Análise das Demonstrações

Análise das Demonstrações

(Parte 1 de 2)

AnÆlise das

Demonstraçıes

Financeiras

Um mØtodo revolucionÆrio para as empresas saírem do marasmo em que se encontram.

A metodologia e o material contido nesta apostila foram desenvolvidos e criados pela gil Consultoria. Todos os direitos autorais sªo de propriedade da empresa.

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Prof. Adriano Gomes

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AnÆlise das Demonstraçıes Financeiras 1

INTRODU˙ˆO2
1 DEMONSTRAÕES FINANCEIRAS3
1.1 O Que Mostram as Demonstraçıes Financeiras3
1.2 Balanço Patrimonial3
1.3 Demonstraçªo do Resultado do Exercício7
1.4 Demonstraçªo das Mutaçıes do Patrimônio Líquido9
1.5 Demonstraçªo das Origens e Aplicaçıes de Recursos – DOAR1
2 ANLISE ATRAVÉS DE NDICES13
2.1 O Papel dos ndices de Balanço13
2.1.1 Quantos ndices sªo NecessÆrios Para uma Boa AnÆlise?13
2.1.2 Aspactos da Empresa Revelados Pelos ndices13
2.1.3Principais ndices.................................................................................................. 14
2.2 Descriçªo Detalhada dos ndices15
2.2.1 Estrutura de Capitais15
2.2.1.1 Participaçªo de Capitais de Terceiros15
2.2.1.2 Composiçªo do Endividamento15
2.2.1.3 Imobilizaçªo do Patrimônio Líquido16
2.2.1.4 Imobilizaçªo dos Recursos nªo Correntes16
2.2.2Liquidez................................................................................................................ 17
2.2.2.1 Liquidez Geral17
2.2.2.2 Liquidez Corrente17
2.2.2.3 Liquidez Seca18
2.2.3Rentabilidadde...................................................................................................... 19
2.2.3.1 Giro do Ativo19
2.2.3.2 Margem Líquida19
2.2.3.3 Rentabilidade do Ativo20
2.2.3.4 Rentabilidade do Patrimônio Líquido20
3 PREVISO DE FALNCIA28
3.1AnÆlise Discriminante........................................................................................... 28
CONCLUSˆO38

˝NDICE GERAL B IBLIOGRAFIA.................................................................................................... 39

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O objetivo deste trabalho acadŒmico Ø mostrar que a AnÆlise das

Demonstraçıes Ø um importante instrumento que os administradores devem utilizar, visando otimizar os resultados e criar novas situaçıes para a empresa.

• No capítulo 1 sªo apresentados os conceitos bÆsicos e os tipos de Demonstraçıes ContÆbeis.

• No capitulo 2 sªo apresentados os índices de Estrutura de Capitais, de Liquidez e Rentabilidade, de maneira detalhada.

• No capitulo 3 sªo abordados os ˝ndices de Previsªo de FalŒncia, pelo mØtodo de AnÆlise Discriminante, onde foram detalhados seis mØtodos.

Finalizando, destacamos que nos capítulos 2 e 3, os índices tambØm foram abordados com um caso prÆtico, para melhor compreensªo dos índices aqui analisados.

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1 DEMONSTRA˙ÕES FINANCEIRAS

A Lei das Sociedades por Açıes (Lei n° 6.404) determina a estrutura bÆsica das quatro demonstraçıes financeiras.

tipos de sociedadesPor essa razªo, todas as empresas, no Brasil, divulgam suas

A legislaçªo fiscal tornou essas determinaçıes obrigatórias tambØm para os demais demonstraçıes financeiras sob a forma prevista na Lei das S.A.

Essa lei trouxe considerÆveis aperfeiçoamentos contÆbeis em relaçªo às prÆticas anteriormente vigentes e tornou-se um marco na história da Contabilidade no Brasil, apesar de ainda nªo incorporar todos os aperfeiçoamentos que seriam possíveis.

Para efeito de AnÆlise de Balanços, a Lei das S.A. representou notÆvel avanço. O conteœdo e a forma de apresentaçªo das demonstraçıes financeiras atendem perfeitamente às necessidades da AnÆlise de Balanços.

É a demonstraçªo que apresenta todos os bens e direitos da empresa Ativo -, assim como as obrigaçıes Passivo Exigível em determinada data. A diferença Ø chamada Patrimônio Líquido e representa o capital investido pelos proprietÆrios da empresa, quer atravØs de recursos trazidos de for a da empresa, quer gerados por esta em suas operaçıes e retidos internamente.

Robert N. Anthony* conceituado autor americano, afirma que o balanço mostra : 1. As fontes de onde provieram os recursos utilizados para a empresa operar Passivo e Patrimônio Líquido e;

* ANTHONY, Rober Newton. Contabilidade gerencial; introduçªo à Contabilidade. Sªo Paulo, Atlas, 1981

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2. Os bens e direitos em que esses recursos se acham investidos. Essa definiçªo pıe em evidŒncia os termos fontes e investimentos de recursos, o que Ø altamente desejÆvel do ângulo da AnÆlise de Balanços, visto que analisar balanços Ø, em grande parte, avaliar a adequaçªo entre as diversas fontes e os investimentos efetuados.

É interessante notar que o Ativo mostra o que existe concretamente na empresa. Todos os bens e direitos podem ser comprovados por documentos, tocados ou vistos. As œnicas exceçıes sªo as despesas antecipadas e as diferidas, as quais representam investimentos que beneficiarªo exercícios seguintes e, por isso, se acham no balanço (Ø algo que aumenta o valor da empresa sem ter um valor objetivo ou de mercado). O Passivo Exigível e o Patrimônio Líquido mostram a origem dos recursos que se acham investidos no Ativo. Especificamente, o Patrimônio Líquido nªo representa nada de concreto. Quando a empresa Ø constituída, os sócios entregam-lhe determinado Capital representado por dinheiro ou bens. Nesse momento, a empresa possui apenas esses bens e o numerÆrio que recebeu dos sócios. O Capital mostra apenas a origem desses bens e dinheiro. É apenas um elemento informativo e nªo algo de concreto.

Em conformidade com a Lei n° 6.404/76, o Balanço Patrimonial deve conter os seguintes grupos de contas :

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• Disponibilidades • Direitos realizÆveis no curso do exercício social seguinte

• Aplicaçıes de recursos em despesas do exercício seguinte

• Direitos realizÆveis após o tØrmino do exercício seguinte

• Direitos derivados de adiantamentos ou emprØstimos a sociedades coligadas ou controladas, diretores, acionistas ou participantes no lucro da companhia, que nªo constituírem negócios usuais na exploraçªo do objeto da companhia

ATIVO PERMANENTE Investimentos

• Participaçıes permanentes em outras sociedades e direitos de qualquer natureza, nªo classificÆveis no Ativo Circulante, ou RealizÆvel a Longo Prazo que nªo se destinem à manutençªo da atividade da companhia ou empresa

Imobilizado

• Direitos que tenham por objeto bens destinados à manutençªo das atividades da companhia ou empresa, ou exercidos com esta finalidade, inclusive os de propriedade comercial ou industrial

Diferido

• Aplicaçıes de recursos em despesas que contribuirªo para a formaçªo do resultado de mais um exercício social, inclusive juros pagos ou creditados aos acionistas durante o período que anteceder o início das operaçıes sociais

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• Obrigaçıes da companhia, inclusive financiamentos para a aquisiçªo de direitos do Ativo Permanente quando vencerem no exercício seguinte

PASSIVO EXIGVEL A LONGO PRAZO • Obrigaçıes vencíveis em prazo maior do que o exercício seguinte

RESULTADO DE EXERCCIOS FUTUROS • Receitas de exercícios futuros diminuídas dos custos e despesas correspondentes

Capital Social • Montante do capital subscrito e, por deduçªo, parcela nªo realizada

Reservas de Capital • gio na emissªo de açıes ou conversªo de debŒntures e partes beneficiÆrias

• Produto da alienaçªo de partes beneficiÆrias e bônus de subscriçªo

• PrŒmios recebidos na emissªo de debŒntures, doaçıes e subvençıes para investimentos

• Correçªo monetÆria do capital realizado, enquanto nªo capitalizada

Reservas de Reavaliaçıes

• Contrapartida do aumento de elementos do Ativo em virtude de novas avaliaçıes, documentadas por laudo tØcnico.

Reservas de Lucros • Contas constituídas a partir de lucros gerados pela companhia

Lucros ou Prejuízos Acumulados • Lucros gerados pela companhia, que ainda nªo receberam destinaçªo específica

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Trata-se de uma demonstraçªo dos aumentos e reduçıes causados no Patrimônio

Líquido pelas operaçıes da empresa. As receitas representam normalmente aumento do Ativo, atravØs do ingresso de novos elementos, como duplicatas a receber ou dinheiro proveniente das transaçıes. Aumentando o Ativo, aumenta o Patrimônio Líquido. As despesas representam reduçªo do Patrimônio Líquido, atravØs da reduçªo do Ativo ou aumento do Passivo Exigível.

Enfim, todas as receitas e despesas se acham compreendidas na Demonstraçªo do

Resultado, segundo uma forma de apresentaçªo que as ordena de acordo com a sua natureza; fornecendo informaçıes significativas sobre a empresa.

A Demonstraçªo do Resultado Ø, pois, o resumo do movimento de certas entradas e saídas no balanço, entre duas datas.

A Demonstraçªo do Resultado retrata apenas o fluxo econômico e nªo o fluxo de dinheiro. Para a Demonstraçªo do Resultado nªo importa se uma receita ou despesa tem reflexos em dinheiro, basta apenas que afete o Patrimônio Líquido.

Segundo a Lei n.° 6.404/76, a Demonstraçªo do Resultado do Exercício discriminarÆ os seguintes elementos :

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Receita Bruta de Vendas e Serviços (-) Devoluçıes (-) Abatimentos (-) Impostos

(=) Receita Líquida das Vendas e Serviços (-) Custo das Mercadorias e Serviços Vendidos

(=) Lucro Bruto (-) Despesas com Vendas (-) Despesas Financeiras (deduzidas das Receitas Financeiras) (-) Despesas Gerais e Administrativas (-) Outras Despesas Operacionais (+) Outras Receitas Operacionais

(=) Lucro ou Prejuízo Operacional (+) Receitas nªo Operacionais (-) Despesas nªo Operacionais (+) Saldo da Correçªo MonetÆria

(=) Resultado do Exercício antes do Imposto de Renda (-) Provisªo para o Imposto de Renda (-) Participaçıes de DebŒntures (-) Participaçªo dos Empregados (-) Participaçªo dos Administradores e Partes BeneficiÆrias (-) Contribuiçıes p/ Instituiçıes, Fundo de Assist. ou PrevidŒncia de Empregados

(=) Lucro ou Prejuízo Líquido do Exercício (=) Lucro ou Prejuízo por Açªo

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1.4 DEMONSTRA˙ˆO DAS MUTA˙ÕES DO PATRIMÔNIO L˝QUIDO

A Demonstraçªo das Mutaçıes do Patrimônio Líquido apresenta as variaçıes de todas as contas do Patrimônio Líquido ocorridas entre dois balanços, independentemente da origem da variaçªo, seja ela proveniente da correçªo monetÆria, de aumento de capital, de reavaliaçªo de elementos do ativo, de lucro ou de simples transferŒncia entre contas, dentro do próprio Patrimônio Líquido.

Enquanto a Demonstraçªo do Resultado evidencia como se chegou ao total do aumento ou diminuiçªo do Patrimônio Líquido em decorrŒncia de transaçıes efetuadas pela empresa, expurgando o inchaço causado pela inflaçªo, a Demonstraçªo das Mutaçıes do Patrimônio Líquido mostra toda e qualquer variaçªo em qualquer conta.

A Demonstraçªo das Mutaçıes do Patrimônio Líquido nªo costuma ser analisada no sentido tradicional em que o sªo o Balanço e a Demonstraçªo do Resultado do Exercício.

O conteœdo bÆsico da Demonstraçªo das Mutaçıes do Patrimônio Líquido Ø representado na pÆgina seguinte.

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AnÆlise das Dem o nstraçıes F i nanceiras

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1.5 DEMONSTRA˙ˆO DAS ORIGENS E APLICA˙ÕES DE RECURSOS - DOAR

A Demonstraçªo das Origens e Aplicaçıes de Recursos mostra as novas origens e aplicaçıes verificadas durante o exercício, ocorridas nos itens nªo Circulantes do Balanço, ou seja, no Exigível a Longo Prazo, Patrimônio Líquido, Ativo Permanente e RealizÆvel a Longo Prazo.

A diferença entre as novas origens nªo circulantes e as novas aplicaçıes nªo circulantes serÆ igual ao Capital Circulante Líquido. Dessa maneira, a DOAR Ø uma demonstraçªo que evidencia a variaçªo do Capital Circulante Líquido.

AtravØs da DOAR Ø possível conhecer como fluíram os recursos ao longo de um exercício: quais foram os recursos obtidos, qual a participaçªo das transaçıes comerciais no total de recursos gerados, como foram aplicados os novos recursos etc. Enfim, a DOAR visa permitir a anÆlise do aspecto financeiro da empresa, tanto no que diz respeito ao movimento de investimentos e financiamentos quanto relativamente à administraçªo da empresa sob ângulo de obter e aplicar compativelmente os recursos.

Apresenta-se a seguir o modelo bÆsico da DOAR.

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2. AN`LISE ATRAVÉS DE ˝NDICES

Os índices constituem a tØcnica de anÆlise mais empregada, sua característica fundamental Ø fornecer uma visªo ampla da situaçªo econômica ou financeira da empresa.

Um índice Ø como uma vela acesa num quadro escuro 1

O importante nªo Ø o cÆlculo de grande nœmero de índices, mas de um conjunto de índices que permita conhecer a situaçªo da empresa, segundo o grau de profundidade desejada da anÆlise.

“, a quantidade de índices que deve ser utilizada na anÆlise depende exclusivamente da
ESTRUTURA
LIQUIDEZ

Situaçªo Financeira

Situaçªo Econômica RENTABILIDADE

1 Dante C. Matarazzo AnÆlise Financeira de Balanços Vol. 1, Pg. 96 2 Dante C. Matarazzo AnÆlise Financeira de Balanços Vol. 1, Pg. 97

A n Ælise das D e m o nst r aç ıe s F i nanc eiras

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2.2 DESCRI˙ˆO DETALHADA DOS ˝NDICES

Os índices desse grupo mostram as grandes linhas de decisıes financeiras, em termos de obtençªo e aplicaçªo de recursos.

2.2.1.1 Participaçªo de Capitais de Terceiros:CT
PL

Fórmula:

• Indica: quanto a empresa tomou de capitais de terceiros para cada R$ 100 de capital próprio investido.

• Interpretaçªo: quanto menor, melhor.

• Obs.: o índice de Participaçªo de Capitais de Terceiros relaciona, portanto, as duas grandes fontes de recursos da empresa, ou seja, Capitais Próprios e Capitais de Terceiros. TambØm pode ser chamado de índice de Grau de Endividamento.

2.2.1.2 Composiçªo do Endividamento:PC
CT

Fórmula:

• Indica: qual o percentual de obrigaçıes de curto prazo em relaçªo às obrigaçıes totais.

X 100
Patrimônio Líquido

Capitais de Terceiros

X 100

Passivo Circulante Capitais de Terceiros

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• Interpretaçªo: quanto menor, melhor.

• Obs.: este índice indica qual e a composiçªo da dívida, jÆ que, uma coisa Ø ter dívidas de curto prazo que precisam ser pagas com recursos gerados a curto prazo, e outra, Ø ter dívidas de longo prazo, onde se dispıe de tempo para se gerar recursos.

PL

2.2.1.3 Imobilizaçªo do Patrimônio Líquido: AP Fórmula:

• Indica: quantos reais a empresa aplicou no Ativo Permanente para cada R$ 100 de Patrimônio Liquido.

• Interpretaçªo: quanto menor, melhor.

• Obs.: as aplicaçıes dos recursos do Patrimônio Liquido sªo mutuamente exclusivas do

Ativo Permanente e do Ativo Circulante. Quanto mais a empresa investir no Ativo Permanente, menos recursos próprios sobrarªo para o Ativo Circulante e, em conseqüŒncia , maior serÆ a dependŒncia a capitais de terceiros para o financiamento do Ativo Circulante.

2.2.1.4 Imobilizaçªo dos Recursos nªo Correntes:AP
PL + ELP

Fórmula:

• Indica: que percentual de recursos nªo correntes a empresa aplicou no Ativo Permanente.

Ativo Permanente
X 100
Patrimônio Liquido
X 100

Ativo Permanente Patrimônio Liquido + Exigível a Longo Prazo

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• Interpretaçªo: quanto menor, melhor. • Obs.: este índice nªo deve em regra ser superior a 100%.

2.2.2 LIQUIDEZ

Os índices desse grupo mostram a base da situaçªo financeira da empresa. Sªo índices que, a partir do confronto dos Ativos Circulantes com as Dívidas, procuram medir quªo sólida Ø a base financeira da empresa.

PC + ELP

2.2.2.1 Liquidez Geral: AC + RLP Fórmula:

• Indica: quanto a empresa possui no Ativo Circulante e RealizÆvel a Longo Prazo para cada R$ 1,0 de dívida total.

• Interpretaçªo: quanto maior, melhor.

Circulante

• Obs.: o índice de Liquidez Geral indica se a empresa tem condiçıes de pagar suas dívidas totais, mesmo aquelas de longo prazo, com os recursos que possui no seu Ativo

PC

2.2.2.2 Liquidez Corrente: AC Fórmula:

Ativo Circulante + RealizÆvel a Longo Prazo
Passivo Circulante + Exigível a Longo Prazo
Ativo Circulante

Passivo Circulante

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• Indica: quanto a empresa possui no Ativo Circulante para cada R$ 1,0 de Passivo Circulante.

• Interpretaçªo: quanto maio, melhor.

• Obs.: o índice de Liquidez Corrente indica se o Ativo Circulante Ø suficiente para cobrir as dívidas de curto prazo.

PC

Fórmula:

• Indica: quanto a empresa possui de Ativo Líquido para cada R$ 1,0 de passivo Circulante (dívidas a curto prazo).

• Interpretaçªo: quanto maior, melhor.

• Obs.: este índice Ø um teste de força aplicado à empresa; visa medir o grau de excelŒncia da sua situaçªo financeira.

Disponível + Duplicatas a Receber + Outros Direitos
de RÆpida Conversibilidade em Dinheiro

Passivo Circulante

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Os índices deste grupo mostram qual a rentabilidade dos capitais investidos, isto Ø, quanto rendem os investimentos e, portanto, qual o grau de Œxito econômico da empresa.

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