Aula 10- DT - Arquitetura - Escadas e Rampas

Aula 10- DT - Arquitetura - Escadas e Rampas

DESENHO TÉCNICO

  • DESENHO DE ARQUITETURA

  • CIRCULAÇÕES VERTICAIS

  • ESCADAS / RAMPAS

  • ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Elementos das Escadas

  • Piso é a parte horizontal do degrau (p)

  • Espelho é a parte vertical do degrau, perpendicular ao piso (h)

  • Bocel é a saliência (balanço) do piso sobre o espelho (b)

  • Banzo é a peça ou viga lateral de uma escada

  • Linha de Bomba é a linha de contorno da parte interna de uma escada entre os degraus quando estes fazem um giro de 180º.

  • Bomba é o espaço entre os dois lances da escada.

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • CÁLCULO DE UMA ESCADA

  • Deve-se considerar:

  • Altura do pé-direito;

  • Espessura do piso superior (laje).

  • Soma-se a altura do pé-direito + a espessura da laje do piso superior = pé-esquerdo

  • Divide-se o resultado encontrado por 0,18 m (altura máxima permitida para espelho)

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • Por exemplo, considerando:

  • Altura do pé-direito = 2,70 m

  • Espessura da laje do piso superior = 0,15 m

  • Temos:

  • 2,70 m + 0,15 m = 2,85 m (pé-esquerdo)

  • 2,85 m : 0,18 m (máximo permitido para h) = 15,83 (arredondar SEMPRE para mais) = 16 degraus

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • Logo:

  • 2,85 m (pé-esquerdo) : 16 degraus = 0,178m (NUNCA arredondar esse valor) = h (altura do espelho)

  • Isto é, o número de degraus é igual a altura do pé-direito mais a espessura do piso superior, dividido pela altura do espelho.

  • Assim:

  • 2,85 m : 0,178 m = 16 degraus

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • Calcula-se em seguida, pela fórmula de Blondell, a largura do piso do degrau (p).

  • 2h (altura do espelho) + p (piso do degrau) = 0,64 (constante)

  • 2 x 0,178 m + p = 0,64

  • 0,356 m + p = 0,64

  • p = 0,64 – 0,356 m p = 0,284 m

  • Finalizando temos uma escada com:

  • 16 degraus, espelho (h) = 0,178 m e piso (p) = 0,284 m

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e passagem com altura mínima nunca inferior a 2,00 m (dois metros), salvo disposição contrária existente em norma técnica.

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

    • As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas nas NBR 9077 e NBR 6120.
    • Em caso de uso secundário ou eventual, será permitida a redução de sua largura até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).
    • A instalação de elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada ou rampa.

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • Recomendações

  • nas escadas com mais de 19 (dezenove) degraus, será obrigatório intercalar um patamar, com a profundidade mínima igual a largura da escada.

  • as escadas deverão ter as seguintes larguras mínimas úteis:

  • 0,90 m em edifícios residenciais unifamiliares

  • 1,20 m em edifícios residenciais com até três pavimentos

  • 1,50 m em edifícios de mais de três pavimentos, destinados a locais de reunião com capacidade de até 150 (cento e cinqüenta) pessoas

  • as escadas deverão ter as seguintes alturas de espelho:

  • 0,18 m em escadas internas

  • 0,15 m em escadas externas

  • Obs.: consultar o Código de Edificações e de Posturas do Município

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

  • Recomendações (Continuação)

  • Nas escadas de uso coletivo, sempre que o número de degraus consecutivos exceder de dezesseis, será obrigatório intercalar um patamar com a extensão mínima de 80 cm e com a mesma largura do degrau;

  • Nas escadas circulares deverá ficar assegurada uma faixa mínima de 1,20 m de largura, na qual os pisos dos degraus terão as profundidades mínimas de 20 e 40 cm nos bordos internos e externos, respectivamente.

  • Os degraus de escadas de uso coletivo não poderão ser balanceados ensejando a formação de "leques";

  • As escadas do tipo "marinheiro", "caracol", ou em "leque", só serão admitidas para acessos a torres , adegas, jiraus, casas de máquinas ou entre pisos de uma mesma unidade residencial.

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL

  • ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • A escada enclausurada à prova de fumaça deverá servir a todos os pavimentos e atender  aos seguintes requisitos:

  • 1- Ser envolvida por paredes de 25 cm de alvenaria ou de 15 cm de concreto, resistentes ao fogo por quatro horas;

  • 2- Apresentar comunicação com área de uso comum do pavimento somente através de porta corta-fogo leve, com largura mínima de 90 cm e altura livre igual ou superior a 2,10 m;

  • 3- Ter lances retos, não se permitindo degraus em leque;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 4- Ter os degraus com altura e largura calculados de acordo com a fórmula  2H + P = 62 a 64 cm, onde: H = altura ou espelho do degrau que varia de 18 a no máximo 18,5 cm e P = a profundidade mínima de 26 cm do piso;

  • 5- Ter  patamares intermediários sempre que houver mais de dezesseis degraus. A extensão do patamar não poderá ser inferior a 1,20 m;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 6- Ter corrimão e no caso em que a largura da escada for superior a 1,80, ter corrimão intermediário, ambos atenderão aos seguintes requisitos:

  • 6.1- Situarem-se de ambos os lados da escada, com altura  entre 75 e 85 cm acima do bordo do piso;

  • 6.2-  Serem fixados somente pela suas respectivas faces inferiores;

  • 6.3- Terem largura de 6 cm ;

  • 6.4- Estarem afastados, de no mínimo, 4 cm da face da parede;

  • 6.5-  Os corrimãos  deverão ser arrematados contra a parede, a fim de evitar pontas ou arestas no interior da escada;

  • 6.6- Os corrimãos poderão situar-se somente do lado externo da escada, e, neste caso, haverá parapeito contínuo do lado interno da escada (centro) com altura mínima de 1,10 m;

  • 6.7- Os espaços ocupados pelos corrimãos e respectivos afastamentos estarão compreendidos na largura útil da escada.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 7- Não serão admitidos nas caixas de escada quaisquer bocas coletoras de lixo, caixas de incêndio, portas de compartimentos ou de elevadores, chaves elétricas e outras instalações estranhas à sua finalidade, exceto os pontos de iluminação;

  • 8- Quando for impossível se manter a mesma prumada, será aceita a transição da escada, desde que seja assegurada a sua condição de enclausuramento;

  • 9- Dentro das caixas de escada, acima da porta corta-fogo leve, haverá a indicação, em local bem visível, do número do pavimento correspondente;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 10- A escada enclausurada à prova de fumaça deverá ter seu acesso através de uma antecâmara (balcão, terraço ou vestíbulo):

  • 10.1- O balcão e terraço deverão atender aos seguintes requisitos:

  • 10.1.1- Estarem situados a mais de 16 m de qualquer abertura na mesma fachada da própria edificação ou edificações vizinhas que possam , eventualmente, constituir fonte de calor resultante de incêndio;

  • 10.1.2- Terem parapeitos maciços com altura mínima de 1,10 m;

  • 10.1.3- Terem o piso no mesmo nível do piso dos pavimentos internos do prédio e da caixa de escada enclausurada a prova de fumaça;

  • 10.1.4- Terem comunicação com os pavimentos através de porta corta-fogo leve.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 10.2- Os vestíbulos devem atender aos seguintes requisitos:

  •  

  • 10.2.1- Terem piso no mesmo nível do piso dos pavimentos internos da edificação e da caixa da escada enclausurada;

  • 10.2.2- Serem ventilados por duto ou por janela abrindo diretamente para o exterior.  

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 11- A abertura para ventilação permanente por duto deve atender aos seguintes requisitos:

  • 11.1- Estar situada junto ao teto;

  • 11.2- Ter sua área efetiva mínima de 70 cm2 e largura mínima de 1,20 m.   

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 12- A abertura para ventilação permanente por janela deve atender aos seguintes requisitos:

  • 12.1- Estar situada junto ao teto;

  • 12.2- Ter área efetiva mínima de 82 cm2 e largura mínima de 1,20 m;

  • 12.3- Estar situada a mais de 16 m de qualquer abertura na mesma fachada da própria edificação ou de edificações vizinhas que possam constituir, eventualmente, fonte de calor resultante de incêndio.  

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 13- A comunicação da antecâmara com a escada e o pavimento deverá ser protegida por porta corta-fogo leve;

  • 14- Na antecâmara não poderá ser localizado qualquer equipamento, exceto os pontos de iluminação;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 15- Os dutos de ventilação devem atender ao seguintes requisitos:

  • 15.1- Terem suas paredes resistentes ao fogo por duas horas;

  • 15.2- Terem somente aberturas na parede comum com os vestíbulos, nas condições do item 10;

  • 15.3- Terem as dimensões mínimas, assinaladas em planta, de vão livre, de 1,20 x  0,70 m;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • 15.4- Elevarem-se no mínimo 1 m acima de qualquer cobertura, podendo ser protegidos contra intempéries, na sua parte superior, por qualquer material;

  • 15.5- Terem, pelo menos, em duas faces acima da cobertura, venezianas de ventilação com área mínima de 1 m2 cada

  • 15.6- Não serem utilizados para localização de equipamentos ou canalizações.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • ONDE UTILIZAR

  • Nas  edificações residenciais coletivas e transitórias, as públicas, comerciais , industriais  escolares, hospitalares, laboratoriais e de reunião de público, com mais de 2 (dois) pavimentos e área construída, em qualquer pavimento, igual ou superior a 1.000 m2;

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

  • ONDE UTILIZAR

  • Nas de 20 (vinte) ou mais pavimentos, qualquer que seja a área construída, terão, pelo menos, 2 (duas) escadas com distância, no mínimo, igual a metade da maior dimensão da edificação no sentido dessa dimensão, de modo que nenhum ponto do piso deixe de ter livre acesso a todas as escadas, nem fique a mais de 35 m da escada mais próxima ou rampa, conforme o esclarecimento gráfico:

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL ESCADAS INCLAUSURADAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL Escadas

CIRCULAÇÃO VERTICAL

  • Rampas

CIRCULAÇÃO VERTICAL RAMPAS

  • Declive. Superfície inclinada que constitui, dentro ou fora dos edifícios, elemento de circulação vertical. Substituindo a escada tradicional, exige, no entanto, muito maior espaço para seu desenvolvimento. Para pedestres, sua inclinação máxima tolerável é de 15%. Inclinações maiores são possíveis nos acessos a garagens.

CIRCULAÇÃO VERTICAL RAMPAS

  • As escadas ou rampas devem ter largura mínima de 90 cm (noventa centímetros) e passagem com altura mínima nunca inferior a 2,00 m (dois metros), salvo disposição contrária existente em norma técnica.

  • As escadas e rampas de uso comum ou coletivo e as escadas de incêndio devem ser dotadas de corrimão e obedecer às exigências contidas na NBR 9077.

  • Em caso de uso secundário ou eventual, será permitida a redução de sua largura até o mínimo de 60 cm (sessenta centímetros).

  • O elevador em uma edificação não dispensa a construção de escada ou rampa.

  • O piso das rampas deve ser revestido com material antiderrapante e obedecer às seguintes declividades máximas:

  • I - 12% (doze por cento) se o uso for destinado a pedestres;

  • II - 25% (vinte e cinco por cento) se o uso for exclusivo de veículos automotores.

CIRCULAÇÃO VERTICAL RAMPAS

  • As rampas de acordo com a sua inclinação, classificam-se em:

  • Rampas de pouca inclinação, de até 6º, que não requerem um pavimento especial contra o deslizamento;

  • Rampas de média inclinação, de 6º a 12º, que requerem um pavimento rugoso que evita o deslizamento;

  • Rampas inclinadas, de 12º a 25º, que exigem um pavimento com ressaltos transversais ou a subdivisão do plano da rampa em largos degraus de pouca inclinação. A separação entre os ressaltos transversais deve ser constante ao longo da rampa e igual ao comprimento do passo normal.

CIRCULAÇÃO VERTICAL RAMPAS

RAMPAS Cálculo para Comprimento das Rampas

RAMPAS Cálculo para Comprimento das Rampas

RAMPAS Cálculo para Comprimento das Rampas

  • 4- As rampas destinadas ao acesso de veículos às garagens em subsolo ou pavimento elevado obedecerão aos seguintes parâmetros: 4.1- Terem inclinação máxima de 20%, devendo sempre existir um trecho horizontal de 6,00  m no mínimo entre dois lances de rampa e na parte final de chegada das mesmas;

  • 4.2- Terem largura mínima de 2,50 m quando construídas em linha reta e 3,00 m quando em curva, cujo raio mínimo deverá ser de 5,50 m;  

  • 5- As rampas para acesso a subsolo ou pavimento elevado, deverão ter início no mínimo a 2,00 m para o interior da linha limite de afastamento frontal, sendo  para este efeito considerado um limite máximo de 3,00 m para a medida do "afastamento".  

RAMPAS

CIRCULAÇÃO VERTICAL

  • Elevadores

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

  • Segundo o Código de Obras e as normas técnicas das edificações em geral, fica estabelecido que:

  • É obrigatória a instalação de, no mínimo, um elevador nas edificações de mais de três pavimentos acima do térreo, e de, no mínimo, dois elevadores, no caso de mais de sete pavimentos acima do térreo.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

    • Na contagem do número de pavimentos não é computado o último, quando de uso exclusivo do penúltimo, ou destinado a dependências de uso comum do condomínio ou, ainda, dependências de zelador.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

    • Os espaços de acesso ou circulação fronteiriços às portas dos elevadores devem ter dimensão não inferior a 1,50 m (um metro e cinqüenta centímetros).
    • Além destas exigências deve ser apresentado projeto de instalação e cálculo de tráfego, compatíveis com as normas da ABNT.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

  • Para o projeto da caixa de elevadores e das casas de máquinas é necessário antes de mais nada, definir a capacidade (lotação da cabina) e a velocidade dos elevadores.

  • Esse cálculo de tráfego deve obedecer a Norma NB-596 da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).

  • Devem ser consultadas também as empresas fornecedoras dos elevadores.

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

  • NBR 6492 - Representação de projetos de arquitetura

  • NBR 8196 - Emprego de escalas em desenho técnico

  • NBR 8402 - Execução de carácter para escrita em desenho técnico

  • NBR 8403 - Aplicação de linhas em desenhos - Tipos de linhas - Larguras das linhas

  • NBR 10067 - Princípios gerais de representação em desenho técnico

CIRCULAÇÃO VERTICAL ELEVADORES

  • NBR 10068 - Folha de desenho - leiaute e dimensões

  • NBR 10647 - Desenho técnico

  • NBR 12298 - Representação de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico

  • NBR 13142 – Dobramento de cópia de desenho técnico

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