Proteses de membro superior

Proteses de membro superior

(Parte 1 de 5)

ProfºMs. Getúlio Vargas do Nascimento Júnior

•Na extremidade superior, os seguintes níveis de amputação são considerados:

–Amputação de dedo da mão ou polegar. –Ressecção de raio.

– Ressecção transmetacarpiana.

–Desarticulação de punho.

– Amputação transradial.

–Desarticulação do cotovelo.

– Amputação transumeral.

–Desarticulação do ombro.

–Amputação de quarto dianteiro (desarticulação interescapulotorácica).

–Os cotos de amputação dos MS são classificados por nível de amputação.

–Primeiro o comprimento do coto deveráser medido.

–Cotos acima do cotovelo são medidos da ponta do acrômio àextremidade do osso. É comparada com a mensuração do acrômio ao epicôndilo lateral do lado são.

–A medida abaixo do cotovelo éfeita do epicôndilo lateral ou medial, atéa ulna ou rádio, dependendo do que for mais longo. É comparada com a medida do epicôndilo lateral àextremidade do estilóide ulnardo lado são.

–Se houver amputação bilateral, deve-se pegar o tamanho do corpo do paciente e multiplicar por 0,19 para o segmento do braço e por 0,21 para o antebraço.

•Força do paciente.

•Membros não comprometidos.

• Mobilidade.

• Deambulação.

• Autocuidado.

•Suporte social.

• Atividades vocacionais.

•Dividido em pré-operatório e pósoperatório.

–PRÉ-OPERATÓRIO: •Trabalhar a amplitude de movimento.

•Ganho de força no coto.

•Ganho de força nos membros sadios.

•Treinamento de marcha.

•PÓS-OPERATÓRIO: •Cicatrização da incisão.

•Controle da dor.

•Preparação do membro residual para adaptação àprótese. •Manutenção da ADM, especialmente nas articulações proximais restantes da extremidade amputada. •Mobilidade independente.

•Independência no autocuidadoe nas AVD’s.

•Educação a respeito da adaptação e cuidado da prótese. •Apoio para a adaptação às transformações resultantes da amputação.

•Enfatizar o fortalecimento de determinados grupos musculares (cintura escapular, trapézio, serrátilanterior e peitoral maior, bem como de deltóide e bíceps residuais). •Outro ponto a ser observado, inclui a modelagem do membro residual e a redução do volume de tecidos moles. •Curativos macios podem impedir uma cura ótima. •Curativos pós operatórios tais como envoltórios com atadura elástica, estoquineteelástica, retraidoresde membro residual ou pasta de Unnasão usados com muito sucesso.

• Desequilíbrio muscular •Posicionamento inadequado.

•Pode-se evitar ou tratar as contraturas com mobilização manual, massagens fricativas ou exercícios ativos.

•Caso as contraturas sejam mais graves, alongamento éa solução.

•As contraturas de cotovelo são mais fáceis de serem reduzidas do que as de ombro.

•Dissensibilização(TODAS AS ETAPAS)

•Etapas Neuroevolutivas(TODAS AS ETAPAS)

•O programa de exercícios éindividual.

•As atividades são de coordenação dos movimentos e de ganho de força.

•Devemos ter como meta, o fortalecimento dos músculos extensores e flexores do cotovelo e os abdutores do ombro (o manguitodeve ser fortalecido de uma maneira em geral).

•Devemos nos lembrar ainda, que o programa de fortalecimento égeral, incluindo o tronco e todos os membros.

•Atéque tenha ocorrido a cicatrização, os exercícios devem ser leves, ativos e de ADM.

•Se o curativo limitar o movimento articular, iniciam-se as contrações isométricas.

•Exercícios isométricos peitoral, rombóidese serrátilanterior podem ser ensinados antes da cirurgia e iniciados após a amputação.

•Fortalecer adutores, rotadoresinternos e extensores de ombro, quando a amputação for acima do cotovelo, e quando ela for abaixo do cotovelo, fortalecermos o bíceps.

•Devemos realizar exercícios ativos resistidos para o outro membro, tronco e MI. São iniciados imediatamente após a cirurgia.

•Exercícios de coordenação dos movimentos, como a

Facilitação NeuromuscularProprioceptiva (método KABAT) são extremamente valiosos, pois ensinam padrões corretos de movimentos conjugados.

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