behaviorismo

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(Parte 2 de 3)

A seqüência comportamental que você deseja ensinar tem que ser dividida em componentes individuais, devendo ser respeitada a ordem dos componentes na seqüência. O processo de dividir uma tarefa em etapas menores ou respostas componentes, para facilitar o treinamento, é chamado de análise de tarefa. Exemplos de análises de tarefa para ensinar habilidades complexas incluem habilidades de conservação de apartamento (Williams e Cuvo, 1986), habilidades de cuidados menstruais (Richman, Reiss, Bauman e Bailey, 1984), habilidades para o jogo de tênis (Buzas e Ayllon, 1981), treino de um time juvenil de futebol americano (Komaki e Barnett, 1977), habilidades de lazer (Schleien, Wehman e Kiernan, 1981) e treino de pedestres para caminhar com segurança pelas ruas (Page, Iwata e Neef, 1976). Assim como acontece na seleção de etapas da modelagem (discutida no Capítulo 10), a seleção das etapas ou componentes do encadeamento é um tanto subjetiva. Os componentes devem ser suficientemente simples para serem aprendidos sem grande dificuldade. Caso você desejasse ensinar uma criança com déficit profundo de desenvolvimento a escovar os dentes, seria um equívoco considerar a tarefa em termos dos três grandes passos: colocar pasta na escova, escovar e enxaguar. Para a criança alcançar o domínio da cadeia, cada um desses passos teria que ser subdividido em etapas ainda menores. Os componentes também têm que ser selecionados de maneira que haja um estímulo ou conjunto de estímulos bem definido, para sinalizar a conclusão de cada componente. Isso facilitará a transformação de tais estímulos em reforçadores condicionados para as respostas precedentes e em SDs para as respostas subseqüentes, através da cadeia inteira.

TABELA 1-2 SIMILARIDADES E DIFERENÇAS ENTRE MODELAGEM, ESVANECIMENTO E ENCADEAMENTO

Modelagem Esvanecimento Encadeamento

Comportamento final 1.Comportamento que é novo em alguma dimensão física como topografia, freqüência ou intensidade.

1. Novo controle de estímulo de um determinado comportamento.

1. Nova seqüência de respostas, com um estímulo“bem-definido” que sinaliza o final de cada resposta e o início da próxima.

2. O comportamento final compõe-se apenas da última etapa da modelagem.

2. O controle de estímulo final compõe-se apenas da última etapa do esvanecimento.

2. O comportamento final compõe-se de todas as etapas do encadeamento.

Procedimentos gerais do treinamento 1. Geralmente envolve um ambiente não estruturado no qual o aprendiz tem a oportunidade de emitir uma variedade de comportamentos.

1. Tipicamente, envolve um ambiente estruturado, uma vez que os estímulos presentes têm que ser precisamente controlados.

1. Tipicamente envolve um ambiente de ensino estruturado ou semiestruturado.

2. Caminha em um padrão que acompanha a “ordem natural” do comportamento.

2. Caminha em um padrão que acompanha a “ordem natural” do comportamento.

2. Pode caminhar acompanhando a “ordem natural” do comportamento ou a ordem inversa.

Outras considerações sobre o processo 1. Muitas vezes envolve controle instrucional; pode envolver alguma deixa física nas etapas sucessivas, mas de maneira mínima. Também pode envolver esvanecimento nas etapas sucessivas, mas isto não é usual.

1. Pode envolver alguma modelagem, embora não seja usual.

1. Freqüentemente envolve deixas verbais e físicas, ajuda física, esvanecimento e, talvez, modelagem nas etapas sucessivas.

2. Envolve aplicação sucessiva de reforçamento e extinção.

2. Envolve aplicação sucessiva de reforçamento. Caso a extinção tenha que ser usada, o esvanecimento não ocorreu em um nível ideal.

2. Tipicamente envolve menos tentativas de extinção do que a modelagem, por causa do forte controle de estímulo estabelecido pelas deixas e pelo esvanecimento nas sucessivas etapas.

Por exemplo, ao utilizar o encadeamento para ensinar uma criança a lavar as mãos adequadamente, você poderia selecionar, como um dos componentes, colocar água na pia. Seria importante especificar um determinado nível de água na pia e talvez até fazer uma marca (temporariamente, pelo menos) nesse nível, para fornecer um estímulo muito claro que encerra tal componente da cadeia (que você poderia definir como: “manter abertas as torneiras até que a água atinja o nível desejado”).

Depois de completar sua análise da tarefa, revise cada um dos estímulos que controlarão cada uma das respostas da seqüência. Teoricamente, cada estímulo controlador deveria ser claramente diferente dos outros estímulos controladores. Caso estímulos semelhantes controlem diferentes respostas, há maior probabilidade de erro e de confusão por parte do cliente. Caso, em sua análise da tarefa, dois estímulos controladores sejam bastante semelhantes e não haja nada que você possa fazer a respeito, considere então a possibilidade de codificar artificialmente um dos estímulos de alguma maneira para tornar mais fácil a aquisição da cadeia.

2. Considere Estratégias para a Utilização Independente de Deixas por parte dos Aprendizes

Como no caso de Steve, muitos indivíduos conseguem usar, eles próprios, deixas para ajudar no domínio de uma cadeia de comportamentos. Com aprendizes que sabem ler, uma análise de tarefa por escrito pode servir de deixa adequada para levá-los a completar adequadamente as cadeias comportamentais (ver, p. ex., Cuvo, Davis, O’Reilly, Mooney e Crowley, 1992). Caso os aprendizes não sejam alfabetizados, uma série de deixas na forma de figuras pode orientá-los na execução das cadeias comportamentais. Por exemplo, Thierman e Martin (1989) prepararam um álbum de figuras-deixa para orientar adultos com déficits profundos de desenvolvimento na execução de cadeias que melhoraram a qualidade de suas tarefas de limpeza doméstica. Os clientes foram ensinados a olhar para a figura de determinada etapa, executar tal etapa e, então, transferir um adesivo para indicar que aquela etapa havia sido concluída. A estratégia foi bastante eficaz. Outra estratégia que envolve a utilização independente de deixas para orientar na conclusão de cadeias comportamentais envolve recitar auto-instruções. Indivíduos com desenvolvimento atípico foram ensinados a recitar auto-instruções como deixa para a conclusão de tarefas vocacionais (Salend, Ellis e Reynolds, 1989); para a execução correta de problemas de matemática (Albion e Salzburg, 1982); e para classificar envelopes corretamente em diferentes caixas (Whitman, Spence e Maxwell, 1987).

3. Considere a Realização de Uma Tentativa Preliminar, Dando Modelo

Em alguns casos, tais como com pessoas com desenvolvimento atípico ou crianças, pode ser aconselhável dar um modelo da seqüência inteira e, ao mesmo tempo, descrever verbalmente a execução de cada etapa. (Diretrizes sobre dar modelo são descritas no Capítulo 18.) Caso apenas uma amostra da tarefa-treino esteja disponível, a tarefa deve ser desmontada depois da tentativa em que é dado o modelo, e os componentes devem ser rearranjados para o aprendiz executar a tarefa. Ou então, o aprendiz pode ser treinado usando amostras alternativas da tarefa.

4. Comece o Treino da Cadeia Comportamental

Inicialmente, peça ao aprendiz para começar a trabalhar e para completar a(s) etapa(s) da tarefa. A etapa ou etapas pela qual começará depende do tipo de encadeamento que você está usando: apresentação da tarefa total, encadeamento reverso ou encadeamento para a frente. Se em qualquer etapa o aprendiz parar ou parecer desatento, você deve, em primeiro lugar, fornecer uma deixa como “O que vem agora?” ou “Continue”. Se o aprendiz executar uma resposta incorretamente ou deixar de emitir a resposta dentro de um período de tempo razoável, em qualquer etapa, você deve passar à correção do erro. Forneça a instrução necessária ou ajuda física para ajudar o aprendiz a executar a etapa corretamente. Depois que o erro for corrigido, avance para a próxima etapa.

5. Considere o Uso de Amplos Reforçadores Sociais e Outros Reforçadores

Às vezes, um reforçador natural que segue à conclusão de uma cadeia é suficiente para mantê-la. É o caso de Steve, descrito no início desse capítulo. Ao ensinar cadeias comportamentais a pessoas com desenvolvimento atípico ou a crianças, entretanto, geralmente é aconselhável elogiar imediatamente a conclusão correta de cada etapa, nas tentativas iniciais do treinamento (ver, p. ex., Koop, Martin, Yu e Suthons, 1980). Além disso, geralmente é aconselhável fornecer um reforçador (algo comestível, por exemplo) contingente à conclusão bem sucedida da última etapa da cadeia. Assim que o cliente se tornar mais habilidoso na execução das etapas, os elogios e outros tipos de reforçadores podem ser gradualmente eliminados. Estratégias adicionais para manter cadeias comportamentais que já foram dominadas são descritas no Capítulo 16.

6. Reduzir Assistência Extra em Etapas Individuais assim que Possível

Dependendo dos detalhes da análise da tarefa, talvez seja necessário fornecer algumas instruções adicionais ou ajuda física para corrigir erros. Através de tentativas sucessivas, tal assistência extra deve ser esvanecida tão rapidamente quanto possível. É importante não fornecer assistência a ponto de criar dependência no seu cliente. Isto é, cuidado para não reforçar seu cliente por cometer erros e por esperar sua ajuda em determinadas etapas.

Cadeias que contêm um elemento de resposta que não é necessário para o reforçamento são chamadas de cadeias incidentais, e o processo que as produz é chamado de encadeamento incidental. Encadeamento incidental é uma forma de reforçamento incidental como descrito no Capítulo 3. Uma cadeia incidental tem alguns componentes que são funcionais para a produção do reforçador, e pelo menos um componente (chamado de componente supersticioso) que não o é. Muitas vezes é necessário um cuidado especial para evitar encadeamentos incidentais indesejados. Assim como respostas indesejadas, relativamente simples, são muitas vezes instaladas inadvertidamente através da administração impensada de reforçamento positivo, também podem ser estabelecidas cadeias com um ou mais componentes indesejados. O tipo mais comum de encadeamento indesejado provavelmente ocorre quando uma resposta inadequada precede uma ou mais respostas adequadas que são reforçadas; tanto a resposta adequada, como a inadequada é desse modo fortalecida. Um exemplo de tal tipo de encadeamento é o costume, apresentado por alguns oradores, de começar cada comentário com "ãhn". Um exemplo semelhante, mas um tanto mais sério é fazer expressões faciais bizarras antes de cada frase.

Alguns procedimentos de modificação de comportamento aparentemente bem fundamentados podem levar a encadeamentos indesejados caso o modificador de comportamento não seja cuidadoso. Isto foi ilustrado no projeto de Olenick e Pear (1980) para ensinar nomes de figuras para crianças com desenvolvimento atípico. Eram feitas às crianças questões em que se mostrava uma figura para ser nomeada e perguntava-se “O que é isto?”. Respostas corretas eram reforçadas. Caso as crianças cometessem um erro, era feita com elas uma tentativa com imitação, na qual o professor apresentava a pergunta e imediatamente dava o modelo da resposta (p. ex., “O que é isto? Gato”.). Olenick e Pear observaram que algumas crianças cometiam um grande número de erros, mesmo quando parecia que sabiam nomear a figura adequadamente. Os pesquisadores sugeriram que para tais crianças, formara-se uma cadeia na qual erros nas perguntas eram reforçados pelas tentativas com imitação, pois nestas uma resposta mais fácil (imitação) era reforçada. Olenick e Pear resolveram tal problema diminuindo a taxa de reforçamento para respostas corretas nas tentativas com imitação e, ao mesmo tempo, mantendo uma taxa alta de reforçamento para respostas corretas das questões sem modelo.

Problemas de autocontrole, que atormentam muitas pessoas, fornecem muitos outros exemplos de encadeamentos comportamentais indesejados. Considere o problema de comer em excesso. Apesar de haver, indubitavelmente, uma variedade de razões possíveis para comer em excesso, uma das causas mais freqüentes pode ser o desenvolvimento inadvertido de cadeias comportamentais indesejadas. Por exemplo, observou-se que muitas pessoas que estão acima do peso comem muito rapidamente. Um exame da seqüência comportamental envolvida sugere a seguinte cadeia: colocar comida no talher; colocar a comida na boca; recolocar comida no talher, enquanto mastiga a comida; simultaneamente, engolir a comida enquanto coloca mais uma colherada na boca; e assim por diante. Tal cadeia comportamental pode ser quebrada com sucesso, estendendo-se a cadeia e introduzindo atrasos. Uma cadeia mais aconselhável poderia ser a seguinte: colocar comida no talher; colocar a comida na boca; descansar o talher na mesa; mastigar a comida; engolir; esperar três segundos; recarregar o talher; e assim por diante. Em outras palavras, na cadeia indesejada a pessoa se apronta para consumir o bocado seguinte, antes mesmo de terminar o anterior. Uma cadeia mais aconselhável separa tais componentes e introduz breves atrasos.

Outra cadeia comportamental indesejada, apresentada por algumas pessoas que estão acima do peso, consiste em assistir à TV até que comece um comercial; ir até a cozinha durante o comercial; fazer um lanche; e retornar para ver o programa de TV (o qual, junto com o sabor do alimento, reforça fazer o lanche). Há uma variedade de procedimentos para resolver tais problemas de autocontrole, e eles são discutidos em mais detalhes no Capítulo 26. O ponto a lembrar aqui é que comportamentos indesejados muitas vezes são componentes de cadeias comportamentais desenvolvidas de maneira não intencional.

Deve-se observar as seguintes regras ao ensinar cadeias comportamentais:

1. Faça uma análise de tarefa. Identifique as unidades da cadeia que são simples o suficiente para serem aprendidas sem grandes dificuldades. 2. Considere estratégias (p. ex., figuras) que possam ser independentemente utilizadas como deixas pelos aprendizes. 3. Se necessário, faça uma tentativa preliminar dando modelos. 4. Ensine as unidades na seqüência adequada. Caso contrário, será desenvolvido um controle de estímulo fraco, pois, quando uma etapa for concluída, ela não será necessariamente um estímulo discriminativo para a próxima etapa, podendo, pelo contrário, controlar alguma outra etapa (como quando uma criança aprende a contar incorretamente, por exemplo, 1, 2, 4, 3). 5. Para apressar a aprendizagem, use um procedimento de esvanecimento para diminuir a ajuda extra que pode ser necessária para o cliente executar alguma etapa. 6. Caso você esteja usando encadeamento reverso ou para a frente, certifique-se de que, em cada tentativa, o aprendiz execute todo o conjunto de componentes aprendidos até aquele ponto. 7. No início do treino, utilize amplo reforçamento para execuções corretas de etapas individuais. Gradualmente, reduza tal reforçamento à medida que o aprendiz se tornar mais habilidoso. 8. Certifique-se de que o reforçamento fornecido no final da cadeia esteja de acordo com as diretrizes para aplicação eficaz do reforçamento positivo, apresentadas no Capítulo 3. Quanto mais eficaz tal reforço final, mais estável a cadeia de respostas.

Isto não significa, no entanto, que uma vez estabelecida a cadeia ela tenha que ser reforçada todas as vezes em que ocorrer, a fim de ser mantida. Depois que uma cadeia foi ensinada, ela pode ser considerada como uma única resposta, que poderá, se desejado, ser colocada em um esquema de reforçamento intermitente.

1. Descreva resumidamente o procedimento de encadeamento usado para ensinar

Steve a executar uma rotina consistente antes das tacadas finais. 2. Descreva ou defina cadeia comportamental, e dê um exemplo diferente dos exemplos deste capítulo. 3. Por que você supõe que uma cadeia comportamental é chamada de cadeia? 4. Em uma cadeia, um dado estímulo é tanto SD quanto reforçador condicionado.

Explique com um exemplo. 5. Usando exemplos, mostre a diferença entre seqüência comportamental que seja uma cadeia e uma que não seja uma cadeia. 6. Na cadeia comportamental dirigir um carro, acelerar, e mudar marchas (suponha que você tenha uma transmissão de quatro velocidades), como a cadeia de um motorista que tem um tacômetro (e o utiliza) é diferente da cadeia do motorista que não tem tacômetro? 7. Nomeie e descreva resumidamente os três principais métodos de encadeamento. 8. Descreva como cada um desses três métodos principais pode ser usado para ensinar a arrumar uma cama. 9. Qual desses métodos principais os autores recomendam para ensinar pessoas com desenvolvimento atípico e por quê? 10. Estabeleça a diferença entre os tipos de comportamento final tipicamente estabelecidos pela modelagem, pelo esvanecimento e pelo encadeamento. 1. Suponha que você queira ensinar um adolescente a trocar o pneu de um carro.

Você usaria modelagem ou encadeamento? Justifique a sua escolha. 12. Qual o significado do termo análise de tarefa? Descreva uma análise de tarefa plausível apropriada para ensinar a uma criança de três anos o comportamento de amarrar os sapatos. 13. Descreva resumidamente três estratégias para ajudar indivíduos a usar deixas de maneira independente para orientar o domínio de uma cadeia de comportamentos. 14. Em que uma cadeia incidental é semelhante e em que é diferente do comportamento supersticioso? 15. Descreva um exemplo de cadeia incidental que não esteja neste capítulo.

Identifique claramente o componente supersticioso. 16. Dê um exemplo de uma cilada do encadeamento. Explique como tal cilada pode ser evitada.

A. Exercícios Envolvendo Outros

1. Descreva como você poderia usar encadeamento comportamental para ensinar uma criança a amarrar seus sapatos. 2. Descreva como você poderia usar encadeamento comportamental para ensinar uma criança a dar um nó. 3. Descreva como você poderia usar encadeamento comportamental para ensinar uma criança a fazer um laço. 4. Teste seus programas de encadeamento dos Exercícios de Aplicação 1 a 3 e veja como funcionam.

B. Exercícios de Auto-Modificação

Identifique um déficit comportamental seu que possa ser modificado através de um procedimento de encadeamento. Descreva em detalhes como você poderia usar as diretrizes para o uso eficaz do encadeamento para superar tal déficit.

1. Em uma variação no encadeamento para a frente, chamado de método por partes, diferentes componentes de uma cadeia são ensinados separadamente e depois todos são combinados para formar um todo. Suponha que você queira ensinar alguém a nadar usando o estilo crawl. Com orientação adequada e objetos de flutuação, o aprendiz poderia ser ensinado, em primeiro lugar, a fazer a braçada apropriada; depois a batida de pés apropriada; a seguir, o giro de cabeça adequado e a respiração. Finalmente, essas três partes seriam colocadas juntas em uma seqüência completa. Weld e Evans (1990) notaram pouca diferença entre aprendizagem por partes e apresentação da tarefa total para ensinar adolescentes com déficit severo ou moderado de desenvolvimento a preparar uma sacola com lanche e a fazer um cartão de aniversário.

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