Caderno Universitário

Caderno Universitário

(Parte 4 de 9)

- cicatriz umbilical

Variações consideradas normais da cirtometria:

Murmúrio Vesicular

Ausculta Pulmonar Ruídos Adventícios - roncos

- sibilos inspiratórios e expiratórios

- estertores

Atrito Pleural

Murmúrio Vesicular = som produzido pela passagem do ar inspirado dos BT aos alvéolos e vice-versa, na expiração. - mais audível na fase inspiratória

- mais audível em regiões apicais

- difícil de captar em indivíduos com parede torácica espessa

AXILAR90 95 5 cm
XIFÓIDE90 94 4 cm
INTERMEDIÁRIO92 96 4 cm

Inspiração Expiração ∇∇∇∇ariação UMBILICAL 92 97 5 cm

- abafado em regiões ósseas (esternal,escapular e vertebral) - pode estar audível, diminuído ou abolido = em razão de adequada ventilação ou não no local

do calibre das pequenas va

↓ = redução de volume corrente - intensidade = preservado levemente / moderadamente / severamente diminuído abolido = peumotórax, obesidade ou hiperinsuflação intensa

Roncos = ruído de tonalidade grave, sua origem se deve a presença de secreção espessa que se adere as paredes dos brônquios de maior calibre - predominante inspiratório

Sibilos = ruído de tonalidade aguda - predomínio expiratório (“chiado”)

- expiratório = broncoespasmo

- inspiratório = redução da luz brônquica por secreção espessa

Estertores = sons úmidos, gerado pela pasagem do ar entre as secreções soltas nas vias aéreas inferiores. - indicam a presença de secreção fluida

- líquido na periferia alveolar

- predomínio na fase inspiratória final

líquido intersticial nos alvéolos (ex: pneumonia, SARA ou Edema

- estertores crepitantes = ruídos finos e baixos (“esfregar os cabelos com os dedos”) Agudo de Pulmão) ou reexpansão de áreas atelectasiadas

- estertores bolhosos = origem na luz da árvore traqueobrônquica alterados pela tosse ou inspiração profunda

Atrito Pleural = superfícies pleurais estão irritadas por inflamação, infecção ou neoplasia - estalido ou “som de couro”

PEAK FLOW: avalia o Pico de Fluxo Expiratório, servindo para verificação de possível grau de obstrução das vias aéreas inferiores.

Aparelho composto de corpo e bucal Realiza-se com o paciente em pé ou sentado ou ainda deitado em decúbito dorsal com a cabeceira elevada entre 45 e 60° Com o bucal colocado na boca e com o auxílio de um clip nasal, pede-se para o paciente fazer o máximo da sua inspiração (volume de reserva inspiratório - VRI) e logo após, pede-se a EXPIRAÇÃO com o máximo de força até chegar ao seu volume de reserva expiratório (VRE) Verifica-se o valor obtido no marcador do corpo do aparelho Executam-se 3 repetições do procedimento e elege-se como resultado do teste o valor MAIOR obtido pelo paciente.

MANOVACUOMETRIA: avaliação da força muscular ventilatória

• Capacidade da musculatura respiratória em gerar efetiva contração. (Efetivo trabalho muscular (ou tensão) que o diafragma pode gerar em uma inspiração forçada máxima)

Avaliação Força Muscular Respiratória

⇓⇓⇓⇓ Indireta

⇓⇓⇓⇓ Pressões exercidas contra a via aérea ocluída.

• Leo Black e Robert Hyatt (1969)

Utilizaram manômetro com escalas em fases positiva e negativa

Pressões Respiratórias Estáticas Máximas

⇓ Manovacuômetro

Digital e Analógico

ANALÓGICO: medição das pressões inspiratória e expiratória máximas utilizado em pacientes em ventilação espontânea e em ventilação mecânica

Pode ser utilizado para calibrar pressão de aparelhos para VNI(ventilação mecânica nãoinvasiva), bem como monitorar qualquer terapia pressórica mesmas funções do analógico possui um software que acompanha o equipamento possibilita armazenar dados do paciente bem como todas as suas avaliações permite acompanhar a evolução do tratamento através de relatórios gráficos e estatísticos diferentes tabelas para adultos e crianças.

Pimax = Pressão Inspiratória Máxima

- Reproduz o índice de força inspiratória (diafragmática). - Pode ser medida no nariz, na boca e em vias aéreas artificiais

Pemax = Pressão Expiratória Máxima - Mensura o índice de força expiratória dos músculos da parede torácica e abdominal.

Indicações: Doenças neuromusculares, Esclerose Lateral Amiotrófica, poliomelite, etc.

Deformidades da parede torácica Avaliação de anormalidades funcionais (diminuição da CVF e do PFE) Avaliação da resposta da reabilitação pulmonar e cardíaca Avaliação do processo de desmame da ventilação mecânica Avaliação da extubação traqueal

Contra-indicações: • Absolutas

– Angina Instável

– Infarto do Miocárdio recente

– HAS severa e sem controle

– Pneumotórax recente

• Relativas – Cirurgia Ocular

– Dor torácica ou qualquer outro sintoma que interfira na realização do exame

Complicações: Angina, tontura ou mal-estar, confusão mental, cefaléia, náuseas e vômitos.

Fatores que influenciam na força muscular:

• Idade: a partir 20 anos ocorre diminuição anual da Pimax ± 0,5 cmH20 • Sexo: os valores para o sexo feminino tendem a ser 70% dos valores do sexo masculino.

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