Apostila de desenho técnico

Apostila de desenho técnico

(Parte 1 de 2)

Desenho
TécnicoI
UNIPAMPABAGÉ////////RS
profCristiano Corêa Fereira

Apostila 1º//207

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 2

Unidade1

1.1.1.1.1 que é desenho que é desenho que é desenho que é desenho? É uma forma importante de comunicação, porque por meio de desenhos podemos conhecer as técnicas, os hábitos e as idéias de quem os projetou.

1.21.21.21.2 Desenho técnico Desenho técnico Desenho técnico Desenho técnico - é uma forma de representação gráfica, usada entre outras finalidades, para ilustrar instrumentos de trabalho, como máquinas, peças e ferramentas.

desenho artístico?desenho artístico?desenho artístico?desenho artístico?

1.31.31.31.3 Quais as diferenças entre desenho técnico e o Quais as diferenças entre desenho técnico e o Quais as diferenças entre desenho técnico e o Quais as diferenças entre desenho técnico e o

Desenho técnicoDesenho técnicoDesenho técnicoDesenho técnico - é um tipo de representação gráfica utilizado por profissionais de uma mesma área, como, por exemplo, na mecânica, na marcenaria.

Deve transmitir com exatidão todas as características do objeto que representa. Dessa forma, todos os elementos do desenho técnico obedecem as normas técnicas, ou seja, são normalizados.

Desenho artísticoDesenho artísticoDesenho artísticoDesenho artístico - reflete o gosto e a sensibilidade do artista que o criou.

Importante:Importante:Importante:Importante:

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 3

No Brasil a entidade responsável pelas normas técnicas é a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas)

Desenho técnico tal como entendemos hoje, foi desenvolvido graças ao matemático Francês Gaspar Monge (1746 –1818)

O método permite representar com precisão objetos que tem 3 dimensões em superfícies planas. Esse método é denominado de método mongeano que é usado em geometria descritiva.

1.4 Importâncias1.4 Importâncias1.4 Importâncias1.4 Importâncias do desenho do desenho do desenho do desenho técnicotécnicotécnicotécnico

O desenho técnico constitui-se no único meio conciso, exato e inequívoco para comunicar a forma dos objetos; daí a sua importância na tecnologia, face a notória dificuldade da linguagem escrita ao tentar a descrição da forma, apesar da riqueza de outras informações que essa linguagem possa veicular.

“O design é uma atividade criadora cujo propósito é determinar as qualidades formais dos objetos produzidos industrialmente. Por qualidades formais não se deve apenas entender as características exteriores, mas, sobretudo, as relações estruturais e funcionais que são objeto de uma unidade coerente.” ( SCHULMANN, Denis. 1994. P.10)

1.51.51.51.5 Normas Normas Normas Normas

O desenho técnico permite, por meio de um conjunto de linhas, números, símbolos e indicações escritas, fornecerem informações sobre a função, forma e dimensões e material de um dado objeto que poderá ser executado sem o contato direto entre projetista e executante.

Por esse motivo, a execução correta de um desenho técnico, pressupõe da parte de quem executa, o conhecimento de todas as normas que foram elaboradas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em acordo com a ISO.

Sem tal conhecimento e, sobretudo sem a aplicação constante das normas, que devem ser estudadas e discutidas, não é possível uma execução correta do desenho que deve, pois ser lido e entendido facilmente sem equívocos e interpretação.

1.1.1.1.6 Formatos e dimensões de folhas Formatos e dimensões de folhas Formatos e dimensões de folhas Formatos e dimensões de folhas---- NBR 10068NBR 10068NBR 10068NBR 10068

A ABNT determina a forma e as dimensões das folhas para o desenho. O formato básico do qual derivam todos os outros é denominado A0 e possui as seguintes dimensões: 841 x 1189mm e a área de 1m². Os outros formatos são representados por triângulos semelhantes, tais que a área de uma folha seja a metade daquela cujo formato imediatamente superior é tal que seja possível passar de uma a outra dividindo a dimensão maior ao meio.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 4

Importante:Importante:Importante:Importante:

Em termos comerciais, o formato A4 é o mais importante em função das suas dimensões protocolares.

A margem esquerda serve para ser perfurada e utilizada no arquivamento.

TABELA 1 – Formato e dimensões de folhas

Formato Dimensão (m) Margem

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 5

1.71.71.71.7 Legenda Legenda Legenda Legenda

A legenda deve situar-se no canto inferior direito, nos formatos A3, A2, A1 e A0, ou ao longo da largura da folha de desenho no formato A4. Nos formatos A1 e A0 deve ter (175 m) no comprimento. E nos formatos A3, A2 e A4 (178m). Nos desenhos industriais, as legendas variam em função das necessidades internas da empresa. Essas legendas devem conter obrigatoriamente.

Nome da repartição, firma ou empresa Título do desenho Escala Número do desenho Data e assinaturas dos responsáveis pela execução, verificação e aprovação Número da peça, quantidade, denominação, material e dimensões em bruto

1.7 1.7 1.7 1.7 InstrumentosInstrumentosInstrumentosInstrumentosNBR 10NBR 10NBR 10NBR 10647647647647

Esquadros de 45º e 60º - servem para traçar paralelas e ângulos dos próprios esquadros, além dos que são obtidos pela combinação dos dois, como os de 15º, 75º, 150º etc.

Compassos – são instrumentos empregados para traçar circunferências, seus arcos, ou transportar medidas.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 6

Transferidor de 180º - É um instrumento utilizado na construção e medição de ângulos.

Escalímetro – é uma régua em forma de prisma triangular contendo em cada face duas escalas de redução. Ex: 1/20 e 1/25; 1/50 e 1/75; 1/100 e 1/125.

Curvas francesas – quando não é possível traçar linhas curvas com o auxílio do compasso, devemos utilizar as curvas francesas.

Tecnígrafo – é um aparelho que substituí o conjunto de esquadros, régua T e transferidores.

Lapiseiras ou lápis com grafites de várias durezas.(B – preto – macio) (H – preto – duro) (HB – preto – médio)

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 7

1.8 Letras e algarismos 1.8 Letras e algarismos 1.8 Letras e algarismos 1.8 Letras e algarismos

As principais exigências na escrita de desenhos técnicos são:

Legibilidade; Uniformidade;

Adequação à microfilmagem e outros processos de reprodução.

1.9 Desenho a mão livre1.9 Desenho a mão livre1.9 Desenho a mão livre1.9 Desenho a mão livre

Quando se quer registrar novas idéias no domínio da mecânica ou fixar as linhas mestras de um projeto, ou ainda, fornecer ao desenhista as explicações e instruções necessárias, o esboço a mão livre é o meio natural de expressão.

Além disso, o desenho à mão livre tem como finalidade a execução do esboço preliminar de determinado objeto, o qual, após reestudado e pormenorizado terá, então, seu desenho definitivo feito com instrumentos.

ImportanteImportanteImportanteImportante

Dicas para executar um desenho a mão livre.

1º Visualizar o objeto, isto é, concebê-lo no espaço 2º Escolher as vistas 3º Determinar o tamanho do esboço 4º Localizar o eixo de simetria 5º Traçar as linhas principais que enquadram cada projeção 6º Completar os detalhes

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 8

2.1 Figuras geométricas elementares2.1 Figuras geométricas elementares2.1 Figuras geométricas elementares2.1 Figuras geométricas elementares

Unidade 2

PontoPontoPontoPonto - é a figura geométrica mais simples – não tem dimensão, isto é, não tem comprimento, nem largura, nem altura. O ponto para identificá-lo usamos letras maiúsculas.

LinhaLinhaLinhaLinha - podemos ter como exemplo de linha os fios que unem postes de eletricidade. Alinha tem uma única direção: o comprimento.

Linha reta ou retaLinha reta ou retaLinha reta ou retaLinha reta ou reta – são representadas por letras minúsculas do alfabeto latino.

Semi Semi Semi Semi ---- reta reta reta reta – tomamos um ponto qualquer de uma reta, dividimos a reta em duas partes denominadas de semi-reta.

Segmento de retaSegmento de retaSegmento de retaSegmento de reta – tomando dois pontos distintos sobre uma reta obtemos um pedaço limitado de reta. A esse pedaço limitado por dois pontos, chamamos de segmento de reta.

r r A r A B

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 9

PlanoPlanoPlanoPlano - O plano é ilimitado não tem começo nem fim, e, são representados por letras gregas.

Posições da reta e do plano Posições da reta e do plano Posições da reta e do plano Posições da reta e do plano no espaçono espaçono espaçono espaço - a reta e o plano podem estar em posição, vertical, horizontal e inclinada.

2.2 Figuras geométricas planas 2.2 Figuras geométricas planas 2.2 Figuras geométricas planas 2.2 Figuras geométricas planas

Quando todos os pontos da figura situam no mesmo plano.

Observe a representação de algumas figuras planas de grande interesse para nosso estudo.

Importante Importante Importante Importante

As figuras planas com três ou mais lados são denominados de polígonos.

2.3 Sólidos geométricos2.3 Sólidos geométricos2.3 Sólidos geométricos2.3 Sólidos geométricos

Quando uma figura geométrica tem pontos situados em diferentes planos, temos um sólido geométrico. Têm três dimensões: comprimento, largura e altura.

Horizontal

Vertical Inclinada

Retângulo

Quadrado Losango

Circulo

Triângulo Trapézio

Pentágono Paralelograma

Exemplo de figura geométrica plana

Exemplos de sólidos geométricos (esfera e cubo)

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 10

ImportanteImportanteImportanteImportante

Os sólidos geométricos são separados do resto do espaço por superfícies que os limitam, sendo que, essas superfícies podem ser planas ou curvas.

Sólidos geométricos limitados por superfícies planas – prismas, cubos e pirâmides.

Sólidos geométricos limitados por superfícies curvas – são denominados de sólidos de revolução. cilindro, cone e esfera

Prisma Prisma Prisma Prisma

Pode ser imaginado como o resultado do deslocamento de um polígono. Ele é constituído de vários elementos.

ImportanteImportanteImportanteImportante

Quando todas as faces de um sólido geométrico são formadas por figuras geométricas iguais recebe o nome de cubo.

PirâmidePirâmidePirâmidePirâmide

Uma maneira de imaginar a formação de uma pirâmide é através da ligação dos pontos de um polígono qualquer a um ponto P do espaço.

Importante

Quando a base de uma pirâmide é um triângulo equilátero e as faces laterais são formadas de triângulos equiláteros iguais aos da base, temos o sólido geométrico chamado de tetraedro.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 1

2.4 Sólidos de revolução2.4 Sólidos de revolução2.4 Sólidos de revolução2.4 Sólidos de revolução

A figura plana que dá origem ao sólido de revolução chama-se figura geradora. Linha geratriz – é a linha que gira ao redor do eixo formando a superfície de revolução.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 12

Sólidos geométricos truncadosSólidos geométricos truncadosSólidos geométricos truncadosSólidos geométricos truncados - É quando um sólido geométrico é cortado por um plano.

Sólidos geométricos vazadosSólidos geométricos vazadosSólidos geométricos vazadosSólidos geométricos vazados---- São os sólidos geométricos que

apresentam partes ocas, por esse motivo, são chamados de sólidos geométricos vazados.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 13

Unidade 3

NBR 10647NBR 10647NBR 10647NBR 10647

3. Estudo da Perspectiva 3. Estudo da Perspectiva 3. Estudo da Perspectiva 3. Estudo da Perspectiva Quanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico

Perspectiva consiste na representação plana de um objeto tridimensional, da maneira como é visto pelo observador. Existem diferentes tipos de perspectiva. Veja como fica a representação de um cubo em três tipos diferentes de perspectiva.

Cada perspectiva mostra o objeto de um jeito. Comparando as três formas de representação, você pode notar que a perspectiva isométrica é que dá a idéia menos deformada do objeto.

A perspectiva isométrica mantém as mesmas proporções do comprimento, da largura e da altura do objeto representado. Além disso o traçado da perspectiva isométrica é relativamente simples. Para estudar a perspectiva isométrica é necessário saber o que é um ângulo e a maneira como ele é representado.

Conceito: ângulo é a região do plano limitada por duas semi-retas com a mesma origem ou que se encontram em um ponto em comum (vértice).

Para se medir o ângulo consiste em dividir a circunferência em 360 partes iguais, onde, cada uma dessas partes corresponde a 1 grau (1º).

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 14

3.2 3.2 3.2 3.2 Eixos isométricosEixos isométricosEixos isométricosEixos isométricos_

O desenho da perspectiva isométrica é baseado num sistema de três semi-retas que têm o mesmo ponto de origem e formam entre si Três ângulos de 120º.

Essas semi-retas, assim dispostas, recebem o nome de eixos isométricos. Cada uma das semi-retas é um eixo isométrico. Os eixos isométricos podem ser representados em posições variadas, mas sempre formando, entre si, ângulos de 120º.

Importante:Importante:Importante:Importante:

O traçado de qualquer perspectiva isométrica parte sempre dos eixos isométricos.

3.3.3.3.3.Linha Isométrica.Linha Isométrica.Linha Isométrica.Linha Isométrica

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 15

ExercícioExercícioExercícioExercício

Traçado da perspectiva isométrica do prisma retangular

Passos:

1º Esboçar ou usar papel reticulado que formam entre si ângulos de 120º. 2º O traçado ocorre em 5 fases que serão apresentadas separadamente.

3.4. Perspectiva Isométrica elementos 3.4. Perspectiva Isométrica elementos 3.4. Perspectiva Isométrica elementos 3.4. Perspectiva Isométrica elementos paralelosparalelosparalelosparalelos

A forma do prisma com elementos paralelos deriva do prisma retangular. Por isso, o traçado da perspectiva do prisma com elementos paralelos parte da perspectiva do prisma retangular ou prisma auxiliar.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 16

3.5 Perspectiva Isométrica 3.5 Perspectiva Isométrica 3.5 Perspectiva Isométrica 3.5 Perspectiva Isométrica elementos oblíquoselementos oblíquoselementos oblíquoselementos oblíquos

Esses elementos são oblíquos porque têm linhas que não são paralelas aos eixos isométricos.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 17

ExercícioExercícioExercícioExercício

Traçado da perspectiva isométrica de modelos com elementos oblíquos

3.63.63.63.6 Perspectiva Isométrica com elementos diversos Perspectiva Isométrica com elementos diversos Perspectiva Isométrica com elementos diversos Perspectiva Isométrica com elementos diversos

Algumas peças apresentam partes arredondadas, elementos arredondados ou furos, como mostram os exemplos abaixo.

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 18

Importante:Importante:Importante:Importante:

Antes de conhecer o traçado da perspectiva isométrica de modelos diversos é preciso conhecer o traçado da perspectiva isométrica do círculo.

3.73.73.73.7 Traçando a perspectiva isométrica do círculo Traçando a perspectiva isométrica do círculo Traçando a perspectiva isométrica do círculo Traçando a perspectiva isométrica do círculo

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 19

cilindro cilindro cilindro cilindro
CONECONECONECONE

3.3.3.3.8 Traçando Traçando Traçando Traçando a perspectiva isométrica do cone e do a perspectiva isométrica do cone e do a perspectiva isométrica do cone e do a perspectiva isométrica do cone e do CILINDROCILINDROCILINDROCILINDRO

Desenho Técnico I Professor: Cristiano Corrêa Ferreira

Desenho Técnico – 1º/2007

Professor: Cristiano Corrêa Ferreira 20

Perspectiva cavaleiraPerspectiva cavaleiraPerspectiva cavaleiraPerspectiva cavaleiraQuanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico Quanto ao aspecto geométrico
NBR 10647NBR 10647NBR 10647NBR 10647
4.1 Introdução4.1 Introdução4.1 Introdução4.1 Introdução

Unidade 4

A origem do nome cavaleira é duvidosa, afirmando uns que provém do nome dado a um tipo de construção alta — o cavalier — que existia em certas fortificações militares do séc. XVI e de onde se tinha sobre a própria fortificação uma visão "do alto" - que seria semelhante à dada pela perspectiva cavaleira. Outros dizem que o nome está relacionado com o ponto de vista alto de um cavaleiro, e ainda outros que deriva dos trabalhos do matemático italiano Cavalieri.

(Parte 1 de 2)

Comentários