Manual do Isolamento e Precauções

Manual do Isolamento e Precauções

(Parte 3 de 7)

• Máscara: É obrigatório o uso de máscara comum (tipo cirúrgica), durante o período de transmissibilidade de cada doença em particular, para todas as pessoas que entrarem no quarto. Deverá ser desprezada ao sair do quarto.

• Transporte do paciente: Deverá ser evitado. Quando necessário o paciente deverá sair do quarto utilizando máscara comum.

• Artigos e equipamentos: Deverão ser exclusivos ao paciente ou comum aos pacientes acometidos com o mesmo microrganismo.

1. Quando instituir o procedimento

Sempre que houver suspeita ou confirmação de doença infecciosa ou colonização/infecção por um microrganismo passível de ser disseminado para outros pacientes ou profissionais que os assistem.

2. Quem deve instituir o procedimento Vide fluxograma

3. Notificação para a CCHI

O médico ou enfermeiro que instituiu o procedimento inicial deverá notificar a CCIH.

4. Avaliação da indicação do procedimento

O médico ou enfermeiro da CCIH deverão realizar a avaliação da indicação do procedimento imediatamente após receber a notificação. O objetivo desta avaliação é ratificar ou não a indicação de precauções para isolamento e realizar orientações adicionais pertinentes (colocação da placa ilustrativa).

5. Supervisão da aplicação do procedimento

Deverá ser realizada pelo médico ou enfermeiro da unidade. A

CCIH poderá supervisionar a qualidade da efetivação do procedimento indicado e reorientar se necessário.

6. Suspensão do procedimento

O médico ou enfermeiro da unidade poderão suspender o procedimento seguindo as orientações técnicas de precauções para isolamento deste manual.

Enfermeiro identifica necessidade de precauções

Através de informações médicas, laboratoriais, anamnese e exame físico de enfermagem.

Informa o médico assistente

Oriente paciente / família (médico ou enfermeiro)

Institui a categoria de precauções Notifica serviço de higiene, nutrição e CCIH.

Avaliação periódica (enfermeiro da unidade e da CCIH)

Manutenção das precauções Suspensão (conforme manual) Limpeza terminal do quarto

Situações conflitante s solicitar CCIH a) Situações clínicas que requerem precauções empíricas Tipos de precauções Condição clínica Possibilidade diagnóstica

Precauções para Aerossois

· Exantema vesicular*

• Exantema maculopapular com febre e coriza

• Tosse, febre, infiltrado pulmonar em paciente infectado pelo HIV.

Varicela, Zoster disseminado Rubéola, Sarampo

Tuberculose

Precauções para Gotículas

• Meningite

• Exantema petequial e febre

• Tosse persistente paroxística ou severa durante períodos de ocorrência de coqueluche

Doença Meningocócica Doença Meningocócica Coqueluche

Precauções de Contato

• Diarréia aguda e provavelmente infecciosa em paciente incontinente ou em uso de fralda

• Diarréia em adulto com historia de uso recente de antimicrobiano

• Exantema vesicular*

• Infecção respiratória (bronquiolite principalmente) em lactantes e crianças jovens.

• História de colonização ou infecção por bactérias multi-resistentes.

• Infecção de pele, ferida ou trato urinário em paciente com internação recente em hospital onde bactérias multi-resistentes são prevalentes.

• Abcessos ou feridas com drenagem de secreção não contida pelo curativo.

Vírus/bactérias entéricos

Clostridium difficile Varicela, Zoster disseminado

Vírus Sindical Respiratório ou Vírus Parainfluenza.

Bactéria multi-resistente Bactéria multi-resistente

Staphylococcus/Streptococcus * Condições que exige duas categorias de isolamento.

b) Relação das doenças e microorganismos (suspeita ou diagnóstico confirmado_ e precauções especificamente indicadas

Infecção/Condição/Microrganismo Tipo de Precaução Período

ABSCESSO DRENANTE · Drenagem contida pelo curativo

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