Querosene

Querosene

A intenção deste trabalho é oferecer, de maneira geral, um instrumento para o conhecimento sobre o querosene em geral, e que o mesmo seja um guia para aqueles que estejam interessados em saber como é feita e o que acontece nas pesquisas e na composição do querosene.

  • A intenção deste trabalho é oferecer, de maneira geral, um instrumento para o conhecimento sobre o querosene em geral, e que o mesmo seja um guia para aqueles que estejam interessados em saber como é feita e o que acontece nas pesquisas e na composição do querosene.

  • O querosene é um composto, resultante da destilação do petróleo, formado por uma mistura de hidrocarbonetos alifáticos, naftalênicos e aromáticos. Ele é um produto intermediário entre a gasolina e o óleo diesel, obtido por destilação fracionada do óleo cru. É amplamente utilizado como agente de limpeza em diversas ocupações e atividades de lazer. É, também, empregado como combustível de avião, de lamparina, de forno de cozinha e até como componente de formulações inseticidas. A substância está comprovadamente relacionada à enfermidades dermatológicas (incluindo infecções, ressecamento, queimadura e neoplasia), hematológicas (anemia aplástica, leucocitose , metahemoglobinemia) e respiratórias (é capaz de induzir asma e provocar crises agudas da doença além de desastrosa pneumonite química nos casos de ingestão acidental e/ou aspiração).

Querosene é um líquido resultante da destilação fracionada do petróleo, com temperatura de ebulição entre 150°C e 290°C, fração entre a gasolina e o óleo diesel.

  • Querosene é um líquido resultante da destilação fracionada do petróleo, com temperatura de ebulição entre 150°C e 290°C, fração entre a gasolina e o óleo diesel.

  • É uma combinação complexa de hidrocarbonetos (alifáticos, naftênicos e aromáticos) com um número de carbonos na sua maioria dentro do intervalo de C9 a C16, produzida por destilação do petróleo bruto, com faixa de destilação compreendida entre 150°C e 290°C. O produto possui diversas características específicas como uma ampla curva de destilação, conferindo a este um excelente poder de solvência e uma taxa de evaporação lenta, além de um ponto de inflamação que oferece relativa segurança ao manuseamento e é insolúvel em água.

  • Os usos mais comuns do querosene são para iluminação, solventes e QAV (querosene para aviação). Historicamente, o querosene foi o primeiro derivado do petróleo de valor comercial, substituindo o azeite, e o óleo de baleia na iluminação.

● Produzir pequena isenção na queima em odor e de fumaça;

  • ● Produzir pequena isenção na queima em odor e de fumaça;

  • ● viscosidade adequada;

  • ● o teor de enxofre deve ser baixo;

  • ● o ponto de fulgor deve ser no mínimo 40ºC

A destilação fracionada serve para realizar a separação em uma mistura de produtos, utilizando a propriedade física ponto de ebulição. Ela é um processo de aquecimento, separação e esfriamento dos produtos e é empregada quando a diferença entre os pontos de ebulição dos líquidos da mistura é menor. Um aparelho mais sofisticado e um pouco mais de tempo são necessários.

  • A destilação fracionada serve para realizar a separação em uma mistura de produtos, utilizando a propriedade física ponto de ebulição. Ela é um processo de aquecimento, separação e esfriamento dos produtos e é empregada quando a diferença entre os pontos de ebulição dos líquidos da mistura é menor. Um aparelho mais sofisticado e um pouco mais de tempo são necessários.

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  • No aparelho de destilação fracionada existe uma coluna de fracionamento que cria várias regiões de equilíbrio líquido-vapor, enriquecendo a fração do componente mais volátil da mistura na fase de vapor.

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  • Neste método de destilação, usa-se um balão de destilação (alambique, ou refervedor, dependendo da escala de produção), uma coluna de Vigreux (coluna de destilação, quando em indústria), um condensador e um receptor. A mistura a ser purificada é colocada no balão de destilação, que é aquecido. Surge então um vapor quente. Ele

  • sobe pela coluna, mas vai se resfriando ao longo dela e acaba por condensar-se. Com a condensação, forma-se um líquido, que escorre para baixo pela coluna, em direção à fonte de calor. Vapores sobem continuamente pela coluna e acabam por encontrar-se com o líquido.

Parte desse líquido rouba o calor do vapor ascendente e torna a vaporizar-se. A uma certa altura um pouco acima da condensação anterior, o vapor torna a condensar-se e escorrer para baixo. Este ciclo de vaporização e condensação ocorre repetidas vezes ao longo de todo o comprimento da coluna.

  • Parte desse líquido rouba o calor do vapor ascendente e torna a vaporizar-se. A uma certa altura um pouco acima da condensação anterior, o vapor torna a condensar-se e escorrer para baixo. Este ciclo de vaporização e condensação ocorre repetidas vezes ao longo de todo o comprimento da coluna.

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  • Os vários obstáculos instalados na coluna forçam o contato entre o vapor quente ascendente e o líquido condensado descendente. A intenção desses obstáculos é promover várias etapas de vaporização e condensação da matéria. Isto nada mais é do que uma simulação de sucessivas destilações flash. Quanto maior a quantidade de estágios de vaporização-condensação e quanto maior a área de contato entre o líquido e o vapor no interior da coluna, mais completa é a separação e mais purificada é a matéria final.

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  • Ela é muito comum em refinarias de petróleo, para extrair diversos tipos de compostos, como o asfalto, gasolina, gás de cozinha entre outros. Nestas separações são empregadas colunas de aço de grande diâmetro, compostas de pratos ou de seçoes recheadas. Os internos, sejam pratos, chicanas ou recheios, tem como função colocar as fases vapor e líquido em contato, de modo a que ocorra a transferência de massa entre elas. Ao longo da coluna, a fase vapor vai se enriquecendo com os compostos mais voláteis, enquanto a fase líquida se concentra com os compostos mais pesados de maior ponto de ebulição.

É o combustível usado nas aeronaves com motores a turbina, seja jato-puro, turboélices ou turbofans. É produzido por fracionamento do petróleo, através de destilação a pressão atmosférica, seguido de tratamento, o que confere ao produto a qualidade adequada ao seu bom desempenho.

  • É o combustível usado nas aeronaves com motores a turbina, seja jato-puro, turboélices ou turbofans. É produzido por fracionamento do petróleo, através de destilação a pressão atmosférica, seguido de tratamento, o que confere ao produto a qualidade adequada ao seu bom desempenho.

  • O JET A-1 tem como requisitos: permanecer líquido e homogêneo até a zona de combustão das aeronaves tem poder calorífico o mais elevado possível, apresentar resistência química e física às variações de temperatura e pressão e ter boas características lubrificantes. Esses requisitos são cobertos por itens de especificação.

  • Para garantir a qualidade do produto até a entrega ao consumidor final, a Petrobras desenvolve, desde 1987, o Sistema de Garantia da Qualidade do JET A-1 (SGQ), que abrange toda a cadeia de distribuição, ou seja, desde a refinaria, passando por terminais marítimos e terrestres, bases, depósitos de aeroportos, até o abastecimento das aeronaves pela BR Aviation.

No Brasil, são produzidos dois tipos de querosene de aviação:

  • No Brasil, são produzidos dois tipos de querosene de aviação:

  • - QAV-1, de uso geral, com especificações alinhadas com as especificações do Jet A-1 da AFQRJOS (Aviation Fuel Quality Requirements for Jointly Operated Systems), conhecida como "Check List Jet A-1";

  • - Querosene de Aviação Especial para a Marinha do Brasil, também conhecido como JP5 ou combustível aeronaval, de uso específico.

● iluminação em lampiões e lamparinas;

  • ● iluminação em lampiões e lamparinas;

  • ● combustível para aquecimento doméstico em regiões frias;

  • ● veículo para aplicação de inseticidas;

  • ● solventes para produção de asfaltos diluídos para pavimentação;

  • ● desengordurante de peles e couros;

  • ● líquido de limpeza;

  • ● combustível para turbinas de avião a jato.

  • O processo de produção do biocombustível a partir de óleos vegetais é conhecido e semelhante ao do biodiesel, só que mais trabalhoso. Nos dois casos é promovida uma reação química chamada transesterificação, na qual o óleo vegetal, obtido do esmagamento do fruto de plantas oleaginosas e após o refino, reage com um álcool e um catalisador (substância que promove a reação química) e dá origem ao combustível. O processo desenvolvido para a produção do bioquerosene utiliza etanol de cana-de-açúcar como reagente, outra  matéria-prima renovável. Para o caso do bioquerosene, a etapa de engenharia da separação é muito mais elaborada para atender às características e especificações dos combustíveis de aviação que são muito rígidas. O bioquerosene deve ser muitíssimo puro, livre de vários compostos e impurezas que podem comprometer a qualidade do sistema de combustão a jato, além de ter viscosidade, densidade e poder calorífico muito específicos, o que não é requerido do biodiesel.

  • A transesterificação ocorre dentro de um reator onde os triglicerídios do óleo vegetal reagem com o etanol formando o éster – grupo químico em que se enquadra o bioquerosene, além de glicerina, água, moléculas de ácidos graxos e glicerídios, e o

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  • que restou do etanol não reagido. A fase de separação é decisiva no desenvolvimento do processo, com o isolamento do bioquerosene, do catalisador, da água, da glicerina e das impurezas presentes no meio reacional. A inovação do processo desenvolvido para a obtenção do combustivel, foi o isolamento que é feito em um processo intensificado de separação, em condições de temperatura e pressão que possibilitam a obtenção do bioquerosene de forma economicamente viável e com as características de querosene de aviação estabelecidas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Observamos que os hidrocarbonetos que constituem o querosene são compostos de baixa densidade e consistem de uma fase não solúvel em água. É um líquido claro, transparente e inflamável, obtido pela destilação fracionada do petróleo.

  • Observamos que os hidrocarbonetos que constituem o querosene são compostos de baixa densidade e consistem de uma fase não solúvel em água. É um líquido claro, transparente e inflamável, obtido pela destilação fracionada do petróleo.

  • Como o querosene é inflamável, deve ser protegido de fontes de ignição, tais como: chamas abertas, superfícies aquecidas, descargas elétricas, etc.

  • Tem odor característico de hidrocarboneto e é miscível com a maioria dos solventes orgânicos. Possui alta taxa de evaporação, sendo compatível com a grande maioria dos solventes utilizados na indústria.

  • Para estocagem, recomenda-se a utilização de tanques de aço inox ou aço carbono.

  • Pode formar uma mistura explosiva durante sua utilização; e também é possível gerar cargas eletrostáticas durante o manuseio.

  • Como risco ambiental, possui efeitos negativos quando em contato a longo prazo no ambiente aquático, sendo tóxico para os organismos que ali vivem.

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