A importância da motivação no quadro de funcionários de uma empresa

A importância da motivação no quadro de funcionários de uma empresa

(Parte 1 de 3)

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE SINOP

INSTITUTO DE ADMINISTRAÇÃO,

CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ECONÔMICAS.

DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO

ANA CLAUDIA FERREIRA LISBOA

FRANCISCO DE MORAES TORRES

GRACIELA FERREIRA DE PAULA

LETICIA DE OLIVEIRA MARTINS

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO NO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA

Sinop-MT

2009

ANA CLAUDIA FERREIRA LISBOA

FRANCISCO DE MORAES TORRES

GRACIELA FERREIRA DE PAULA

LETICIA DE OLIVEIRA MARTINS

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA

Trabalho apresentado ao curso de Administração da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT, Campus Universitário de Sinop, na disciplina de Organização de Sistemas e Métodos II.

Prof. Alexandre Nascimento

Sinop-MT

2009

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 03

1.1 Tema 04

1.2 Justificativa 04

1.3 Caracterização do Problema 04

1.4 Objetivos 05

1.4.1 Objetivo Geral 05

1.4.2 Objetivos Especifico 05

1.5 Metodologia........................................................................................................05

2 MOTIVAÇÃO 07

2.1. Tipos de Motivação 08

2.2 Teorias da Motivação 09

2.2.1 Teoria X e Teoria Y 09

2.2.2 Teoria da Hierarquia da Necessidade 10

2.2.3 Teoria da Equidade 10

2.2.4 Teoria da Expectativa 12

2.2.5 Teoria Motivação-Higiene 12

2.2.6 Teoria de Necessidades de McClelland 13

2.2.7 Teoria de Reforço 14

2.2.8 Teoria de Determinação de Metas 14

3 ESTUDO DE CASO 16

3.1 A Empresa 16

3.2 O Funcionamento da Empresa 17

3.3 Análise do Questionário Objetivo 19

SUGESTÕES.............................................................................................................00

CONSIDERAÇÕES FINAIS/RECOMENDAÇÕES 30

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 32

ANEXOS....................................................................................................................33

Introdução

Mesmo sabendo que o estudo da motivação humana tem raízes na Antiguidade, dentro da administração, ele surge a partir da Escola de Relações Humanas, que foi a primeira a enfatizar a satisfação do funcionário, a se ocupar com suas questões afetivas e pessoais, estudando os aspectos humanos dentro da organização.

Atualmente o mercado de trabalho está muito competitivo, exigindo que as pessoas estejam em constante inovação. E para que isso ocorra devemos estar sempre motivados em nosso trabalho, pois o nosso desempenho é a garantia de nossa permanência, pois o ser humano motivado cria condições para realizar grandes feitos, utilizando o melhor de sua energia dentro da empresa em que atua.

Nesse sentido faz-se aqui um estudo sobre a importância da motivação dentro de uma determinada empresa de Sinop, o mesmo será apresentado abaixo, onde foram dividos em três capítulos, onde no primeiro capítulo serão apresentados os objetivos pretendidos, justificando-os e salientando qual a metodologia será utilizada para que o trabalho seja realizado. Em seguida se iniciará a pesquisa, com a consulta de diversas bibliografias referentes ao assunto abordado. No capítulo dois, será mencionado sobre a Motivação, seus conceitos, objetivos e algumas de suas Teorias.

E por fim, no capítulo cinco será feito o estudo de caso, onde se buscou analisar a importância da motivação na empresa, demonstrando de forma clara os resultados do estudo e quais foram os procedimentos para chegar a esses resultados, finalizando assim o presente trabalho e visando auxiliar os funcionários e proprietários da empresa criando um ambiente favorável para que haja um clima interno sadio e criativo.

1.1 Tema

A importância da motivação no quadro de funcionários de uma determinada empresa de Sinop-MT.

1.2 Justificativa

Com o mercado cada vez mais competitivo e os consumidores cada vez mais exigentes, torna-se necessário satisfazer os desejos dos clientes e atendê-los com eficiência, para isso os funcionários devem estar motivados para trabalhar.

A motivação se invoca com freqüência para explicar as variações de determinados comportamentos e, sem dúvida, apresenta uma grande importância para a compreensão do comportamento humano, um estado interno resultante de uma necessidade que desperta certo comportamento.

Estar motivado é trabalhar produzindo mais e melhor, é atuar de forma mais completa, atendendo aos clientes como eles desejam serem atendidos, sem que haja má vontade ou sentido de obrigação em estar ali.

O presente vem a se justificar pela possibilidade de proporcionar aos funcionários da empresa estudada, uma melhor visão do que é motivação e qual a importância de se trabalhar motivado, colaborando assim para que os mesmos atuem melhor na empresa.

1.3 Caracterização do Problema

A motivação só e possível em ambientes em que confiança e a lealdade estejam no centro das relações da empresa. Onde prevaleça a ética e o respeito mútuo entre as pessoas e ainda esforço contínuo para compatibilizar objetivos pessoais com os objetivos empresariais.

Este é um aspecto extremamente importante em tempos de mudanças aceleradas, tempos em que inúmeras ameaças afloram e exige da alta administração esforço consciente e intenso para que decisões de sobrevivência não destruam o ambiente e as relações entre a empresa e os colaboradores.

É a partir daí que surge a seguinte questão, os funcionários da empresa aqui estudada estão motivados o suficiente para atuarem com dedicação ao trabalho?

1.4 Objetivos

1.4.1 Geral

- Analisar o nível de satisfação com que os funcionários da empresa estão desempenhando suas funções.

1.4.2 Específicos

- Identificar como é o relacionamento individual dos funcionários com a liderança e com os colegas;

- Identificar a satisfação dos funcionários em relação ao salário e oportunidade de crescimento;

- Identificar se o funcionário se considera motivado e valorizado.

1.5 Metodologia

O presente estudo visa a melhoria do relacionamento de uma equipe de funcionários de determinada empresa do ramo de construção da cidade de Sinop-MT. O procedimento metodológico utilizado nesse trabalho será a pesquisa bibliográfica, com o objetivo de recolher, selecionar, analisar e interpretar as contribuições já existentes sobre o assunto. Conforme Silva (2003), “a teoria explica e discute um tema ou problema com base em referencias teóricas, já publicadas em livros revistas, artigos científicos, entre outros.” Então serão adotados autores e livros que discutem sobre motivação, para que se possa analisar o que ocorre na empresa estudada. Será realizado um estudo de caso, através de coletas de dados, onde serão identificadas e analisadas todas as informações necessárias para a realização do trabalho.

Quanto aos objetivos será utilizada a pesquisa descritiva, onde serão analisados todos os fatos ocorridos na empresa. Para Gil (1999) “a pesquisa descritiva tem como objetivo descrever as características de determinado estabelecimento.” Portanto após analisados os fatos, os mesmos serão classificados, registrados e interpretados.

Quanto à forma de abordagem do problema a pesquisa será do tipo quantitativa, que para Beuren (2004, p. 92) a pesquisa quantitativa “caracteriza-se pelo emprego de instrumentos estatísticos, tanto na coleta quanto no tratamento dos dados”. Será realizada a aplicação de questionários aos funcionários da determinada empresa a ser estudada. Logo após será analisado as respostas para que se possa chegar a uma conclusão da pesquisa.

2 MOTIVAÇÃO

Nossa forma de agir na vida segue um roteiro, primeiro sentimos; depois pensamos; em seguida, falamos e, por fim, agimos. No meio desse processo existe a intuição, somos esse conjunto de ações, e nem sequer percebemos como e quando elas acontecem.

Todos temos dentro de nós a vontade para sermos animados, entusiasmados e alegres, nascemos com a chama da motivação, que pode virar um "incêndio" de entusiasmo.

A motivação é um conjunto de forças internas/impulsos que orientam o comportamento de um indivíduo para determinado objetivo como resposta a um estado de necessidade, carência ou desequilíbrio. Para os psicólogos é uma concentração de energia estimulada por desejos ou necessidades próprias ao ser humano.

Segundo P.Yong, no livro de Dinah Martins, “Psicologia da Aprendizagem”, p.86, o estado da motivação explica todas as ações dos homens e dos animais, do porque do comportamento que procede de impulsos.

Assim ele considera a motivação sob três aspectos, energético, teológico e genético, no primeiro a motivação é representada como descarga de energia, como as contrações no estomago vazio por exemplo. No segundo aspecto, consideram-se as atividades que exprimem direção do comportamento em vista de fins definidos. E no ultimo aspecto é considerado os motivos como resultado de experiências individuais do passado. Yong menciona que nenhuma dessas formas de interpretação de motivação, isoladamente poderá ser considerada satisfatória.

Stanger, p. 95, propõe a seguinte classificação de motivos segundo sua evolução:

  • Segurança: necessidade de defesa biológica;

  • Dominancia: necessidade de obter status no grupo;

  • Aquisição: necessidade de possuir bens materiais;

  • Identificação: necessidade de predominio de grupo;

  • Valorização: necessidade de defesa das suas convicções.

Conforme Stephen, p. 109, “motivação é o resultado da interação entre os individuos e a situação”. Ou seja, é a vontade de empregar esforços em direção à meta condicionado pela capacidade de satisfazer alguma necessidade.

Nós seres humanos temos algumas necessidades psicológicas a serem atendidas e de acordo com esse atendimento nos tornamos mais ou menos motivados, essas necessidades são: – Causalidade Pessoal: as pessoas querem ter a “certeza” de que estão realizando algo por vontade própria, e não porque alguém está mandando.

  – Efetividade Pessoal: as pessoas tentam constantemente perceber e verificar o quanto são capazes dentro de cada tarefa ou situação

– Curiosidade: aquilo que é novidade gera curiosidade que motiva. Normalmente coisas ou tarefas que representam algo de novo tendem a gerar em nós um certo grau a mais de interesse e descoberta que, no final das contas, nos conduz para um estado de motivação e tentativa de conseguir

2.1 Tipos de Motivação

Há inúmeas formas de motivação, será destacado aqui somente alguns tipos:

Motivações fisiológicas (primárias): são inerentes à estrutura biológica do organismo, tendo por função garantir o equilíbrio orgânico. Como por exemplo o sono, a dor, a fome, a sede.

Motivações sociais (secundárias):essas variam de pessoa para pessoa e são adquiridos através do processo de socialização, e resultam do processo de aprendizagem social. Entre as motivações sociais destacam-se as necessidade de realização/sucesso e de poder/prestígio.

Motivações combinadas:designam-se assim porque combinam factores biológicos e factores sociais. São muito marcadas pela aprendizagem, mas não são essenciais à sobrevivência do indivíduo nem à manutenção do equilíbrio do organismo. Motivações Cognitivas:são as necessidades de informação e de conhecimento que têm como base a curiosidade e a atividade exploratória para melhor compreendermos e, explicarmos também, a realidade.

2.2 Teorias da Motivação

2.2.1 Teoria X e Teoria Y

Ambos conceitos foram desenvolvidos por Douglas McGregor, segundo ele essa teoria serve de base a qualquer teoria de como liderar pessoas dentro de uma organização.

A Teoria X parte da idéia de que as pessoas preferem ser dirigidas e, por isso, devem ser controladas. Segundo essa teoria os gerentes de empresas definem que os empregados não gostam de trabalho e sempre que possível tentam evitá-lo, que devem ser coagidos e punidos para atingirem metas, que evitam responsabilidades buscando orientação formal sempre que possível. Enfim, estes pressupostos correspondem à concepção mecanicista dos trabalhadores.

A Teoria Y, é o oposto parte da hipótese de que as pessoas são criativas, competentes e consideram que o trabalho natural e nao como obrigação. Nessa teoria as pessoas exercitam autocontrole e auto-orientação quando estão comprometidas com objetivos e possuem a habilidade de tomar decisões inovadoras.

Estes pressupostos constituem a base da chamada Administração Participativa. MacGregor acreditava que a Teoria Y fosse mais valida que a Teoria X, mas que qualquer uma duas pode ser apropriada em situações especiais.

2.2.2 Teoria da Hierarquia de Necessidade

Foi formulada por Abraham Maslow, nela as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Define um conjunto de cinco necessidades descritos em forma de pirâmide.

As necessidades fisiológicas são as necessidades básicas, as necessidades de segurança, vai da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa como um emprego estável, as necessidades sociais são tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube, as de estima passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos, e por fim, nas necessidades de auto-realização o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser.

Embora a teoria de Maslow tenha sido considerada uma melhoria em relação as anteriores ela tem seus defeitos, o principal é que é possivel uma pessoa estar auto-realizada, contudo não conseguir uma total satisfação de suas necessidade fisiológicas.

2.2.3 Teoria de Equidade

A Teoria da Equidade se baseia no critério de que as pessoas têm sobre a recompensa que recebem em comparação com as recompensas que as outras pessoas recebem pelo mesmo serviço ou pelos mesmos resultados.

Equidade pode se definir como uma relação entre o esforço ou a habilidade com o pagamento ou promoção que recebe, comparada com pagamento ou promoção que outras pessoas recebem por desempenhar uma habilidade semelhante.

As comparações concentram-se no salário como recompensa mais significativa no local do trabalho.

Rechard A. Cosier e Deu R. Dalton afirmam que os relacionamentos no trabalho não são estáticos, e que as iniqüidades não ocorrem apenas uma vez. Cada indivíduo reage a uma iniqüidade conforme suas experiências quanto à mesma, geralmente toleram até cair a “gota d’agua”.

Segundo esta teoria, quando uma pessoa entende que cometeram uma injustiça com ela, aumenta sua tensão e a maneira de resolver a situação é mudando de comportamento. Há quatro proposições relativas ao pagamento injusto:

1 – Dado o pagamento por tempo, empregados super-recompesados produzirão mais do que empregados pagos com equidade.

2 – Dado o pagamento por quantidade de produção, empregados super-recompesados produzirão menos unidades, mas com melhor qualidade do que empregados pagos com equidade.

3 – Dado o pagamento por tempo, empregados sub-recompesados produzirão menos resultados ou de pior qualidade.

4 – Dado o pagamento por quantidade de produção, empregados sub-recompesados produzirão um grande número de unidades de baixa qualidade em comparação com empregados pagos com equidade.

As pesquisas recentes têm sido direcionadas para ampliar o que significa equidade ou justiça, mas a Teoria da Equidade demonstra que, para a maioria dos empregados, a motivação é influenciada tanto por recompensas relativas como por recompensas absolutas.

2.2.4 Teoria da Expectativa

Desenvolvida por Victor Vromm, é atualmente uma das explicações de motivação mais aceita, para ele a motivação é o processo que governa a escolha de comportamentos voluntários alternativos.

Segundo James A. F. Stoner e R. Edward Freedman, no livro “Administração”, p. 328, a Teoria da Expectativas diz que um empregado está motivado a empregar um alto nível de esforço quando acreditar que o esforço levará à uma boa avaliação de desempenho, que as recompensas satisfarão as metas pessoais do empregado.

Assim, para que uma pessoa esteja "motivada" a fazer alguma coisa é preciso que ela atribua valor à compensação advinda de fazer tal coisa, acredite que fazendo essa coisa ela receberá a compensação esperada e acredite que tem condições de fazer tal coisa.

Em termos de uma equação, essa definição poderia ser escrita da seguinte forma:

Motivação = (Expectativa) X (Instrumentalidade) X (Valor)

Isto significa que todos estes termos têm que ser maiores do que zero, nenhum destes fatores pode estar ausente.

Deve se analisar com cuidado a dimensão dos valores atribuídos a uma compensação, pois a motivação não é um processo e varia de indivíduo a indivíduo, em função de seus objetivos pessoais.

2.2.5 Teoria Motivação-Higiene

Ao contrario de alguns pensadores Frederick Herzberg desde o início baseou sua teoria no estudo das atitudes e motivações dos funcionários dentro de uma empresa. Desenvolveu um estudo para tentar entender os fatores que causariam insatisfação e os que causariam satisfação no ambiente de trabalho.

Os fatores que agradavam ao funcionário foram chamados de Motivadores, aqueles que desagradavam levaram o nome de fatores de Higiene. Por isso, a teoria é mais conhecida como a teoria dos dois fatores: Motivação - Higiene.

Herzberg acredita que a relação das pessoas com o trabalho é básica, podendo determinar seu sucesso ou fracasso. Os fatores que levam a satisfação no trabalho são separados e distintos daqueles que levam à insatisfação no trabalho.

Os fatores de Higiene São aqueles que são necessários para evitar a insatisfação no ambiente de trabalho, mas por outro lado não são suficientes para provocar satisfação, para motivar um funcionário,  não basta que os fatores de insatisfação estejam ausentes, mas sim que os fatores de satisfação estejam presentes. Gerentes que tentam eliminar fatores que de insatisfação podem trazer paz, mas não, a motivação.

Os fatores que levam a insatisfação são as condições do ambiente de trabalho, o salário, a política da empresa, os desentendimentos com outros funcionários, entre outros, estes são classificados como fatores de higiene. Esta metodologia de Herzberg focaliza apenas a satisfação e não a produtividade, se tornando incompleta.

2.2.6 Teoria de Necessidades de McClelland

Desenvolvida por David McClelland, J W. Atkinson e J.O. Raynor, M.J. Stanhl a teoria das necessidades, o ser humano possui as seguintes necessidades:

-Necessidades de realização – é o impulso de sair-se bem em relação a um conjunto de padrões onde o indivíduo se esforça mais pela realização pessoal do que pela recompensa.

-Necessidade de valor – é o desejo do impacto de ser influente e controlar os outros.

-Necessidade de aflição – é o desejo de criar e manter relações interpessoais amigáveis e próximas.

Para o autor afirma a motivação não é a única fonte motivadora de comportamento, o clima organizacional também contribui para moldar o comportamento dos indivíduos para a afiliação, poder ou realização. As três necessidades são adquiridas ao longo do tempo e como resultado da experiência de cada um.

2.2.7 Teoria do Reforço

Foi desenvolvida inicialmente pelo psicólogo norte-americano Burrhus Frederic Skinner, segundo ele o comportamento das pessoas pode ser influenciado e controlado através do reforço (recompensa) dos comportamentos desejados e ignorando as ações não desejadas, ou seja, devem-se evitar castigos e fazer uso de recompensas, quando necessário, pois para ele o reforço condiciona o comportamento.

As pessoas atuam da forma que acham mais gratificante e recompensadora, o comportamento pode ser influenciado e determinado pela gestão das recompensas a ele associadas.

2.2.8 Teoria de Determinação de Metas

(Parte 1 de 3)

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