Dinâmicas de Inclusão

Dinâmicas de Inclusão

Medo de Desafios

Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).

Procedimento:

Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... Ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).

Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...É importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).

Objetivos: O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.

Presente de....

Objetivos: Adaptação dos alunos na volta às aulas.

Preparação: Os alunos devem sentar-se em círculo. Cada um vai passar o presente para quem acha que corresponde às qualidades ditas.

A professora deve preparar uma caixa bonita de presente, sem contar aos alunos, o que tem dentro. O presente é composto de balas que serão distribuídas para todos os alunos da classe.

Desenrolar:

l- Geralmente o professor inicia a brincadeira, passando para um (a) aluno(a), dizendo:

- Este presente está abençoado! Passe-o para a pessoa que você acha mais BONITA.

2- Parabéns! Pena que sua BELEZA não fará que o presente permaneça com você.

Passe-o para quem você acha mais ALEGRE no momento.

3- Parabéns! Pena que o presente ainda não ficará com você. Você está demais!

Mesmo assim, passe o presente para quem você acha mais CHIC.

4- Você está com a bola toda, menos com o presente.

Passe-o para a pessoa mais INTELIGENTE.

5- Como você é inteligente! Logo deve saber que o presente ainda não é seu.

Passe-o para quem você acha mais EXTROVERTIDO (A).

6- O que será que tem aí dentro? Pena que você ainda não vai saber!

Passe-o para quem você acha mais VAIDOSO (A).

7- Vaidade não é qualidade, nem defeito. Você ainda não foi eleito.

O presente não é seu, talvez será de quem você ache mais TÍMIDO (A).

Entregue o presente para ele (a).

8- Poderia ser seu, se não houvesse entre nós uma pessoa mais DEDICADA a tudo que faz. Dê o presente a ela.

9- Você é muito dedicada, porém saberá reconhecer que há uma pessoa SIMPLES e HONESTA nesta sala. Entregue o presente a ela.

10- Com tanta HONESTIDADE, você saberá reconhecer que todos queriam o presente.

Portanto, você não vai querê-lo só para você.

Abra-o e distribua a TODOS OS COLEGAS.

Amar ao Próximo.

Material: papel, lápis.

Divida a turma em grupos ou times opostos. Sugira preparar uma gincana ou concurso, em que cada grupo vai pensar em 5 perguntas e 1 tarefa para o outro grupo executar.

Deixe cerca de 15 minutos, para que cada grupo prepare as perguntas e tarefas para o outro grupo.

Após este tempo, veja se todos terminaram e diga que na verdade, as tarefas e perguntas serão executadas pelo mesmo grupo que as preparou. Observe as reações.

Peça que formem um círculo e proponha que conversem sobre: Se você soubesse que o seu próprio grupo responderia às perguntas, as teria feito mais fácil?

E a tarefa? Vocês dedicaram tempo a escolher a mais difícil de realizar? Como isso se parece ou difere do mandamento de Jesus? "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo".

Como nos comportamos no nosso dia a dia? Queremos que os outros executem as tarefas difíceis ou procuramos ajudá-los?

Objetivos: Não fazer com os outros aquilo que não gostaríamos que fizessem conosco; mostrar que, às vezes, exigimos coisas de outras pessoas que nem mesmo nós somos capazes ou gostaríamos de fazer.

Local: sala de aula ou uma sala grande.

Materiais: Folhas e canetas.

Desenvolvimento: Em círculo cada pessoa irá receber um papel e escrever seu nome. Misturar todos e pegar aleatoriamente (não pode ser o próprio).

Escrever o que gostaria que a pessoa, a qual está o nome em cima, fizesse no centro do círculo.

Na hora em que a pessoa ler o que escreveu, o animador avisa que é a pessoa mesmo que escreveu que irá fazer...

DINÂMICA DA ORDEM

Objetivo: Através desta dinâmica, o grupo reflete o porquê cada um reage de uma maneira diferente diante de uma mesma coisa, trabalha também as diferenças individuais, como entender melhor o outro, como trabalhar com essas diferenças de comportamento.

Material utilizado: Folha de sulfite - Canetinha colorida

Tempo de duração: 25 minutos

Tamanho do grupo: de 10 a 30 pessoas

Ambiente físico: Sala e carteiras universitárias

Processo

1 - Distribui a cada participante uma canetinha e uma folha de sulfite em branco e da seguinte ordem a todos:

Desenhar um animal que possua:

• porte elevado

• olhos pequenos

• rabo comprido

• orelhas salientes

• pés enormes

• coberto de pelos

2 - Depois que todos terminarem de desenhar, pedir que coloquem o desenho no chão, um ao lado do outro, de forma que o grupo possa visualizar cada um

3 - Depois o facilitador mostra ao grupo, como cada um reage de forma diferente, diante da mesma ordem, pois cada um reage de acordo com suas experiências, e que cada um vê o mundo de maneira diferente

4- Abre para o grupo comentar o que aprendeu com esta dinâmica.

Rótulos

Objetivo: Estimular e desenvolver a empatia e a aproximação interpessoal.

Preparação:O educador deve confeccionar um conjunto de etiquetas gomadas para cada grupo.

Essas etiquetas devem conter, com letras bem visíveis, as palavras:

SOU SURDO(A) - GRITE /

SOU PODEROSO(A) - RESPEITE /

SOU ENGRAÇADO(A) - RIA /

SOU SÁBIO(A) - ADMIRE /

SOU PREPOTENTE - TENHA MEDO /

SOU ANTIPÁTICO(A) - EVITE /

SOU TÍMIDO(A) - AJUDE.

Desenvolvimento: Formar grupos de 05 a 07 alunos e sugerir que, durante 04 (quatro) ou 05 (cinco) minutos, discutam um tema polêmico qualquer, proposto pelo educador.

Avise que, entretanto, na testa de cada um dos integrantes do grupo será colada uma etiqueta (rótulo) e que o conteúdo da mesma deve ser levado em conta nas discussões, sem que seu possuidor, entretanto, saiba o significado.

Com os rótulos nas testas, o grupo inicia a discussão que torna-se naturalmente inviável.

Ao final do tempo, solicitar que os alunos exponham suas conclusões que é, entretanto, impossível.

Após essa tentativa, os alunos devem retirar a etiqueta e debater as dificuldades que os muitos rótulos que recebemos impõem as relações mais profundas.

A estratégia permite aprofundar os problemas de comunicação e relacionamento impostos pelos estereótipos e pelos preconceitos.

Dica: Antes que cada aluno retire sua etiqueta da testa, o educador pode perguntar a ele se sabe qual o rótulo que carrega.

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