risco sanitario

risco sanitario

Controle: empregado para ações sanitárias sobre pessoas, atividades, substâncias, produtos, serviços e órgãos.

  • Controle: empregado para ações sanitárias sobre pessoas, atividades, substâncias, produtos, serviços e órgãos.

  • -Ações sobre doenças e agravos, agentes nocivos e a animais e vegetais

  • Fiscalização: estende desde a regulamentação até ações educativas, e de informação ao consumidor.

  • -Ação verificadora do cumprimento da norma

  • Defesa e proteção a saúde: normas técnicas do Código de Saúde relativas a saneantes, cosméticos e produtos de higiene, etc.

  • -Defesa da saúde do consumidor, defesa da saúde do usuário, proteção a saúde pública, proteção de direitos e bem-estar...

  • Higiene: associa-se predominantemente a locais e alimentos, a meios de transporte e a veículos e manipuladores de alimentos.

Inocuidade: diz respeito aos medicamentos e aos aditivos.

  • Inocuidade: diz respeito aos medicamentos e aos aditivos.

  • Inocuidade=inofensivo

  • Nocividade= “o que prejudica ou causa dano”. Impor medidas de controle.

  • Qualidade: deve ser verificada pelo Estado, através de análises laboratoriais e é condição para a concessão do registro de um produto

Segurança: liga-se as categorias como trabalho, espaço, saúde e poder do Estado;

  • Segurança: liga-se as categorias como trabalho, espaço, saúde e poder do Estado;

  • -Lei 6.360/76: segurança sanitária;

  • -Enfoque de segurança: lei de agrotóxicos;

  • Risco: probabilidade de ocorrência de um evento adverso relacionado a objetos submetidos a controle sanitário.

Aportes orientadores para a reconstrução das práticas da Vigilância Sanitária

  • Aportes orientadores para a reconstrução das práticas da Vigilância Sanitária

Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:

    • Art. 200. Ao sistema único de saúde compete, além de outras atribuições, nos termos da lei:
      • I - controlar e fiscalizar procedimentos, produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos de medicamentos, equipamentos, imunobiológicos, hemoderivados e outros insumos;
      • II - executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica, bem como as de saúde do trabalhador;
      • VI - fiscalizar e inspecionar alimentos, compreendido o controle de seu teor nutricional, bem como bebidas e águas para consumo humano.

Lei nº 8.080/90

  • Lei nº 8.080/90

    • Art. 6º
    • § 1º Entende-se por vigilância sanitária um conjunto de ações capaz de eliminar, diminuir ou prevenir riscos à saúde e de intervir nos problemas sanitários decorrentes do meio ambiente, da produção e circulação de bens e da prestação de serviços de interesse da saúde, abrangendo:
      • I – o controle de bens de consumo que, direta ou indiretamente, se relacionaem com a saúde, compreendidas todas as etapas e processos, da produção ao consumo; e
      • II – o controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.

  • Intervenção do Estado - adequar o sistema produtivo de bens e serviços de interesse sanitário de modo a proteger a sociedade

    • Limita direitos: restringir práticas empresariais, regular mercados, controlar qualidade e preço, afastar a concorrência desleal e, ainda, corrigir informações aos consumidores.

O enfoque normativo da política de VISA tem como pauta a montagem de um sistema administrativo, configurado por uma série de rotinas orientadas exclusivamente para o controle e cumprimento de metas quantitativas, que deve ser modificado para agregar aspectos relativos à qualidade das ações executadas, bem como os aspectos que possam ser considerados indicadores intermediários, tais como os relativos à melhoria de características político-institucionais e organizacionais.

  • O enfoque normativo da política de VISA tem como pauta a montagem de um sistema administrativo, configurado por uma série de rotinas orientadas exclusivamente para o controle e cumprimento de metas quantitativas, que deve ser modificado para agregar aspectos relativos à qualidade das ações executadas, bem como os aspectos que possam ser considerados indicadores intermediários, tais como os relativos à melhoria de características político-institucionais e organizacionais.

  • Parajudicial: que efetua atividade administrativa de modo judiciariforme.

  • Executivo: criação das Agência de Vigilância Sanitária.

Interfere diretamente sobre as coisas e os processos que são objeto de sua atuação e não sobre pessoas, portanto, está voltada para os riscos advindos de produtos e serviços e, apenas de forma tangencial ao risco atribuído ao estilo de vida.

  • Interfere diretamente sobre as coisas e os processos que são objeto de sua atuação e não sobre pessoas, portanto, está voltada para os riscos advindos de produtos e serviços e, apenas de forma tangencial ao risco atribuído ao estilo de vida.

  • Risco sanitário

  • Probabilidade de ocorrência de evento:

    • Adverso
    • Que ponha em perigo a saúde ou a vida humana
    • Por exposição involuntária a agentes biológicos, físicos e químicos

Propriedade inerente ao agente físico, químico e biológico que pode causar um dano;

  • Propriedade inerente ao agente físico, químico e biológico que pode causar um dano;

Voluntário

  • Voluntário

  • Automedicação

  • Consumo de álcool

  • Uso de tabaco

  • Alimentação rica em gordura

Riscos ambientais: água, esgoto, lixo, vetores e transmissores de doenças, poluição do ar, do solo e de recursos hídricos, transporte de produtos perigosos;

  • Riscos ambientais: água, esgoto, lixo, vetores e transmissores de doenças, poluição do ar, do solo e de recursos hídricos, transporte de produtos perigosos;

  • Riscos ocupacionais: processo de produção, substâncias, intensidades, carga horária, ritimo e ambiente de trabalho;

  • Riscos sociais: transporte de alimentos, substâncias psicoativas, violências, grupos vulneráveis, necessidades básicas insatisfeitas;

Riscos iatrogênicos: decorrentes do tratamento médico, medicações, infecção hospitalar, sangue e hemoderivados, radiações ionizantes, tecnologias médico-sanitárias, procedimentos e serviços de saúde;

  • Riscos iatrogênicos: decorrentes do tratamento médico, medicações, infecção hospitalar, sangue e hemoderivados, radiações ionizantes, tecnologias médico-sanitárias, procedimentos e serviços de saúde;

  • Riscos institucionais: creches, escolas, clubes, hotéis, motéis, aeroportos, fronteiras, estações, ferroviárias e rodoviárias, salão de beleza.

Elemento estruturante - perigo ou incerteza

    • Elemento estruturante - perigo ou incerteza
      • Entre o possível e o provável
      • Mensurável e não mensurável - componente da subjetividade
      • calculado - aventura, gestão da aparência, sociedade do medo
    • acontecimentos futuros ligados às práticas presentes –
          • “Minority Report”

Risco sanitário= avaliação de risco em saúde;

  • Risco sanitário= avaliação de risco em saúde;

  • “A avaliação de riscos em saúde, (...), é uma disciplina (...) que usa dados toxicológicos oriundos de estudos em animais e a epidemiologia humana, combinados com informações sobre o grau de exposição, para predizer quantitativamente a probabilidade que uma resposta adversa em particular será vista numa população humana específica.

A avaliação de riscos, por sua própria natureza, é um processo onde a magnitude de um risco específico é caracterizada para que aqueles que tomam decisões possam concluir se o perigo potencial é suficientemente grande que precise ser administrado ou regulamentado. Portanto, antes de decidir por tal análise, pode-se aceitar que haja algum nível mínimo de risco; isto é, um equilíbrio entre risco e benefício pode ser encontrado” (Paustenbach, 1995.)

  • A avaliação de riscos, por sua própria natureza, é um processo onde a magnitude de um risco específico é caracterizada para que aqueles que tomam decisões possam concluir se o perigo potencial é suficientemente grande que precise ser administrado ou regulamentado. Portanto, antes de decidir por tal análise, pode-se aceitar que haja algum nível mínimo de risco; isto é, um equilíbrio entre risco e benefício pode ser encontrado” (Paustenbach, 1995.)

Intervenção terapêutica em pacientes

  • Intervenção terapêutica em pacientes

  • Estudos de campo envolvem experimentos com sujeitos que não tiveram a doença.

  • Intervenção na comunidade: a implementação é usualmente em grupos definidos de sujeitos.

  • Estudos observacionais incluindo ecológicos, seccionais cruzados, coortes e casos – controles.

Estudos ecológicos visam a comparação de grupos. Os estudos ecológicos incluem estudos geográficos de padrões espaciais e estudos de tendência no tempo.

  • Estudos ecológicos visam a comparação de grupos. Os estudos ecológicos incluem estudos geográficos de padrões espaciais e estudos de tendência no tempo.

  • Em estudos geográficos as relações entre padrões espaciais de exposição e doenças são descritas, por exemplo: região, local de trabalho ou escolas.

  • Os estudos de tendências no tempo avaliam a associação entre mudanças temporais de exposição e doença.

Estudos seccionais cruzados provêm um “instantâneo” da exposição e ocorrência das doenças num particular ponto do tempo.

  • Estudos seccionais cruzados provêm um “instantâneo” da exposição e ocorrência das doenças num particular ponto do tempo.

  • Estudos de coorte (algumas vezes chamados de estudos prospectivos ou de seguimento) acompanham um grupo de pessoas com uma exposição particular e compara a ocorrência da doença nele com outro grupo sem a exposição.

Risco é a medida da probabilidade de um evento descrito acontecer em um determinado grupo, num local e data específicos. Em geral se mede o risco pela incidência e prevalência.

  • Risco é a medida da probabilidade de um evento descrito acontecer em um determinado grupo, num local e data específicos. Em geral se mede o risco pela incidência e prevalência.

  • Dano é a medida das conseqüências de um determinado evento cujo risco se conhece.Mede-se o dano pela letalidade e mortalidade.

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