Riscos Quimicos

Riscos Quimicos

RISCOS QUÍMICOS

  • EDSON HADDAD

RISCOS QUÍMICOS

RISCOS QUÍMICOS

  • REAÇÃO QUÍMICA : É A TRANSFORMAÇÃO DE

  • UM PRODUTO EM OUTRO.

  • ESSAS TRANSFORMAÇÕES OCORREM SEGUNDO UMA DETERMINADA VELOCIDADE.

RISCOS QUÍMICOS

  • A QUÍMICA ESTÁ PRESENTE:

  • NA COMBUSTÃO DE UMA VELA, DE UM CIGARRO...

RISCOS QUÍMICOS

RISCOS QUÍMICOS

RISCOS QUÍMICOS

  • 20 MILHÕES DE FORMULAÇÕES QUÍMICAS;

  • 500 MIL PERIGOSAS, APENAS 800 REGULAMENTADAS QUANTO A EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL;

  • VÁRIOS NOMES PARA O MESMO PRODUTO. EX. METANOL, ÁLCOOL DE MADEIRA, CARBINOL, ÁLCOOL COLONIAL, ESPÍRITO DE MADEIRA...

CLASSES DE RISCO - ONU

  • CLASSE 1 - EXPLOSIVOS

  • CLASSE 2 - GASES

  • CLASSE 3 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS

  • CLASSE 4 - SÓLIDOS INFLAMÁVEIS

  • COMBUSTÃO ESPONTÂNEA

  • PERIGOSO QUANDO MOLHADO

  • CLASSE 5 - OXIDANTES E PERÓXIDOS ORGÂNICOS

  • CLASSE 6 - TÓXICOS E INFECTANTES

  • CLASSE 7 - RADIOATIVOS

  • CLASSE 8 - CORROSIVOS

  • CLASSE 9 - SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS DIVERSAS

CLASSE 1 - EXPLOSIVOS

  • ALGUMAS SUBSTÂNCIAS SÃO MUITO SENSÍVEIS AO CALOR, CHOQUE E ATRITO COMO A AZIDA DE CHUMBO E FULMINATO DE MERCÚRIO.

  • OUTRAS NECESSITAM DE UM INTENSIFICADOR PARA DETONAREM.

SOBREPRESSÃO

VULNERABILIDADE À SOBREPRESSÃO

  • SOBREPRESSÃO(bar) DANO

  • 0,010 pressão típica para quebra de vidros

  • 0,020 alguns danos aos telhados; 10% de quebra de Vidros

  • 0,027 danos estruturais menores

  • 0,034 - 0,068 vidros estilhaçados e alguns danos as esquadrias

  • 0,068 demolição parcial de casas (sem condição de moradia)

  • 0,088 revestimento de aço de edifícios levemente torcido

  • 0,136 colapso parcial de paredes e telhados de casas

  • 0,156 limite inferior para severos danos estruturais

  • 0,17 50% de destruição de estruturas de tijolos

  • 0,20 - 0,27 destruição de construções sem estruturas de aço

  • 0,34 - 0,48 quase completa destruição de casas

  • 0,68 provável destruição total de prédios

VULNERABILIDADE À SOBREPRESSÃO

  • SOBREPRESSÃO PROBABILIDADE DE RUPTURA

  • (bar) DE TÍMPANO (%)

  • 0,16 1

  • 0,19 10

  • 0,43 50

  • 0,84 90

VULNERABILIDADE À SOBREPRESSÃO

  • SOBREPRESSÃO PROBABILIDADE DE MORTE

  • (bar) POR HEMORRAGIA PULMONAR (%)

  • 1 1

  • 1,2 10

  • 1,4 50

  • 1,75 90

  • 2 99

EXPLOSIVOS - ATENDIMENTO

  • POR SE TRATAR DE UM FENÔMENO EXTREMAMENTE RÁPIDO E INCONTROLÁVEL, AS MEDIDAS EMERGENCIAIS DEVERÃO SER DE CARÁTER PREVENTIVO, OU SEJA, CONTROLE DAS CONDIÇÕES QUE PODEM GERAR AUMENTO DE TEMPERATURA (CALOR), CHOQUE OU ATRITO.

EXPLOSIVOS - ATENDIMENTO

  • LIBERAÇÃO DE GASES TÓXICOS

  • . UTILIZAÇÃO DE EPI

  • OS EPIs NÃO PROTEGEM CONTRA OS EFEITOS DE UMA EXPLOSÃO.

  • RECOLHIMENTO MANUAL.

SUBCLASSES DA CLASSE 1

  • 1.1 Substâncias e artefatos com risco de explosão em massa. Ex.: TNT, Fulminato de mercúrio.

  • 1.2 Substâncias e artefatos com risco de projeção.

  • Ex.: Granadas.

  • 1.3 Substâncias e artefatos com risco predominante de fogo. Ex.: Artigos pirotécnicos.

  • 1.4 Substâncias e artefatos que não apresentam riscos significativos. Ex.: Dispositivos iniciadores.

  • 1.5 Substâncias pouco sensíveis. Ex.: Explosivos de demolição.

CLASSE 2 - GASES

  • É UM DOS ESTADOS DA MATÉRIA.

  • MOVEM-SE LIVREMENTE.

  • EXPANDEM E CONTRAEM QUANDO SE ALTERA A TEMPERATURA E A PRESSÃO.

  • TODOS OS GASES PODEM SER CONVERTIDOS EM LÍQUIDOS AO SE REDUZIR A TEMPERATURA OU AUMENTAR A PRESSÃO.

CLASSE 2 - GASES

  • PERMANENTES - NÃO PODEM SER LIQUEFEITOS À TEMPERATURA AMBIENTE. EX. AR, CO2.

  • LIQUEFEITOS - PODEM SER LIQUEFEITOS À SOB PRESSÃO, À TEMP. AMBIENTE. EX. CL2 , NH3 , GLP.

  • DISSOLVIDOS - DISSOLVIDOS SOB PRESSÃO EM UM SOLVENTE. EX. ACETILENO.

  • PERMANENTES ALTAMENTE REFRIGERADOS - EX. AR LÍQUIDO, O2 , N2 .

CARACTERÍSTICAS DOS GASES

  • ESTADO MAIS PERIGOSO.

  • ALTA MOBILIDADE.

  • RISCOS ADICIONAIS.

  • COR E ODOR.

  • ALTA TAXA DE EXPANSÃO.

  • DENSIDADE (MAIS DENSO, MAIS PERIGOSO).

  • ÁREAS CONFINADAS.

GASES - ATENDIMENTO

  • NÃO CONFIE NOS SENTIDOS POIS:

  • . POUCOS GASES SÃO COLORIDOS (Cl2, NO2).

  • . PEQUENOS VAZAMENTOS SÃO INAUDÍVEIS.

  • . GÁS PODE SER INODORO (CO).

  • . GÁS PODE INIBIR O OLFATO (H2S).

  • . GÁS PODE SER TÓXICO EM CONCENTRAÇÃO ABAIXO DO L.P.O.

  • . MONITORAMENTO PERIÓDICO.

GASES

GASES - ATENDIMENTO

  • GASES LIQUEFEITOS:

  • . CONTER O PRODUTO VAZADO.

  • . APLICAR ESPUMA.

  • . APLICAR NEBLINA D’ÁGUA NA NUVEM.

  • . RISCOS DE BLEVE.

  • NÃO APLICAR ÁGUA SOBRE A POÇA FORMADA, POIS OCORRERÁ BRUSCO AUMENTO NA TAXA DE EVAPORAÇÃO.

GASES - ATENDIMENTO

  • CONSIDERAÇÕES PARA EVACUAÇÃO:

  • . RISCO APRESENTADO PELO PRODUTO.

  • . QUANTIDADE ENVOLVIDA.

  • . CARACTERÍSTICAS DO PRODUTO (DENSIDADE, TAXA DE EXPANSÃO).

  • . CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS.

  • . TOPOGRAFIA DO LOCAL.

  • . DISTÂNCIA PARA ÁREAS HABITADAS.

BLEVE

  • EXPANSÃO EXPLOSIVA DE UM LÍQUIDO AQUECIDO ACIMA DE SUA TEMPERATURA DE EBULIÇÃO, O QUAL PASSA BRUSCAMENTE

  • À FASE VAPOR DEVIDO

  • A RUPTURA DO

  • RECIPIENTE.

CAUSAS DO BLEVE

  • EXPOSIÇÃO AO FOGO (MAIS COMUM)

  • DANOS MECÂNICOS (CORROSÃO E IMPACTO)

  • SUPERENCHIMENTO

  • SUPERAQUECIMENTO

  • FALHA MECÂNICA (STRESS)

  • REAÇÕES DESCONTROLADAS

  • EXPLOSÃO DA FASE VAPOR

BLEVE - PREVENÇÃO

  • PISO INCLINADO

  • REDUNDÂNCIA DE PSVs

  • PSVs PERPENDICULARES AO SOLO

  • RESFRIAMENTO A 10 L/MIN/M2

  • DESPRESSURIZAÇÃO A 7 BAR OU A

  • METADE DA PRESSÃO DE PROJETO EM 15’

  • TRANSFERÊNCIA DO PRODUTO

  • INJEÇÃO DE ÁGUA

  • CARGA/DESCARGA POR CIMA

  • MINIMIZAÇÃO DO NÚMERO DE CONEXÕES

GASES CRIOGÊNICOS

GASES CRIOGÊNICOS

  • SÃO OS GASES QUE PARA SEREM LIQUEFEITOS DEVEM SER REFRIGERADOS A TEMPERATURAS INFERIORES A - 150 ºC. EXEMPLOS:

  • SUBSTÂNCIA T EB ºC RISCO

  • HIDROGÊNIO - 253 INFLAMÁVEL

  • OXIGÊNIO - 183 OXIDANTE

  • NITROGÊNIO - 196 INERTE

  • TANQUES COM VASO INTERNO DE AÇO INOX, EXTERNO DE AÇO CARBONO E PERLITA E VÁCUO ENTRE ELES. AUSÊNCIA DE PRESSÃO.

GASES CRIOGÊNICOS - RISCOS

  • 1) RISCOS À SAÚDE:

  • . ALTO POTENCIAL PARA DANOS AOS TECIDOS.

  • . ASFIXIA - O2 ABAIXO DE 12% EM VOLUME CAUSA INCONSCIÊNCIA RAPIDAMENTE.

GASES CRIOGÊNICOS - RISCOS

  • 2) EFEITOS SOBRE OUTROS MATERIAIS:

  • . EQUIPAMENTOS - ENRIGECE PNEUS E METAIS.

  • . GASES - CONDENSA E SOLIDIFICA OUTROS GASES, PODENDO GERAR SITUAÇÕES DE RISCO.

  • . ÁGUA - INTENSIFICARÁ A EVAPORAÇÃO DEVIDO AO SUPERAQUECIMENTO

  • JAMAIS JOGAR ÁGUA NO INTERIOR DE UM

  • TANQUE, NEM NO SISTEMA DE ALÍVIO.

GASES CRIOGÊNICOS - RISCOS

  • 3) INTENSIFICAÇÃO DOS RISCOS DO ESTADO GASOSO:

  • .O AUMENTO DE O2 PODE CAUSAR IGNIÇÃO DE OUTROS MATERIAIS.

  • . 3% A MAIS DE O2 PROVOCARÁ 100% NA TAXA DE COMBUSTÃO.

  • . NUNCA UTILIZAR ROUPAS DE MATERIAIS SINTÉTICOS (NYLON). UTILIZAR SOMENTE ROUPAS DE ALGODÃO.

  • . H2 PODE IMPREGNAR EM MATERIAIS POROSOS, TORNANDO-OS MAIS INFLAMÁVEIS.

GASES CRIOGÊNICOS - RISCOS

  • 4) ALTA TAXA DE EVAPORAÇÃO NA EXPANSÃO:

  • .RELAÇÃO LÍQUIDO / VAPOR

  • 1 LITRO DE N2 L GERA 697 L DE N2 GAS.

  • 1 LITRO DE O2 L GERA 863 L DE O2 GAS.

GASES CRIOGÊNICOS

  • PERIGOS DA NUVEM DE VAPOR:

  • . NUVENS FRIAS, INVISÍVEIS E DENSAS.

  • . A NUVEM VISÍVEL NÃO INDICA A EXTENSÃO TOTAL DO PROBLEMA.

  • . A NUVEM DIFICULTARÁ A VISIBILIDADE E DESLOCARÁ O AR.

  • . RISCOS IDÊNTICOS AOS LÍQUIDOS.

CILINDROS - DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA

  • FUNÇÃO: PREVENIR A RUPTURA DO CILINDRO DEVIDO AO AUMENTO DA PRESSÃO. 3 TIPOS:

  • . VÁLVULA DE ALÍVIO - ALIVIAM O EXCESSO DE PRESSÃO E REARMAM AUTOMATICAMENTE.

  • . DISCO DE RUPTURA - OPERA A UM VALOR PRÉ AJUSTADO E NÃO REARMA.

  • . PLUG FUSÍVEL - PARA GASES QUE SE DECOMPÕE OU POLIMERIZAM. ATUAM POR TEMPERATURA. O PLUG SE FUNDE, LIBERANDO O PRODUTO. EXEMPLO: ACETILENO (100ºC).

CLASSE 3 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS

  • PONTO DE FULGOR (FLASH POINT):

  • É A MENOR TEMPERATURA NA QUAL UMA

  • SUBSTÂNCIA COMBUSTÍVEL OU INFLAMÁVEL

  • DESPRENDE VAPORES EM QUANTIDADE SUFICIENTE

  • PARA QUE A MISTURA DE VAPOR E AR LOGO ACIMA

  • DE SUA SUPERFÍCIE PROPAGUE UMA CHAMA A

  • PARTIR DE UMA FONTE DE IGNIÇÃO.

  • LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS - PONTO DE FULGOR

  • ABAIXO DE 60,5ºC (VASO FECHADO).

CLASSE 3 - LÍQUIDOS INFLAMÁVEIS

  • CONSIDERAÇÕES

  • PRÁTICAS:

  • MONITORAMENTO PERMANENTE.

  • ELIMINAÇÃO DE FONTES DE IGNIÇÃO.

  • ATERRAMENTO PARA TRANSBORDO.

SUBCLASSE 4.1 - SÓLIDOS INFLAMÁVEIS

  • SÓLIDOS QUE EM CONDIÇÕES

  • DE TRANSPORTE SÃO

  • FACILMENTE COMBUSTÍVEIS,

  • OU QUE POR ATRITO,PODEM

  • CAUSAR OU CONTRIBUIR

  • PARA O FOGO. EX. NITRATO

  • DE URÉIA, ENXOFRE.

  • REQUEREM OS MESMOS

  • CUIDADOS QUE OS LÍQUIDOS

  • INFLAMÁVEIS.

SUBCLASSE 4.2 - SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA

  • SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A AQUECIMENTO ESPONTÂNEO NAS CONDIÇÕES DE TRANSPORTE, OU QUE SE AQUECEM EM CONTATO COM O AR, SENDO ENTÃO, CAPAZES DE SE INFLAMAR.

  • EX. SULFETO DE SÓDIO ANIDRO E FÓSFORO BRANCO OU AMARELO.

SUBSTÂNCIAS SUJEITAS A COMBUSTÃO ESPONTÂNEA - ATENDIMENTO

  • UMA VEZ QUE ESTES SÃO TRANSPORTADOS EM ATMOSFERAS INERTES OU SUBMERSOS EM ÁGUA OU QUEROSENE, A PERDA DA FASE LÍQUIDA ACARRETARÁ NA SUA COMBUSTÃO.

  • PORTANTO, A ESTANQUEIDADE DO VAZAMENTO DEVERÁ SER ADOTADA PRIORITARIAMENTE.

SUBCLASSE 4.3 - SUBSTÂNCIAS QUE EM CONTATO COM A ÁGUA EMITEM GASES INFLAMÁVEIS

  • SUBSTÂNCIAS QUE POR INTERAÇÃO COM A ÁGUA PODEM TORNAR-SE ESPONTANEAMENTE INFLAMÁVEIS OU PRODUZIR GASES INFLAMÁVEIS EM QUANTIDADES PERIGOSAS.

  • EX. SÓDIO METÁLICO E ZINCO EM PÓ.

SUBSTÂNCIAS QUE EM CONTATO COM A ÁGUA EMITEM GASES INFLAMÁVEIS

  • POSSÍVEIS REAÇÕES:

  • A) IGNIÇÃO ESPONTÂNEA

  • Naº + H2O --- NaOH + H2

  • B) GERAÇÃO DE GASES INFLAMÁVEIS

  • CaC2 + H20 --- C2H2 + Ca(OH) 2

  • C) GERAÇÃO DE GASES IRRITANTES OU TÓXICOS

  • PRODUTOS HALOGENADOS, SILANOS

  • D) GERAÇÃO DE CALOR

  • RISCO DE IGNIZAR INFLAMÁVEIS

SUBCLASSE 5.1 - OXIDANTES

  • SUBSTÂNCIAS QUE, EMBORA NÃO SENDO ELAS PRÓPRIAS NECESSARIAMENTE COMBUSTÍVEIS, PODEM, EM GERAL POR LIBERAÇÃO DE OXIGÊNIO, CAUSAR A COMBUSTÃO DE OUTROS MATERIAIS OU CONTRIBUIR PARA ISSO. PORTANTO OS OXIDANTES SÃO UMA FONTE DE OXIGÊNIO.

  • EXEMPLOS: NITRATOS, CLORATOS, FLUOR, CLORO E PERÓXIDOS ORGÂNICOS E INORGÂNICOS.

OXIDANTES

  • RISCOS:

  • INSTÁVEIS.

  • ALTAMENTE REATIVOS.

  • REAÇÕES EXOTÉRMICAS.

  • CONSEQUÊNCIAS:

  • ABSORÇÃO DO CALOR POR OUTRO MATERIAL E SUA IGNIÇÃO

OXIDANTES - RISCOS

  • 1) INTENSIFICAÇÃO DA COMBUSTÃO

  • MAIOR O2 , MAIOR TAXA DE QUEIMA.

  • 2) IGNIÇÃO ESPONTÂNEA

  • O LIE E O PONTO DE FULGOR SERÃO REDUZIDOS.

  • 3) EXPLOSÃO

  • SÃO INSTÁVEIS E REATIVOS

  • 4) GERAÇÃO DE FUMOS TÓXICOS QUANDO AQUECIDOS

  • QUE SE DISSOLVEM NAS MUCOSAS. EX. NITRATOS.

OXIDANTES

  • REAGEM FACILMENTE COM:

  • . MATERIAIS DE LIMPEZA.

  • . LUBRIFICANTES, GRAXAS E ÓLEOS.

  • . MESMO PEQUENOS TRAÇOS DE CONTAMINANTES DE UM AGENTE OXIDANTE CAUSA A IGNIÇÃO DE ENXOFRE, TEREBENTINA,ETC.

OXIDANTES - AGENTE DE EXTINÇÃO

  • ÁGUA É O MAIS INDICADO POIS RETIRA O CALOR E DILUI O MATERIAL.

  • ESPUMA E CO2 SERÃO INEFICAZES POIS ATUAM COM BASE NA EXCLUSÃO DO O2 ATMOSFÉRICO, O QUE NÃO É NECESSÁRIO.

SUBCLASSE 5.2 - PERÓXIDOS ORGÂNICOS

  • SUBSTÂNCIAS QUE APRESENTAM A ESTRUTURA -O - O- . SÃO DERIVADAS DA H2O2 .

  • SÃO TERMICAMENTE INSTÁVEIS, SENSÍVEIS AO CHOQUE E AO ATRITO E PODEM SOFRER DECOMPOSIÇÃO EXOTÉRMICA E AUTO ACELERÁVEL. É UM FORTE AGENTE OXIDANTE.

  • EX. PERÓXIDO DE BENZOÍLA

PERÓXIDOS ORGÂNICOS

  • ANTES DO CARREGAMENTO O DOT EXIGE TESTES DE SENSIBILIDADE:

  • PONTO DE FULGOR.

  • TAXA DE QUEIMA.

  • DECOMPOSIÇÃO TÉRMICA.

  • ESTABILIDADE TÉRMICA.

  • TESTE DE IMPACTO.

  • OS PERÓXIDOS SÃO DILUÍDOS PARA TRANSPORTE.

PERÓXIDOS ORGÂNICOS

  • SÃO PERIGOSOS PARA A SAÚDE, MAS POUCOS ESTÃO BEM CARACTERIZADOS QUANTO A SUA TOXICIDADE.

  • SÃO IRRITANTES PARA OS OLHOS, PELE, GARGANTA E MUCOSAS.

OXIDANTES E PERÓXIDOS ORGÂNICOS ATENDIMENTO

  • UTILIZAR AREIA UMIDA PARA CONTENÇÃO DEVIDO A REATIVIDADE COM TERRA E SERRAGEM.

  • EM SITUAÇÕES DE ALTO RISCO PODE-SE APLICAR GRANDE VOLUME DE ÁGUA PARA DILUIÇÃO.

  • EQUIPAMENTOS CATIVOS PARA TRANSBORDO.

SUBCLASSE 6.1 - TÓXICOS

  • SUBSTÂNCIAS

  • CAPAZES DE PROVOCAR

  • A MORTE OU DANOS À

  • SAÚDE HUMANA SE

  • INGERIDAS, INALADAS

  • OU POR CONTATO COM

  • A PELE. EX. CIANETOS,

  • ARSÊNIO, PESTICIDAS.

TIPO DE EXPOSIÇÃO

ASFIXIANTES

CONCENTRAÇÃO EFEITOS

  • CONCENTRAÇÃO EFEITOS

  • DE O2 - % EM VOLUME

  • 20,9 a 16,0 Nenhum

  • 16,0 a 12,0 Perda da visão periférica; dificuldade respiratória; perda do raciocínio

  • 12,0 a 10,0 Perda da capacidade de julgamento; coordenação muscular baixa; possibilidade de danos ao coração

  • 10,0 a 6,0 Náusea e vômitos; incapacidade de executar movimentos vigorosos; inconsciência seguida de morte

  • < 6,0 Movimentos convulsivos; morte em minutos

TÓXICOS

  • O DANO DEPENDERÁ DO TEMPO DE CONTATO. PARA EXPOSIÇÕES CRÔNICAS A REFERÊNCIA É O LIMITE DE TOLERÂNCIA (8H/DIA, 48H/SEMANA).

TÓXICOS

  • PARA EXPOSIÇÕES AGUDAS A REFERÊNCIA É O IDLH (30 MINUTOS DE EXPOSIÇÃO PARA EFEITOS IRREVERSÍVEIS).

CORROSIVOS

CLASSE 8 - CORROSIVOS

  • SUBSTÂNCIAS QUE EM CONTATO COM MATERIAIS, CAUSAM DESGASTE OU MODIFICAÇÃO QUÍMICA OU ESTRUTURAL, DEVIDO A AÇÃO QUÍMICA OU ELETROLÍTICA ESPONTÂNEA DE AGENTES DO MEIO AMBIENTE. EXEMPLOS: ÁCIDOS E BASES.

CORROSIVOS

  • ÁCIDOS - COMPOSTOS QUE EM SOLUÇÃO AQUOSA PRODUZEM COMO ÍON POSITIVO APENAS O CÁTION HIDROGÊNIO (H+). O H+ SERÁ O RADICAL DOS ÁCIDOS. EXEMPLO: HCl , HNO3 , H2SO4.

  • BASES - COMPOSTOS QUE EM SOLUÇÃO AQUOSA PRODUZEM COMO ÍON NEGATIVO O ÂNION HIDRÓXIDO (OH-). O OH- SERÁ O RADICAL DAS BASES.EXEMPLOS: NaOH, Ca (OH)2 , Al(OH) 3 .

pH

  • ESCALA VARIA DE 0 A 14.

  • QUANTO MAIOR A CONCENTRAÇÃO H+ NA SOLUÇÃO, MENOR SERÁ O pH.

  • QUANTO MAIOR A CONCENTRAÇÃO OH- NA SOLUÇÃO, MAIOR SERÁ O pH.

pH

CORROSIVOS

  • EM FUNÇÃO DO CENÁRIO, AS AÇÕES DE COMBATE AOS ACIDENTES ENVOLVENDO TAIS PRODUTOS PODERÃO SER:

  • . DILUIÇÃO, NEUTRALIZAÇÃO, RECOLHIMENTO.

  • A SELEÇÃO DO MÉTODO MAIS ADEQUADO DEVE

  • SEMPRE LEVAR EM CONSIDERAÇÃO OS

  • ASPECTOS DE SEGURANÇA E PROTEÇÃO

  • AMBIENTAL.

CORROSIVOS - DILUIÇÃO

  • CONSIDERAR:

  • . REATIVIDADE.

  • . RESPINGOS.

  • . VOLUME E ÁREA ATINGIDA.

  • . DANOS AMBIENTAIS.

  • ANALISE CUIDADOSAMENTE

  • ANTES DE OPTAR PELA

  • DILUIÇÃO

DILUIÇÃO

CORROSIVOS - NEUTRALIZAÇÃO

  • CONSISTE NA ADIÇÃO CONTROLADA DE UM OUTRO PRODUTO QUÍMICO. O CONTROLE É NECESSÁRIO DE MODO A EVITAR UMA BRUSCA ALTERAÇÃO NO pH, RESPINGOS DO PRODUTO E GRANDE LIBERAÇÃO DE CALOR. É GERADO GRANDE VOLUME DE RESÍDUOS, ALÉM DE RAÇÕES PARALELAS.

NEUTRALIZAÇÃO

CORROSIVOS - RECOLHIMENTO

  • DEVERÁ SER REALIZADO SEMPRE QUE POSSÍVEL, POIS PERMITE O REAPROVEITAMENTO DO MATERIAL.

  • PODE-SE UTILIZAR BOMBAS, ABSORVENTES, ETC.

CORROSIVOS - ATENDIMENTO

INCOMPATIBILIDADE

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