behaviorismo

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(Parte 1 de 3)

“Steve, sua rotina de treino, anterior às tacadas finais, está inconsistente”.

ENSINANDO STEVE A SEGUIR UMA ROTINA CONSISTENTE ANTES DAS JOGADAS FINAIS1

Steve era um jovem jogador profissional de golfe, participante do Torneio Canadense de Golfe Profissional. Apesar de jogar bem, ainda não vencera nenhum torneio profissional em parte devido às tacadas finais inconstantes. Steve sabia que os jogadores profissionais têm uma rotina mais constante de tacadas finais do que os amadores mais habilidosos, e que os amadores mais habilidosos têm uma rotina mais constante do que os amadores menos habilidosos. Refletindo, Steve percebeu que sua própria rotina não era tão consistente quanto deveria ser. Nem sempre ele verificava a inclinação do putting green2 dos dois lados da bola, antes de finalizar a jogada. Caso fosse um putt3 especialmente importante, ele costumava ficar de pé, por cima da bola, por um tempo mais longo, antes de jogá-la para o buraco. Também ocorriam outras inconsistências, de um putt para o seguinte, durante as competições. Ele concluiu que sua rotina inconsistente antes das jogadas finais podia estar contribuindo para o pouco sucesso nos putts.

O primeiro passo para estabelecer uma seqüência consistente de respostas durante a rotina que antecedia os putts foi relacionar os passos específicos que ele deveria seguir em cada ocasião. Foram os seguintes: 1. Ao se aproximar da bola, esqueça a pontuação e pense apenas naquele putt. 2. Coloque-se além do buraco, olhe para a bola e verifique a inclinação do local, a fim de calcular a velocidade e o percurso do putt. 3. Coloque-se por detrás da bola, olhe para o buraco e verifique novamente a inclinação. 4. Enquanto estiver por detrás da bola, escolha um ponto para o qual apontar, ensaie duas jogadas e visualize a bola rolando para dentro do buraco. 5. Coloque-se ao lado da bola, posicione o putter 4 atrás da bola e ajuste-o de maneira que esteja apontando para o ponto desejado. 6. Ajuste os pés de maneira que fiquem paralelos à linha do putt, empunhe o putter da maneira habitual e diga:

“Bata suavemente”. 7. Olhe para o buraco, olhe para a bola, olhe para o ponto, olhe para a bola e bata o putt.

O procedimento de treino realizado por Steve envolvia 10 tentativas. A cada tentativa, ele executava os sete passos da rotina ao treinar um putt curto no local de treinamento. A razão pela qual realizava a rotina em putts curtos era que queria que cada seqüência fosse seguida pelo reforçador, no caso, realizar o putt. Em cada tentativa, um amigo checava a relação dos passos à medida que eram realizados. Caso ele pulasse algum passo, seu amigo lhe dava a deixa para realizá-lo, antes de prosseguir. Depois de completar as 10 repetições, Steve e seu amigo jogavam uma rodada amistosa, durante a qual o amigo dava deixas para que Steve completasse a rotina em cada putt. Posteriormente, durante os torneios, Steve pedia a seu caddy 5 que o lembrasse freqüentemente de seguir sua rotina. Três semanas depois, Steve venceu seu primeiro evento. Apesar de haver uma séria de fatores contribuindo para isso, Steve sentiu que um deles foi a melhora de suas tacadas de putt devido a uma rotina de preparação mais consistente.

1 Este exemplo se baseia numa consultoria prestada por G. Martin (1999). 2 Espaço para a jogada final de colocação da bola no buraco (N. da T.). 3 Tacada leve dada na bola para acertá-la no buraco (N. da T.). 4 Taco com que se acerta a bola no buraco, em um lance curto (N. da T.). 5 Carregador de tacos de golfe.

Um encadeamento comportamental é uma seqüência de estímulos discriminativos

(SDs) e respostas (Rs), na qual cada resposta, exceto a última, produz o SD para a próxima resposta, sendo a última resposta tipicamente seguida por um reforçador. Além de ser uma deixa para a próxima resposta, cada SD (após o primeiro) em um encadeamento comportamental é um reforçador condicionado para a resposta anterior. O que Steve conseguiu ao aprender a seguir uma rotina consistente antes dos putts foi tal seqüência de estímulos e respostas. O primeiro estímulo (SD1) para a seqüência inteira era o feedback de andar em direção à bola no campo. A resposta (R1) para tal estímulo era: “Vou me concentrar apenas neste putt”. O final de tal afirmação era a deixa (SD2) ir para trás do buraco, olhar de novo para a bola, verificar a inclinação do terreno para calcular a velocidade e a trajetória do putt (R2). Os estímulos visuais resultantes (e talvez certos estímulos internos que poderíamos chamar de “uma imagem do putt e da velocidade da bola”) era a deixa (SD3) para a próxima resposta (R3): colocar-se atrás da bola e olhar para o buraco de forma a observar a inclinação daquele ângulo. Desta maneira, cada resposta produzia a deixa para a resposta seguinte até que todo o encadeamento fosse completado, e Steve chegasse ao reforçador: acertar a bola no buraco. Pode-se perceber a razão para chamar tal procedimento de encadeamento estímuloresposta ao escrevê-la como se segue:

SD1R1 SD2 R2 SD3 R3 ... SD7 R7 S+

As conexões estímulo-resposta são os “elos” que mantêm a cadeia unida. Como se costuma dizer: “Uma cadeia só é tão forte quanto seu elo mais fraco”. De forma semelhante, caso uma resposta seja tão fraca a ponto de não ser evocada pelo SD que a precede, o SD seguinte não será produzido e o restante do encadeamento não ocorrerá. A cadeia se romperá no ponto de seu elo mais fraco. A única maneira de reparar a cadeia é fortalecer a conexão estímulo-resposta fraca, através de um procedimento eficaz de treinamento.

O símbolo S+ no final do diagrama simboliza o reforçador positivo que se segue à última resposta da cadeia. Ele representa o “óleo” que se deve aplicar regularmente para manter a cadeia forte e livre de ferrugem. O reforçador no final da cadeia mantém os estímulos da cadeia como SDs eficazes para as respostas que se seguem a eles como reforçadores condicionados eficazes para as respostas que o precedem.

Muitas seqüências comportamentais que você executa na sua vida diária são cadeias comportamentais. Tocar determinada música num instrumento musical, escovar os dentes, amarrar seus sapatos e fazer um sanduíche são cadeias comportamentais. No entanto, nem todas as seqüências comportamentais são cadeias comportamentais. Estudar para uma prova, fazer a prova e ir à próxima aula para saber sua nota representam uma seqüência geral de comportamentos à qual você se submete em todos os cursos que faz. Mas tal seqüência geral consiste em uma variedade de atividades (ler, memorizar, escrever etc.), com muitas quebras na ação (estudar, depois dormir, depois ir para a aula etc.). A seqüência não é composta de uma série consistente de estímulos e respostas na qual cada estímulo (com exceção do último) é um reforçador condicionado para a resposta anterior e um SD para a resposta seguinte.

Há três métodos principais para se ensinar uma cadeia comportamental. Um dos métodos é chamado de apresentação da tarefa total. Neste método, em cada tentativa, o aprendiz realiza todos os passos, do início até o final da cadeia e continua com repetições de toda a tarefa, até que todas as etapas estejam dominadas. São dadas deixas, se necessário, e um reforçador se segue à conclusão correta da última etapa. Esta foi a estratégia usada para ensinar Steve a seguir uma rotina consistente antes das tacadas finais. Como outro exemplo, Horner e Keilitz (1975) usaram a apresentação da tarefa total para ensinar adolescentes com déficit de desenvolvimento a escovar os dentes.

Um segundo método importante para se ensinar uma cadeia comportamental é chamado de encadeamento de trás para frente ou reverso. Tal método constrói a cadeia gradualmente em uma ordem inversa àquela em que a cadeia é executada. Isto é, inicialmente é estabelecido o último passo; depois é ensinado o penúltimo passo e este é ligado ao último passo; então é ensinado o antepenúltimo passo, que é ligado às duas últimas etapas; e assim por diante, progressivamente, do final até o começo da cadeia. O encadeamento reverso foi usado em numerosos programas, incluindo o ensino de vários comportamentos, como se vestir, se arrumar, trabalhar e comportamento verbal, para indivíduos com desenvolvimento atípico (p. ex., Martin, England e England, 1971). Por exemplo: para ensinar Caio, um menino com desenvolvimento atípico, a vestir as calças, dividimos a tarefa em sete etapas ilustradas na Figura 1-1. Realizamos então uma avaliação de linha de base para determinar o tipo de deixa necessária para Caio corretamente executar cada etapa. A seguir, iniciamos o treino, começando pela última etapa. O instrutor ajudava Caio a colocar as calças, com exceção da resposta da etapa 7. Depois, foram realizadas diversas tentativas do treinamento para ensinar a Caio a resposta da etapa 7. Como você pode ver na Figura 1-1, no decorrer das diversas tentativas, as deixas foram esvanecidas até que Caio conseguisse, ele mesmo, subir o zíper. Quando Caio já havia aprendido isso, o professor iniciou com ele a etapa 6 e o ensinou a terminar a cadeia a partir dessa etapa. Quando Caio já conseguia executar as duas últimas etapas sem erros, os treinos passaram a ter início na etapa 5. Com as calças abaixo dos tornozelos, Caio foi ensinado a puxá-las até em cima (etapa 5), o que era o SD para que ele executasse a etapa 6. Executar a etapa 6 fornecia o SD para executar a etapa 7. Em cada tentativa, Caio completava todas as etapas aprendidas previamente. O treinamento prosseguiu dessa maneira, com uma etapa acrescentada a cada vez, até que Caio pudesse executar as sete etapas. Durante todo o treinamento, etapas individuais executadas corretamente eram reforçadas com elogios, e a finalização da etapa 7, em cada tentativa, era seguida por um reforçador comestível.

Estudantes de modificação de comportamento geralmente consideram estranho o encadeamento reverso, quando lêem sobre ele pela primeira vez, aparentemente porque acham que ele ensina o indivíduo a executar a cadeia de trás para a frente, como o nome sugere. Naturalmente, isso não é verdade. Há uma excelente razão teórica para usar o encadeamento reverso. Considere o exemplo acima de ensinar um menino com desenvolvimento atípico a vestir as calças. Ao começar com a etapa 7, a resposta de “subir o zíper” era reforçada na presença do botão fechado. Conseqüentemente, o sinal do botão fechado se tornou um SD para a etapa 7, subir o zíper.

TarefaColocar as calças
ClienteCaio
Reforçadoreselogio e

4 comestível

Sistema de pontuação 3 = sem deixas 2 = deixa verbal 1 = deixas gestuais/imitação 0 = ajuda física

SDs Respostas Linha de Base Tentativas de Treino

1. “Vista as calças”.

2

Pegar as calças na gaveta.

2. Calças na mão Segurar as calças na vertical com a frente virada em direção oposta ao cliente

1

3. Calças seguradas na vertical

1

Colocar uma perna na calça

4. Uma perna na calça

1

Colocar a outra perna na calça

Subir as calças 22 3
6. Calças erguidas Fechar o botão 00 1 2 3 3 3

5. As duas pernas na calça 7. Botão fechado Subir o zíper 0 0 1 2 3 3 3 3 3 3 3

Figura 1-1Análise de tarefa simples e folha de dados para ensinar uma pessoa com desenvolvimento atípico

a vestir as calças.

Com base no princípio do reforçamento condicionado, a visão do botão fechado também se tornou um reforçador condicionado para qualquer coisa que o precedesse. Depois de várias tentativas da etapa 7, o instrutor passava para a etapa 6. O comportamento de fechar o botão produzia o estímulo visão do botão fechado. A visão do botão fechado se tornara um reforçador condicionado, e ele imediatamente seguia-se à execução da etapa 6. Assim, quando se utiliza o encadeamento reverso, o reforçamento da última etapa na presença do estímulo apropriado, em várias tentativas, estabelece tal estímulo como um estímulo discriminativo para a última etapa e como um reforçador condicionado para a penúltima etapa. Quando é acrescentada a etapa anterior à última, o SD dessa etapa também se torna um reforçador condicionado e assim sucessivamente. Dessa maneira, o poder do reforçador positivo que é apresentado no final da cadeia é transferido para cada SD, à medida que é adicionado à cadeia. Assim, o encadeamento reverso tem uma vantagem teórica de sempre ter a presença de um reforçador condicionado para fortalecer cada resposta nova que é adicionada à seqüência.

O terceiro método importante para ensinar uma cadeia comportamental é chamado de encadeamento para a frente. Com tal método, a etapa inicial de uma seqüência é ensinada em primeiro lugar; depois a primeira e a segunda etapa são ensinadas e ligadas; depois as três primeiras etapas; e assim por diante, até que toda a cadeia seja adquirida. Por exemplo: Mahoney, Van Wagenen e Meyerson (1971) usaram o encadeamento para a frente no treino de utilização do banheiro, tanto com crianças normais, como com crianças com desenvolvimento atípico. Os componentes da cadeia incluíam andar até o banheiro; abaixar as calças; sentar-se no vaso sanitário ou ficar em pé em frente a ele (como apropriado); eliminar; e vestir as calças. O treino começou com a primeira etapa e, depois que uma etapa era dominada, a próxima era introduzida. Cada etapa era reforçada até que a próxima fosse introduzida.

Anotação 1

Em parte devido ao fato do encadeamento reverso se assemelhar a uma inversão natural da ordem das coisas, o encadeamento para a frente e a apresentação da tarefa total são usadas com mais freqüência nas situações do cotidiano, fora do cenário da modificação do comportamento. Entre os muitos exemplos que podem ser citados para ilustrar o encadeamento para a frente, considere a maneira pela qual uma criança pode ser ensinada a pronunciar uma palavra como “mico”. Primeiro, ela pode ser ensinada a dizer “m”, depois “mi”, depois “mic” e, finalmente, “mico”.

Os três principais modelos de encadeamento são apresentados na Figura 1-2 e esboçados na Tabela 1-1. Qual o mais eficaz?

S1 R1S2 R2 S3 R3 Reforçador

Apresentação da tarefa total

S3 R3Reforçador
S2 R2S3 R3 Reforçador
S1 R1S2 R2 S3 R3 Reforçador

Encadeamento reverso (ou de trás para a frente)

S1 R1Reforçador
S1 R1S2 R2 Reforçador
S1 R1S2 R2 S3 R3 Reforçador

Encadeamento para a frente

Figura 1-2 Diagrama dos três principais modelos de encadeamento.

Bellamy, Horner e Inman (1979) concluíram que a apresentação da tarefa total tem várias vantagens práticas em comparação com os outros modelos de encadeamento para ensinar pessoas com desenvolvimento atípico. A apresentação da tarefa total requer menos tempo do instrutor na montagem ou desmontagem para preparar a tarefa para o treino; parece enfocar simultaneamente o ensino da topografia da resposta e da seqüência de resposta e, conseqüentemente, deveria produzir resultados mais rapidamente; e parece maximizar a independência do aprendiz desde o início do treino, especialmente se ele já estiver familiarizado com algumas etapas. Além disso, vários estudos demonstraram que a apresentação da tarefa total é ao menos tão boa quanto, ou melhor, do que o encadeamento reverso e o encadeamento para a frente para ensinar várias tarefas a pessoas desenvolvimento atípico (Martin, Koop, Turner e Hanel, 1981; Spooner, 1984; Yu, Martin, Suthons, Koop e Pallota-Cornick, 1980).

TABELA 1-1 UM ESBOÇO DOS TRÊS PRINCIPAIS MÉTODOS DE ENCADEAMENTO

Para todos os métodos

Fazer uma análise de tarefa

Apresentação da tarefa total

O aprendiz tenta todas as etapas em cada tentativa, de forma que todas as etapas não dominadas são ensinadas simultaneamente. O treinador fornece deixas e elogios para todas as etapas não dominadas. O reforçador é apresentado depois da última etapa. O treino continua desta maneira até que todas as etapas sejam dominadas.

Encadeamento para a frente

Começando da primeira, cada etapa deve ser dominada antes de se passar para a próxima. O treinador fornece deixas e um reforçador para a etapa que está sendo ensinada. Em cada tentativa, todas as etapas anteriormente dominadas são exigidas, até aquela que está sendo ensinada. Desta maneira, é aprendida uma etapa por vez, progredindo até a última.

Encadeamento reverso

Começa com a última etapa; esta deve ser dominada antes de se prosseguir para a penúltima etapa. O treinador fornece deixas para a etapa que está sendo ensinada. Em cada tentativa, todas as etapas anteriormente dominadas são exigidas, e a última etapa é seguida por um reforçador. Desta maneira, é aprendida uma etapa por vez, progredindo da última até a primeira.

Qual o melhor método no caso de indivíduos que não têm déficits de desenvolvimento? Para tarefas relativamente simples com um número pequeno de passos, como a rotina de Steve, anterior ao putt, a apresentação da tarefa total é provavelmente o melhor método. Para tarefas mais complexas, no entanto, o encadeamento reverso ou para frente tem probabilidade de ser mais eficaz. Por exemplo: para ensinar uma seqüência complexa de mergulhos a pilotos de aviões de caça, Bailey, Hughes e Jones (1980) consideraram o encadeamento reverso mais eficaz do que a apresentação da tarefa total.Num experimento para ensinar alunos de Introdução à Psicologia a executar uma tarefa musical num teclado, pelo que eram avaliados tanto por erros melódicos como de ritmo, o encadeamento reverso e o encadeamento para a frente foram mais eficazes do que a apresentação da tarefa total, e o encadeamento para a frente foi mais eficaz do que o reverso na maioria das contagens (Ash e Holding, 1990). Além disso, pode haver razões práticas para utilizar o encadeamento reverso para ensinar certas tarefas. Ao dar aulas de condução de automóveis, por exemplo, é extremamente aconselhável ensinar o uso do breque antes de ensinar a utilização do acelerador (por razões óbvias).

O encadeamento comportamental, o esvanecimento e a modelagem são algumas vezes chamados de procedimentos de mudança gradual porque cada um deles envolve progressos graduais através de uma série de etapas para produzir um novo comportamento, novo controle de estímulo sobre um comportamento ou uma nova seqüência de etapas estímuloresposta. É importante ter claras as distinções entre os três procedimentos de mudança gradual.

Na modelagem, as etapas consistem em reforçar aproximações sucessivas até a resposta final desejada (ver Capítulo 10). No esvanecimento, as etapas consistem em reforçar a resposta final desejada na presença de aproximações mais próximas ao estímulo final desejado para aquela resposta (ver Capítulo 9). No encadeamento, as etapas geralmente consistem em reforçar mais e mais a ligação estímulo-resposta específica que compõe a cadeia. Uma exceção desta, é o método de apresentação total da tarefa; neste caso todas as ligações são ensinadas diretamente no início do treino, e modelagem e esvanecimento são utilizadas para desenvolver as respostas ou deixá-las sob controle do estímulo apropriado. Por utilizar modelagem e esvanecimento, o procedimento ainda é um procedimento de mudança gradual. A Tabela 1-2 resume algumas similaridades e diferenças dos três procedimentos e como são tipicamente aplicados.

1. Faça uma Análise de Tarefa: Identifique Todos os Componentes da Seqüência

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