Apostila de higiene e profilaxia

Apostila de higiene e profilaxia

(Parte 1 de 3)

C urso Técnico

em Enfermagem

D isciplina de

Higiene e Profilaxia

“A enfermagem é uma arte; e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, como a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é o tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo.

“É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes”.

Florence Nighthingale

INTRODUÇÃO

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), saneamento pode ser entendido como o controle de todos os fatores do meio físico do homem, que exercem ou podem exercer efeitos nocivos sobre o bem estar físico, mental e social. Neste enfoque, o saneamento tem por objetivo minimizar os danos ao meio ambiente que interferem na saúde da população, pode-se dizer que saneamento caracteriza o conjunto de ações socioeconômicas que têm por objetivo alcançar salubridade ambiental. Também é fator essencial para saúde, economia e produção de um país.

De acordo com dados da Organização das Nações Unidas - ONU (2008), A população mundial ultrapassa a marca impressionante de mais de 6 bilhões de habitantes. Destes, 2,6 bilhões, ou seja, 40% não têm acesso à rede de coleta de tratamento de esgotos. São 200 milhões de toneladas de dejetos humanos lançados anualmente em nossos rios e lagos. Como conseqüência, a cada 20 segundos uma criança morre em função de doenças como (diarréia, cólera, tifo, etc.). Isto significa 1,5 milhões de mortes de crianças a cada ano. O saneamento básico, considerado uma das mais importantes Metas do Milênio, ainda inexiste para uma parcela significativa da população mundial.

No caso específico do Brasil, país de destaque no cenário econômico mundial ainda não cumpriu uma tarefa fundamental: garantir saneamento básico a sua população.

Hoje de acordo com os dados da Fundação Getúlio Vargas 53% dos brasileiros não tem acesso á rede geral de esgoto. Isso possibilita afirmar que apesar de ter evoluído muito nos últimos anos, o país ainda tem sérios problemas de saúde pública em virtude da falta de saneamento. Crianças morrem, e muitas são hospitalizadas com doenças ocasionadas pela falta desse recurso. Neste aspecto, permite-se assegurar que a questão do saneamento básico é uma problemática urbanae ambiental, como um dos piores serviços públicos no País. Somente 20% dos esgotos produzidos no Brasil são tratados, o que significa que os demais 80% vão parar em rios, lagos, mares e mananciais. Além disso, só um em cada três brasileiros, conta com coleta e tratamento de esgoto simultaneamente. A partir desse contexto, saneamento no Brasil é um problema de saúde pública de grande destaque para a população e que na maioria das vezes não é dada a real importância e passa, por conseqüência, despercebido, apesar da sua relevância para a saúde do homem e do meio ambiente.

HISTÓRIA DO SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

Basicamente, inicia-se no Período Colonial, momento em que a economia era dependente da exploração intensiva de recursos naturais e às monoculturas do pau-brasil, do açúcar, da borracha e do café. Com a vinda da família real, em 1808, a população cresceu rapidamente, de 50.000 para 100.000 em 1822. Em decorrência desse fato, aumentou-se a demanda por abastecimento de água, o que provocou o acúmulo de resíduos e dejetos no meio ambiente. Neste período, as ações do saneamento eram tidas como soluções individuais.

Após a 1ª Guerra Mundial, o Brasil se depara com o declínio do controle estrangeiro no campo das concessões dos serviços públicos, causado pelo constrangimento generalizado com o atendimento e, sobretudo, pela falta de investimentos para a ampliação das redes públicas de saneamento básico.

. Seguindo esta fase, a década de 1970, período do Regime Militar. Época que se caracterizou pela extrema concentração de decisões, com imposições das companhias estaduais sobre os serviços municipais e uma separação radical das instituições que cuidam da saúde no Brasil e as que planejam o Saneamento.

Apesar de sua relevância para a saúde e meio ambiente, o saneamento básico no Brasil está além de ser adequado. Isto porque dados oficiais mostram que mais da metade da população não conta com redes para a coleta de esgotos. Além disso, mais de 80% dos resíduos gerados são disseminados diretamente nos rios, sem nenhum tipo de tratamento, a falta de saneamento básico é a principal pedra no caminho do Brasil e dos países em desenvolvimento para atingir as Metas do Milênio, estabelecida para 2015.

Objetivando mudar esse panorama, a ONU instituiu o ano de 2008 como o Ano Internacional do Saneamento na perspectiva de promover um alerta à crítica situação de carência de saneamento na esfera mundial. Essa iniciativa tem por finalidade cooperar para uma maior sensibilização acerca do problema e antecipar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, conforme pactuado na Cúpula do Milênio, realizada em Nova York, em setembro de 2000. Naquela ocasião, 189 países, dentre eles o Brasil, consolidaram acordo que estabeleceu como prioridade a eliminação da extrema pobreza e da fome no planeta até 2015, a ser alcançada em associação a políticas de saúde, saneamento, educação, habitação, promoção da igualdade de gênero e meio ambiente. Visando associar esforços com vistas a reverter o quadro de déficit e carências em saneamento e melhorar a qualidade dos serviços prestados ao cidadão brasileiro.

CRIAÇÃO DA LEI NACIONAL DE SANEAMENTO BÁSICO NO BRASIL

No Brasil, o saneamento básico ingressou efetivamente na agenda de preferência dentre as políticas públicas do país. A ampliação da oferta de recursos para investimentos e a criação de um ambiente legal e jurídico para o setor asseguram este novo ciclo. Os últimos anos assinalaram aumento significativo dos recursos para investimentos em saneamento básico.

A Lei 11.445 vem preencher uma lacuna na legislação específica para o setor. Sancionada em 5 de janeiro de 2007, estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico e para a política federal de saneamento básico. Com a finalidade de atrair mais investimentos públicos e privados, e acelerar o acesso à água e à coleta de esgoto no país, a Lei nº. 11.445/07 é definida como o marco regulatório do Saneamento Básico no Brasil; estabelece a universalização dos serviços de abastecimento de água, rede de esgoto e drenagem de águas pluviais, além da coleta de lixo para garantir a saúde da população brasileira.

SAÚDE E SANEAMENTO BÁSICO

O conceito de Promoção de Saúde proposto pela Organização Mundial de Saúde (OMS), desde a Conferência de Ottawa, em 1986, é visto como o princípio orientador das ações de saúde em todo o mundo. Assim sendo, parte do pressuposto de que um dos mais importantes fatores determinantes da saúde são as condições ambientais. O conceito de saúde entendido como um estado de completo bem-estar físico, mental e social, não restringe ao problema sanitário ao âmbito das doenças.

Hoje, além das ações de prevenção e assistência, considera-se cada vez mais importante atuar sobre os fatores determinantes da saúde. É este o propósito da promoção da saúde, que constitui o elemento principal da proposta da Organização Mundial de Saúde e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS).

Saúde pública é a ciência e a arte de promover, proteger e recuperar a saúde, por meio de medidas de alcance coletivo e de motivação da população.

Dados divulgados recentemente pela ONG Planeta Sustentável (2008) afirma que: 80% de todas as moléstias e mais de um terço dos óbitos dos países em desenvolvimento sejam causados pelo consumo de água contaminada e, em média, até um décimo do tempo produtivo de cada pessoa se perde devido a doenças relacionadas à água, especialmente, em virtude da falta de saneamento básico. E que as doenças relacionadas à água estão entre as causas mais comuns de morte no mundo e afetam, especialmente, países em desenvolvimento.

O saneamento básico é um dos principais indicadores da qualidade de vida e do desenvolvimento econômico e social de uma cidade. Todas as esferas, são responsáveis pelo saneamento, são ações essenciais para o bem-estar da população e têm forte impacto sobre a vida do ser humano.

Santa Catarina possui 293 municípios, apenas 22 municípios são atendidos com serviço adequado, é o quarto colocado na falta de saneamento básico

Existe um projeto desenvolvido pela Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), que poderá transformar radicalmente o atual quadro caótico do saneamento básico no Estado, mas para isso é necessário a conscientização dos políticos do nosso Estado.

Saúde Pública é a arte de promover e recuperar a saúde, orientando não apenas a pessoa doente, mas também o homem saudável, além de investigar as causas que existem no meio que o rodeiam. Saúde pública é acima de tudo uma medicina preventiva e tem como aliado principal o saneamento básico, o qual envolve a educação sanitária e meio ambiente.

As doenças oriundas da falta de saneamento básico são decorrentes tanto da quantidade como da qualidade das águas de abastecimento, do afastamento e destinação adequada dos esgotos sanitários, do afastamento e destinação adequada dos resíduos sólidos, da ausência de uma drenagem adequada para as água pluviais e principalmente pela falta de uma educação sanitária.

Para que a educação sanitária seja efetiva é necessário que o indivíduo aceite a informação e o conhecimento e integre este conhecimento em sua vida.

O objetivo da educação em saúde é ajudar as pessoas na preservação e promoção de saúde através de medidas pessoais e coletivas, desenvolvendo hábitos saudáveis quando a higiene, habitação, alimentação, prática desportiva, ao trabalho, ao lazer, postura e exercício, permitindo-lhes a sua utilização imediata e futura no sentido de preservar a saúde de todos, desenvolvendo também no individuo a atitude correta quanto as suas responsabilidades na conservação da própria saúde, da sua família e da comunidade em que vive.

A educação em saúde deve levar ao conceito de que saúde é o resultado de múltiplos fatores ligados á diversas áreas da atividade humana. Ela visa capacitar indivíduos e grupos de uma sociedade á saber lidar com os problemas fundamentais da vida cotidiana, como instrução, desenvolvimento psicofisiológico, dentro do contesto da sociedade em rápidas mudanças.

Para que a educação em saúde seja eficaz deva atingir cada indivíduo envolvendo-o de forma integral em um processo constante de desafios que desenvolvam habilidades para resolver problemas, perceber alternativas e construir encaminhamento de soluções baseadas nas construções da autoconfiança e de uma consciência social.

SANEAMENTO BÁSICO: CENÁRIO BRASILEIRO

Na recente pesquisa divulgada pelo IBGE (2008) afirmou-se que o saneamento básico melhorou nos últimos anos, mas que, 1 em cada 4 domicílios ainda não tem rede de esgoto.

Cerca de 230 mil pessoas morrem todo ano no Brasil por exposição a fatores de risco ambiental, como poluição, água não tratada e grandes estruturas urbanas. Neste enfoque, Significa dizer que 19% de todas as mortes no país poderiam ser evitadas se fossem adotadas políticas públicas eficientes na área de saneamento básico. A falta de saneamento básico é uma das principais causas da mortalidade infantil no Brasil causado por doenças parasitárias, e doenças infecciosas. Males que geralmente se proliferam em áreas sem coleta e tratamento de esgoto. No que se refere ao sistema de saúde pública, em torno de 700 mil internações anuais foram causadas por doenças relacionadas à falta ou inadequação de saneamento básico somente na última década.

Conforme dados da ONU (2006) entre 2000 e 2004 no Brasil, morreram por diarréia aproximadamente 26 mil pessoas, principalmente crianças entre zero e cinco anos. O simples ato de lavar as mãos reduz a incidência de diarréia e de infecções hospitalares. No entanto, é difícil manter as mãos limpas se a casa sequer dispõe de uma torneira com água limpa.

Outro aspecto negativo provocado pelas más condições do saneamento básico é com relação à educação. Neste setor, a pesquisa mostrou que o grande impacto negativo está no aproveitamento das crianças. Por viverem e estudarem em ambientes sem condição sanitária adequada, as crianças têm aproveitamento 18% menor e apresentam índices de reprovação 46% maior. Ou seja, a falta de saneamento impacta negativamente no aproveitamento escolar das crianças, que deixam de aprender, justamente, na fase da vida mais importante para o desenvolvimento intelectual das pessoas. Crianças com baixo aproveitamento escolar, provavelmente, se tornarão adultos com dificuldades de crescer na pirâmide social.

RELAÇÃO ENTRE SANEAMENTO, SAÚDE PÚBLICA E MEIO AMBIENTE

Nos últimos anos, tem-se observado que a finalidade dos projetos de saneamento tem saído de sua concepção sanitária clássica, recaindo em uma abordagem ambiental, que visa não só promover a saúde do homem, mas, também, a conservação do meio físico e biótipo. A avaliação da viabilidade ambiental assume caráter de forte condicionante das alternativas a serem analisadas, ocorrendo, muitas vezes, a predominância dos critérios ambientais em relação, por exemplo, aos critérios econômicos. Por outro lado, verifica-se a ausência de instrumentos de planejamento relacionados à saúde pública, constituindo, no Brasil, uma importante lacuna em programas governamentais no setor de saneamento.

A compreensão dessas diversas relações revela-se um pressuposto fundamental para o planejamento dos sistemas de saneamento em centros urbanos, de modo a privilegiar os impactos positivos sobre a saúde pública e sobre o meio ambiente.

O que se avalia em um organismo patogênico não é apenas sua natureza biológica, nem o seu comportamento no corpo do doente, e sim o seu comportamento no meio ambiente, pois é nessa dimensão que as intervenções de saneamento podem influenciar na ação desses patôgeno sobre o homem.

A falta de saneamento está matando mais que à criminalidade desenfreada, sabemos que do saneamento de boa qualidade depende a queda da mortalidade infantil e dos índices inquietantes de doenças provocadas pela ausência, ou má prestação, de um serviço básico em locais civilizados. Para o setor, o orçamento no Brasil é uma peça mais ou menos de ficção. A lei está lá, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo Presidente da República, mas a execução do orçamento depende de humores e conveniências dos governantes e políticos em geral.

Quando ocorrem calamidades não rotineiras, como as recentes inundações causadas por excesso de chuvas e não-planejamento do uso do solo, o estrago da falta de saneamento se revela em toda a sua dramaticidade.

EFEITOS POSITIVOS DO SANEAMENTO BÁSICO

  • Melhoria da Saúde da População e redução dos recursos aplicados no tratamento de doenças, uma vez que grande parte delas está relacionada com a falta de uma solução adequada de esgoto sanitário;

  • Diminuição dos custos de tratamento da água para abastecimento (que seriam ocasionados pela poluição dos mananciais);

  • Melhoria do potencial produtivo das pessoas;

  • Dinamização da economia e geração de empregos;

  • Eliminação da poluição estético-visual e desenvolvimento do turismo;

  • Eliminação de barreiras não-tarifárias para os produtos exportáveis das empresas locais;

  • Conservação ambiental;

  • Melhoria da imagem institucional;

  • Valorização dos imóveis residenciais e comerciais;

  • Viabilização da “abertura” de novos negócios nos bairros beneficiados, que passam a reunir requisitos básicos para certos tipos de empreendimento;

  • Crescimento de negócios já instalados;

  • Crescimento da atividade de construção civil para atender ao aumento da procura por imóveis residenciais e comerciais num bairro mais “saudável”;

  • Criação de novos empregos a partir da dinamização da construção civil, da abertura de novos negócios ou do crescimento daqueles já existentes;

  • Aumento da arrecadação municipal de tributos

CONHECER PARA AMAR E PRESERVAR 

Só preservamos aquilo que amamos e só amamos o que conhecemos. O poder público deve promover Educação Ambiental nas escolas para a conscientização da importância da contribuição coletiva nesse processo, através da fiscalização do meio ambiente e da garantia dos serviços de saneamento ambiental. Informada, a população colabora e participar.

ABASTECIMENTO DE ÁGUA

O Brasil, assim como demais países em desenvolvimento e em franca urbanização, enfrenta um desafio especial no setor de fornecimento de água. O rápido aumento de centros urbanos acarreta um descontrole, por parte do governo, no que diz respeito à garantia de acesso à população a serviços básicos de saneamento, como no caso da água com qualidade para consumo, bem como em quantidade satisfatória para o metabolismo humano. Diante de tal fato, depende de ações políticas estratégicas que, de um lado, conservem o ambiente e, de outro, promovam a saúde da população.

O Brasil possui 11,6% da água doce do mundo e mesmo assim corre o risco da falta de água no país, pela falta da conservação do meio ambiente, principalmente onde se encontram os mananciais.

A água própria para o consumo humano chama-se água potável. Para ser considerada como tal ela deve obedecer a padrões de potabilidade. Se ela tem substâncias que modificam estes padrões ela é considerada poluída.

Por sua vez, a vigilância em saúde ambiental relacionada à qualidade da água para consumo humano consiste no conjunto de ações adotadas continuamente pelas autoridades de saúde publica para garantir que a água consumida pela população atenda ao padrão e as normas estabelecidas na legislação vigente, bem como avaliar os riscos que a mesma representa para a saúde humana.

A falta de água afeta especialmente, países em desenvolvimento, propiciando a disseminação de doenças, sendo a causa mais comum de morte no mundo, entre as doenças veiculadas pela água, as mais comuns são: Leptospirose, Giardíase, Amebíase, Diarréias Infecciosas, Esquistossomose, Ascaridíase, Cólera, Febre Tifóide e Hepatite A, são doenças relacionadas com a água contaminada, bem como as conseqüências da falta de tratamento.

TRATAMENTO DA ÁGUA

As estações de tratamento se utilizam de várias fases de decantação e filtração, além de cloração. A água necessita de tratamento para se adequar ao consumo. Mas todos os métodos têm suas limitações, por isso não é possível tratar água de esgoto para torná-la potável. Os métodos vão desde a simples fervura até correção de dureza e corrosão.

Os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e a vigilância da qualidade da água para consumo humano estão estabelecidos na Portaria MS no 518/04.

O conceito de qualidade da água relaciona-se a seu uso e características por ela apresentadas, determinadas pelas substancias presentes. A cada uso corresponde uma qualidade e quantidade, necessárias e suficientes. Seu padrão de potabilidade e composto por um conjunto de parâmetros que lhe confere qualidade própria para o consumo humano.

Água potável é aquela que pode ser consumida sem risco à saúde e sem

causar rejeição ao consumo.

O padrão brasileiro de potabilidade é composto por:

• padrão microbiológico;

• padrão de turbidez para a água pós-filtração ou pré desinfecção;

• padrão para substancias químicas que representam risco a saúde (inorgânicas,

orgânicas, agrotóxicos, desinfetantes e produtos secundários da desinfecção);

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