Pontes protendidas de eucalipto citriodora

Pontes protendidas de eucalipto citriodora

(Parte 2 de 8)

FIGURA 3 – Entrada de dados no OTB para pontes protendidas simples 45

FIGURA 34 – Deslocamento vertical da seção transversal –

Exemplo ponte protendida (carregamento na borda direita) – CALIL JR (2003) 46

FIGURA 35 – Deslocamento vertical da seção transversal –

Exemplo ponte protendida (carregamento na borda esquerda) – CALIL JR (2003) 46

FIGURA 36 – Sistema de ancoragem utilizado no protótipo 50

FIGURA 37 – Disposição das barras de protensão (medidas em cm) 50

FIGURA 38 – Seqüência das juntas de topo previstas para a construção da ponte (medidas em cm) 50

FIGURA 39 – Vista longitudinal das defensas (medidas em cm) 51 FIGURA 40 – Detalhe de fixação dos guarda-rodas no tabuleiro 51 FIGURA 41 – Fixação das defensas no tabuleiro 51

FIGURA 42 – Comparação de resistência à compressão paralela às fibras, para corpos-de-prova isentos de defeitos e corpos-de-prova estruturais 60

FIGURA 43 – Comparação de resistência à compressão paralela às fibras, para corpos-de-prova isentos de defeitos e corpos-de-prova estruturais – parte 2 60

FIGURA 4 – Ensaio de tração em peças estruturais 62 FIGURA 45 – Ensaio de tração nas peças estruturais – fotografia 62

FIGURA 46 – Dimensões dos corpos-de-prova ensaiados ao cisalhamento (medidas em cm) 64

FIGURA 47 – Ensaio de cisalhamento em (a) corpo-de-prova; (b) peça estrutural 64

FIGURA 48 – Corpos-de-prova para avaliação das perdas de protensão em condições climáticas controladas 67

FIGURA 49 – Ensaio de perda de protensão em corpos-de-prova, com temperatura e umidade controladas 68

FIGURA 50 – Perda de protensão em corpos-de-prova com barras de diâmetro 16 m 69

FIGURA 51 – Perda de protensão em corpos-de-prova com barras de diâmetro 25 m 70

FIGURA 52 – Perda de protensão em corpos-de-prova com barras de diâmetro 32 m 70 vii

FIGURA 53 – Montagem inicial do tabuleiro laminado 71 FIGURA 54 – Numeração das barras de protensão utilizada 72 FIGURA 5 – Características do módulo instalado 73 FIGURA 56 – Içamento da ponte no LaMEM 74 FIGURA 57 – Instalação da ponte 74

FIGURA 58 – Primeiro veículo a atravessar a ponte, antes da verificação das forças de protensão 75

FIGURA 59 – Vista: ponte pronta 75

FIGURA 60 – Sistema montado para monitoramento da perda de protensão no tabuleiro 78

FIGURA 61 – Comportamento de três barras vizinhas, durante a protensão 79

FIGURA 62 – Perda de protensão nas barras do tabuleiro 80 FIGURA 63 – Perda de protensão em uma barra do tabuleiro 80

FIGURA 64 – Comparação entre os comportamentos da protensão nas barras e dos fatores climáticos (0 a 69o dia) 82

FIGURA 65 – Comparação entre os comportamentos da protensão nas barras e dos fatores climáticos (18o a 21o dia) 83

FIGURA 6 – Comparação entre os comportamentos da protensão nas barras e dos fatores climáticos (33o a 36o dia) 84

FIGURA 67 – Comparação entre os comportamentos da protensão nas barras e dos fatores climáticos (35o dia) 85

FIGURA 68 – Variação da força de protensão e da temperatura no tabuleiro 87

FIGURA 69 – Posição dos apoios no tabuleiro 90 FIGURA 70 – Veículo posicionado na ponte, para prova de carga 81 viii

FIGURA 71 – Dimensões reais do veículo utilizado para as provas de carga na fase de construção da ponte. (a) Dimensões longitudinais; (b) Dimensões transversais do eixo dianteiro; (c) Dimensões do eixo traseiro (medidas em cm) 92

FIGURA 72 – Posicionamento transversal do eixo traseiro do caminhão. (a) Carga centrada; (b) Carga excêntrica (medidas em cm) 92

FIGURA 73 – Esquema estático utilizado nas análises 92

FIGURA 74 – Posição real dos apoios para o tabuleiro sem carregamento 94

FIGURA 75 – Posição real dos apoios para o tabuleiro com carregamento centrado 94

FIGURA 76 – Posição real dos apoios para o carregamento excêntrico 94

FIGURA 7 – Posicionamento longitudinal do veículo na ponte, para o carregamento centrado 95

FIGURA 78 – Posicionamento longitudinal do veículo na ponte, para o carregamento excêntrico 95

FIGURA 79 – Ilustração exemplo da redução da rigidez de bordo utilizada 96

FIGURA 80 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento centrado no tabuleiro 98

FIGURA 81 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento excêntrico no tabuleiro 98

FIGURA 82 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento centrado no tabuleiro com os guardarodas 9

FIGURA 83 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento excêntrico no tabuleiro com os guardarodas 9

FIGURA 84 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento centrado, na ponte completa 100

FIGURA 85 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento excêntrico, na ponte completa 100

FIGURA 86 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento centrado, na ponte com seis meses de uso (com redução na rigidez de bordo) 101

FIGURA 87 – Resultados numéricos e experimentais para o carregamento excêntrico, na ponte com seis meses de uso (com redução na rigidez de bordo) 101

FIGURA 8 – Avaliação do desempenho da ponte com o tempo – carga centrada 103

FIGURA 89 – Avaliação do desempenho da ponte com o tempo – carga excêntrica 104

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