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CALDEIRARIA Módulo

Tecnologia dos Processos e Execução

Presidente da FIEMG Robson Braga de Andrade

Gestor do SENAI Petrônio Machado Zica

Diretor Regional do SENAI e

Superintendente de Conhecimento e Tecnologia Alexandre Magno Leão dos Santos

Gerente de Educação e Tecnologia Edmar Fernando de Alcântara

Elaboração Equipe Técnica do CFP/ACR

Unidade Operacional Centro de Formação Profissional “Alvimar Carneiro de Rezende”

APRESENTAÇÃO7
1.. INSTRUMENTOS DE TRAÇAGEM E FFERRRRAAMMENNTTAASS MANUAIS8
1.1. RISCADOR - RÉGUA DE TRAÇAGEM - ESQUADRO8
1.2. COMPASSOS DE PONTA E DE CENTRAR10
1.3. PUNÇÃO DE BICO1
1.4. GRAMINHO1
1.4.1. GRAMINHO SIMPLES12
1.4.2. GRAMINHO COM ARTICULAÇÃO12
1.4.3. GRAMINHO DE PRECISÃO12
1.5. CANTONEIRAS DE TRAÇAGEM13
1.6. BLOCO PRISMÁTICO13
1.7. SUBSTÂNCIAS PARA RECOBRIMENTO DE SUPERFÍCIE15
1.8. SUTA15
1.8.1. OUTROS TIPOS DE SUTA16
1.9. NÍVEL17
1.9.1. TIPOS DE NÍVEIS18
1.9.2. EXECUÇÃO DE MEDIÇÃO20
1.9.3. AFERIÇÃO DO NÍVEL21
1.9.4. CORREÇÃO DOS DESVIOS DO NÍVEL21
1.10. MESA DE TRAÇAGEM E CONTROLE21
1.10.1. CONSTRUÇÃO2
1.10.2. CONDIÇÕES DE USO2
1.10.3. CONSERVAÇÃO2
1.1. MARTELOS (TIPOS)2
1.1.1. PRECAUÇÕES A TOMAR QUANTO AOS MARTELOS24
1.12. MACETE25
1.13. BIGORNA26
1.14. TALHADEIRA E BEDAME27
1.14.1. CONDIÇÕES DE USO28
1.15. VAZADOR29
1.16. ESCOVA DE AÇO E PICADEIRA29
1.16.1. ESCOVA DE AÇO29
1.16.2. PICADEIRA29
1.17. LIMA30
1.17.1. CLASSIFICAÇÃO30

Sumário 1.17.2. CONDIÇÕES DE USO ......................................................................................32

1.17.3. LIMPEZA32
1.18. LIXA32
1.18.1. CONSTITUIÇÃO DA LIXA32
1.18.2. GRANULAÇÃO ABRASIVA DE LIXA3
1.18.3. ESCALAS DE GRANULAÇÃO3
1.19. GRAMPOS34
1.20. MORSA35
1.20.1. CONSERVAÇÃO37
1.21. ALICATES37
1.21.1. TIPOS38
1.2. TESOURA DE MÃO E DE BANCADA39
1.2.1. CLASSIFICAÇÃO40
1.2.2. CONDIÇÕES DE USO41
1.2.3. CONSERVAÇÃO41
1.23. CHAVES DE APERTO41
1.23.1. CHAVES41
1.23.2. CHAVE DE FENDA45
1.24. TENAZES46
1.24.1. TIPOS DE TENAZES47
1.24.2. CUIDADOS NO USO DA TENAZ48
1.25. AÇO E LÂMINA DE SERRA48
1.25.1. INDICAÇÕES PRÁTICAS PARA A ESCOLHA DA LÂMINA50
2.. CORTE A OXIGÁS51
2.1. CORTE OXIACETILENO51
2.1.1. GASES UTILIZADOS51
2.1.2. EQUIPAMENTOS NECESSÁRIOS53
2.1.3. POSTO DE SOLDAGEM5
2.1.4. COMO ACENDER E APAGAR O MAÇARICO5
2.1.5. DESVANTAGENS DO PROCESSO56
2.1.6. APLICAÇÕES INDUSTRIAIS56
2.1.7. TIPOS DE CHAMA56
2.1.8. ENGOLIMENTO E RETROCESSO DE CHAMAERRO! INDICADOR NÃO
2.1.9. DESCONTINUIDADESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

2.1.10. DEFEITOS E SOLUÇÕES NO OXICORTE MECANIZADOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

3.. FURADEIRASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

3.1. FURADEIRA SENSITIVA.................................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

3.2. FURADEIRA DE COLUNAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.3. FURADEIRA RADIALERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.4. FURADEIRA DE ÁRVORES MÚLTIPLASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5. ACESSÓRIOSERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.1. MANDRILERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.2. BUCHAS CÔNICASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.3. CUNHAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.4. BROCASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.5. ESCAREADORESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.6. ALARGADORESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.7. MACHOS DE ROSCARERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.8. DESANDADORESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
3.5.9. COSSINETESERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.. CORTEERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
4.1. VELOCIDADE DE CORTEERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.. ESMERILHADORASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.1. CONSTITUIÇÃOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.2. TIPOS USUAISERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.2.1. ESMERILHADORA DE PEDESTALERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.2.2. ESMERILHADORA DE BANCADAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.3. CONDIÇÕES DE USOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.5. REBOLOSERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.5.1. RETIFICAÇÃO DOS RELOBOSERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
5.5.2. CARACTERÍSTICAS DOS REBOLOSERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
6.. PONTAS MONTADASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
6.1. ABRASIVASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
6.2. PONTAS MONTADAS DE DIAMANTEERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
7.. LIXADEIRASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
8.. SERA DE FITAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
8.1. SERRA VERTICAL DE FITAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
8.2. SERRA HORIZONTAL DE FITAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

5 5.4. PROCEDIMENTO DE UTILIZAÇÃO DE ESMERILHADORAS..ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 9.. TESOURA GUILHOTINA....................ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

1.. PRENSAS DOBRADEIRASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
1.1. PRENSA MECÂNICAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
1.2. PRENSA HIDRÁULICAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

10.. TESOURA VIBRATÓRIA UUNNIIVVEERRSSAALLERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO. 1.3. ACESSÓRIOS DAS PRENSAS DOBRADEIRASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

12.. DOBRADEIRA ((MANUAL E DDE MMESSAA OOSSCCIILLAANNTTE))ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

12.1. DOBRADEIRAS MANUAISERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
12.2. DOBRADEIRAS DE MESA OSCILANTEERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
12.3. DOBRAMENTO LIVREERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
12.4. DOBRAMENTO COM MATRIZERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
12.5. DOBRAMENTO COM CUNHAERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
12.6. MECANISMO DO DOBRAMENTOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13.. CALANDRASERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13.1. CALANDRAS MANUAISERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13.2. CALANDRA A MOTORERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
13.3. CURVAMENTOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

13.4. DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA DAS CALANDRAS..ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

14.. SERA DE PERFILADOERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.
14.1. PARTES PRINCIPAIS DA SERRA DE PERFILADOSERRO! INDICADOR NÃO

DEFINIDO. 14.2. CARACTERÍSTICAS DAS SERRAS DE PERFILADO E POSICIONAMENTO ERRO! INDICADOR NÃO DEFINIDO.

Apresentação

“Muda a forma de trabalhar, agir, sentir, pensar na chamada sociedade do conhecimento”. Peter Drucker

O ingresso na sociedade da informação exige mudanças profundas em todos os perfis profissionais, especialmente naqueles diretamente envolvidos na produção, coleta, disseminação e uso da informação.

O SENAI, maior rede privada de educação profissional do país, sabe disso, e, consciente do seu papel formativo, educa o trabalhador sob a égide do conceito da competência: “formar o profissional com responsabilidade no processo produtivo, com iniciativa na resolução de problemas, com conhecimentos técnicos aprofundados, flexibilidade e criatividade, empreendedorismo e consciência da necessidade de educação continuada”.

Vivemos numa sociedade da informação. O conhecimento , na sua área tecnológica, amplia-se e se multiplica a cada dia. Uma constante atualização se faz necessária. Para o SENAI, cuidar do seu acervo bibliográfico, da sua infovia, da conexão de suas escolas à rede mundial de informações - internet - é tão importante quanto zelar pela produção de material didático.

Isto porque, nos embates diários,instrutores e alunos , nas diversas oficinas e laboratórios do SENAI, fazem com que as informações, contidas nos materiais didáticos, tomem sentido e se concretizem em múltiplos conhecimentos.

O SENAI deseja , por meio dos diversos materiais didáticos, aguçar a sua curiosidade, responder às suas demandas de informações e construir links entre os diversos conhecimentos, tão importantes para sua formação continuada !

Gerência de Educação e Tecnologia

1INSTRUMENTOS DE TRAÇAGEM E

9 FERAMENTAS MANUAIS

1.1. RISCADOR - RÉGUA DE TRAÇAGEM - ESQUADRO

O riscador tem o corpo geralmente recartilhado. Existem de várias formas, como, por exemplo, os indicados nas figuras abaixo. Usa-se para fazer traços sobre os materiais. (Figura 1)

Os riscadores também podem ser usados para traçar contornos previamente definidos por gabaritos (moldes ou modelos).

O corpo de muitos tipos de riscadores é recartilhado, o que permite uma boa empunhadura.

Cada ponta existente no riscador deve ser sempre afilada na forma cônica, num ângulo de 15º.

Quando se utiliza um riscador com duas pontas, a ponta que não será utilizada deverá ser protegida com um pedaço de cortiça ou borracha, assim evitam-se acidentes pessoais e danos na ponta.

Após o uso, os riscadores devem ser limpos cuidadosamente com uma estopa, lubrificados e guardados em locais apropriados, protegidos contra choques e oxidações.

O esquadro metálico é um instrumento, com lâmina de aço, em forma de “L”, usado para traçar retas perpendiculares ou verificar ângulos de 90°.

A base do esquadro pode estar montada na lâmina ou constituir um prolongamento dela.

Se a base do esquadro estiver montada na lâmina, tal esquadro recebe o nome de esquadro de base; caso contrário, o esquadro recebe o nome de esquadro de precisão.

Figura 1 -Riscador

O esquadro de base é usado para traçar retas perpendiculares e para verificar ângulos retos de peças que exigem pouca precisão.

O esquadro de precisão tem fios retificados e é usado para verificar ângulos de peças que exigem grande precisão.

O ângulo de 90° dos esquadros deve, de tempos em tempos, ser comparado com o ângulo de 90° de um esquadro padrão para ser verificada sua exatidão.

Após o uso, os esquadros devem ser limpos e lubrificados e guardados em locais apropriados.

Salientamos que todos os instrumentos de traçagem, de verificação e de medidas devem, durante o uso, ser colocados sobre um pano macio assentado sobre a bancada. Essa medida evitará que ocorra danos com os instrumentos.

Figura 2 -Esquadros Figura 3 –Esquadro de Base

Figura 4 –Esquadro de Precisão

A régua de aço é uma lâmina de aço, sem escalas, de faces planas e paralelas, usada como guia ou apoio para o riscador na traçagem de semi-retas.

Após o uso, a régua de aço deve ser limpa e lubrificada e guardada em local adequado.

1.2. COMPASSOS DE PONTA E DE CENTRAR

São instrumentos de aço ao carbono, constituídos de duas pernas, que se abrem ou se fecham através de uma articulação. As pernas podem ser retas terminadas em pontas afiadas e endurecidas (Figura 6) ou com uma reta e outra curva (Figura 7).

O compasso de pernas retas, denominado compasso de pontas, é utilizado para traçar circunferências, arcos e transportar medidas de comprimento. O de perna curva, denominado compasso de centrar, é utilizado para determinar centros ou traçar paralelas. Os tamanhos mais comuns são: 100, 150, 200 e 250mm (4”, 6”, 8” e 10”, aproximadamente).

Figura 5 –Esquadro de Traçagem Figura 6 –Compasso de PontaFigura 7 –Compasso de Face

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