Química Aplicada - Corrosão - Petrobrás

Química Aplicada - Corrosão - Petrobrás

(Parte 6 de 11)

Controle: –Bico de aspersão.

Química Aplicada

–Tubulações sem fluxo: – tendem a corroer na geratriz superior

Foto 6 – Linha de GOR do SEDIL – HS na parte superior devido a ausência de fluxo.

Locais susceptíveis: – fornos;

–saída dos fornos;

–linhas de transferências;

–diesel pesado;

–linhas de GOR;

–linhas de fundo da torre de destilação atmosférica e da torre de destilação a vácuo;

–Torre de destilação atmosférica, torre de destilação a vácuo e torre de retirada lateral de diesel pesado da torre de destilação atmosférica.

Permutadores da 1ª fase da bateria de preaquecimento (diesel pesado/petróleo), diesel leve/petróleo, petróleo/RV, RCS (refluxo p/torre atmosférica) petróleo, cru reduzido/RV (reboiler das formas atmosféricas), permutadores da 2ª fase da bateria de preaquecimento (petróleo/GOP, petróleo/RCS, petróleo/RV).

Corrosão sob tensão pelo H2S no aço carbono Teoria mais aceita sobre o processo corrosivo:

Foto 7 – Corrosão sob tensão pelo H2S em aço carbono.

Locais mais susceptíveis: Vaso de topo da torre retificadora da unidade de águas ácidas, vaso da unidade de tratamento cáustico da nafta leve ou GLP, vaso de topo da torre pré-flash, vaso de topo da torre estabilizadora de nafta, vaso de topo da torre atmosférica e vaso de topo da torre de vácuo.

Empolamento por hidrogênio

Processo corrosivo: Corrosão → H+ migra para vazios no interior do metal e tende a se alojar na ponta das trincas.

Foto 8 – Chapa com defeito na dupla laminação devido a empolamento por hidrogênio.

Contaminantes como CN– facilitam a ocorrência de corrosão sob tensão e empolamento.

Corrosão em fornos Por cinzas fundidas

Fatores que influenciam:

Controle: –Óleo combustível com baixo teor de V;

Oxidação intensa

Aço carbono: T > 550°C Aço liga 5% Cr: T > 750°C

Foto 9 – Corrosão em tubo de forno-coqueamento interno e oxidação externa.

Química Aplicada Foto 10 – Coqueamento interno de tubo de forno.

Foto 1 – Tubo de forno – oxidação externa (mancha).

Fadiga térmica e mecânica

Térmica → temperatura alta + materiais diferentes

Mecânica → esforços cíclicos e concentração de tensões

Corrosão por condensação de ácidos

Controle: –Lavagem com água e neutralização.

Foto 12 – Corrosão por ácido no Preaquecedor Rotativo (PAR) de um forno da Unidade de Destilação.

Foto 13 – Forno PreFlash-Olhal com deformação e trincas (2002).

Foto14 – Forno Pre Flash Suporte de Teto inclinado – 2002. Suporte esquerdo com olhal superior rompido.

Foto 15 – Fluência.

Forma de controle: –Controle por diminuição das tensões.

Corrosão por ácidos naftênicos

Ácidos naftênicos → R(CH2)nCOOH R = Ciclopentano

Número de neutralização (N): mg/KOH por grama de cru.

N > 0,3 SHELL N > 0,5 OUTROS E Petrobras

Fluência

Processo corrosivo: Em temperaturas muito elevadas, a deformação plástica, devido a solicitações mecâni- cas, cresce continuamente com o tempo, até a fratura do material. A temperatura de fluência depende da composição química do material.

Química Aplicada

Foto 16 – Torre de Destilação a Vácuo – Aspecto da Corrosão nas bandejas, na região de fracionamento de GOP (região onde ocorre condensação).

Foto 17 – Torre de Destilação a Vácuo – Detalhe da bandeja.

O local depende do petróleo Forma de controle:

–Mistura de petróleos de acidez mais baixa;

–Aço inox com teor de Mo > 2%;

–Materiais com + 7% Si (testes em laboratório);

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