiro da Silva, possui 10 turmas do Ensino Fundamental onde todas tem aulas de Educação Físicas, estas são ministradas pelo Professor Neto, recém formado na Universidade Luterana do Brasil, onde participei das aulas de todas as turmas, durante o período de observação verifiquei que mesmo com pouco tempo na escola o professor já estava muito querido pelos alunos que freqüentavam suas aulas. As aulas de Educação Física são propostas como um tempo para os alunos brincarem. São oferecidos materiais como bola e corda, onde ele tem uma criatividade de fazer com que todos os alunos participem. Como a classe social desta escola varia de média à baixa, os alunos não possuem muito acesso a roupas adequadas. Alguns têm, outros não; alguns vão de chinelo de dedo e na hora da aula, tiram para não arrebentar; já outros vão de tênis. As meninas dificilmente usam tênis, mas, em sua maioria, sandálias, chinelos, tamancos e até botas. Quanto ao relacionamento entre os alunos não vi divergências onde se pudesse ser mais enérgicos, vi um quadro muito grande de carência afetiva das crianças, e o professor acaba tendo que suprir de alguma forma este espaço, é sempre abraçado, vi que todos os alunos lhes tem admiração. Comentando com o professor esta carência, ele me confirmou que estas crianças tem diversos problemas em suas casas, pude então compreender. O professor utiliza uma abordagem construtivista, juntamente com a psicomotricidade, baseando-se no PCN’s, dando ênfase ao desenvolvimento cognitivo, afetivo e motor de cada criança respeitando sua individualidade. Também afirmou que os PCN’s nos falam sobre as participações em brincadeiras e jogos que envolvam correr, subir, descer, escorregar, rolar para ampliar gradualmente o conhecimento e controle sobre o corpo e movimento. Recursos de deslocamento e de habilidades de força, velocidade, resistência e flexibilidade nos jogos e brincadeiras. Valorização de suas conquistas corporais. Segundo Freire: “Entre os recursos pedagógicos que a Educação Física utiliza em sua tarefa de ensinar, há um muito particular, que são as atividades corporais provenientes da cultura da criança”.

Apesar de o professor reconhecer que gosta de trabalhar de forma calistenia, utiliza alongamentos em todas as aulas e séries. Vi que o professor faz uso de muitos jogos, alguns até competitivos, porque são estes que os alunos mais solicitavam que acontecessem nas aulas. Quanto às atividades propostas, notou-se que eram muitos semelhantes, às vezes as mesmas, para todas as séries (1º, 2º, 3º e 4º ano do Ensino Fundamental). Como já havia uma programação da semana das crianças previamente marcada, fizemos parte (eu e o estagiário Gilson Coelho) da organização juntamente com o professor titular da instituição, por ser uma atividade fora da escola, levamos as crianças com alguns professores que se propuseram auxiliar, até mesmo nas atividades que foram exercidas pelos alunos, terminamos com agradecimento de toda a escola, pelo auxílio ali dado. Após as fase de observações que durou somente uma semana, passei a me entrosar mais com os alunos por alguns fui bem recebida, por outros houve um grau de dificuldade maior, mais o melhor disso foi o desafio de conquistar alunos já com uma idade avançada naquela série de crianças bem pequenas se sentindo adultos, pude conviver e mostrar que ainda existe uma criança que não foi trabalhada evidenciei muitos fatos de agressividades entre que consegui decifrar o real problema, conquistei cada um deles, com isso as aulas forma muito mais prazerosa para todos, a participação foi unânime de todas as turmas. auxiliei o professor uma tempo pequeno, por minha vontade mesmo resolvi levar alguns materiais extras para a aulas. após todas essas minha observações preparei um plano de aula visando possibilitar aquelas crianças uma ótima experiência corporal com as atividades lúdicas,que os desafiassem,embasado nos objetivos para o desenvolvimento psicomotor, despertar neles o gosto pela atividades físicas dirigidas ou não,proporcionar momentos específicos e experiências corporais,com atividades de velocidade, agilidade,atenção,ritmo entre outros.

Trabalhando e utilizando conteúdo dados em sala de aula na faculdade, usei em meus planos movimentos naturais que ele pudessem fazer sem comprometimento algum, já que a escola crianças portadores de necessidades especiais, sem qualquer constrangimento, com isso pude aplicar caminhadas, corridas, salto, saltitos, arremessos, noções de lateralidade, noções espaciais, coordenação motora ampla com jogos simbólicos, jogos de construção, jogos de regras de uma maneira que houvesse uma competição sadia, já que era sempre o que eles pediam. Não encontrei problema algum com as aulas dadas, alunos participavam com entusiasmo. Seguindo assim a metodologia da disciplina cursada, tendo como o embasamento teórico, o Estágio Supervisionado propriamente dito foi dividido em observação, co regência. No primeiro momento teve como objetivo analisar e debater todas as situações que ocorrem no cotidiano de um professor que atua na área, fazer a avaliação destas observações, identificar as metodologias utilizadas em suas aulas. Já com a co regência atuar juntamente com o professor nas aulas de educação física para começar a entender este meio que é a educação infantil e desenvolvimento. Passando para a regência onde atuamos de forma coerente utilizando os planos já apresentados ao professor orientador da disciplina, fazendo dele um instrumento fundamental para o andamento das aulas. Houve debates e esclarecimentos durante os encontros em sala de aula com cada aluno apresentando seu relatório parcial na vigência do semestre, aprendemos a planejar (o que visar em um planejamento) do Ensino Fundamental, todas as abordagens pedagógicas nas quais poderemos utilizar coerentemente nas atividades dadas. A experiência que tive nesses dias em que passei na escola só me fizeram ver que ainda tem muito que ser feito para melhoria da educação em geral das crianças e que a

Educação Física deve associar o corpo, a emoção, a consciência, a busca do prazer, fazendo o aluno sentir-se bem com o seu corpo no tempo e no espaço. E que devemos utilizar muito a criatividade,para as aulas e Educação Física mais interessantes e desafiadoras.

A experiência que tive durante o estágio foi indispensável para ver que o conhecimento é fundamental na vida acadêmica, que todos os artigos lidos, seminários que foram realizados ao longo do curso, todo seu conteúdo trouxe o embasamento teórico para um discernimento melhor na aplicação da metodologia desenvolvida durante as aulas, aprimorando o nosso desenvolvimento acadêmico. Vivendo a realidade da escola, com o dia a dia de cada criança que tem sua peculiaridade, sua necessidade e até mesmo sua diferença, vendo que o professor tem uma grande contribuição na vida pessoal dos alunos. Ali notei que se torna imprescindível o planejamento de aula prévio para um controle melhor nas práticas ministradas. Concluí que vamos propiciar ao aluno momentos e condições para sua formação pessoal,psíquica, emocional e física,visando o melhor aprendizado do mesmo, através de atividades físicas que a Educação Física pode apresentar.Não recebi este estágio como um bicho de sete cabeças, Porém pude aplicar como pensava em dar certo, com algumas falhas, acertos, anseios e muito estimulo por parte dos alunos. Os verdadeiros estimuladores para que a pratica se tornasse um sucesso, tanto para eles como foi para mim. Foi um desafio que motivou a ter experiências novas. Durante o planejamento das aulas tive dificuldades, apesar das observações anteriores, não me sentia segura,então moldei minhas aulas pensando em cada turma que ali convivi, utilizando o aprendizado da faculdade, principalmente nas disciplinas que direcionavam a criança, o desenvolvimento motor, recreação e lazer, ginástica, alguns esportes onde é trabalhada a iniciação esportiva, dentre outras disciplinas que focalizavam aspectos referentes a essa faixa etária. Acrescentei muito em minha vida as práticas vividas por mim diretamente com alunos. Aprendi muito que fazer e o que não fazer com formas novas de ensinar e aprender, e que a função do profissional de Educação Física Escol, é fazer com que as crianças despertem o lúdico.

ABNT NBR 10719: Preparação de Relatórios Técnico–Científicos. Rio de Janeiro, 1989. Apostila cedida pelo Professor Orientador em sala de aula,(Fichas). BARROS, Daisy., BARROS,Darcymires. Educação Física na Escola Primária. 4 ed. Rio de janeiro: José Olympio,1972. Brasil. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Educação Física/Secretaria de Educação Fundamental. - Brasília: MEC,1998. CASTELLANI FILHO. Educação Física no Brasil : A História que Não se Conta. São Paulo: Papirus, 1988. FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. 45. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2007. FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o Trabalho Científico. Explicitação das Normas. da ABNT. 12 ed. Porto Alegre : s.n., 2003. RABELO, Vitória;PIMENTEL, Figueiredo.268 Jogos Infantis. Vol. I da Coleção Pedagógica,Belo Horizonte:Vila Rica. ZABALA, A. A Prática educativa: Como Ensinar. Porto Alegre: Artmed, 1998.

2) Início da aula Pergunta como foi o final de semana, que elas fizeram,se viajaram? Do que brincaram ? Então ele explica como será a atividade durante a aula,começa a atividade com alongamentos de forma Calistenia, logo após explica quais as regras e solicita que cada um faça certo,alguns alunos prestam atenção outros estão dispersos,conversando.

(Parte 1 de 7)

Comentários