agentes deterioradores da madeira

agentes deterioradores da madeira

Tanto o mofo como algumas outras classes de microorganismos não afetam a resistência da madeira já que se alimentam dos conteúdos das cavidades celulares, e não das paredes das células. Quase todos eles são incapazes de atacar a madeira quando a porcentagem de umidade se encontra abaixo do ponto de saturação das fibras (conteúdo de umidade variável de essência para essência, próximo a 25%). A existência do mofo em um pedaço de madeira pode ser facilmente visualizado devido à existência de colônias que dão à sua superfície um aspecto “algodoado”. A coloração dessas colônias pode variar do branco ao preto, e se apresentam quando a umidade é muito elevada. Quando a madeira se encontra seca, o mofo poderá ser retirado sem que a resistência da madeira sofra qualquer alteração.

  • Tanto o mofo como algumas outras classes de microorganismos não afetam a resistência da madeira já que se alimentam dos conteúdos das cavidades celulares, e não das paredes das células. Quase todos eles são incapazes de atacar a madeira quando a porcentagem de umidade se encontra abaixo do ponto de saturação das fibras (conteúdo de umidade variável de essência para essência, próximo a 25%). A existência do mofo em um pedaço de madeira pode ser facilmente visualizado devido à existência de colônias que dão à sua superfície um aspecto “algodoado”. A coloração dessas colônias pode variar do branco ao preto, e se apresentam quando a umidade é muito elevada. Quando a madeira se encontra seca, o mofo poderá ser retirado sem que a resistência da madeira sofra qualquer alteração.

A madeira como material renovável e importante pode ser deteriorada por agentes biológicos, por reações químicas e muitos outros agente, os quais causam prejuízos a ambos, produtores e consumidores, tanto no que se refere ao material como na mão-de-obra para substituí-lo.

  • A madeira como material renovável e importante pode ser deteriorada por agentes biológicos, por reações químicas e muitos outros agente, os quais causam prejuízos a ambos, produtores e consumidores, tanto no que se refere ao material como na mão-de-obra para substituí-lo.

  • Existem também madeira de várias espécies florestais com substâncias tóxicas impregnadas naturalmente pela árvore. A impregnação natural destas substâncias na madeira, normalmente é a responsável pela transformação da madeira do lenho juvenil / alburno em madeira de cerne, com certa durabilidade, a que denominamos “resistência natural da madeira”.

No decorrer de milhões de anos de evolução, a natureza selecionou organismos que obtêm alimento direta ou indiretamente da madeira.

  • No decorrer de milhões de anos de evolução, a natureza selecionou organismos que obtêm alimento direta ou indiretamente da madeira.

  • Entre eles, se incluem bactérias, fungos, insetos, moluscos e crustáceos, que decompõem a madeira para utilizar os seus constituintes como fonte de energia.

  • Os agentes físicos e químicos atuam em conjunto com os biológicos na madeira, acelerando o processo de deterioração. Destes agentes, os biológicos são os de maior importância, sendo os fungos os responsáveis pela maior proporção de danos causados à madeira.

As bactérias atacam a madeira no estado úmido. Esta condição pode ser possível quando a madeira é recém abatida, está submersa em água ou é reumedecida.

  • As bactérias atacam a madeira no estado úmido. Esta condição pode ser possível quando a madeira é recém abatida, está submersa em água ou é reumedecida.

  • Como resultado do ataque de bactérias, a madeira fica “perfurada” e tem sua higrospocidade aumentada. A alteração desta propriedade da madeira é normalmente indesejada, pois geralmente é responsável por problemas durante a sua secagem e na sua utilização.

O ataque de bactérias xilófagas é mais difícil de perceber e dura muitos anos, normalmente sem efeitos evidentes de imediato. É comum em madeiras que estarão expostas a condições anaeróbias (submersas ou enterradas). Caracteriza-se em alguns casos pelo aparecimento de manchas que progressivamente tornam-se amolecidas. As bactérias desempenham uma posição importante na colonização de xilófagos, pois, em geral, antecedem e podem favorecer a colonização por fungos.

  • O ataque de bactérias xilófagas é mais difícil de perceber e dura muitos anos, normalmente sem efeitos evidentes de imediato. É comum em madeiras que estarão expostas a condições anaeróbias (submersas ou enterradas). Caracteriza-se em alguns casos pelo aparecimento de manchas que progressivamente tornam-se amolecidas. As bactérias desempenham uma posição importante na colonização de xilófagos, pois, em geral, antecedem e podem favorecer a colonização por fungos.

Além do ataque enzimático as bactérias podem produzir sustâncias que inibam (mais usual) ou favoreçam o desenvolvimento de outros agentes. Por tal razão, mesmo que o ataque seja lento, as bactérias desempenham um papel importante na biodeterioração: Na madeira úmida ou com elevado teor de umidade, são os primeiros organismos a se instalarem, e normalmente promovem interações com outros tipos de organismos xilófagos.

  • Além do ataque enzimático as bactérias podem produzir sustâncias que inibam (mais usual) ou favoreçam o desenvolvimento de outros agentes. Por tal razão, mesmo que o ataque seja lento, as bactérias desempenham um papel importante na biodeterioração: Na madeira úmida ou com elevado teor de umidade, são os primeiros organismos a se instalarem, e normalmente promovem interações com outros tipos de organismos xilófagos.

Os fungos são agentes biológicos que atacam a madeira em maiores proporções, pois encontram condições para utilização dos constituintes da madeira

  • Os fungos são agentes biológicos que atacam a madeira em maiores proporções, pois encontram condições para utilização dos constituintes da madeira

  • em quase todas as condições de utilização deste material. A ocorrência de uma ou mais espécies de fungos está em função das condições em que estes organismos se encontram, bem como da compatibilidade existente entre eles. Assim é comum observarmos um único tipo de fungo ativo no processo de deterioração de uma peça de madeira / produto de madeira.

Para a maioria dos fungos xilófagos, a temperatura ideal para o desenvolvimento varia entre 25o a 30oC. Contudo, o ataque de fungos pode ocorrer a temperaturas de 0o a 40oC havendo, porém, alguns fungos ainda ativos na madeira que, eventualmente, apresentam outros valores de temperatura

  • Para a maioria dos fungos xilófagos, a temperatura ideal para o desenvolvimento varia entre 25o a 30oC. Contudo, o ataque de fungos pode ocorrer a temperaturas de 0o a 40oC havendo, porém, alguns fungos ainda ativos na madeira que, eventualmente, apresentam outros valores de temperatura

Os fungos causadores de bolores ficam aparentes na superfície da madeira, especialmente quando úmida, alterando apenas a aparência da peça que, aplainada ou lixada, pode ser aproveitada. Os fungos manchadores utilizam como nutrientes substâncias contidas nas células do parênquima, como amido, açúcares, sais minerais e outros da madeira recém-abatida ou durante a secagem ao ar livre, comprometendo seu aspecto estético. Já os fungos apodrecedores apresentam potencialidades deterioradoras dos compostos da parede celular, catalisando-os e transformando-os em substâncias menos complexas e solúveis, que podem ser absorvidas e digeridas pelos fungos resultando em vários tipos de apodrecimentos na madeira. Tal fato é determinante na utilização da madeira nas várias atividades humanas como fabricação de móveis, estruturas, utilidades domésticas e outros usos

  • Os fungos causadores de bolores ficam aparentes na superfície da madeira, especialmente quando úmida, alterando apenas a aparência da peça que, aplainada ou lixada, pode ser aproveitada. Os fungos manchadores utilizam como nutrientes substâncias contidas nas células do parênquima, como amido, açúcares, sais minerais e outros da madeira recém-abatida ou durante a secagem ao ar livre, comprometendo seu aspecto estético. Já os fungos apodrecedores apresentam potencialidades deterioradoras dos compostos da parede celular, catalisando-os e transformando-os em substâncias menos complexas e solúveis, que podem ser absorvidas e digeridas pelos fungos resultando em vários tipos de apodrecimentos na madeira. Tal fato é determinante na utilização da madeira nas várias atividades humanas como fabricação de móveis, estruturas, utilidades domésticas e outros usos

O controle da deterioração de madeiras suscetíveis a fungos, é normalmente feito com o uso de produtos químicos, tóxicos aos organismos adaptados a este tipo de substrato. No entanto, a simples manipulação das variáveis necessárias para o desenvolvimento de fungos na madeira, é uma das alternativas existentes e poderá ser uma prática economicamente viável.

  • O controle da deterioração de madeiras suscetíveis a fungos, é normalmente feito com o uso de produtos químicos, tóxicos aos organismos adaptados a este tipo de substrato. No entanto, a simples manipulação das variáveis necessárias para o desenvolvimento de fungos na madeira, é uma das alternativas existentes e poderá ser uma prática economicamente viável.

a) Eliminação da umidade: A secagem rápida da madeira é normalmente a forma mais eficiente de controle de fungos, mas está em função da agilidade a empresa no desdobro da tora, após o abate da árvore, e limitada à existência de secadores adequados para esta finalidade.

  • a) Eliminação da umidade: A secagem rápida da madeira é normalmente a forma mais eficiente de controle de fungos, mas está em função da agilidade a empresa no desdobro da tora, após o abate da árvore, e limitada à existência de secadores adequados para esta finalidade.

  • b) Eliminação do oxigênio: As práticas mais usuais para a eliminação do oxigênio incidente sobre a superfície da madeira, consistem em submergir o material em água, enterrá-lo ou mantê-lo sob pulverização de água intermitente, para a formação de uma lâmina de água sobra a superfície da madeira, isolando-a do oxigênio livre existente no ar.

Principais fungos causadores: Ascomicetos e Deuteromicetos.

  • Principais fungos causadores: Ascomicetos e Deuteromicetos.

  • Forma de ataque: Normalmente os fungos manchadores se desenvolvem a partir de esporos que entram em contato com a superfície da madeira, penetrando nas cavidades celulares e se proliferando de célula pelas pontuações, em profundidade na madeira.

  • Apenas a madeira de alburno de espécies suscetíveis é atacada, sendo a de cerne imune.

Características da madeira atacada: A madeira atacada por fungos manchadores adquire colo-ração que a desvaloriza comercial-mente para várias finalidades. No entanto, a perda de peso e das propriedades mecânicas normalmente não são observadas a níveis significativos. Segundo a literatura, a velo-cidade de penetração de fungos manchadores é diferente nos três sentidos anatômicos da madeira, sendo maior no sentido longitudinal e tangencial, respectivamente.

  • Características da madeira atacada: A madeira atacada por fungos manchadores adquire colo-ração que a desvaloriza comercial-mente para várias finalidades. No entanto, a perda de peso e das propriedades mecânicas normalmente não são observadas a níveis significativos. Segundo a literatura, a velo-cidade de penetração de fungos manchadores é diferente nos três sentidos anatômicos da madeira, sendo maior no sentido longitudinal e tangencial, respectivamente.

As manchas na madeira podem ser ocasionadas por fungos cromogenos ou por mudanças químicas, devido aos distintos materiais que se infiltram nas cavidades celulares. Estas últimas não afetam as características da madeira. As ocasionadas pelo crescimento de fungos têm efeitos adversos sobre a madeira. Como exemplo pode-se citar as manchas azuis, as quais não afetam a resistência das madeiras, mas sim sua

  • As manchas na madeira podem ser ocasionadas por fungos cromogenos ou por mudanças químicas, devido aos distintos materiais que se infiltram nas cavidades celulares. Estas últimas não afetam as características da madeira. As ocasionadas pelo crescimento de fungos têm efeitos adversos sobre a madeira. Como exemplo pode-se citar as manchas azuis, as quais não afetam a resistência das madeiras, mas sim sua

  • aparência. As manchas têm uma penetração tal que, ao contrário do mofo, não podem ser retiradas da superfície.

Ascomicetos e deuteromicetos. As manchas são provocadas pelas pigmentação das hifas (estruturas filamentosas) ou devido às substâncias pigmentadas que estas expelem quando são hifas hialinas.

  • Ascomicetos e deuteromicetos. As manchas são provocadas pelas pigmentação das hifas (estruturas filamentosas) ou devido às substâncias pigmentadas que estas expelem quando são hifas hialinas.

Como não se pode evitar a penetração destes fungos sem tratar a madeira imediatamente após a sua exposição ao meio ambiente, a sua descoloração poderá ser prevenida com a aplicação de alguns produtos químicos, após o seu processamento primários, capazes de se difundir até a profundidade já atingida pelos fungos, antes que ocorra a pigmentação, como:

  • Como não se pode evitar a penetração destes fungos sem tratar a madeira imediatamente após a sua exposição ao meio ambiente, a sua descoloração poderá ser prevenida com a aplicação de alguns produtos químicos, após o seu processamento primários, capazes de se difundir até a profundidade já atingida pelos fungos, antes que ocorra a pigmentação, como:

a) Protegendo-se os topos das toras, entradas dos galhos e áreas descascadas das toras como produtos químicos adequados. Para tanto, considerar a necessidade de dar proteção às regiões que causarão maior dano à madeira da tora, em função da velocidade de propagação do fungo na madeira - sentido anatômico da madeira, e ao processo de industrialização a ser utilizado.

  • a) Protegendo-se os topos das toras, entradas dos galhos e áreas descascadas das toras como produtos químicos adequados. Para tanto, considerar a necessidade de dar proteção às regiões que causarão maior dano à madeira da tora, em função da velocidade de propagação do fungo na madeira - sentido anatômico da madeira, e ao processo de industrialização a ser utilizado.

  • Como exemplo destas considerações, pode-se citar as entradas dos galhos como as mais importantes na transformação de toras em tábuas, tendo em vista que o fungo penetrará com maior facilidade para o interior das toras pelo sentido longitudinal do tecido lenhoso, e perpendicularmente ao sentido longitudinal da tora, em quase toda sua profundidade. O mesmo não é tão preocupante quando trata-se dos topos das toras, pelo fato que posterior-mente ao seu desdobro as tábuas são destopadas, normalmente eliminando-se todo o material atacado.

  • Da mesma forma, a madeira ex-posta onde ocorreu descasca-mento da tora pode não merecer preocupação se estas forem desdobradas em tempo adequado, pelo fato da penetração do fungo no sentido radial ser mais lenta, bem como que grande parte do material atacado é eliminado como costaneira.

b) Evitando-se a secagem excessiva das toras, antes da prática do desdobro: entre outras alternativas, esta prática poderá ser efetuada com o selamento dos topos e o armazenamento das toras em locais pouco ventilados e com alta umidade relativa, antes de serem removidas da área florestal e , posteriormente, sob sistema de pulverização de água no pátio de toras.

  • b) Evitando-se a secagem excessiva das toras, antes da prática do desdobro: entre outras alternativas, esta prática poderá ser efetuada com o selamento dos topos e o armazenamento das toras em locais pouco ventilados e com alta umidade relativa, antes de serem removidas da área florestal e , posteriormente, sob sistema de pulverização de água no pátio de toras.

  • O tratamento para prevenir o ataque de fungos manchadores na madeira é efetuado par garantir proteção temporária do material, até que se complete a sua secagem e seja comercializado ou utilizado em processos de transformação secundária. Normalmente ele é efetuado molhado-se a superfície da madeira com solução ou emulsão preservante, imediatamente ao seu processamento primário.

  • Após este período, o produto aplicado é eliminado no processo de transformação secundária da madeira.

Ascomicetos, deuteromicetos e, menos freqüentemente, ficomicetos que atacam a madeira provocando o emboloramento. Estes fungos preferem as células do parênquima radial devido a grande quantidade de substâncias nutritivas que acumulam, uma vez que alimentam-se do conteúdo presente no lume das células.    

  • Ascomicetos, deuteromicetos e, menos freqüentemente, ficomicetos que atacam a madeira provocando o emboloramento. Estes fungos preferem as células do parênquima radial devido a grande quantidade de substâncias nutritivas que acumulam, uma vez que alimentam-se do conteúdo presente no lume das células.    

Características da madeira atacada: A madeira atacada por fungos emboloradores apresenta-se com o fungo aparentemente somente em suas superfícies, mas suas hifas penetram no alburno em profundidade.

  • Características da madeira atacada: A madeira atacada por fungos emboloradores apresenta-se com o fungo aparentemente somente em suas superfícies, mas suas hifas penetram no alburno em profundidade.

  • Normalmente o ataque causado por fungos emboloradores não danifica a parede celular a nível significativo. Ele acontece predominantemente nas células do tecido radial da madeira e em tecidos vizinhos a este, pela existência de materiais nutritivos em abundância nesta região. Conseqüentemente, a ação destes microorganismos causa a “perfuração” dos raios da madeira, tornando-a mais higroscópica que no seu estado original.

  • Controle: Apesar da grande diferença existente entre estes fungos e os fungos manchadores, e deste com as bactérias, o trata-mento preventivo para todos estes indivíduos deve ser o mesmo. Assim, o produto preservante deve conter princípios ativos eficazes a todos os agentes que possam danificar a madeira nesta condição, até que seque a níveis inferiores a 20% de teor de umidade, e deve

  • ser aplicado em concentrações que garantam uma re-tenção adequada do produto, para conferir proteção à madeira.

Basidiomicetos que atacam a parede secundária e a lignina presente na madeira. Podem ocorrer linhas enegrecidas que margeiam a área afetada.

  • Basidiomicetos que atacam a parede secundária e a lignina presente na madeira. Podem ocorrer linhas enegrecidas que margeiam a área afetada.

A madeira, que apresenta podridão-branca, perde seu aspecto lustroso e sua cor natural, tornando-se esbranquiçada. Isso se deve à destruição dos pigmentos em razão do ataque de fungos. Em alguns casos linhas escuras demarcam a região afetada e, quando a colonização já se encontra em fase adiantada, a madeira torna-se desfiável. Esses fungos pertencem aos basidiomycetos e são capazes de destruir os componentes da madeira (celulose, hemicelulose, lignina e outros carboidratos) causando uma progressiva perda de sua massa e diminuição de suas propriedades físicas e mecânicas

  • A madeira, que apresenta podridão-branca, perde seu aspecto lustroso e sua cor natural, tornando-se esbranquiçada. Isso se deve à destruição dos pigmentos em razão do ataque de fungos. Em alguns casos linhas escuras demarcam a região afetada e, quando a colonização já se encontra em fase adiantada, a madeira torna-se desfiável. Esses fungos pertencem aos basidiomycetos e são capazes de destruir os componentes da madeira (celulose, hemicelulose, lignina e outros carboidratos) causando uma progressiva perda de sua massa e diminuição de suas propriedades físicas e mecânicas

Ascomicetos e deuteromicetos. As hifas penetram na parede secundária das células, tornando a madeira amolecida e causando degeneração em todas as suas características mecânicas. Os fungos causadores de podridão-mole se distinguem dos demais por colonizar a madeira apenas superficialmente, dificilmente penetrando além de 20 mm de profundidade, convertendo-a quando úmida, em uma massa amorfa e amolecida. Ao secar, a superfície da madeira apresenta-se escurecida com várias fissuras transversais, lembrando o ataque por fungo de podridão-parda.

  • Ascomicetos e deuteromicetos. As hifas penetram na parede secundária das células, tornando a madeira amolecida e causando degeneração em todas as suas características mecânicas. Os fungos causadores de podridão-mole se distinguem dos demais por colonizar a madeira apenas superficialmente, dificilmente penetrando além de 20 mm de profundidade, convertendo-a quando úmida, em uma massa amorfa e amolecida. Ao secar, a superfície da madeira apresenta-se escurecida com várias fissuras transversais, lembrando o ataque por fungo de podridão-parda.

Provocada por basidiomicetos que nutrem-se dos hidratos de carbono presentes na parede celular. Causa o escurecimento da madeira e provoca fissuras por toda a peça, afetando a resistência da madeira. A madeira, que apresenta podridão-parda, tem o aspecto de ser levemente queimada, adquirindo coloração parda, com rachaduras perpendiculares e paralelas às fibras. Essa forma de podridão é causada por fungos pertencentes aos basidiomycetos que promovem uma contínua deterioração da celulose e hemicelulose, deixando a lignina praticamente intacta (Hunt e Garrat, 1967). Logo, a madeira deteriorada por esses fungos tem um aspecto amarronzado e frágil

  • Provocada por basidiomicetos que nutrem-se dos hidratos de carbono presentes na parede celular. Causa o escurecimento da madeira e provoca fissuras por toda a peça, afetando a resistência da madeira. A madeira, que apresenta podridão-parda, tem o aspecto de ser levemente queimada, adquirindo coloração parda, com rachaduras perpendiculares e paralelas às fibras. Essa forma de podridão é causada por fungos pertencentes aos basidiomycetos que promovem uma contínua deterioração da celulose e hemicelulose, deixando a lignina praticamente intacta (Hunt e Garrat, 1967). Logo, a madeira deteriorada por esses fungos tem um aspecto amarronzado e frágil

O grupo de organismos que muda as propriedades físicas e químicas das paredes das células ou das cavidades celulares, e que afetam seriamente a resistência da madeira, recebem o nome de fungos destruidores da madeira, ou mesmo, fungos xilófagos. Estes fungos são os que produzem a decomposição da madeira. Quase todos eles a atacam, uma vez que a árvore tenha sido cortada ou logo que a mesma tenha caído. Existem também fungos que atacam árvores vivas, cuja condição física tenha sido debilitada por feridas ou por ataque de insetos. Existem dois tipos principais de fungos que causam a destruição das células, que são os de podridão branca, e os de podridão parda. Os primeiros atacam mais facilmente a lignina (substância que mantém juntas as células da madeira) do que a própria célula da madeira. Já o fungos de podridão parda atacam mais facilmente a celulose do que a lignina.

  • O grupo de organismos que muda as propriedades físicas e químicas das paredes das células ou das cavidades celulares, e que afetam seriamente a resistência da madeira, recebem o nome de fungos destruidores da madeira, ou mesmo, fungos xilófagos. Estes fungos são os que produzem a decomposição da madeira. Quase todos eles a atacam, uma vez que a árvore tenha sido cortada ou logo que a mesma tenha caído. Existem também fungos que atacam árvores vivas, cuja condição física tenha sido debilitada por feridas ou por ataque de insetos. Existem dois tipos principais de fungos que causam a destruição das células, que são os de podridão branca, e os de podridão parda. Os primeiros atacam mais facilmente a lignina (substância que mantém juntas as células da madeira) do que a própria célula da madeira. Já o fungos de podridão parda atacam mais facilmente a celulose do que a lignina.

A reprodução de todos estes microorganismos destruidores da madeira é efetuada por meio de esporos. Os esporos crescem e se desenvolvem até o exterior da madeira, de onde são transportados pelo ar muito facilmente. Uma vez que o ar os leve, ou desde que as condições sejam adequadas, os ditos esporos germinam, iniciando o ciclo de decomposição da madeira.

  • A reprodução de todos estes microorganismos destruidores da madeira é efetuada por meio de esporos. Os esporos crescem e se desenvolvem até o exterior da madeira, de onde são transportados pelo ar muito facilmente. Uma vez que o ar os leve, ou desde que as condições sejam adequadas, os ditos esporos germinam, iniciando o ciclo de decomposição da madeira.

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