Pasquale C[1]. Neto & Ulisses Infante - Gramática da Língua Portuguesa

Pasquale C[1]. Neto & Ulisses Infante - Gramática da Língua Portuguesa

(Parte 3 de 6)

SEMIVOGAIS Há duas semivogais em português, representadas pelos símbolos /j/ e /w/ e produzidas de forma semelhante às vogais altas /i/ e /u/. A diferença fundamental entre as vogais e as semivogais está no fato de que estas últimas não desempenham o papel de núcleo silábico. Em outras palavras: as semivogais necessariamente acompanham alguma vogal, com a qual formam sílaba. As letras utilizadas para representar as semivogais em português são utilizadas também para representar vogais, o que cria muitas dúvidas. A única forma de diferenciá-las efetivamente é falar e ouvir as palavras em que surgem: país-paisbaú - mau

Em país e baú, as letras i e u representam respectivamente as vogais /i/ e /u/. Já em pais e mau, essas letras representam as sem vogais /j/ e /w/. Isso pode ser facilmente percebido se você observar como a articulação desses sons é diferente em cada caso; além disso, observe que país e baú têm ambas duas sílabas, enquanto pais e mau têm ambas uma única sílaba. Em algumas palavras, encontramos as letras “e” e “o” representando as semivogais: mãe (/mãj/) pão (/pãw/)

- nota da ledora: foto de uma camiseta com a seguinte legenda, estampada na mesma: São Paulo comeu a bola. São Paulo campeão do mundo. - fim da nota da ledora.

Na palavra São, vemos um caso em que a semivogal /w/ é representada pela letra o.

CONSOANTES Para a produção das consoantes, a corrente de ar expirada pelos pulmões encontra obstáculos ao passar pela cavidade bucal. Isso faz com que as consoantes sejam verdadeiros "ruídos", incapazes de atuar como núcleos silábicos. Seu nome provém justamente desse fato, pois, em português, sempre soam com as vogais, que são os núcleos das sílabas. A classificação das consoantes baseia-se em diversos critérios: a) modo de articulação - indica o tipo de obstáculo encontrado pela corrente de ar ao passar pela boca. São oclusivas aquelas produzidas com obstáculo total; são constritivas as produzidas com obstáculo parcial. As constritivas se subdividem em fricativas (o ar sofre fricção), laterais (o ar passa pelos lados da cavidade bucal) e vibrantes (a língua ou o véu palatino vibram); b) ponto de articulação - indica o ponto da cavidade bucal em que se localiza o obstáculo à corrente de ar. As consoantes podem ser bilabiais (os lábios entram em contato), labiodentais (o lábio inferior toca os dentes incisivos superiores), linguodentais (a língua toca os dentes incisivos superiores), alveolares (a língua toca os alvéolos dos incisivos superiores), palatais (a língua toca o palato duro ou céu da boca) e velares (a língua toca o palato mole, ou véu palatino); c) as consoantes podem ser surdas ou sonoras, de acordo com a vibração das cordas vocais, e ainda orais ou nasais, de acordo com a participação das cavidades bucal e nasal no seu processo de emissão. O quadro abaixo reúne esses diversos critérios de classificação.

- nota da ledora: tabela de bilabiais, labiodentais, linguodentais, alveolares, palatares, velares, conforme o descrito acima. - fim da nota da ledora.

Classificação das consoantes portuguesas Observação: Em alguns casos, as consoantes distinguem-se uma da outra apenas pela vibração das cordas vocais. É o que ocorre, por exemplo, com /p/ e /b/ (compare pomba e bomba) ou /t/, e /d/ (compare testa e desta). Nesses casos, as consoantes são chamadas homorgânicas.

c) luar
d) averigúe
h) Taís

ATIVIDADES 1.Classifique Os fonemas representados pelas letras destacadas em vogais ou semivogais: a) sou b) são e) mágoa f) cães g) mais i) soe

2. Substitua as vogais orais representadas pelas letras destacadas nas palavras seguintes por vogais nasais: a) mato b) seda c) cito d) pote e) mudo

3. Substitua cada uma das consoantes representadas pelas letras destacadas nas palavras seguintes pela respectiva consoante homorgânica: a) gado b) teto c) pato d) peixinho e) chato f) vale

4. Leia atentamente, em voz alta, as palavras de cada par seguinte. Procure pronunciálas nitidamente: a) tom/tão b) som/são c) saia/ceia d) comprido/cumprido e) quatro/quadro f) aceitar/ajeitar g) xingar/gingar

4. SILABAS As sílabas são conjuntos de um ou mais fonemas pronunciados numa única emissão de voz. Em nossa língua, o núcleo da sílaba é sempre uma vogal: não existe sílaba sem vogal e nunca há mais do que uma única vogal em cada sílaba. Cuidado com as letras i e u (mais raramente com as letras “e” e “o”), pois, como já vimos, elas podem representar também semivogais, que não são nunca núcleos de sílaba em português. Revista Propaganda Leia e assine O8O-154555 Pro-pa-gan-da é exemplo de palavra polissílaba.

As sílabas, agrupadas, formam vocábulos. De acordo com o número de sílabas que os formam, os vocábulos podem ser: a) monossílabos - formados por uma única sílaba: é, há, ás, cá, mar, flor, quem, quão; b) dissílabos - apresentam duas sílabas: a-i, a-li, de-ver, cle-ro, i-ra, sol-da, trans-por; c) trissílabos - apresentam três sílabas: ca-ma-da, O-da-ir, pers-pi-caz, tungs-tê-nio, felds-pa-to; d) polissílabos - apresentam mais do que três sílabas: bra-si-lei-ro, psi-co-lo-gi-a, a-risto-craci-a, o-tor-ri-no-la-rin-go-lo-gis-ta.

5. ENCONTROS VOCÁLICOS Os encontros vocálicos são agrupamentos de vogais e semivogais, sem consoantes intermediárias. E importante reconhecê-los para fazermos a correta divisão silábica dos vocábulos. Há três tipos de encontros: a) hiato - é o encontro de duas vogais num vocábulo, como em saída (sa-í-da). Os hiatos são sempre separados quando da divisão silábica: mô-o, ru-im, pa-ís; b) ditongo - é o encontro de uma vogal com uma semivogal ou de uma semivogal com uma vogal; em ambos os casos, vogal e semivogal pertencem obviamente a uma mesma sílaba. O encontro vogal + semivogal é chamado de ditongo decrescente (como em moita, cai, mói). O encontro semivogal + vogal forma o ditongo crescente (como em qual, pá-tria, sério). Os ditongos podem ser classificados ainda em orais (todos os apresentados até agora) e nasais (como mãe ou pão); C) tritongo - é a seqüência formada por uma semivogal, uma vogal e uma semivogal, sempre nessa ordem. O tritongo pertence a uma única sílaba: Pa-ra-guai, quão. Os tritongos podem ser orais ( Paraguai) ou nasais (quão).

Observações 1. A terminação -em (/êj/) em palavras como ninguém, alguém, também, porém e a terminação -am (/áw/) em palavras como cantaram, amaram, falaram representam ditongos nasais decrescentes. 2. É tradicional considerar hiato o encontro entre uma semivogal e uma vogal ou entre uma vogal e uma semivogal que pertencem a sílabas diferentes. Isso ocorre quando há contato entre uma vogal e um ditongo, como em i-déi-a, io-iô. 3. Há alguns encontros vocálicos átonos e finais que são chamados de instáveis porque podem ser pronunciados como ditongos ou como hiatos: -ia (pátria), -ie (espécie), -io (pátio), -ua (árdua), -ue (tênue), -uo (vácuo). A tendência predominante é pronunciá-los como ditongos.

6. ENCONTROS CONSONANTAIS O agrupamento de duas ou mais consoantes, sem vogal intermediária, recebe o nome de encontros consonantais: a) consoante + “l” ou “r” - são encontros que pertencem a uma mesma sílaba, como nos vocábulos pra-to, pla-ca, bro-che, blu-sa, trei-no, a-tle-ta, cri-se, cla-ve, fran-co, flan-co; b) duas consoantes pertencentes a sílabas diferentes - é o que ocorre em ab-di-car, subso-lo, ad-vo-ga-do, ad-mi-ti r, al-ge-ma, cor-te. Há grupos consonantais que surgem no início dos vocábulos; são, por isso, inseparáveis: pneu-mo-ni-a, psi-co-se, gno-mo.

7. DÍGRAFOS A palavra dígrafo é formada por elementos gregos: di, "dois", e grafo, "escrever". O dígrafo ocorre quando duas letras são usadas para representar um único fonema. Também se pode usar a palavra digrama (di, "dois"; gramma, "letra") para designar essas ocorrências. Observação Gu e qu nem sempre representam dígrafos. Isso ocorre apenas quando, seguidos de e OU i, representam os fonemas /g/ e /k/: guerra, quilo. Nesses casos, a letra u não corresponde a nenhum fonema. Em algumas palavras, no entanto, o u representa uma semivogal ou uma vogal: agüentar, lingüiça, freqüente, tranqüilo; averigúe, argúi - o que significa que gu e qu não são dígrafos. Também não há dígrafo quando são seguidos de a ou u: quando, aquoso, averiguo.

Podemos dividir os dígrafos da língua portuguesa em dois grupos: os consonantais e os vocálicos. a) dígrafos consonantais ch - representa o fonema /f/: chuva, China; lh - representa o fonema N: alho, milho; nh - representa o fonema /D/: sonho, venho; r - representa o fonema /R/, sendo usado unicamente entre vogais: baro, bira, buro; s - representa o fonema /s/, sendo usado unicamente entre vogais: asunto, asento, isso; sc - representa o fonema /s/: ascensão, descendente; sç - representa o fonema /s/: nasço, cresça; xc - representa o fonema /s/: exceção, excesso; xs - representa o fonema /s/: exsuar, exsudar; gu - representa o fonema /g/: guelra, águia; qu - representa o fonema /k/: questão, aquilo. b) dígrafos vocálicos am e an - representam o fonema /ã/: campo, sangue; em e en - representam o fonema /ê/: sempre, tento; im e in - representam o fonema /i - til /: limpo, tingir; om e on - representam o fonema /õ/: rombo, tonto; um e un - representam o fonema /ú/: nenhum, sunga.

8. DIVISÃO SILÁBICA A divisão silábica gramatical obedece a algumas regras básicas, que apresentaremos a seguir. Se você observar atentamente essas regras, vai perceber que os conceitos que estudamos até agora servem para justificá-las:

a) ditongos e tritongos pertencem a uma única sílaba: au-tô-no-mo, ou-to-no, di-nhei-ro; U-ru-guai, i-guais; b) os hiatos são separados em duas sílabas: du-e-to, a-mên-do-a, ca-a-tin-ga; c) os dígrafos ch, lh, nh, gu e qu pertencem a uma única sílaba: chu-va, mo-lha, es-tanho, guel-ra, a-que-la; d) as letras que formam os dígrafos r, s, sc, sç, xs e xc devem ser separadas: bar-ro, assun-to, des-cer, nas-ço, es-xu-dar, ex-ce-to; e) os encontros consonantais que ocorrem em sílabas internas devem ser separados, excetuando-se aqueles em que a segunda consoante é l ou r: con-vic-ção, as-tu-to, ap-to, cír-cu-lo, ad-mi-tir, ob-tu-rar, etc.; mas a-pli-ca-ção, a-pre-sen-tar, a-brir, re-tra-to, deca-tio. Lembre-se de que os grupos consonantais que iniciam palavras não são separáveis: gnós-ti-co, pneu-má-ti-co, mne-mô-ni-co. O conhecimento das regras de divisão silábica é útil para a tranlineação das palavras, ou seja, para separá-las no final das linhas. Quando houver necessidade da divisão, ela deve ser feita de acordo com as regras acima. Por motivos estéticos e de clareza, devem-se evitar vogais isoladas no final ou no início de linhas, como a-/sa ou jundia/-í. Também se aconselha a repetição do hífen quando a divisão coincidir com a de um hífen preexistente (pré-datado e disse-me, por exemplo, translineados pré-/-datado e disse-/-me).

Ortoepia ou Ortoépia Formado por elementos gregos (orto, "correto"; epos, "palavra"), ortoepia ou ortoépia é o nome que designa a parte da Fonologia que cuida da correta produção oral das palavras. Colocamos abaixo uma relação que você deve ler cuidadosamente em voz alta: lembre-se de que estamos falando da forma de pronunciar essas palavras de acordo com o padrão culto da língua portuguesa, importante para você comunicar-se apropriadamente em vários momentos de sua vida. advogado aforismo aterrissagem adivinhar babadouro bebedouro bandeija barganha beneficência, beneficente cabeçalho cabeleireiro caranguelo cataclismo digladiar disenteria empecilho engajamento estourar (estouro, estouras, etc.) estupro/estuprar fratricídio frustração, frustrar lagarto, lagartixa manteigueira mendigar, mendigo meritíssimo meteorologia mortadela prazeroso, prazerosamente privilégio propriedade, próprio prostração, prostrar reivindicar roubar (roubo, roubas, etc.) salsicha tireóide umbigo

j)claustrofobia
I)melancia
r)balões
s)ação

ATIVIDADES 1. Classifique os encontros vocálicos das palavras abaixo: a) alguém b) trouxeram c) diáspora d) Mooca e) tuiuiú f) Piauí g) idéia h) gênio i) tireóide m) saíram n) sobressai o) sobressaí p) iguais q) circuito

l)flexa
m) bloqueio

2. Indique, nas palavras a seguir, os dígrafos consonantais e os encontros consonantais: a) digrama b) adquirir c) brita d) nascer e) excelente f) massa g) pleno h) chave i) crítico j) nasça n) interpretar o) classificação p) oftalmologista q) terodáctilo

3. Divida em sílabas as palavras seguintes: a) substância b) surpreendente c) adquirir d) adivinhar e) ruim f) gratuito g) atualização

I)pneumático
m) adventício
n)introspecção
o)feldspato

h) abscesso i) psiquiatria j) melancia

TEXTOS PARA ANÁLISE - nota da ledora: nesta página, anúncio do carro Astra, ocupando meia página, com a legenda: O Astra não é mais Caro. É mais CARRO. - fim da nota da ledora.

TRABALHANDO TEXTO: Observe o texto publicitário acima e responda: de que forma seus conhecimentos de Fonologia podem explicar os efeitos sonoros obtidos?

Está na cara, está na cura Está na cara, você não vê, Que a caretice está no medo, Você não vê. Está na cara, você não vê, Que o medo está na Medula, você não vê. Está na cara, você não vê, Que o segredo está na Cura, está na cara, Está na cura desse medo. Quem tem cara tem medo, Quem tem medo tem cura, Essa história de medo é caretice pura. Vou brincar, que ainda é cedo, Que o brinquedo está na Cara, está na cara. Está na cara Que o segredo está na cura do medo.

(GIL. Gilberto. In: Gilberto Gil. São Paulo, Abril, 1982. p. 87- 8. Literatura comentada.).

1. Defina fonema a partir da comparação entre as palavras cara e cura. 2. Diga quantos fonemas e quantas letras têm as palavras: que, história, desse, ainda.

3. Retire do texto exemplos de: a) ditongos crescentes e decrescentes; h) dígrafos vocálicos e dígrafos consonantais; c) encontros consonantais; d) hiatos. 4. A letra u representa o mesmo fonema em vou e cura? Explique. 5. O texto explora sonoridades de forma expressiva? Comente. 6. O segredo está realmente na cura do medo? Comente.

Como um samba de adeus

Quanto tempo Mina d'água do meu canto Manso Piano e voz Vento Campo Dentro Antro Onde reside o lamento Preto Da minha voz Tanto Tempo Como nunca mais, eu penso Como um samba de adeus Com que jeito acenar O meu lenço Branco Quanto tempo Pode durar um espanto Onde lançar a voz Tempo Tanto

(HOLLANDA. Chico Buarque de, e VELOSO, Caetano. In: Nina d’água do meu canto - Gal Costa - CD Sonopress (7432126323-2,1995.)

TRABALHANDO TEXTO 1. Defina fonema a partir do contraste entre os vocábulos canto e tanto

2. Retire do texto exemplos de ditongos e hiatos.

3. Retire do texto exemplos de encontros consonantais. Em qual seqüência do texto esses encontros são particularmente expressivos?

4. Explique a diferença entre os elementos destacados nas palavras que e quando.

5. Faça um levantamento dos dígrafos vocálicos presentes no texto e responda: há algum tipo de fonema predominante na canção? Comente.

6. A construção do texto se baseia no conteúdo das palavras ou na sua sonoridade? Comente.

QUESTÕES E TESTES DE VESTIBULARES 1. (Univ. Alfenas-MG) Assinale a alternativa que identifica os encontros vocálicos e consonantais presentes nos três grupos de palavras abaixo, na mesma ordem de ocorrência em cada um deles. Os três grupos apresentam os mesmos encontros vocálicos e consonantais, pela ordem. I. poema, reino, pobre, não, chave I. realize, perdeu, escrevê-lo, estão, que I. dia, mais, contempla, então, lhe a) ditongo crescente, ditongo crescente, encontro consonantal, ditongo decrescente, dígrafo b) ditongo crescente, ditongo decrescente, encontro consonantal, dígrafo, encontro consonantal c) ditongo decrescente, hiato, dígrafo, ditongo decrescente, encontro consonantal d) hiato, ditongo crescente, encontro consonantal, ditongo decrescente, dígrafo e) hiato, ditongo decrescente, encontro consonantal, ditongo decrescente, dígrafo

2. (PUCSP) Nas palavras enquanto, queimar, folhas, hábil e grossa, constatamos a seguinte seqüência de letras e fonemas: a) 8 - 7, 7 - 6, 6 - 5, 5 - 4, 6 - 5 b) 7 - 6, 6 - 5, 5 - 5,5 - 5,5 - 5 c) 8 - 5, 7 - 5, 6 - 4, 5 - 4,5 - 4 d) 8 - 6,7 - 6, 6 - 5,5 - 4, 6 - 5 e) 8 - 5, 7 - 6, 6 - 5,5 - 5,5 - 5

3. (PUCSP) Indique a alternativa em que todas as palavras têm a mesma classificação no que se refere ao número de sílabas: a) enchiam, saíam, dormiu, noite b) feita, primeiro, crescei, rasteiras c) ruído, saudade, ainda, saúde d) eram, roupa, sua, surgiam e) dia, sentia, ouviam, loura

4. (PUCSP) Indique a alternativa onde constatamos, em todas as palavras, a semivogal i: a) cativos, minada, livros, tirarem b) oiro, queimar, capoeiras, cheiroso c) virgens, decidir, brilharem, servir d) esmeril, fértil, cinza, inda e) livros, brilharem, oiro, capoeiras

5. (PUCC-SP) Assinale a alternativa que apresenta tritongo, hiato, ditongo crescente e dígrafo: a) quais, saúde, perdoe, álcool b) cruéis, mauzinho, quais, psique c) quão, mais, mandiú, quieto d) agüei, caos, mágoa, chato e) n.d.a.

6. (ITA-SP) Dadas as palavras: 1) des-a-ten-to 2) sub-es-ti-mar 3) trans-tor-no constatamos que a separação silábica está correta: a) apenas em 1 b) apenas em 2 c) apenas em 3 d) em todas as palavras e)n.d.a.

7. (ITA-SP) Dadas as palavras: 1) tung-stê-nio 2) bis-a-vô 3) du-e-lo constatamos que a separação silábica está correta: a) apenas em 1 b) apenas em 2 c) apenas em 3 d) em todas as palavras e) n.d.a.

8. (UnB-DF) Marque a opção em que todas as palavras apresentam um dígrafo: a) fixo, auxílio, tóxico, exame b) enxergar, luxo, bucho, olho c) bicho, passo, carro, banho d) choque, sintaxe, unha, coxa

9. (FASP) Indique a alternativa cuja seqüência de vocábulos apresenta, na mesma ordem, o seguinte: ditongo, hiato, hiato, ditongo: a) jamais, Deus, luar, daí b) jóias, fluir, jesuíta, fogaréu c) ódio, saguão, leal, poeira d) quais, fugiu, caiu, história

10. (FASP) Assinale a alternativa que apresenta os elementos que compõem o tritongo: a) vogal + semivogal + vogal b) vogal + vogal + vogal c) semivogal + vogal + vogal d) semivogal + vogal + semivogal

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