Gerência e Liderança em enfermagem

Gerência e Liderança em enfermagem

O processo de trabalho de enfermagem particulariza-se em uma rede ou subprocessos (SILVA, 1996) que são denominados CUIDAR ou ASSISTIR, ADMINISTRAR ou GERENCIAR, PESQUISAR e ENSINAR.

  • O processo de trabalho de enfermagem particulariza-se em uma rede ou subprocessos (SILVA, 1996) que são denominados CUIDAR ou ASSISTIR, ADMINISTRAR ou GERENCIAR, PESQUISAR e ENSINAR.

  • Inserção dos profissionais da enfermagem de forma heterogênea e hierarquizada – Divisão técnica e social do trabalho (SILVA, 1996).

Objetos de trabalho do enfermeiro:

  • Objetos de trabalho do enfermeiro:

  • organização do trabalho;

  • recursos humanos de enfermagem.

  • Instrumentos técnicos próprios da gerência:

  • planejamento;

  • Dimensionamento de pessoal de enfermagem;

  • Recrutamento e seleção de pessoal;

Educação continuada ou permanente;

  • Educação continuada ou permanente;

  • Supervisão;

  • Avaliação de desempenho;

  • Outros meios ou instrumentos:

  • Força de trabalho;

  • Materiais;

  • Equipamentos e instalações;

  • Diferentes saberes administrativos.

Modelos de processo de trabalho de enfermagem:

  • Modelos de processo de trabalho de enfermagem:

  • Modelo racional – Foco no indivíduo e nas organizações. Enfoque predominante nos estudos e na prática do gerenciamento de enfermagem . Trabalho parcelado e fragmentado por funções, havendo cisão entre a concepção e a execução do trabalho. Mudanças estão ocorrendo (da racionalidade para a flexibilidade) – programas de qualidade.

Modelo histórico-social – o gerenciamento é apreendido a partir da perspectiva das práticas de saúde, historicamente estruturadas e socialmente articuladas, buscando responder às contradições e tensões presentes no cotidiano dos serviços. Gerência de saúde como atividade meio, cuja ação central está posta na articulação e na integração, que, ao mesmo tempo, possibilita a transformação do processo de trabalho e implica a sua transformação mediante as determinações presentes no cotidiano das organizações (MISHIMA et al., 1997).

  • Modelo histórico-social – o gerenciamento é apreendido a partir da perspectiva das práticas de saúde, historicamente estruturadas e socialmente articuladas, buscando responder às contradições e tensões presentes no cotidiano dos serviços. Gerência de saúde como atividade meio, cuja ação central está posta na articulação e na integração, que, ao mesmo tempo, possibilita a transformação do processo de trabalho e implica a sua transformação mediante as determinações presentes no cotidiano das organizações (MISHIMA et al., 1997).

“Gerência? Isso não é cargo de chefia? Já vi que só quer mandar, quer ser enfermesa!"

  • “Gerência? Isso não é cargo de chefia? Já vi que só quer mandar, quer ser enfermesa!"

  • “Pra ser enfermeiro tem que saber mandar, não precisa por a mão na massa.”

  • “Eu me formei pra mandar e não pra ficar limpando gente.”

  • “Nem todo administrador tem capacidade gerencial. ”

“Não se pode negar a relação de poder e autoridade que o cargo de gerente transmite. Contudo, quanto mais autoridade e poder, maior deve ser a responsabilidade técnica que este gerente terá, sendo capaz de ser útil ao crescimento do grupo e da instituição e não apenas ser programado para mandar ou delegar. “ (SANCHES; CHRISTOVAM; SILVINO, 2006)

  • “Não se pode negar a relação de poder e autoridade que o cargo de gerente transmite. Contudo, quanto mais autoridade e poder, maior deve ser a responsabilidade técnica que este gerente terá, sendo capaz de ser útil ao crescimento do grupo e da instituição e não apenas ser programado para mandar ou delegar. “ (SANCHES; CHRISTOVAM; SILVINO, 2006)

Administração:

  • Administração:

  • Competitividade

  • Pessoas

  • Tecnologia

  • Ambiente

  • Estrutura

  • Tarefas

Gerência:

  • Gerência:

  • Decidir estratégia

  • efetuar diagnósticos

  • dimensionar recursos

  • Planejar aplicação de recursos

  • Resolver problemas

  • Gerente julgado pela maneira como realiza seu trabalho e pelos resultados que consegue dos recursos disponíveis.

“A gerência é conceituada como a arte de pensar, julgar, decidir e agir para obter resultados. Os profissionais graduados em administração são formados para serem técnicos como em qualquer outra área: enfermagem, direito, medicina, entre outras; contudo, para ser gerente há necessidade de desenvolver a capacidade na arte de pensar e julgar para melhor decidir e agir.”

  • “A gerência é conceituada como a arte de pensar, julgar, decidir e agir para obter resultados. Os profissionais graduados em administração são formados para serem técnicos como em qualquer outra área: enfermagem, direito, medicina, entre outras; contudo, para ser gerente há necessidade de desenvolver a capacidade na arte de pensar e julgar para melhor decidir e agir.”

“Um gerente competente deve ser capaz de mobilizar conhecimentos, informações e até mesmo atitudes, para aplicá-los, com capacidade de julgamento, em situações reais e concretas, individualmente e com sua equipe de trabalho, reunindo um conjunto de habilidades.”

  • “Um gerente competente deve ser capaz de mobilizar conhecimentos, informações e até mesmo atitudes, para aplicá-los, com capacidade de julgamento, em situações reais e concretas, individualmente e com sua equipe de trabalho, reunindo um conjunto de habilidades.”

Três habilidades fundamentais para o GERENTE:

  • Três habilidades fundamentais para o GERENTE:

  • Habilidade técnica: baseia-se em utilizar conhecimentos, métodos, técnicas e equipamentos para execução de tarefas, através da experiência profissional. Relaciona-se com o fazer, por meio de sua instrução, experiência e educação.

Habilidade humana: caracteriza-se pela capacidade e pelo discernimento de trabalhar com pessoas em equipe. Lida com a interação entre pessoas e envolve a capacidade de se comunicar, motivar, coordenar, liderar e solucionar conflitos pessoais ou grupais, visando cooperação, participação e envolvimento das pessoas.

  • Habilidade humana: caracteriza-se pela capacidade e pelo discernimento de trabalhar com pessoas em equipe. Lida com a interação entre pessoas e envolve a capacidade de se comunicar, motivar, coordenar, liderar e solucionar conflitos pessoais ou grupais, visando cooperação, participação e envolvimento das pessoas.

Habilidade conceitual: constitui-se na capacidade para lidar com idéias e conceitos abstratos, e está ligada a pensar, raciocinar, diagnosticar situações e formular alternativas de solução para os problemas. É perceber oportunidades onde ninguém enxerga coisa alguma.

  • Habilidade conceitual: constitui-se na capacidade para lidar com idéias e conceitos abstratos, e está ligada a pensar, raciocinar, diagnosticar situações e formular alternativas de solução para os problemas. É perceber oportunidades onde ninguém enxerga coisa alguma.

Competências pessoais distintas: são importantes?

  • Competências pessoais distintas: são importantes?

  • Analisar uma situação

  • Apresentar soluções

  • Resolver os assuntos ou problemas

  • ... CAPITAL INTELECTUAL.

Competências duráveis:

  • Competências duráveis:

  • Conhecimento: capacidade de reter e obter continuamente informações, conceitos, idéias, experiências e aprendizado. Deve sempre ser reciclado para não se tornar ultrapassado, e deve ser transformado em contribuição para a empresa.

Perspectiva: é saber colocar o conhecimento em ação, aplicar a teoria na prática, utilizando o conhecimento na análise das situações, nas resoluções de problema e na condução da empresa. É a capacidade de pôr em ação os conceitos e idéias abstratas, que estão na mente do administrador, tornando-o capaz de diagnosticar situações e propor soluções criativas e inovadoras.

  • Perspectiva: é saber colocar o conhecimento em ação, aplicar a teoria na prática, utilizando o conhecimento na análise das situações, nas resoluções de problema e na condução da empresa. É a capacidade de pôr em ação os conceitos e idéias abstratas, que estão na mente do administrador, tornando-o capaz de diagnosticar situações e propor soluções criativas e inovadoras.

Atitude: é o comportamento pessoal do administrador diante das situações no seu dia-a-dia, representa seu estilo pessoal que pode fazer as coisas acontecerem, a forma de liderar, motivar, comunicar. Compreende o impulso, a determinação de inovar e a convicção de melhoria contínua, de trabalhar com pessoas e fazê-las progredir. Transformando o administrador em um agente de mudanças e inovações.

  • Atitude: é o comportamento pessoal do administrador diante das situações no seu dia-a-dia, representa seu estilo pessoal que pode fazer as coisas acontecerem, a forma de liderar, motivar, comunicar. Compreende o impulso, a determinação de inovar e a convicção de melhoria contínua, de trabalhar com pessoas e fazê-las progredir. Transformando o administrador em um agente de mudanças e inovações.

CIAMPONE & KURCGANT (2004) afirmam que as diretrizes curriculares nacionais propõem que as competências específicas para preparar enfermeiros para o exercício da administração/gestão em enfermagem/saúde, são: planejamento e organização de serviços de enfermagem/saúde; gerência de serviços de enfermagem/saúde; gestão do trabalho enfermagem/saúde;

  • CIAMPONE & KURCGANT (2004) afirmam que as diretrizes curriculares nacionais propõem que as competências específicas para preparar enfermeiros para o exercício da administração/gestão em enfermagem/saúde, são: planejamento e organização de serviços de enfermagem/saúde; gerência de serviços de enfermagem/saúde; gestão do trabalho enfermagem/saúde;

planejamento e gestão financeira; gestão de recursos físicos e materiais; gestão da informação em enfermagem/saúde; desenvolvimento de política e planificação de propostas de atenção a enfermagem/saúde; gestão de processo de cuidar em enfermagem; elaboração de estratégias de avaliação, controle, auditoria e acreditação de serviços de saúde/enfermagem e coordenação da educação em serviço.

  • planejamento e gestão financeira; gestão de recursos físicos e materiais; gestão da informação em enfermagem/saúde; desenvolvimento de política e planificação de propostas de atenção a enfermagem/saúde; gestão de processo de cuidar em enfermagem; elaboração de estratégias de avaliação, controle, auditoria e acreditação de serviços de saúde/enfermagem e coordenação da educação em serviço.

Decisória: situação na qual é preciso fazer escolhas, utilizando informações para suas decisões, incluindo os papéis de: empreendimento, resolução de conflitos, alocação de recursos e negociação.

  • Decisória: situação na qual é preciso fazer escolhas, utilizando informações para suas decisões, incluindo os papéis de: empreendimento, resolução de conflitos, alocação de recursos e negociação.

  • Informacional: são ações para manter e desenvolver as informações, incluindo os papéis de: monitoração, disseminação, porta-voz.

Interpessoal: demonstra como o administrador interage com as pessoas e influencia seus subordinados, baseando-se em suas habilidades humanas, incluindo os papéis: representação, ligação e liderança.

  • Interpessoal: demonstra como o administrador interage com as pessoas e influencia seus subordinados, baseando-se em suas habilidades humanas, incluindo os papéis: representação, ligação e liderança.

Modelo taylorista: o gerente privilegia os métodos e as técnicas para o aumento da produtividade, sobrepondo o interesse empresarial ao dos trabalhadores.

  • Modelo taylorista: o gerente privilegia os métodos e as técnicas para o aumento da produtividade, sobrepondo o interesse empresarial ao dos trabalhadores.

  • Modelo fordista: a função gerencial deve integrar e manter harmonicamente todas as atividades da empresa, sendo constituída de cinco elementos: previsão, organização, comando, coordenação e controle, que formam o processo administrativo e constituem as atribuições do gerente.

Modelo contingencial: atribui ao gerente: o planejamento, a organização, a direção e o controle, mostrando que é fundamentado em teorias anteriores, porém, relativizando os fatos, mostrando que não há uma única forma de resolver e lidar com uma situação gerencial .

  • Modelo contingencial: atribui ao gerente: o planejamento, a organização, a direção e o controle, mostrando que é fundamentado em teorias anteriores, porém, relativizando os fatos, mostrando que não há uma única forma de resolver e lidar com uma situação gerencial .

O gerente deve atuar de acordo com a sua experiência e a evidência dos fatos, e não apenas pela razão, pois o contexto (ambiente) influi na tomada de decisões. A palavra contingência significa incerto ou eventual, que pode suceder ou não, dependendo das circunstâncias. A proposição de verdade ou falsidade dos fatos somente será conhecida pela experiência e pela evidência, e não apenas pela razão.

  • O gerente deve atuar de acordo com a sua experiência e a evidência dos fatos, e não apenas pela razão, pois o contexto (ambiente) influi na tomada de decisões. A palavra contingência significa incerto ou eventual, que pode suceder ou não, dependendo das circunstâncias. A proposição de verdade ou falsidade dos fatos somente será conhecida pela experiência e pela evidência, e não apenas pela razão.

Práticas administrativas sob o enfoque contingencial: planejamento, organização, direção e controle.

  • Práticas administrativas sob o enfoque contingencial: planejamento, organização, direção e controle.

Gerência de unidade consiste na previsão, provisão, manutenção, controle de recursos materiais e humanos para o funcionamento do serviço, e gerência do cuidado que consiste no diagnóstico, planejamento, execução e avaliação da assistência, passando pela delegação das atividades, supervisão e orientação da equipe (GRECO, 2004). Assim os enfermeiros compreendem que administrar é cuidar e quando planejam, organizam, avaliam e coordenam, eles também estão cuidando (VAGHETTI et al, 2004).

  • Gerência de unidade consiste na previsão, provisão, manutenção, controle de recursos materiais e humanos para o funcionamento do serviço, e gerência do cuidado que consiste no diagnóstico, planejamento, execução e avaliação da assistência, passando pela delegação das atividades, supervisão e orientação da equipe (GRECO, 2004). Assim os enfermeiros compreendem que administrar é cuidar e quando planejam, organizam, avaliam e coordenam, eles também estão cuidando (VAGHETTI et al, 2004).

A função gerencial pode ser conceituada como sendo um instrumento capaz de política e tecnicamente, organizar o processo de trabalho com o objetivo de torná-lo mais qualificado e produtivo na oferta de uma assistência de enfermagem universal, igualitária e integral (GRECO, 2004).

  • A função gerencial pode ser conceituada como sendo um instrumento capaz de política e tecnicamente, organizar o processo de trabalho com o objetivo de torná-lo mais qualificado e produtivo na oferta de uma assistência de enfermagem universal, igualitária e integral (GRECO, 2004).

A liderança é algo essencial no processo de trabalho gerencial do enfermeiro. Trata-se basicamente da coordenação de grupos, destacando que nas organizações, o significado atribuído à liderança, aos líderes e ao grupo refletem a filosofia, a política de pessoal e as propostas de trabalho dessas organizações.

  • A liderança é algo essencial no processo de trabalho gerencial do enfermeiro. Trata-se basicamente da coordenação de grupos, destacando que nas organizações, o significado atribuído à liderança, aos líderes e ao grupo refletem a filosofia, a política de pessoal e as propostas de trabalho dessas organizações.

Criatividade, a inovação, a intuição, a emoção, a capacidade de se relacionar e, principalmente, a capacidade de manter-se atualizado, incorporar no conceito de qualidade do gestor a inteligência emocional, a competitividade, a parceria, a qualidade de vida no trabalho, e em particular, o desenvolvimento da competência interpessoal.

  • Criatividade, a inovação, a intuição, a emoção, a capacidade de se relacionar e, principalmente, a capacidade de manter-se atualizado, incorporar no conceito de qualidade do gestor a inteligência emocional, a competitividade, a parceria, a qualidade de vida no trabalho, e em particular, o desenvolvimento da competência interpessoal.

Competência interpessoal: consiste em tornar o líder capaz de estabelecer com o outro relações interpessoais autênticas, de modo a criar um clima de grupo no interior dos quais as relações de trabalho possam evoluir de formais, estereotipadas e artificiais para funcionais, espontâneas e criativas (BEZERRA & MUNARI, 2004).

  • Competência interpessoal: consiste em tornar o líder capaz de estabelecer com o outro relações interpessoais autênticas, de modo a criar um clima de grupo no interior dos quais as relações de trabalho possam evoluir de formais, estereotipadas e artificiais para funcionais, espontâneas e criativas (BEZERRA & MUNARI, 2004).

Década de 90 - produção científico-acadêmica (suficiente e produtivo).

  • Década de 90 - produção científico-acadêmica (suficiente e produtivo).

  • Saberes e fazeres específicos na área do gerenciamento (insuficiente).

  • Constata-se que na enfermagem as transformações na formação dos profissionais não vem ocorrendo no mesmo ritmo às transformações na área, é um ritmo mais lento, atuando como resposta às exigências impostas pelo mercado de trabalho (CIAMPONE & KURCGANT, 2004).

De acordo com MUNARI & BEZERRA (2004), na atualidade, as discussões e tendências na área da saúde apontam para a melhoria nos modelos de gestão orientada para os clientes, para o aperfeiçoamento do desempenho das instituições prestadoras desses serviços, quer na área pública ou privada.

  • De acordo com MUNARI & BEZERRA (2004), na atualidade, as discussões e tendências na área da saúde apontam para a melhoria nos modelos de gestão orientada para os clientes, para o aperfeiçoamento do desempenho das instituições prestadoras desses serviços, quer na área pública ou privada.

O gerenciamento do cuidado não vem sendo realizado pelos enfermeiros e também não é cobrado pelas organizações, que dão maior ênfase ao gerenciamento das unidades de trabalho (GRECO, 2004).

  • O gerenciamento do cuidado não vem sendo realizado pelos enfermeiros e também não é cobrado pelas organizações, que dão maior ênfase ao gerenciamento das unidades de trabalho (GRECO, 2004).

De acordo com MAGALHÃES & DUARTE (2004), uma tendência atual que busca a quebra de paradigmas tradicionais de administração é a ênfase no capital humano das organizações. Sendo assim, acredita-se que a melhor forma do enfermeiro estimular seus funcionários é considerá-los como peças fundamentais deste processo, e como tal, investir no potencial de cada um, para alcançar os objetivos desejados.

  • De acordo com MAGALHÃES & DUARTE (2004), uma tendência atual que busca a quebra de paradigmas tradicionais de administração é a ênfase no capital humano das organizações. Sendo assim, acredita-se que a melhor forma do enfermeiro estimular seus funcionários é considerá-los como peças fundamentais deste processo, e como tal, investir no potencial de cada um, para alcançar os objetivos desejados.

Uma estratégia já comentada é o desenvolvimento da liderança dos grupos de trabalho, que deve promover condições para um ambiente criativo. Outra proposta é a inovação operacional aplicada à Enfermagem que significa adotar maneiras novas de atender um cliente, realizar procedimentos, preencher um prontuário ou qualquer outra atividade, visando reduzir os custos, os erros e aumentar a produtividade (MAGALHÂES & DUARTE, 2004).

  • Uma estratégia já comentada é o desenvolvimento da liderança dos grupos de trabalho, que deve promover condições para um ambiente criativo. Outra proposta é a inovação operacional aplicada à Enfermagem que significa adotar maneiras novas de atender um cliente, realizar procedimentos, preencher um prontuário ou qualquer outra atividade, visando reduzir os custos, os erros e aumentar a produtividade (MAGALHÂES & DUARTE, 2004).

Processo com repercussões na construção de novos conhecimentos de gestão em Enfermagem, introduzindo novos valores para a tomada de decisões, com reflexos em condições de trabalho e remuneração decentes, visando também autonomia e liberdade de exercer a profissão (MAGALHÂES & DUARTE, 2004).

  • Processo com repercussões na construção de novos conhecimentos de gestão em Enfermagem, introduzindo novos valores para a tomada de decisões, com reflexos em condições de trabalho e remuneração decentes, visando também autonomia e liberdade de exercer a profissão (MAGALHÂES & DUARTE, 2004).

Uma perspectiva bastante atual de gerenciar o cuidado de enfermagem é através da disposição dos recursos necessários, preparar a equipe para oferecer uma assistência de qualidade, realizar auditorias com o objetivo de dar apoio às ações educativas e a revisão dos processos, oferecendo assim excelência ao cuidado (GRECO, 2004).

  • Uma perspectiva bastante atual de gerenciar o cuidado de enfermagem é através da disposição dos recursos necessários, preparar a equipe para oferecer uma assistência de qualidade, realizar auditorias com o objetivo de dar apoio às ações educativas e a revisão dos processos, oferecendo assim excelência ao cuidado (GRECO, 2004).

Proposições:

  • Proposições:

  • busca do novo e de uma postura de experimentação;

  • gerência participativa, colocando o enfermeiro no centro de uma rede de decisões e não no ápice da pirâmide;

  • buscar a flexibilização, com o rompimento do poder centralizado;

  • administrar políticas, através de enfoque estratégico, visão global, perspectivas em longo prazo, construção de consenso, convencimento, compromisso, ética e transparência (GRECO, 2004).

Na atualidade, a gerência em enfermagem deve ser entendida como um instrumento que contribui significativamente para que a assistência de enfermagem se torne um modelo de produção de serviço, que seja capaz de assegurar qualidade para toda a organização.

  • Na atualidade, a gerência em enfermagem deve ser entendida como um instrumento que contribui significativamente para que a assistência de enfermagem se torne um modelo de produção de serviço, que seja capaz de assegurar qualidade para toda a organização.

  • Administrar também é cuidar.

Nos serviços de saúde, a gerência em enfermagem tem assumido fundamental importância na articulação entre os vários profissionais da equipe, além de organizar o processo de trabalho da enfermagem, buscando concretizar as ações a serem realizadas junto com clientes, que buscam estes serviços para atender às suas necessidades de saúde-doença.

    • Nos serviços de saúde, a gerência em enfermagem tem assumido fundamental importância na articulação entre os vários profissionais da equipe, além de organizar o processo de trabalho da enfermagem, buscando concretizar as ações a serem realizadas junto com clientes, que buscam estes serviços para atender às suas necessidades de saúde-doença.

No exercício da gerência, o enfermeiro precisa deixar de supervalorizar somente o controle, a hierarquia, a ordem e a impessoalidade, para instituir práticas como a análise do processo de trabalho, o diálogo, a participação e o debate junto com sua equipe e com a equipe multiprofissional.

    • No exercício da gerência, o enfermeiro precisa deixar de supervalorizar somente o controle, a hierarquia, a ordem e a impessoalidade, para instituir práticas como a análise do processo de trabalho, o diálogo, a participação e o debate junto com sua equipe e com a equipe multiprofissional.

O enfermeiro, como coordenador da equipe de enfermagem, é um profissional que necessita ter subsídios teóricos e vivências práticas para gerenciar a assistência juntamente com sua equipe.

    • O enfermeiro, como coordenador da equipe de enfermagem, é um profissional que necessita ter subsídios teóricos e vivências práticas para gerenciar a assistência juntamente com sua equipe.

Como gerente da assistência, este profissional deve ser capaz de identificar, analisar e conduzir as relações de trabalho para que interfiram de forma positiva na assistência prestada aos clientes.

  • Como gerente da assistência, este profissional deve ser capaz de identificar, analisar e conduzir as relações de trabalho para que interfiram de forma positiva na assistência prestada aos clientes.

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