Regras para Análise de Sementes

Regras para Análise de Sementes

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© 2009 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Todos os direitos reservados. Permitida a reprodução desde que citada a fonte. A responsabilidade pelos direitos autorais de textos e imagens desta obra é do autor.

1ª edição. Ano 2009 Tiragem: 3.0 exemplares Elaboração, distribuição, informações: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO Secretaria de Defesa Agropecuária Coordenação Geral de Apoio Laboratorial Esplanada dos Ministérios, Bloco D, Anexo B, 4º andar, sala 430 CEP: 70043-900, Brasília - DF Tel.: (61) 3225-5098 Fax.: (61) 3218-2697 w.agricultura.gov.br e-mail: cgal@agricultura.gov.br Central de Relacionamento: 0800 704 1995

Coordenação Editorial: Assessoria de Comunicação Social Impresso no Brasil / Printed in Brazil

Catalogação na Fonte Biblioteca Nacional de Agricultura – BINAGRI

Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Regras para análise de sementes / Ministério da Agricultura,

Pecuária e Abastecimento. Secretaria de Defesa Agropecuária. – Brasília : Mapa/ACS, 2009. 399 p.

ISBN 978-85-99851-70-8

1. Semente. 2. Inspeção Sanitária. 3. Defesa Vegetal. 4. Análise de Risco. I. Secretaria Defesa Agropecuária. I. Título.

AGRIS F03 CDU 631.53.03

Regras para Análise de Sementes

Brasília – 2009

- Nossos agradecimentos aos coordenadores dos Grupos constituídos para a revisão da presente publicação, aos coordenadores técnicos do MAPA, aos coordenadores técnicos convidados, aos colaboradores e à revisora do trabalho final.

APRESENTAÇÃO15
INTRODUÇÃO17
CAPÍTULO 1 - AMOSTRAGEM21
1.1 OBJETIVO2
1.2 DEFINIÇÕES2
PARA AMOSTRAGEM23
1.4 OBTENÇÃO DE AMOSTRAS REPRESENTATIVAS23
1.5 OBTENÇÃO DE AMOSTRA DE TRABALHO27
1.6 ARMAZENAMENTO DAS AMOSTRAS31

1.3 PREPARAÇÃO DO LOTE DE SEMENTES E CONDIÇÕES

SEMENTES ACONDICIONADAS EM RECIPIENTES31

1.7 TESTE DE HETEROGENEIDADE PARA LOTES DE

PUREZA E OUTRAS SEMENTES POR NÚMERO45
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA8
CAPÍTULO 2 - ANÁLISE DE PUREZA91
2.1 OBJETIVO92
2.2 DEFINIÇÕES92
2.3 PRINCÍPIOS GERAIS94
2.4 EQUIPAMENTOS94
2.5 PROCEDIMENTO94
2.6 CÁLCULO E EXPRESSÃO DE RESULTADOS102

QUADRO 1.2 INDICAÇÃO DO TAMANHO MÁXIMO DO LOTE, USO DA ESPÉCIE E PESOS MÍNIMOS PARA AMOSTRA MÉDIA, ANÁLISE DE 2.7. INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS ..................................................................106

2.8 DEFINIÇÃO DE SEMENTE PURA107
BOTÂNICA107
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA133
CAPÍTULO 3 -VERIFICAÇÃO DE OUTRAS CULTIVARES135
3.1 OBJETIVOS136
3.2 APLICAÇÃO136
3.3 PRINCÍPIOS GERAIS136
3.4 INSTALAÇÕES, EQUIPAMENTOS E ACESSÓRIOS136
3.5 PROCEDIMENTO137
3.6 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS141
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA141
CAPÍTULO 4 - DETERMINAÇÃO DE OUTRAS SEMENTES POR NÚMERO143
4.1 OBJETIVO144
4.2 DEFINIÇÕES144
4.3 PRINCÍPIOS GERAIS144
4.4 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS DE REFERÊNCIA144
4.5 PROCEDIMENTO144
4.6 CÁLCULO E COMPARAÇÃO DE RESULTADOS145
4.7 INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS145
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA145
CAPÍTULO 5 - TESTE DE GERMINAÇÃO147
5.1 OBJETIVO148
5.2 DEFINIÇÕES148
5.3 MATERIAIS156

QUADRO 2.2 DEFINIÇÃO DE SEMENTE PURA POR GÊNERO E FAMÍLIA 5.4 EQUIPAMENTOS PARA GERMINAÇÃO ...........................................................157

5.5 CONDIÇÕES SANITÁRIAS DE MATERIAIS E EQUIPAMENTOS159
5.6 PROCEDIMENTO159
5.7 TRATAMENTO PARA PROMOVER A GERMI NAÇÃO164
5.8 DURAÇÃO DO TESTE166
5.9 INTERPRETAÇÃO DOS TESTES166
5.10 REPETIÇÃO DO TESTE DE GERMINAÇÃO (RETESTE)167
5.1 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS168
5.12 APLICAÇÃO DAS TABELAS DE TOLERÂNCIA169
DE SEMENTES, POR ESPÉCIE BOTÂNICA179

QUADRO 5.1 INSTRUÇÕES PARA REALIZAR OS TESTES DE GERMINAÇÃO

A DORMÊNCIA220
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA224
CAPÍTULO 6 - TESTE DE TETRAZÓLIO225
6.1 OBJETIVOS226
6.2 APLICAÇÕES DO TESTE226
6.3 PRINCÍPIO226
6.4 REAGENTE226
6.5 PROCEDIMENTO227
6.6 COLORAÇÃO229
6.7 AVALIAÇÃO229
6.8 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS230
6.9 TOLERÂNCIAS231
QUADRO 6.1 INSTRUÇÕES PARA O TESTE DE TETRAZÓLIO EM SEMENTES232

INSTRUÇÕES ADICIONAIS E RECOMENDAÇÃO PARA SUPERAR BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ................................................................................304

CAPÍTULO 7 - DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE307
ESTUFA308

7.1 DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE POR MÉTODOS DE

EXPEDITOS318
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA323
CAPÍTULO 8 - ANÁLISE DE SEMENTES REVESTIDAS325
8.1 OBJETIVO326
8.2 DEFINIÇÕES326
8.3 AMOSTRAGEM327
8.4 ANÁLISE DE PUREZA328
8.5 DETERMINAÇÃO DE OUTRAS SEMENTES POR NÚMERO330
8.6 TESTE DE GERMINAÇÃO331

7.2 DETERMINAÇÃO DO GRAU DE UMIDADE POR MÉTODOS

PELOTIZADAS3
8.8 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS3
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA334
CAPÍTULO 9 - TESTE DE SANIDADE DE SEMENTES335
9.1 OBJETIVO336
9.2 DEFINIÇÕES336
9.3 PRINCÍPIOS GERAIS336
9.4 PROCEDIMENTO337
9.5 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS337
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA340

8.7 DETERMINAÇÃO DO PESO E TAMANHO DAS SEMENTES

(DANIFICADAS POR INSETOS)341
10.1 OBJETIVO342

CAPÍTULO 10 - EXAME DE SEMENTES INFESTADAS 10.2 PRINCÍPIO ............................................................................................................342

10.3 PROCEDIMENTO342
10.4 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS342
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA342
CAPÍTULO 1 - PESO VOLUMÉTRICO343
1.1 OBJETIVO344
1.2 EQUIPAMENTOS344
1.3. PROCEDIMENTO344
1.4. CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS344
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA344
CAPÍTULO 12 - PESO DE MIL SEMENTES345
12.1 OBJETIVO346
12.2 PROCEDIMENTO346
12.3 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS346
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA347
SEMENTES COM “CASCA”349
13.1 OBJETIVO350
13.2 PROCEDIMENTO350
13.3 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS350
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA350
CAPÍTULO 14 - TESTE DE UNIFORMIDADE (RETENÇÃO EM PENEIRA)351
14.1 OBJETIVO352
14.2 PROCEDIMENTO352
14.3 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS352
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA352

CAPÍTULO 13 - NÚMERO DE SEMENTES SEM “CASCA” E NÚMERO DE SUMÁRIO

CAPÍTULO 15 - TESTE DE EMBRIÃO EXCISADO353
15.1 OBJETIVO354
15.2 APLICAÇÃO DO TESTE354
15.3 PRINCÍPIO354
15.4 PROCEDIMENTO354
15.5 PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS355
15.6 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS357
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA357
CAPÍTULO 16 - TESTE DE RAIOS X359
16.1 OBJETIVO360
16.2 DEFINIÇÕES360
16.3 PRINCÍPIOS GERAIS360
16.4 EQUIPAMENTOS361
16.5 PROCEDIMENTO361
16.6 AVALIAÇÃO361
16.7 CÁLCULO E INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS362
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA362
CAPÍTULO 17 - TESTE DE SEMENTES POR REPETIÇÕES PESADAS363
17.1 OBJETIVO364
17.2 DEFINIÇÕES364
17.3 PRINCÍPIOS GERAIS364
17.4 EQUIPAMENTOS365
17.5 PROCEDIMENTO365
17.6 CÁLCULO E EXPRESSÃO DE RESULTADOS366
17.7 INFORMAÇÃO DOS RESULTADOS366

REGRAS PARA ANÁLISE DE SEMENTES BIBLIOGRAFIA CONSULTADA ................................................................................366

CAPÍTULO 18 - TOLERÂNCIAS367
18.1 DEFINIÇÃO E OBJETIVO368
18.2 PRINCÍPIO368
18.3 PROCEDIMENTO368
18.4 TABELAS DE TOLERÂNCIAS E SUAS APLICAÇÕES369
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA395

13 SUMÁRIO

A Coordenação Geral de Apoio Laboratorial – CGAL, da Secretaria de Defesa Agropecuária –

SDA, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA é o órgão responsável pela Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária e possui dentre suas atribuições estabelecer, uniformizar e oficializar métodos para a realização de análises.

As presentes Regras para Análise de Sementes – RAS tem a finalidade de disponibilizar métodos para análise de sementes, sendo estes de uso obrigatório nos Laboratórios de Análise de Sementes credenciados no MAPA, objetivando o cumprimento da Lei nº 10.711, de 5 de agosto de 2003, publicada no Diário Oficial da União de 6 de agosto de 2003 e Decreto n° 5.153, de 23 de julho de 2004, publicado no Diário Oficial da União de 26 de julho de 2004.

As RAS tiveram sua 1ª edição pelo Ministério da Agricultura, em 1967 e a partir de então foram publicadas outras atualizações. A presente edição atualiza e substitui a edição de 1992 e é composta de três volumes: Regras para Análise de Sementes, Manual de Análise Sanitária de Sementes (anexo ao Capítulo 9 – Teste de Sanidade de Sementes) e o Glossário Ilustrado de Morfologia.

Estas regras foram atualizadas de acordo com as regras internacionais prescritas pela International

Seed Testing Association – ISTA e incorpora a experiência e os avanços nacionais em análise de sementes.

A CGAL pretende atualizar estas publicações à medida que novos métodos forem validados e de acordo com a exigência do mercado nacional e internacional.

Abrahão Buchatsky Coordenador da CGAL

O objetivo da presente publicação é atualizar as Regras para Análise de Sementes - RAS (Edição 1992) de acordo com as regras internacionais de análise de sementes da International Seed Testing Association - ISTA, suprindo as necessidades dos Laboratórios de Análise de Sementes que atendem ao sistema de produção de sementes no Brasil.

As Regras para Análise de Sementes vem sendo publicadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento desde 1967 com a colaboração dos técnicos abaixo relacionados:

1967: Engenheiros Agrônomos

Oswaldo Bacchi – Coordenador Anna Maria R. Torres Formoso Eduardo Zink Jacob Tosselo Leonor Pecil Odette H. T. Liberal 1976: Engenheiros Agrônomos:

Odete H. T. Liberal – Coordenadora Leonor Pecil Dirce B. Ortolani Elcy S. Zappia Francisco C.Krzyzanowski Colaboradores: Doris Koehn Oswaldo Bacchi Vera D.C.Mello Walter Rodrigues da Silva Renato Azevedo Nascimento – Assessor Jurídico 1992: Elaboradas pelo Grupo de Trabalho instituído pela Portaria nº 37, de 15/03/1988, publicada no Diário Oficial da União de 24/03/1988:

Anna Maria R. T. Formoso – IPAGRO/SEAG/RS Dirce Bissoli Ortolani – CATI/SEAA/SP Elizabete de Castro Oliveira – IBAMA/PR Helga Sommer – ABRATES José Neumar Francelino – SNAD/MARA Júlio Marcos Filho – ESALQ/SP Maria Magaly V. S. Wetzel – CENARGEN/EMBRAPA/DF Marlene Malavasi – UFRRJ/RJ Odete Halfen Teixeira Liberal – EMBRAPA/LARV/SE/RJ Vera Delfina Colvara Melo – UFPEL/RS COLABORADORES: Ana Maria Jamardo – IPAGRO/SEAG/RS Antônio A. do Lago – IAC/CAMPINAS/SP Diana L. Irigon – UFPEL/RS Doris Amaral – IPAGRO/SEAG/RS Doris Groth – UNICAMP/FEAGRI/DPPPA/SP Helena Giaretta – IPAGRO/SEAG/RS Heloisa Morato do Amaral – CATI/SEAA/SP Jaciro Soave – IAC/CAMPINAS/SP João Nakagawa – UNESP/SP José Otávio M. Menten – ESALQ/SP Luis C. B. Nasser – CPAC/EMBRAPA/DF Maria Ângela A. Tillman – UFPEL/RS Maria R. Boaretto – IPAGRO/SEAG/RS Maria M. D. Moraes – ESALQ/SP Miriam Terezinha Eira – CENARGEN/EMBRAPA/DF

1 - INTRODUÇÃO

Nilza R. Mecelis – EMBRAPA/IZ/SAPF/SP Orlando A. Lucca Filho – UFPEL/RS Rosa N. de Andrade – IPAGRO/SEAG/RS Rosângele B. R. G. Botin – CATI/SEAA/SP Rubens Sader – UNESP/JABOTICABAL/SP Sandra Regina da Silveira – LARV/SE/RJ Tamir Duarte da Silva – UFSC/SC Revisores: Ariete Duarte Folle Lêda Aparecida Mendonça Silvia Oliveira Alencar Coordenação de Modernização e Informática – CMI, do Ministério da Agricultura e

Reforma Agrária:

Programação Visual: Hugo Antonio Pessoa Rodrigues Lavoisier Salmon da Silva Neiva Paulo Roberto Salles Pires Valdeci Medeiros Composição: Francisco Antonio Corrêa Inácio Loiola de Sousa

As presentes Regras foram elaboradas sob a Coordenação dos grupos instituídos pela Portaria nº 62, de 10 de março de 2006, publicada no Diário Oficial da União de 15 de março de 2006, Portaria nº 30, de 01/02/2007 publicada no Diário Oficial da União de 5 de fevereiro de 2007 e contaram com a colaboração de técnicos e especialistas de várias Instituições, relacionados a seguir:

Coordenadora Geral: Lêda Aparecida Mendonça – Responsável pela Área de Sementes – CGAL/SDA/MAPA – leda.mendonca@agricultura.gov.br

Coordenadores dos Grupos: Ernesto do Nascimento Viegas – Coordenador do Grupo I de 10/03/2006 até 01/02/2007 - Portaria nº 62, de 10 de março de 2006 - LASO/LANAGRO/RS - ernesto.viegas@agricultura.gov.br

Glaucia Bortoluzzi Maag – Coordenadora do Grupo I a partir do 01/02/2007 - Portaria nº 30, de 01/02/2007 - LASO/LANAGRO/RS - lasolanagrors@agricultura.gov.br

Glaucia Maria de Figueiredo Almeida – Co- Coordenadora do Grupo I - Portaria nº 62, de 10 de março de 2006 - LASO/LANAGRO/PE - glaucia.almeida@agricultura.gov.br

Myriam Aparecida Guimarães Leal Alvisi – Coordenadora do Grupo I - Portaria nº 62, de 10 de março de 2006 - LASO/LANAGRO/MG - myriam.alvisi@agricultura.gov.br

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