TRABALHO DE FARMACOLOGIA

  • TRABALHO DE FARMACOLOGIA

  • ADERLENE

  • CAMILA

  • DAIANE

  • JOYCE KELLY

  • LAUDELINA SAMARA

  • LOANY

  • THABATTA

  • PAULISVANE

1 – INTRODUÇÃO:

  • Anestesia é uma palavra que vem do grego “aisthisis” (que significa : sensibilidade-sensação ) e do prefixo “anef” ( que significa sem ).

  • Portanto anestesia significa: sem sensibilidade, sem dor.

A ANESTESIOLOGIA é uma especialidade médica que reúne ciência, arte, conhecimento e que consiste em evitar a dor de um paciente que será submetido a uma intervenção cirúrgica.

  • A ANESTESIOLOGIA é uma especialidade médica que reúne ciência, arte, conhecimento e que consiste em evitar a dor de um paciente que será submetido a uma intervenção cirúrgica.

A cocaína, isolada das folhas de coca por Niemann em 1860, foi o primeiro anestésico geral a ser utilizado.

2) TIPOS DE ANESTESIA

  • ANESTESIA LOCAL;

  • ANESTESIA REGIONAL;

  • ANESTESIA GERAL;

ANESTESIA LOCAL:

  • Envolve o entorpecimento de uma pequena área na pele onde a incisão será feita. Quando utilizado sozinho, este tipo de anestesia possui o menor número de riscos.

ANESTESIA REGIONAL:

  • São conhecidas como anestesias espinhais, pois são aplicadas na coluna. Essas anestesias ( raqui ou peridural ) são ideais para procedimentos abaixo do umbigo.

PERIDURAL E RAQUIANESTESIA

  • PERIDURAL E RAQUIANESTESIA

  • São indicadas para operações nas pernas, abdômen inferior (apendicite, útero, ovário, bexiga) e cesarianas. Nos dois procedimentos, o paciente pode receber a aplicação deitado, de lado ou sentado.

ANESTESIA GERAL:

  • Os anestésicos gerais produzem um estado de inconsciência em que o indivíduo:

  • Não sabe o que está acontecendo;

  • Não sente dores;

  • Fica imóvel;

  • Não possui qualquer memória do período de tempo em que ficou anestesiado.

Durante qualquer tipo de anestesia, o Anestesiologista jamais se ausenta do lado do seu paciente, controlando sua pressão arterial, seus batimentos cardíacos, sua temperatura, seu grau de consciência e a sua respiração de 5/5 min ou menos, além de cuidar da manutenção do seu

  • Durante qualquer tipo de anestesia, o Anestesiologista jamais se ausenta do lado do seu paciente, controlando sua pressão arterial, seus batimentos cardíacos, sua temperatura, seu grau de consciência e a sua respiração de 5/5 min ou menos, além de cuidar da manutenção do seu

  • bem estar e toda

  • e qualquer complicação

  • clínica

3) ETAPAS DA ANESTESIA:

  • 1. Avaliação Pré-Operatória;

  • 2. No dia da Cirurgia;

  • 3. Recuperação Pós-

  • Anestésica;

4) VIAS DE ADMINISTRAÇÃO

  • Anestésico Local: pode ser administrado como uma injeção ou colocada topicamente nas membranas mucosas.

  • Um dos anestésicos locais mais utilizados é a lidocaína e também a cocaína.

Anestésico regional: O paciente perde a sensação nas pernas e abaixo do abdômem, mas ao invés de injetar o anestésico local no fluído espinhal, o anestésico é injetado no espaço fora do canal espinhal, chamado de espaço epidural

  • Anestésico regional: O paciente perde a sensação nas pernas e abaixo do abdômem, mas ao invés de injetar o anestésico local no fluído espinhal, o anestésico é injetado no espaço fora do canal espinhal, chamado de espaço epidural

Anestésico Geral: A anestesia geral pode ser administrada como um gás inalado ou um líquido injetado.

  • Anestésico Geral: A anestesia geral pode ser administrada como um gás inalado ou um líquido injetado.

  • Anestésicos intravenosos: * Tiopental sódico, propofol e etomidato.

  • Anestésicos por Inalação:

  • * Protóxido de azoto, halotano, isoflurano, sevoflurano.

4) MECANISMO DE AÇÃO:

  • Anestésico local: bloqueiam reversivelmente a condução do impulso nervoso. Seu mecanismo de ação está ligado ao bloqueio dos canais de sódio, impedindo a despolarização neuronal, mantendo a célula em estado de repouso.

Atualmente encontramos dois tipos de anestésicos locais no mercado: os amino-ésteres e as amino-amidas. Ambos são formados por três partes: um grupo amina, uma cadeia intermediária em um grupo aromático.

  • Atualmente encontramos dois tipos de anestésicos locais no mercado: os amino-ésteres e as amino-amidas. Ambos são formados por três partes: um grupo amina, uma cadeia intermediária em um grupo aromático.

Biotransformação e Excreção:

  • Biotransformação e Excreção:

  • Depende da metabolização e da excreção de cada fármaco específico, em última análise, do clearance do fármaco (excreção).

Intoxicação:

  • Intoxicação:

  • Os sinais e sintomas típicos de intoxicação por anestésicos locais (AL) ocorrem no SNC e no sistema cardiovascular, sendo o primeiro o alvo das respostas tóxicas mais freqüentes. Alterações precoces podem ser manifestadas como sintomas gustativos, auditivos, visuais, queda do nível de consciência, convulsões e coma, seguidos até mesmo por arritmias cardíacas, colapso cardivascular e, eventualmente, morte.

Anestésico Geral: Para produzir a anestesia geral, o agente anestésico deve ser introduzido no corpo, atingir a corrente sangüínea e, através dela, chegar às zonas susceptíveis do SNC.

  • Anestésico Geral: Para produzir a anestesia geral, o agente anestésico deve ser introduzido no corpo, atingir a corrente sangüínea e, através dela, chegar às zonas susceptíveis do SNC.

  • Quando alcança certas concentrações nesses locais, começa a exercer um efeito depressor sobre as células. À medida em que aumenta a concentração da droga, a depressão torna-se mais acentuada, até atingir a inconsciência

  • Quando um anestésico geral é administrado e passa para a corrente sangüínea em quantidade suficiente, através dela alcança o sistema nervoso central deprimindo-o da seguinte maneira: 1. Cérebro (córtex cerebral): memória, juízo e consciência; 2. Cerebelo (gânglios basais): coordenação muscular; 3. Medula espinhal: impulsos motores e sensoriais; 4. Centros medulares: centros respiratórios e circulatórios.

O cérebro deprimido produz a perda de memória ou amnésia, dificuldade no exercício pleno do juízo, confusão dos sentidos e finalmente inconsciência. No entanto, o paciente reage a estímulos dolorosos com

  • O cérebro deprimido produz a perda de memória ou amnésia, dificuldade no exercício pleno do juízo, confusão dos sentidos e finalmente inconsciência. No entanto, o paciente reage a estímulos dolorosos com

  • movimentos musculares

  • mais ou menos coordenados.

Ação Sobre o Sistema Nervoso Central

  • Ação Sobre o Sistema Nervoso Central

  • Existem três formas básicas de se inibir a transmissão sináptica:

  • Reduzir a libertação de neurotransmissor;

  • Reduzir a excitabilidade pós-sináptica;

  • Reduzir a actividade do neurotransmissor;

5) Fases e etapas da AG:

  • Considera-se que a anestesia geral deve ser dividida em três fases distintas:

  • * Indução;

  • * Manutenção;

  • * Reversão;

A fase de indução compreende todos os procedimentos anestésicos, incluindo a medicação prévia, até que o paciente esteja suficientemente anestesiado para que o cirurgião possa iniciar o seu trabalho.

  • A fase de indução compreende todos os procedimentos anestésicos, incluindo a medicação prévia, até que o paciente esteja suficientemente anestesiado para que o cirurgião possa iniciar o seu trabalho.

  • Terá uma duração distinta segundo as drogas empregadas e a intensidade da anestesia requerida para o caso.

A fase de manutenção começa quando a anestesia é bastante profunda para permitir a execução da intervenção, e continua até que seja completada.

  • A fase de manutenção começa quando a anestesia é bastante profunda para permitir a execução da intervenção, e continua até que seja completada.

  • A fase de recuperação vai desde a finalização das manobras cirúrgicas até que o paciente volte a encontrar-se em harmonia com o ambiente que o cerca e possa controlar convenientemente as suas faculdades.

Interações Medicamentosas: • Pode proporcionar efeitos aditivos depressores do Sistema Nervoso Central com: outros medicamentos que produzem depressão do sistema nervoso central; • Pode aumentar os efeitos tóxicos se utilizado com: antiarrítmicos (como a tocainida); • Pode aumentar a formação de metahemoglobina se utilizado com outros produtos que podem elevar a metahemoglobina como: sulfonamidas.

Biotransformação e Excreção:

  • Biotransformação e Excreção:

  • Depende da metabolização e da excreção de cada fármaco específico, em última análise, do clearance do fármaco (excreção).

Duração da Anestesia:

  • Duração da Anestesia:

  • É o tempo necessário para que seja realizado o exame ou a operação, oferecendo ainda abolição da dor por tempo variável após o procedimento, na dependência do anestésico empregado. Atualmente o anestesiologista dispõe de conhecimentos para abolir

  • toda a sua dor no

  • pós-operatório.

Qual o risco de uma ANESTESIA?

  • São muito raros, atualmente, os acidentes ou complicações de uma Anestesia. Com medicamentos, instrumental e técnicas modernas, o Anestesiologista reduz ao máximo os riscos de acidentes anestésicos

CUIDADOS DA ENFERMAGEM COM AS ANESTESIAS

  • CUIDADOS DA ENFERMAGEM COM AS ANESTESIAS

  • À enfermagem compete as seguintes providências:

  • Suspensão da alimentação sólida por 12 horas;

  • Esvaziamento intestinal;

  • Tricotomia e remoção de cosméticos;

  • Retirada de jóias, aparelhos

  • protéticos removíveis e outros;

  • Fornecimento de roupas próprias

  • do hospital;

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