Atendimento Pré Hospitalar (basico)

Atendimento Pré Hospitalar (basico)

(Parte 7 de 8)

*imobilização cervical

Dor? Inconsciente?

Elevação modificada da mandíbula

Abertura da boca Dedos cruzados

Varredura digital

Aspiração orotraqueal Cânula orofarígea

A Abertura de Via Aéreas

Pulso radial e/ou carotídeo: presente/ausente? Rápido / lento? Cheio / fino?

Perfusão tecidual: cor pele? Enchimento capilar (2 seg.) Temperatura da pele / pele seca / úmida

C Circulação

Sangramento abundante: compressão

B Boa Respiração

DCAP Deformidade / Contusão / Abrasão / Perfuração

QLE Queimadura / Laceração / Edema PMS Pulso / Motricidade / Sensibilidade DIC Dor / Instabilidade / Creptação Mv Murmúrio Vesicular Mp Movimento Paradoxal

Inspeção: - DCAP / QLE - traquéia: desviada (pneumotórax) - jugulares: colabadas: (choque ) . túrgidas – (pneumotórax / tamponamento)

Palpação: - DIC(anterior / posterior - sangramento

TÓRAX Inspeção: - DCAP / Mp / QLE

Palpação: - DIC Auscuta: Mv diminuído (pneumotórax)

Percussão: macicez (sangue)

Bulhas abafadas (tamponamento cardíaco) Hiper-Timpanismo(ar)

*Movimento(respiração) paradoxal é o sinal mais característico de tórax instável*

Inspeção: - DCAP /QLE - distensão

Palpação: - dor / rigidez (hemorragia)

* o fígado é o órgão mais comumente atingido em traumas penetrante*

* o baço é o órgão mais comumente atingido nos traumas fechados*

Inspeção: - DCAP / QLE Palpação: - DIC

SÍNFISE PUBIANA

Palpação: - dor / rigidez (hemorragia)

- sangramento /

Inspeção: - priapismo(TRM) / - edema de bolsa escrotal / - liberação de fezes e urina

MMSI e AXILAS Inspeção: - DCAP / QLE / PMS

Palpação: - DIC

DORSO Inspeção: DCAP / QLE

Palpação: - DIC

Inspeção: -pupilas: anisocoria(TCE) - não fotorreagência

- nariz: sangue / líquor (TCE base de crânio)

- ouvido: sangue / líquor (TCE base de crânio)

- equimose retro-auricular / periorbital(TCE base de crânio)

Palpação: - DIC - afundamento

Sintomas? Alergia? Medicamentos? Passado médico/prenhez? Refeição? Evento? Punção venosa

REAVALIAÇÃO - paciente instáveis: cada 5 minutos

- pacientes estáveis: cada 10 minutos

- sempre que realizar procedimentos críticos

- quando há alteração do quadro clínico do paciente

- procedimentos realizados sinais itais

É importante que seja efetuado a imobilização de todas as lesões, assim que haja suspeitas de fraturas ou trauma associado à história da vítima. Porém não devemos perder tempo imobilizando uma fratura quando a vida da vítima está em risco.

em extremidades edemaciadas

1) Remover as roupas, anéis e pulseiras, que podem comprometer a vascularização da extremidade. Cortar com instrumento apropriado. os anéis 2) Cobrir lesões abertas com bandagens estéreis. 3) Colocar extremidades em posição anatômica e alinhadas. 4) Não reduzir fraturas ou luxações no extra-hospitalar.

5) Antes e depois da imobilização verificar: pulsos distais, enchimento capilar, sensibilidade e motibilidade.

6) No caso de uma luxação ou fratura de articulação, imobilizar a extremidade na posição em que foi encontrada. Exceto se houver evidência de comprometimento vascular e o transporte for longo.

7) A imobilização deve interessar a articulação distal e proximal a lesão. 8) Elevar extremidade após imobilização, se for possível.

1) Bandagens: única opção pré-hospitalar para imobilização de fraturas de clavícula, cabeça do úmero e escápula. São utilizadas bandagens triangulares e em gravata, para aplicação como tipóias e como fixadores de auto-imobilização (imobilização de uma extremidade na outra).

2) Imobilizadores rígidos: são dispositivos não flexíveis, adaptados ao corpo para manter estabilidade. Podem ser de madeira, papelão ortopédico os alumínio. São úteis especialmente em lesões de mãos, pés, punhos, tornozelos, antebraços e pernas.

3) Colete flexível tipo KED: é um imobilizador dorsal que só deve ser utilizado em vítimas com suspeita de TRM que foram encontras sentadas, sem nenhum tipo de alteração na analise da cena, AVDI e/ou ABC. Pode ser utilizado de forma alternativa para imobilização de fraturas de pelve e de fêmur proximal.

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