Tubulações Industriais

Tubulações Industriais

(Parte 4 de 5)

S= Tensão admissível do material em psig

TABELA DE DIMENSÕES DE TUBOS – ANEXO 1/AULA1

SEÇÕES TRANSVERSAIS EM TUBOS DE 1” DE DIÂMETRO NOMINAL

NORMALIZAÇÃO DA ABNT – P-PB-225 Diâmetros Séries

(OS DIÂMETROS DE 1 ¼”, 3 ½” E 5” SÃO POUCO USADOS NA PRÁTICA)

TABELA DE DIMENSÕES DE ROSCAS – ANEXO 2/AULA1

TUBULAÇÕES INDUSTRIAS AULA 1 Prof. Clélio

Da vazão necessária de fluido Das diferenças de cotas existentes Das pressões disponíveis Das velocidades e perdas de carga admissíveis Da natureza do fluido

Do material e tipo da tubulação

EXCEÇÕES Diâmetro do bocal do equipamento (TUBOS CURTOS) Vão entre os suportes (VAZÕES PEQUENAS)

Função das velocidades de escoamento ou Das perdas de carga

TABELA DE VELOCIDADES ECONÔMICAS – ANEXO 3/AULA1

GRANDEZAS CONHECIDAS (Cálculo da perda de carga)

Vazão Cota e pressão dos pontos extremos

Natureza do líquido (vP,,υγ) Comprimento equivalente

1. QUANTO MAIOR A PERDA DE CARGA MAIOR A ENERGIA PERDIDA 2. PARA DIMINUIR A PERDA DE CARGA É PRECISO AUMENTAR O DIÂMETRO

3. RESULTA EM UM PROBLEMA ECONÔMICO

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CÁLCULO DA ESPESSURA DA PAREDE DO TUBO ( Em função da pressão interna)

PD t21=; Onde t1 = Espessura da parede P = Pressão interna

D = Diâmetro externo Sh = Tensão admissível do material na temperatura de projeto

SÓ PODE SER UTILIZADA SE O DIÂMETRO EXTERNO FOR MAIOR QUE 6 (seis) VEZES A ESPESSURA DA PAREDE

CÁLCULO DA ESPESSURA DE PAREDE (Norma ANSI/ASME. B.31)

,ou ()C

Onde: P = pressão interna de projeto.

D = diâmetro externo; d = diâmetro interno

Sh= tensão admissível do material na temperatura de projeto. E = coeficiente de eficiência de solda:

E=1 Para tubos sem costura e tubos com costura por solda de topo, totalmente radiografa. E=0,9 Para tubos com costura por solda de topo, radiografia parcial

E=0,85 Idem, sem radiografia, solda pelos dois lados.

E=0,8 Idem, Idem, solda por um só lado. Y = coeficiente de redução de acordo com o material e a temperatura.

Y=0,4 Para tubos de aço carbono e outros aços ferríticos, em temperaturas de até 485 °C. Y=0 Para tubos de ferro fundido.

C = soma das sobreespessura para corrosão, erosão e abertura de roscas.

AS FÓRMULAS NÃO PODEM SER APLICADAS QUANDO P/SE > 0,385 E TAMBÉM QUANDO t > D/6

TAXA ANUAL DE CORROSÃO PELO NÚMERO DE ANOS DA VIDA ÚTIL; PARA TUBULAÇÕES EM GERAL, TOMA-SE DE 10 A 15 ANOS DE VIDA ÚTIL.

1. 1,2 m como valor mínimo para a sobreespessura de corrosão

2. 2,0 m em serviços de média corrosão 3. até 4,0 m em serviços de alta corrosão

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DEFINIÇÃO DE UM TUBO (Especificação para Compra)

TIPO DE EXTREMIDADE Ponta lisa

Ponta chanfrada (especificada) Ponta rosqueada (especificada)

PROCESSO DE FABRICAÇÃO (com ou sem costura)

QUANTIDADE Normalmente indica-se a quantidade total em unidade de comprimento ou em peso.

A indicação do comprimento da vara de tubo não é importante porque pode haver variação, em função do processo de fabricação

SÃO PADRONIZADOS PELO DIÂMETRO EXTERNO DE 2” A 48” COM AS

Lisa EXTREMIDADES Flange Integral

Ponta e Bolsa

SEGUEM AS NORMAS EB-43 e P-EB-137 DA ABNT E SÃO TESTADOS PARA PRESSÕES DE ATÉ 3 MPa (≅30 Kgf/cm2)

FERRO FUNDIDO NODULAR Adição de Si, Cr ou NiAumenta a

resistência mecânica.

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Comparação geral com o Aço Carbono:

Melhor resistência à corrosão

(Parte 4 de 5)

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