Infecção da Corrente Sanguínea

Infecção da Corrente Sanguínea

O ambiente hospitalar é um local propício para o desenvolvimento de infecções;

  • O ambiente hospitalar é um local propício para o desenvolvimento de infecções;

  • Ocorre ICS quando um microrganismo invade o compartimento vascular, a abordagem terapêutica desses pacientes envolve: erradicação do agente etiológico e medidas de suporte contra a resposta inflamatória que ocorre com a ICS.

  • Primária: sem foco infeccioso conhecido ou quando o foco conhecido é o próprio sistema vascular.

  • Secundária: o foco infeccioso é identificado, se desenvolve em conseqüência de um foco primário.

14% das IH são de corrente sanguínea;

  • 14% das IH são de corrente sanguínea;

  • As ICS aumentam o período de internação em sete dias;

  • A mediana de idade dos pacientes que morrem com a doença é 57 anos;

  • 70% das ICS estão relacionadas com cateter venoso central;

  • Higienização das mãos, reduz a incidência de ICS em 45%

  • 49,4% das ICS ocorrem em UTI.

Bacteremia;

  • Bacteremia;

  • Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica

  • ( SRIS);

  • Sepse;

  • Choque Séptico;

  • Síndrome da Disfunção de Múltiplos Órgãos e Sistemas ( SDMOS).

  • Bacteremia: É a presença de bactéria no sangue, ou seja, a falha do hospedeiro em conter o processo infeccioso , gerando um escape de microrganismos para a circulação.

  • Sepse: É a síndrome da resposta inflamatória sistêmica devido a um processo infeccioso.

Síndrome da resposta inflamatória sistêmica: É a variedade de agressões incluindo infecção, pancreatite, trauma múltiplo, lesão tissular e choque hemorrágico.

  • Síndrome da resposta inflamatória sistêmica: É a variedade de agressões incluindo infecção, pancreatite, trauma múltiplo, lesão tissular e choque hemorrágico.

  • Choque séptico: É a síndrome da resposta inflamatória sistêmica devido um processo infeccioso , associada com a disfunção orgânica. Anormalidade na perfusão e hipotensão que não reverte após administração rápida de fluidos e geralmente requer uso de drogas vasoativas.

  • Síndrome da disfunção de múltiplos órgãos e sistemas: É a presença de alterações na função de órgãos em um paciente agudamente enfermo, de modo que a homeostase não possa ser mantida sem intervenção. Podendo ser primária ou secundária.

Cateteres vasculares periféricos;

  • Cateteres vasculares periféricos;

  • Doenças imunossupressoras;

  • Procedimentos invasivos;

  • Sonda vesical de demora;

  • Transfusão sanguínea;

  • Uso de antimicrobianos;

  • Infusão de intralípides em neonatos;

  • Infecção do trato urinário;

  • Infecção do trato respiratório.

  • Condições do hospedeiro:

  • Extremos de idade;

  • Doenças associadas;

  • Gravidade da doença;

  • Desnutrição.

Fatores microbiológicos:

  • Fatores microbiológicos:

  • Tipo de microrganismo( virulência);

  • Inóculo bacteriano;

  • Local da infecção primária;

  • Resistência antimicrobiana.

Fatores terapêuticos:

  • Fatores terapêuticos:

  • Tempo de permanência no hospital;

  • Procedimentos invasivos;

  • Tratamento correto para infecções primárias.

Fatores ambientais:

  • Fatores ambientais:

  • Admissão em ambientes de maior risco de infecção;

  • Índice geral de infecção na instituição;

  • Relação enfermagem/paciente.

Uma grande variedade de microrganismos pode causar ICS primária ou secundária, comunitária ou hospitalar.

  • Uma grande variedade de microrganismos pode causar ICS primária ou secundária, comunitária ou hospitalar.

Os estreptococos do grupo A são as espécies mais patogênicas para o ser humano, embora o mesmo seja o seu hospedeiro natural. Eles podem causar infecção na orofaringe, tonsilite, infecções de feridas e da pele, septicemia, escarlatina, pneumonia, doença reumática, coréia de Sydenham (Dança de São Vito) e glomerulonefrite (inflamação renal), podendo inclusive causar a morte do indivíduo acometido em cerca de 1 mês.

  • Os estreptococos do grupo A são as espécies mais patogênicas para o ser humano, embora o mesmo seja o seu hospedeiro natural. Eles podem causar infecção na orofaringe, tonsilite, infecções de feridas e da pele, septicemia, escarlatina, pneumonia, doença reumática, coréia de Sydenham (Dança de São Vito) e glomerulonefrite (inflamação renal), podendo inclusive causar a morte do indivíduo acometido em cerca de 1 mês.

  • Os estreptococos do grupo B causam mais freqüentemente infecções perigosas nos recém-nascidos (ex: sepse neonatal) e infecções articulares (artrite séptica) e cardíacas.

Os estreptococos dos grupos C e G freqüentemente são transportados por animais, mas também crescem na orofaringe, no intestino, na vagina e no tecido cutâneo do ser humano. Podem causar infecções graves como: faringite, pneumonia, infecções cutâneas, sepse pós-parto e neonatal, endocardite e artrite séptica. Após uma infecção por uma dessas bactérias, pode ocorrer inflamação dos rins.

  • Os estreptococos dos grupos C e G freqüentemente são transportados por animais, mas também crescem na orofaringe, no intestino, na vagina e no tecido cutâneo do ser humano. Podem causar infecções graves como: faringite, pneumonia, infecções cutâneas, sepse pós-parto e neonatal, endocardite e artrite séptica. Após uma infecção por uma dessas bactérias, pode ocorrer inflamação dos rins.

  • Os estreptococos do grupo D e os enterococos crescem normalmente no trato digestivo baixo, na vagina e na pele adjacente. Podem causar infecções de feridas e de válvulas cardíacas, da bexiga, do abdome e do sangue. As infecções causadas por determinados tipos de estreptococos podem causar uma reação auto-imune na qual o organismo ataca seus próprios tecidos. Essas reações podem ocorrer após uma infecção (ex: faringite) e pode acarretar a moléstia reumática, a coréia e a glomerulonefrite.

  • Epidemiologia: pele, próteses e cateteres, diálise peritoneal, derivação ventriculoperitoneal, hemodiálise, nutrição parenteral.

  • Grupo de patógenos eminentemente hospitalar e 80% dos isolados são S. epidermidis, associam-se a materiais, principalmente cateteres vasculares.

  • Estes microrganismos são comensais na pele do paciente e dos profissionais de saúde.

Esses agentes aderem a biomateriais, contaminando-os durante a inserção cirúrgica ou, como no caso de cateteres, migrando para o interior da corrente sanguínea provocando bacteremia.

  • Esses agentes aderem a biomateriais, contaminando-os durante a inserção cirúrgica ou, como no caso de cateteres, migrando para o interior da corrente sanguínea provocando bacteremia.

  • Principal causa de bacteremia em UTI infantil, destacando-se os Rn com baixo peso, que fazem uso de CVC e nutrição parenteral.

  • S. epidermidis é a principal causa de bacteremia em pacientes imunocomprometidos, o sistema digestório é o reservatório principal destes microrganismos chegando a causar 80% das bacteremias em imunodeprimidos.

  • Epidemiologia: pele e nasofaringe, cateteres vasculares, marcapasso, osteomielite, próteses.

  • Era principal causa de bacteremia nos anos 80.

  • A partir dos anos 70 cepas resistentes começaram-se a disseminar pelos hospitais.

  • É um microrganismo comumente colonizados na vagina.

Fatores de risco relacionados :

  • Fatores de risco relacionados :

  • paciente portador nasal do agente ou em uso de antibioticoprofilaxia;

  • doentes com infecção pelo HIV.

  • Dois grupos distintos de bacteremias estaficolocócicas:

  • idosos hospitalizados;

  • jovens que utilizam drogas injetáveis.

  • A maior complicação por S. aureus é a infecção metastática, ocorre em 20 a 60% dos casos, podendo haver também osteomielite ou endocardite.

Síndrome do choque tóxico: febre alta, hipotensão refratária, diarréia intensa, eritrodermia, confusão mental e falência renal.

  • Síndrome do choque tóxico: febre alta, hipotensão refratária, diarréia intensa, eritrodermia, confusão mental e falência renal.

  • A Síndrome foi descrita em crianças, mulheres, pacientes que foram submetidos a herniorrafia, cirurgia de mama, artroscopia, contaminação de feridas cirúrgicas, pós-parto e aborto.

  • Os sítios mais comuns onde foram encontrados o S. aureus foram a pneumonia e ferida operatória.

Epidemiologia: pneumonia, meningite, esplectomia, alcoolismo e raramente peritonite e puerperal.

  • Epidemiologia: pneumonia, meningite, esplectomia, alcoolismo e raramente peritonite e puerperal.

Epidemiologia: cateter vascular, doença no pâncreas biliar, cirurgias, antibioticoterapia.

  • Epidemiologia: cateter vascular, doença no pâncreas biliar, cirurgias, antibioticoterapia.

  • Relacionado principalmente em infecções do trato urinário, crianças com doenças graves, cirurgias complexas, grandes queimados, lesões cutâneas infectadas, imunossupressão, transplante de órgãos e tecidos, e uso de procedimentos invasivos.

A infecção por Enterococos é tipicamente uma doença indolente, caracterizada apenas por febre. Quando ocorre bacteremia polimicrobiana a sintomatologia é mais evidente.

  • A infecção por Enterococos é tipicamente uma doença indolente, caracterizada apenas por febre. Quando ocorre bacteremia polimicrobiana a sintomatologia é mais evidente.

  • Os Enterococos resistentes a vancomicina são encontrados em pacientes de unidade oncológica.

  • A maioria dos pacientes eram leucêmicos e 73% dos casos de infecção eram precedidos pela infecção intestinal.

São germes altamente virulentos e causam quadros fulminantes e persistentes em pacientes imunocomprometidos.

  • São germes altamente virulentos e causam quadros fulminantes e persistentes em pacientes imunocomprometidos.

  • As bacteremias por gram-negativos acometem principalmente pacientes debilitados, e são causados freqüentemente por microrganismos de sua microbiota endógena.

  • O infecção por esses microrganismos desencadeia uma grande liberação de mediadores inflamatórios provocando choque séptico, síndrome da angústia respiratória, com alta letalidade (50 a 80%).

Possuem capacidade de desenvolver resistência a múltiplos agentes antimicrobianos e a facilidade de se multiplicarem em agente e soluções, assim se destacam em surtos de ICS.

  • Possuem capacidade de desenvolver resistência a múltiplos agentes antimicrobianos e a facilidade de se multiplicarem em agente e soluções, assim se destacam em surtos de ICS.

  • Seu foco primário são cateteres intravenosos, tubos endotraqueais além de pielonefrites.

  • Colonização do trato gastrointestinal.

  • Complicações metastáticas.

  • Epidemiologia: ITU, sonda vesical, doença intestinal, cirurgia, doença pancreato biliar.

  • É a bactéria mais encontrada em testes de isolamento.

  • Causam 15% dos casos da multiplicação sanguínea frequentemente fatal, contra 20% por S. aureus.

  • É uma complicação de estágios avançados não tratados de doença nas vias urinárias ou gastrointestinais. A mortalidade é relativamente alta.

Epidemiologia (semelhante à E. coli):

  • Epidemiologia (semelhante à E. coli):

  • ITU, sonda vesical, doença intestinal, cirurgia, doença pancreato biliar.

  • Klebsiella pneumoniae é uma espécie de bactéria gram-negativa, em forma de bastonete. É o mais importante membro do gênero Klebsiella.

  • Pode causar pneumonia embora seja mais comum a sua implicação em infecções hospitares (aparelho urinário e feridas), em particular em doente imunologicamente deprimidos.

  • Infecção urinária diagnosticada tardiamente dificulta o tratamento, e a contaminação por pseudomonas chega rapidamente à corrente sanguínea, atingindo outros órgãos.

  • Leva à formação de microcoágulos, obstruindo a passagem do sangue para os membros.

É um agente oportunista responsável por 5% dos episódios de ICS.

  • É um agente oportunista responsável por 5% dos episódios de ICS.

  • Ele coloniza nos tratos respiratórios, urinário, gastrointestinal e biliar.

  • De 67 a 84% das infecções são de origem hospitalar tendo como principais portas de entrada os procedimentos invasivos e as infecções primárias.

  • Tem grande habilidade de desenvolver resistência a antimicrobianos, principalmente as cefalosporinas.

Cândida sp. É o fungo responsável por 80% dessas infecções.

  • Cândida sp. É o fungo responsável por 80% dessas infecções.

  • Pacientes com HVI têm incidência de até 50% de candidíase disseminada.

  • É responsável por 7,7% das infecções hospitalares da corrente sanguínea.

  • A infecção é habitualmente precedida pela colonização.

  • A mortalidade geral de fungemias por Candida sp é da ordem de 40 a 60%;

  • Grande dificuldade diagnóstica e terapêutica;

45% das candidemia ocorriam em prematuros, 38% em pacientes com doenças hepáticas e gastrointestinais, 15% pacientes neoplásicos. Em 90 % dos casos os pacientes tinham cateter vascular.

  • 45% das candidemia ocorriam em prematuros, 38% em pacientes com doenças hepáticas e gastrointestinais, 15% pacientes neoplásicos. Em 90 % dos casos os pacientes tinham cateter vascular.

  • A associação com bacteremia pode reduzir a positividade de Candida sp nas culturas.

  • Fungemia possui sinais clínicos na pele, olhos e trato urinário.

  • Na pele aparecem lesões macronodulares vermelhas rosadas e difusas na pele.

  • Candiúria pode indicar disseminação hematogênica pelos rins.

Candidíase invasiva é uma forma de infecção fúngica, quando o fungo Candida entra na corrente sanguínea e dissemina a infecção não apenas no sangue, mas também por todo o corpo.

  • Candidíase invasiva é uma forma de infecção fúngica, quando o fungo Candida entra na corrente sanguínea e dissemina a infecção não apenas no sangue, mas também por todo o corpo.

Infecção (Bactéria, vírus, fungos, etc.)

  • Infecção (Bactéria, vírus, fungos, etc.)

  • Moléculas Desencadeantes (Endotoxinas, exotoxinas, ácido teicóico, etc.)

  • Mediadores Primários (TNF, IL-1, C5a, ETC.)

  • Ativação da resposta imune celular e humoral

  • Mediadores Secundários (Citocinas, fatores do complemento,prostanóides, PAF, espécies ativas de oxigênio, etc.)

  • Choque

  • SDMOS

As manifestações clínicas de sepse são variadas dependentes do sítio da infecção, estado imunológico, presença de doença de base subjacente, idade do paciente, resposta inflamatória sistêmica, disfunção de órgãos induzida pelo choque e do momento de sua evolução em que é diagnosticada.

  • As manifestações clínicas de sepse são variadas dependentes do sítio da infecção, estado imunológico, presença de doença de base subjacente, idade do paciente, resposta inflamatória sistêmica, disfunção de órgãos induzida pelo choque e do momento de sua evolução em que é diagnosticada.

O diagnóstico das ICSs podem ser feito de duas maneiras:

  • O diagnóstico das ICSs podem ser feito de duas maneiras:

  • Diagnóstico clínico

  • Diagnóstico laboratorial

Diagnóstico Clínico:

  • Diagnóstico Clínico:

  • É baseado nas manifestações clínicas da sepse, como febre, calafrios, taquicardia, taquipnéia, irritabilidade, letargia.

Diagnóstico Laboratorial:

  • Diagnóstico Laboratorial:

  • Pode ser realizado através da hemocultura e do esfregaço sanguíneo.

  • Obs.: Para obter um melhor resultado devemos escolher o local adequado e realizar a anti-sepsia tópica com rigor e técnica adequada.

O tratamento é feito de acordo com o agente causador da ICS.

  • O tratamento é feito de acordo com o agente causador da ICS.

  • S. Aureus e Staphylococcus coagulase-negativo: Cefalosporinas de primeira geração, rifampicina, vancomicina, clindamicina, ciprofloxacina.

Enterococos: aninoglicosídeo associado à ampicilina ou vancomicina, ciprofloxacina e meropenem

  • Enterococos: aninoglicosídeo associado à ampicilina ou vancomicina, ciprofloxacina e meropenem

  • E. Coli: ampicilina, aminoglicosídeo, cotrimoxazol, cefalosporinas de terceira geração.

  • Klebsiella: amicacina, ciprofloxacina, aztreonam e cefalosporinas de terceira geração.

Antes de considerar medidas preventivas, é preciso observar os fatores que contribuem para o aumento das ICS:

  • Antes de considerar medidas preventivas, é preciso observar os fatores que contribuem para o aumento das ICS:

  • Hospitalização prolongada;

  • Patologia de base;

  • Imunossupressão;

  • Má nutrição;

  • Presença de cateteres e internação em UTI.

Higienização das mãos;

  • Higienização das mãos;

  • Vigilância ao processo de higienização das mãos, incentivar uso de álcool gel.

  • Usar luvas estéreis em procedimentos invasivos;

  • Análise criteriosa da profilaxia antimicrobiana;

  • Treinamento adequado dos profissionais que manuseiam cateteres, e incentivar o uso racional destes dispositivos;

Orientar o profissional e paciente, sobre a necessidade de manter o mais asséptico possível o local do cateter;

  • Orientar o profissional e paciente, sobre a necessidade de manter o mais asséptico possível o local do cateter;

  • Atenção com mecanismos de infusão, e realizar a troca do sistema nos períodos recomendados:

  • Infusão de soro: a cada 72 horas;

  • Infusão de dieta: 24 horas no máximo;

  • Infusão de sangue: trocar o mecanismo a cada infusão.

Sonda vesical de demora não possui data determinada para troca, porém deve-se procurar sinais de infecção.

  • Sonda vesical de demora não possui data determinada para troca, porém deve-se procurar sinais de infecção.

  • Checar o frasco e as características das soluções parenterais quanto à turvação, vazamentos, rachaduras e prazo de validade.

  • Utilizar o cateter de nutrição parenteral apenas para este fim.

Proibido o uso de agulhas para fazer aeração de frascos de soro (respiro).

  • Proibido o uso de agulhas para fazer aeração de frascos de soro (respiro).

Ao realizar associações para administração endovenosa, atentar para a assepsia da manipulação.

  • Ao realizar associações para administração endovenosa, atentar para a assepsia da manipulação.

  • Evitar quebra de técnicas, higienizar as mãos, ter controle do tempo de troca de dispositivos, uso racional de antimicrobianos.

FERNANDES, Antônio Tadeu,et al. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. 1° edição. Atheneu. São Paulo,2000.

  • FERNANDES, Antônio Tadeu,et al. Infecção hospitalar e suas interfaces na área da saúde. 1° edição. Atheneu. São Paulo,2000.

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