Livro - Guia de Medicamentos Genéricos - Ministério da Saúde

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Guia de

Medicamentos Genéricos

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O Guia Informativo sobre os Medicamentos

Genéricos tem o objetivo de informar e orientar os profissionais de saúde, especialmente os prescritores. Contém um conjunto de informações básicas relativas aos Genéricos registrados, não se constituindo em um tratado terapêutico, portanto as informações adicionais devem ser buscadas na literatura médica apropriada.

Na primeira parte do guia estão os MedicamentosGenéricos por classes terapêuticas, com as principais informações técnicas referentes a cada medicamento registrado. A segunda parte contém as Listas de Medicamentos Genéricos, por classe terapêutica, por referência e por ordem alfabética, facilitando consultas. Além disso, consta a relação dos medicamentos que não podem ser Genéricos e os isentos de bioequivalência, de acordo com a legislação vigente.

O Guia completo estará disponível pela internet e atualizado no primeiro dia útil de cada mês.

Buscando o permanente aperfeiçoamento deste Guia, as críticas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail: ggmeg@anvisa.gov.br

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Adsorventes e Antifiséticos Intestinais05
Agentes Imunossupressores07
Agentes Inotrópicos09
Amebicidas, Giardicidas e Tricomonicidas1
Analgésicos e Antitérmicos13
Anestésicos17
Ansiolíticos21
Antiácidos25
Antiacnes27
Antiagregantes Plaquetários29
Antialérgicos e Anti-histamínicos31
Antianêmicos36
Antianginosos e Vasodilatadores38
Antiarrítmicos43
Antiasmáticos e Broncodilatadores46
Antibióticos50
Anticonvulsivantes84
Antidepressivos86
Antidiabéticos90
Antieméticos92
Antiespasmódicos95
Antifúngicos e Antimicóticos98
Anti-helmínticos107
Anti-hipertensivos1
Antiinflamatórios e Anti-reumáticos118
Antilipêmicos e Redutores de Colesterol126
Antineoplásicos130
Antiparkinsonianos136
Anti-retrovirais140
Antiulcerosos143
Antivirais147
Diuréticos150
Expectorantes152
Glicocorticóides156
Hiperplasia Prostática Benigna162
Relaxantes Musculares166
Repositores Eletrolíticos168
Soluções Oftálmicas170
Vasoconstritores e Hipertensores176
Listas179
Lista de Genéricos Classificados por Classe Terapêutica180
Lista de Genéricos Classificados por Referência190
Lista de Genéricos Classificados por Ordem Alfabética200
Outros209
Medicamentos que não podem ter Genéricos210
Medicamentos isentos de Bioequivalência212

Classificação Terapêutica . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .04 Medicamentos Gen ricos 15.10.01 15:09 Page 3

Classificação T erapêutica

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Adsorventes e Antifiséticos Intestinais

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DIMETICONA Ref. LUFTAL

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S) Comprimido - 40mg

INDICAÇÕES Antifisético. Preparo de exames radiológicos e endoscópicos do tubo digestivo. Pós-operatório.

POSOLOGIA Adulto: 40mg a 80mg VO, 3 vezes ao dia, após as refeições e ao deitar.

CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade ao fármaco.

EFEITOS ADVERSOS Constipação.

Efeito antifisético reduzido quando usado concomitante com antiácidos (hidróxido de alumínio e carbonato de magnésio).

PRECAUÇÕES Gravidez. Lactação.

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Agentes Imunossupr essor es

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CICLOSPORINA Ref. SANDIMMUN NEORAL

Cápsula - 25mg, 50mg e 100mg Solução oral - 100mg/ml

Imunossupressor em transplantes. Indicado em doenças autoimunes resistentes aos corticosteróides ou outra terapia convencional: psoríase severa, artrite reumatóide severa, síndrome nefrótica, dermatite atópica resistente severa.

A dosagem e a duração da terapia dependerão da idade e do tipo de transplante, e deverão ser ajustadas à função renal do paciente.

25mg a 100mg VO, em dose única a intervalos de 24h.

Transplantes: 10 a 15mg/kg de 4h a 12h antes da cirurgia. Repetida a cada 24h por 1 a 2 semanas. Reduzir semanalmente até a dose de manutenção de 3mg a 10mg/kg.

Transplante de medula: é utilizada a infusão intravenosa (apresentação farmacêutica não disponível no momento, como Genérico) no dia anterior à cirurgia, seguida de uso oral de 12,5mg a 15mg/kg/dia, nas duas semanas pós-transplante. O tratamento de manutenção é feito com 12,5mg/kg/dia VO, por 3 a 6 meses.

CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade à ciclosporina. Hipertensão arterial e infecções não controladas. Câncer.

Efeito dose-dependente decorrente do aumento de creatinina e uréia. Nefrotoxicidade. Hepatotoxicidade. Neurotoxicidade. Hipertricose. Hiperplasia gengival. Indução de hipertensão arterial. Náusea, vômito, anorexia, diarréia, dor abdominal e colite. Hipomagnesemia, hipocalemia ou hipercalemia, hiperuricemia, hipercolesterolemia. Sensação de queimação em pés e mãos. Fraqueza muscular, cãibras, miopatia. Tremor, tonturas, cafaléia. Parestesia, convulsões, confusão, fadiga. Aumento de peso. Dismenorréia ou amenorréia. Ginecomastia. Reações de hipersensibilidade. Trombocitopenia. Pancreatite. Suscetibilidade a infecções. Aumento de distúrbios linfoproliferativos e câncer.

Fenobarbital, fenitoína, cotrimazol e rifampicina induzem o metabolismo da ciclosporina, acelerando sua depuração.

A concentração plasmática é aumentada em presença de antagonistas de cálcio, alopurinol, amiodarona, doxiciclina, anfotericina B, cloroquina, eritromicina e cetoconazol.

Progestogênios inibem o metabolismo. Aumenta a concentração plasmática da nifedipina e prednisolona. Inibidores da ECA e diuréticos retentores de potássio aumentam o risco de hipercalemia.

PRECAUÇÕES Gravidez. Lactação. Porfiria. Monitorizar níveis séricos para evitar toxicidade ou risco de rejeição.

Evitar uso de drogas potencialmente nefrotóxicas. Monitorizar a função renal; pode necessitar de ajuste de dose ou interrupção do tratamento. Monitorizar função hepática, pressão arterial, hiperuricemia, potássio sérico. Dosagens de triglicerídeos antes e durante o tratamento.

Aumento do risco de câncer de pele em pacientes sob terapia (ultravioleta, radioterapia, outros imunossupressores) para severa psoríase.

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9 Agentes Inotrópicos

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DOBUTAMINA (CLORIDRATO) Ref. DOBUTREX

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S) Solução injetável - 250mg

Como suporte inotrópico em quadros de baixo débito cardíaco em infarto agudo do miocárdio, cardiomiopatias, cirurgia cardíaca e septicemias, quando a pressão arterial for acima de 70 mmHg e a pressão capilar pulmonar for ‡18 mmHg, sem sinais de choque.

Utilizado em infusão IV. Neonatos: 2mg a 15mg/kg/minuto, em função da resposta terapêutica.

Crianças e adultos: 2,5mg a 20mg/kg/minuto até um máximo de 40mg/kg/minuto. A velocidade de administração e a duração da terapia devem ser ajustadas de acordo com a resposta do paciente.

CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade à droga.

Aumento da freqüência cardíaca ou da pressão arterial, dor torácica, angina do peito, arritmias ventriculares. Aumento da freqüência ventricular em pacientes com flutter ou fibrilação atrial. Cãibras e parestesias. Cefaléia. Náusea e vômito.

Eficácia diminuída quando associado a bloqueadores beta-adrenérgicos.

Toxicidade aumentada com possibilidade de arritmias ventriculares severas quando associada a ciclopropano e halotano.

Usar com cautela em estenose subaórtica hipertrófica idiopática. Extravasamento com infiltração da infusão pode determinar necrose dérmica. Corrigir hipovolemia antes de iniciar a infusão.

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Amebicidas, Giar dicidas e T ricomonicidas

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METRONIDAZOL Ref. FLAGYL

Comprimido revestido - 250mg e 400mg Gel vaginal - 100mg/g Suspensão oral - 40mg/ml (Benzoilmetronidazol)

Tratamento da giardíase, amebíase e tricomoníase. Diarréia causada por microsporídeos em pacientes com aids. Colite pseudomembranosa. Infecções por Helicobacter pylori, em associação com amoxicilina ou claritromicina e omeprazol.

O esquema terapêutico varia de acordo com as indicações. Tricomoníase 500mg (5g do gel) por via vaginal, à noite, durante 10 a 20 dias.

2g VO, em dose única, ou 250mg VO, 2 vezes ao dia, por 10 dias; ou 400mg VO, 2 vezes ao dia, por 7 dias. O parceiro sexual deve ser tratado com 2g VO, em dose única.

Crianças: 15mg a 30mg/kg/dia, divididos em 8/8h, durante 7 dias.

Vaginite e uretrite por G. vaginalis2g VO, em dose única, no 1º e 3º dia, ou 400mg a 500mg VO, 2 vezes ao dia, por 7 dias. O parceiro sexual deve ser tratado com 2g VO, em dose única.

Giardíase Adulto: 250mg VO, 3 vezes ao dia, durante 5 dias, ou 2g VO, em dose única. Crianças abaixo de 10 anos: utiliza-se metade desta dose. Tratamento do H. pylori: 750mg a 1g/dia VO, durante 7 a 14 dias (usado em associação com outras drogas). Amebíase intestinal e balantidíase extra-intestinal: 750mg VO, 3 vezes ao dia, durante 5 a 10 dias. Crianças: 35mg a 50mg/kg/dia, dividido em 8/8h, durante 10 dias.

Hipersensibilidade ao metronidazol ou a outro derivado imidazólico. Gestação no primeiro trimestre.

Anorexia, náusea, vômito, dor abdominal, diarréia e sabor metálico na boca. Cefaléia, tonturas, vertigens, convulsão, confusão mental, alucinações e insônia. Prurido e urticária. Colúria. Neuropatia periférica e parestesias. Leucopenia e trombocitopenia.

Uso de bebidas alcoólicas pode causar efeito antabuse (náusea, vômitos intensos, cefaléia, confusão mental, estado psicótico). Potencializa o efeito anticoagulante da warfarina. Barbitúricos e prednisona: diminuem a meia-vida. Hidróxido de alumínio e colestiramina: diminuem a absorção do metronidazol.

Pacientes com antecedentes de discrasia sanguínea. Gravidez e lactação. Disfunção cardíaca ou hepática grave. Reduzir a dose em pacientes com insuficiência hepática.

Em amebíase intestinal recomenda-se ingestão do medicamento após as refeições, para manter a concentração no intestino grosso.

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Analgésicos e Antitérmicos

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ÁCIDO ACETILSALICÍLICO Ref. ASPIRINA

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S) Comprimido - 500mg

Analgésico, antitérmico e antiinflamatório. Usado na profilaxia do infarto do miocárdio e em episódios isquêmicos transitórios.

POSOLOGIA Adultos e crianças acima de 12 anos: 500mg VO, de 4/4h. Não exceder 4g/dia.

Hipersensibilidade aos salicilatos e/ou antiinflamatórios não esteroidais. Pacientes com discrasias sanguíneas, risco hemorrágico e antecedentes de úlcera péptica, gastrite e hepatopatia grave. Tratamento prolongado com anticoagulantes ou antiplaquetários.

Náusea, vômito, dispepsia, dor, desconforto epigástrico, pirose. Ulceração gastrointestinal em tratamentos prolongados. Anemia hemolítica, rash cutâneo, urticária, choque anafilático, broncoespasmo. Diminuição da função renal. Tratamento prolongado ou overdose pode causar salicilismo caracterizado por zumbido, cefaléia, vertigem e confusão. Síndrome de Reye em crianças com influenza viral ou varicela.

Diminui as concentrações séricas dos antiinflamatórios não esteroidais (AINES) e pode antagonizar os efeitos da probenecida e fenilbutazona. Potencializa os efeitos do metotrexate, warfarina, buspirona. Acidificantes urinários (ácido ascórbico, fosfato sódico ou potássico, cloreto de amônio) aumentam as concentrações plasmáticas de salicilato, por diminuir sua excreção. Uso simultâneo com AINES pode aumentar o risco de hemorragias. Ingestão concomitante com álcool pode ocasionar hemorragia gastrointestinal e aumentar o tempo de sangramento.

Tomar preferencialmente após as refeições. Usar com cautela em pacientes com insuficiência hepática, deficiência de vitamina K, no pré-operatório e em idosos. Pacientes com história de asma brônquica (podem vir a apresentar crise asmática, edema de Quincke ou urticária).

Gravidez: no último trimestre pode prolongar o trabalho de parto e contribuir com o sangramento fetal e materno.

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DIPIRONA (SÓDICA) Ref. NOVALGINA

Solução injetável - 500mg/ml Solução oral - 500mg/ml

INDICAÇÕES Antitérmico e analgésico.

Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 20 a 40 gotas VO, 4 vezes ao dia. Adultos: 500mg IM, de 6/6h. Crianças: 1 gota/kg (ou a critério médico) VO, 4 vezes ao dia.

Pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos, porfiria hepática e deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.

Discrasias sangüíneas, agranulocitose, leucopenia e aplasia medular. Em pacientes sensíveis, independente da dose, pode determinar reações de hipersensibilidade, tipo eritema, angioedema e asma. Doses elevadas podem provocar sintomas de intoxicação: vertigem, hiperventilação, rubor cutâneo, hemorragia digestiva.

Diminui o nível sérico da ciclosporina. Hipotermia grave pode ocorrer em associação com clorpromazina.

Solução oral contém açúcar, devendo ser utilizada com cuidado em diabéticos.

Uso deve ser evitado em crianças com menos de 3 meses ou com menos de 5 kg, pela possibilidade de alteração na função renal.

Evitar uso na gravidez. Lactação deve ser suspensa até 48h após o uso da dipirona. Monitorar comprometimento da medula óssea.

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PARACETAMOL Ref. TYLENOL

Comprimido revestido - 500mg/750mg Solução oral - 200mg/ml

INDICAÇÕES Analgésico e antitérmico.

Adultos e crianças acima de 12 anos: 750mg VO, de 3 a 4 vezes ao dia. Não ultrapassar 4g/dia. Crianças: 10mg a 15mg/kg/dose VO, até 5 vezes ao dia. Não exceder 2,6g/dia.

CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade à droga. Pacientes com deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.

Geralmente raros, mas podem ocasionar agranulocitose, anemia hemolítica, neutropenia, leucopenia, pancitopenia e trombocitopenia. Reações de hipersensibilidade (erupções cutâneas, urticária, eritema pigmentar, angioedema e choque anafilático). O uso abusivo e prolongado pode produzir nefropatias, pancreatites e insuficiência hepática.

Aumento da toxicidade hepática quando associado com barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, sulfimpirazona zidovudina, ingestão crônica e excessiva de álcool.

Rifampicina diminui o efeito analgésico do paracetamol. Potencializa o efeito de anticoagulantes cumarínicos.

Administrar com cautela em pacientes mal-nutridos ou alcoólatras: pode ocasionar hepatotoxicidade grave, mesmo em uso de doses terapêuticas. Monitorizar a função hepática com o uso prolongado.

Pacientes com insuficiência renal devem ter ajustado o intervalo entre as doses. Ocorrendo reação de hipersensibilidade, deve ser suspenso imediatamente. Administração com alimentos ricos em carboidratos pode retardar sua absorção. Não usar no primeiro trimestre da gravidez.

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17 Anestésicos

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ETOMIDATO Ref. HYPNOMIDATE

FORMA(S) FARMACÊUTICA(S) Solução injetável - 2mg/ml

INDICAÇÕES Indução e suplementação de anestesia geral.

Individualizada. Geralmente administrado por via IV. Dose de indução: 0,1mg a 0,4mg/kg IV, administrado durante 30 a 60 segundos. Dose de infusão contínua: 0,5mg a 1mg/min (10µg a 20µg/kg/min). A administração deve ser lenta.

CONTRA-INDICAÇÕES Hipersensibilidade ao fármaco. Gravidez. Lactação. Crianças abaixo de 10 anos.

Dor no local da injeção. Tromboflebite. Náusea e vômito no pós-operatório. Apnéia transitória (15 a 20 segundos) pode ocorrer durante a indução, hipoventilação, hiperventilação, laringoespasmo. Taquicardia, bradicardia, arritmias, hipertensão ou hipotensão arterial. Mioclônus, movimentos tônicos, movimentos oculares. Supressão adrenocortical, inclusive com dose única.

Efeitos cardiovasculares e depressor do sistema nervoso central potencializados por outros sedativos, narcóticos, anestésicos e anti-hipertensivos.

Usar com cautela em pacientes com epilepsia focal.

O mioclônus, que ocorre freqüentemente, pode ser reduzido com a pré-medicação com opióides e benzodiazepínicos.

Usar veias calibrosas para administração (a dor é mais freqüente em pequenas veias).

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LIDOCAÍNA (CLORIDRATO) Ref. XYLOCAÍNA

Gel tópico - 2% (20mg/g) Solução injetável - 20mg/ml

Anestesia local em procedimentos envolvendo uretra, cavidade oral. Como lubrificante para entubação endotraqueal.

POSOLOGIA Aplicar o gel na área a ser anestesiada, quando necessário. Não repetir dentro de 2 horas.

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