Engenharia de produção desenho tecnico teorico

Engenharia de produção desenho tecnico teorico

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Engenharia de ProduçãoEngenharia de Produção

Prof.: Tiago Francesconi 1º semestre de 2010

Esta apostila foi desenvolvida relacionado

Referências (livros)

Titulo: Desenho Técnico Moderno Autores: Arlindo Silva, Carlos Tavares. Editora: LTC Edição: 4º

Titulo: Manual de Tecnologia Metal Mecânica Autores: Ulrich Fischer, Max Heinzler. Editora: Blucher Edição: 43º

Titulo: Desenhista de Máquina “PROTEC” Autores: Francesco Provenza. Editora: F. Provenza Edição: 46º relacionado varias referências bibliográficas:

Referências (apostilas)

Titulo: Leitura e interpretação de desenho técnico mecânico Autores: Senai

Titulo: Desenho Técnico & CAD Autores: Luciano Mendes

Titulo: Desenho Técnico Teórico (Técnico) Autores: Tiago Francesconi

Titulo: Desenho Técnico I e I Autores: Escola Técnica Tupy

... Conceber, projetar experimentos e interpretar resultados. Avaliar criticamente ordens de grandeza e significância de resultados numéricos. Planejar as atividade de produção. Modelar processos esistemas Identificar oportunidades de novos produtos e serviços. Planejar a fabricação de novos produtos. Testar novos produtos Manter em funcionamento os sistemas industriais. Projetar instalações industriaisindustriais. Projetar instalações industriais ...

Introdução a Desenho Técnico e criticamente de atividade sistemas. novos fabricação produtos. sistemas industriaisFases do desenvolvimento de um produto industriais

Lista de materiais

Pasta plástica

Régua 300 m

Jogo de esquadros

Lapiseira 0,5

Lapiseira 0,3

Compasso

Borracha

Durex

Lixa de unha Transferidor

Material de Desenho Técnico

Lista de materiais plástica

Régua 300 m

Jogo de esquadros

Lapiseira 0,5

Lapiseira 0,3

Compasso Borracha

Lixa de unha Transferidor

Os formatos de papel e sua orientação encontramse regulamentados nas normas internacionais ISO 5457:1980 eISO 216:1975.

As dimensões dos formatos de papel da serie Asão:

Designação Dimensões (m)

A0841 x 1189

A1594 x 841A1594 x 841

A2420 x 594

A3297 x 420 A4210 x 297

Estes formatos têm por base o tamanho A0, cuja área éde 1m2 . Olado maior de cada formato é igual ao lado menor do formato seguinte. Olado maior do formato seguinte é aproximadamente o dobro do lado menor do formato anterior. Para cada um dos formatos, arazão dos lados éraiz de 2.

Normas e Convenções

Perguntas: 1. Posso ter formatos menores ou maiores que os definidos? 2. Como escolho os formatos para desenhar?

A área de trabalho numa folha de desenho é delimitada pela moldura. Amoldura é um retângulo a traço contínuo grosso, de espessura mínima de 0,5 m (ISO 5457). A posição da moldura na folha de desenho é definida pelas dimensões das margens. As margens são os espaços compreendidos entre a moldura e os limites da folha de desenho, sendo zonas interditadas, nas quais não é permitido desenhar.desenhar. A norma (NP 718:1968) que estabelece as margens ausar nos desenhos é muito antiga e desatualizada, ela foi estabelecida numa época que se desenhava em pranchetas. Atualmente com a utilização dos sistemas CAD, impressoras e plotters, a norma ISO 5457 estabelece margens mais adequadas a nossa realidade.

Normas e Convenções

Margem esquerda (Todos os formatos)

Demais margens

10 m (A0, A1 e A2) 7 m (A4 e A3)

Pergunta: 1. Por que amargem da esquerda têm maior valor?

A legenda é a zona, que contém um ou mais campos, delimitada por um retângulo. Localiza-se no canto inferior direito da folha de desenho, e contém informações relativas ao desenho , como a identificação dos projetistas/desenhistas, da empresa proprietária, o nome do projeto entre outros.

Lista dos elementos que podem compor uma legenda:

a) Número de registro ou identificação do desenho;a) Número de registro ou identificação do desenho; b) Título do desenho; c) Nome do projetista/desenhista d) Nome da empresa proprietária do desenho; e) Símbolo correspondente ao método de projeção; f) Escala do desenho; g) Unidade dimensional linear; h) Indicação de estados de superfície; i) Valores gerais de tolerância dimensional; j) Formato da folha de desenho; k) Data da realização do desenho; l) Símbolo de revisão;

Normas e Convenções

Anorma internacional ISO 7200:1984 apenas sugere as dimensões máximas e informações necessárias a legenda. Desta forma, por se tratar de uma legenda educacional o modelo que será adotado durante este curso terá as seguintes geometria einformações:

a) Título do exercício; b) Nome do desenhista c) Nome do curso einstituição d) Símbolo do método de projeção; e) Escala do desenho; f) Unidade dimensional linear; g) Data da realização do desenho;

Pergunta:

1. Por que alegenda deve ficar no canto inferior direito? 7

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

Toda ainformação inscrita num desenho, sejam algarismos ou outros caracteres, deve ser apresentada em escrita normatizada. Isto é valido, quer para realização de um esboço a mão livre, quer para a realização de um desenho num sistema de CAD. A utilização de escrita normatizada tem como objetivo básico a uniformidade, a legibilidade e a reprodução de desenhos sem perda de qualidade. Podem ser utilizados dois tipos de letras normatizadas, o tipo A (espaçamento reduzido) e o tipo B. A gama da variável h, corresponde, assim como o formato padrão, a tipo A (espaçamento reduzido) e o tipo B. A gama da variável h, corresponde, assim como o formato padrão, a uma progressão geométrica de razão raiz de 2.

Normas e Convenções TIPO A

As cópias dos desenhos maiores que A4, devem ser dobradas e colocadas em pastas. Após a dobrada, a folha de desenho deve ter as dimensões do formato A4. A figuras a seguir ilustram os métodos de dobras para os formatos da serie A.

Normas e Convenções

Em desenho técnico existe a necessidade de utilizar tipos de linhas diferentes de acordo com o elemento aser representado. Por exemplo, a aresta de contorno visível de uma peça deve ser representada de forma distinta de uma aresta invisível.

Normas e Convenções de . ser

A norma ISO 128:1982 define 10 tipos de linhas, designadas pelas letras “A” a“K”.

Quando existe sobreposição de linhas num desenho, apenas uma delas pode ser representada, ficando a representação

condicionada àverificação de regras.

1. Arestas e linhas de contorno visíveis (Tipo A); 2. Arestas e linhas de contorno invisíveis (Tipo Eou F); 3. Planos de corte (Tipo H); 4. Linhas de eixo e de simetria (Tipo G); 5. Linha de centróide (Tipo K); 6. Linha de chamada de cotas (Tipo B);

Sempre que possível, as peças devem ser representadas em escala real. Em alguns casos para que as peças possam ser representadas de uma forma clara num formato padrão adequado são necessárias escalas de conversão das dimensões reais para dimensões de representação. As escalas a serem utilizadas nos desenhos são normatizadas devendo ser indicadas na legenda.

Tipo de escalaEscalas recomendadasTipo de escalaEscalas recomendadas

Real 1:1

Redução

Normas e Convenções em ser padrão dimensões serem ser

1 –Complete as informações na tabela abaixo:

As perspectivas de maior utilização em desenho técnico são as aproximadas: A. Perspectiva isométrica; B. Perspectiva cavaleira; C. Perspectiva biométrica;

30°45 °60 °

Perspectivas as

Perspectivas em arcos

Etapas para construir uma perspectiva isometria:

1º Etapa – Traçar a mão livre, os eixos isométricos e indicar o comprimento, a largura e a altura sobre cada eixo.

2º Etapa – Definir a vista frontal. Traçar duas linhas paralelas ao comprimento e a altura.

Perspectivas

3º Etapa – Definir a vista superior. Traçar duas linhas paralelas ao comprimento e a largura.

4º Etapa – Definir a vista lateral. Traçar duas linhas paralelas alargura e aaltura.

Desenhar, a mão livre, a perspectiva isométrica das peças abaixo.

Aluno: _ Turma:_

Perspectivas Trabalho 1 perspectiva

_ Turno: _ Data: _/_/__

Desenhar, a mão livre, a perspectiva isométrica das peças abaixo.

Aluno: _ Turma:_

Perspectivas Trabalho 1 perspectiva

_ Turno: _ Data: _/_/__

Desenhar, a mão livre, a perspectiva isométrica das peças abaixo.

Aluno: _ Turma:_

Perspectivas Trabalho 1 perspectiva

_ Turno: _ Data: _/_/__

NORMA EUROPÉIA, adotada pela ABNT.

De acordo com esta norma, o objeto se localiza entre o observador eo plano projetor.

Preferencialmente, o objetos no 1º diedro são representados pelas vistas frontal, superior e lateral esquerda, também conhecidas como elevação, planta e perfil respectivamente. Em alguns casos apenas uma ou duas vistas já são suficientes para representar uma peça.

Projeção Ortogonal 1º Diedro

Desenhar, a mão livre, as vistas: superior e lateral esquerda pelo diedro.

Aluno: _ Turma:_

Projeção Ortogonal 1º Diedro / Trabalho 2

: frontal, primeiro

_ Turno: _ Data: _/_/__

Desenhar, a mão livre, as vistas: superior e lateral esquerda pelo diedro.

Aluno: _ Turma:_

Projeção Ortogonal 1º Diedro / Trabalho 2

: frontal, primeiro

_ Turno: _ Data: _/_/__

De acordo com esta norma, o objeto se localiza atrás do plano projetor.

Preferencialmente, o objetos no 3º diedro são representados pelas vistas frontal, superior e lateral esquerda, também conhecidas como elevação, planta e perfil respectivamente. Em alguns casos apenas uma ou duas vistas já são suficientes para representar uma peça.

Projeção Ortogonal 3º Diedro

Desenhar, a mão livre, as vistas: superior e lateral esquerda pelo diedro.

Aluno: _ Turma:_

Projeção Ortogonal 3º Diedro / Trabalho 3

: frontal, terceiro

_ Turno: _ Data: _/_/__

Desenhar, a mão livre, as vistas: superior e lateral esquerda pelo diedro.

Aluno: _ Turma:_

Projeção Ortogonal 3º Diedro / Trabalho 3

: frontal, terceiro

_ Turno: _ Data: _/_/__

1º Diedro1º Diedro Alemanha e a maioria

Alemanha e a maioria dos países europeus

3º Diedro3º Diedro

Japão e países de língua inglesa

Projeção Ortogonal Comparação entre os métodos

1º Diedro1º Diedro Alemanha e a maioria

Alemanha e a maioria dos países europeus

3º Diedro3º Diedro

Japão e países de língua inglesa

“ Saber cotar é muito mais do que colocar as dimensões nos desenhos. A cotagem requer conhecimento das normas, técnicas princípios a ela associados, além dos processos de fabricação e das funções da peça ou dos elementos que a constituem. Uma cotagem incorreta ou ambígua pode causar grandes prejuízos na fabricação produto. ”

Cotas – São números que indicam as dimensões lineares ou angulares do elementos. A unidade das cotas lineares é milímetro. Linhas de chamada – Também chamadas de linhas auxiliares,Linhas de chamada – Também chamadas de linhas auxiliares, estas possuem linhas de traço continuo fino, são perpendiculares alinha de cota. Linhas de cota – São linhas retas ou arcos, normalmente com setas nas extremidades, a traço continuo fino, paralelas contorno do elemento cuja dimensão define. Setas – As setas ou flechas como são normalmente chamadas, não são mais do que as terminações da linha de cota.

Cotagem nos técnicas e das cotagem do ou o auxiliares,

A inscrição das cotas nos desenhos obedece a um conjunto de regras que visam facilitar a leitura e interpretação do desenho. As regras gerais relacionadas com a inscrição das cotas nos desenhos são as seguintes:

1. As cotas indicadas nos desenhos são sempre as cotas reais do objeto, independente da escala usada no desenho. 2. As cotas devem ser apresentadas em caracteres de dimensão adequada asua legibilidade.

3. Não pode ser omitida nenhuma cota necessária para a auxiliares, são com ao

chamadas,

3. Não pode ser omitida nenhuma cota necessária para a definição da peça. 4. Os elementos devem ser cotados preferencialmente nas vistas que dá mais informação em relação àsua forma ou à sua localização

5. Devem ser evitados, sempre que possível, cruzamentos de linhas de cota entre si ou com outro tipo de linhas, sobre tudo linhas de chamada ou arestas.

6. As cotas devem ser localizadas preferencialmente fora do contorno da peça. Todavia, por questões de clareza e legibilidade, estas podem ser colocadas no interior das vistas.

Cotagem sobre 7. Cada elementos deve ser cotado apenas uma vez, independente do número de vistas da peça 8. Num desenho, devem ser usadas sempre as mesmas unidades, em geral milímetros. As unidades não são indicadas nas cotas, podendo ser indicadas no campo apropriado da legenda. 9. As cotas podem ser indicadas junto a uma das setas e a linha de cota interrompida, de modo a evitar linhas dotas longas, ou do e das evitar linhas dotas longas, ou eventuais cruzamentos de linhas. 10. Quando o espaço necessário para a cota não é suficiente sequer para serem colocados pontos, a cota pode ser posicionada abaixo da linha de cota e ligada àlinha de cota através de uma pequena linha de referência.

Em cotagem, existe um conjunto de símbolos denominados símbolos complementares de cotagem, que permitem identificar diretamente aforma de alguns elementos.

Diâmetro

R Raio

Quadrado

SR Raio esféricoSR

Raio esférico

S Diâmetro esférico

As cotas devem ser orientadas sempre em relação à legenda da folha de desenho, de tal modo que sejam lidas em duas direções perpendiculares entre si, a partir do canto inferior direito da folha.

Cotagem

“ A organização das cotas num desenho está diretamente ligada à finalidade do desenho e aos métodos de fabricação. ” CRITÉRIOS DE COTAGEM

• Cotagem em serie –As cotas são dispostas em sucessão

• Cotagem em paralelo – As cotas são definidas em relação a uma origem comum.

• Cotagem em paralelo – Éusada sobretudo por limitações de espaço e quando sua aplicação não provoca problemas de compreensão elegibilidade.

• Cotagem por coordenadas – Éusada quando na peça existem diversos elementos de forma e/ou dimensões idênticas. Neste critério é necessário construir uma tabela com as cotas de posição edimensão dos elementos.

Cotagem

CASOS ESPECIAIS 1. Cotagem de elementos eqüidistantes

2. Cotagem de elementos repetidos 3. Cotagem de chanfros efuros escareados

CASOS ESPECIAIS 4. Cotas fora de escala

5. Cotas para inspeção

Cotagem

As linha invisíveis não devem ser cotadas, exceto se não existir outra alternativa mais clara para a cotagem do elementos. Na maior parte das situações, as linhas invisíveis podem ser eliminadas efetuando-se cortes nas vistas .

1- Desenhar com oauxilio dos instrumentos:

• Cotar

•Cotar

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

2- Desenhar com oauxilio dos instrumentos:

• Cotar

•Cotar

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

3- Desenhar com oauxilio dos instrumentos:

• Cotar

•Cotar

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

4- Desenhar com oauxilio dos instrumentos:

• Cotar

•Cotar

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

5- Desenhar com oauxilio dos instrumentos

• Cotar instrumentos:

Esquerda

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

6- Desenhar com oauxilio dos instrumentos

• Cotar instrumentos:

Esquerda

Aluno:

Unidade:

Curso/Turma: Data: Escala:

DESENHO TÉCNICO / CADDESENHO TÉCNICO / CAD Diedro:

Exercício: Revisão

7- Desenhar com oauxilio dos instrumentos

• Cotar

• Utilizar escala caso seja necessário instrumentos:

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