Norma Celpe - Fornecimento de EE em tensao secundaria uc individual

Norma Celpe - Fornecimento de EE em tensao secundaria uc individual

(Parte 1 de 15)

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão

Secundária de Distribuição a Edificações Individuais

Processo

Atendimento aos Clientes

Edição 8ª

Folha 1 DE 108

Atividade

Edição Data Alterações em relação à edição anterior 1ª 17/10/2002 Edição Inicial. 2ª 31/03/2003 Padronização do cabo multiplexado de cobre para ligações trifásicas. 3ª 14/10/2004 Padronização da caixa polifásica tipo 02.

4ª 23/02/2005 Correção no item 4.38, substituindo-se "recuo superior a 1m" por "recuo inferior a

1m" e adequação dos condutores de aterramento na tabela 04.

Inclusão dos itens 4.7 que exige diagrama unifilar, 4.41 que recomenda a externalização do padrão de entrada, 4.42.1 a 4.42.3 que restringe o fracionamento de medição e 4.43 a 4.4 sobre medição para irrigação e aqüicultura e atualização da tabela 13.

Adequação ao novo modelo de normativos do SGN; exigência de externalização, quando da ocorrência de fracionamento da medição; inclusão do Padrão de Entrada com duas medições; padronização de até cinco caixas de medição trifásica em muro ou mureta; alteração das dimensões da caixa de aterramento; inclusão e adequação do texto ao art. 3, § 1º da resolução 456 da ANEEL; inclusão das disposições previstas na Lei Federal nº 1.337; recomendações quanto à observância das normas NBR 5410 e NR-10, na elaboração de projetos de instalações elétricas internas das unidades consumidoras; recomendação do uso de DPS e DR; Alteração na tabela 10, referente à substituição do conector tipo cunha tipo I (embalagem vermelha) pelo tipo IV (embalagem azul) na conexão entre o condutor da rede em cobre seção 16 mm² e o cabo concêntrico do ramal de ligação seção 6 mm².

Inclusão do item 4.42, que padroniza, para as unidades consumidoras do grupo B trifásicas, o medidor eletrônico, o qual permite medição de energia consumida ativa e reativa; define as classes de faturamento para as quais a CELPE deve passar a faturar o consumo de energia elétrica ativa e reativa excedente, conforme resolução ANEEL 456/2000.

Padronização do padrão de entrada em cantoneira sobre o muro para ligação monofásica, coluna de concreto engastada no muro e em poste metálico para ligação monofásica e trifásica; duas entradas de serviço independentes, para um mesmo imóvel, desde que partindo de um único poste da rede; agrupamento de caixas de medição em disposição vertical; diâmetro mínimo para o eletroduto de aterramento de 100 m; inclusão dos requisitos de inspeção e testes para grupos geradores particulares; localização do DPS após a medição da unidade consumidora; obrigatoriedade de apresentação de autorização de funcionamento emitida pela Prefeitura e Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) para solicitação de fornecimento provisório; inclusão dos critérios para ligação de unidades consumidoras em níveis diferentes de tensão; modificação na tabela 4 e introdução do Memorial Técnico para Cálculo da Demanda em Unidades Consumidoras do Grupo B, para adequação da norma ao novo sistema comercial SAP/CCS.

Nome dos grupos Diretor-Presidente, Superintendentes, Gerentes, Gestores, Funcionários e Prestadores de Serviços.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão

Secundária de Distribuição a Edificações Individuais

Processo

Atendimento aos Clientes

Edição 8ª

Folha 2 DE 108

Atividade

NORMATIVOS ASSOCIADOS Nome dos normativos

SM01.0-0.02 Fornecimento de Energia Elétrica a Edificações de Uso Coletivo. SM01.0-0.06 Instalação de Geradores Particulares em Baixa Tensão.

SM01.0-0.07 Paralelismo Momentâneo de Gerador com o Sistema de Distribuição, com Operação em Rampa.

VR01.01-0.04 Especificação de Caixas para Medidores.

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

1. OBJETIVO5
2. RESPONSABILIDADES5
3. DEFINIÇÕES5
4. CRITÉRIOS7
5. REFERÊNCIAS21
6. APROVAÇÃO2
ANEXO I. TABELAS23
TABELA 04 - DADOS ELÉTRICOS DA ENTRADA DE SERVIÇO23
TABELA 05 - DISPOSITIVOS DE PARTIDA PARA MOTORES TRIFÁSICOS24
TABELA 06 - DIMENSIONAMENTO DO POSTE PARTICULAR25
TABELA 07 - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DE POSTES E PONTALETES PADRONIZADO26
TABELA 09 - CONEXÃO ENTRE A REDE MULTIPLEXADA E O RAMAL DE LIGAÇÃO27
TABELA 10 - CONEXÃO ENTRE A REDE SECUNDÁRIA CONVENCIONAL E O RAMAL DE LIG27
TABELA 12 - CONDUTOR E ALÇA PARA RAMAL DE LIGAÇÃO AÉREO29
TABELA 13 - POTÊNCIA DE APARELHOS ELETRODOMÉSTICOS29
TABELA 14 - FÓRMULAS PARA CÁLCULO DE CIRCUITOS ELÉTRICOS37
ANEXO I – DESENHOS DE REFERÊNCIA38
DESENHO 01 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA39
DESENHO 02 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA41
DESENHO 03A – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA43
DESENHO 03B – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA SEM TRAVESSIA DE RUA4
DESENHO 03C – PADRÃO DE ENTRADA EM COLUNA DE CONCRETO ARMADO45
DESENHO 04 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA47
EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO EM PONTALETE49
EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA51
EDIFICAÇÃO SEM RECUO – FIXAÇÃO NA FACHADA53
DE ENTRADA EM POSTE METÁLICO – MEDIÇÃO NO POSTE5
DE ENTRADA APARENTE – MEDIÇÃO NA PAREDE FRONTAL57
DESENHO 10 – ESTRUTURA I-RLM59
DESENHO 1 – ESTRUTURA I-RLMD61
DESENHO 12 – ESTRUTURA C-RLM63
DESENHO 13 – DETALHES DE PONTO DE ENTREGA MONOFÁSICO64
RAMAL DE DISTRIBUIÇÃO SUBTERRÂNEO6
DESENHO 15 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA68
DESENHO 16 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA70
DESENHO 17 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA72
DESENHO 18 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA74
DESENHO 19 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA76
DESENHO 20 - ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA SEM TRAVESSIA DE RUA78
DESENHO 21 – ESTRUTURA I-RLT80
DESENHO 2 – ESTRUTURA C-RLT182
DESENHO 23 – ESTRUTURA C-RLT284
DESENHO 24 – DETALHES DE PONTO DE ENTREGA TRIFÁSICO85
DESENHO 25 – DETALHES DE POSTE DE CONCRETO SEÇÃO DT E METÁLICO86

Página TABELA 08 - CONEXÃO ENTRE O ESTRIBO NA REDE MULTIPLEXADA E O RAMAL DE LIGAÇÃO...26 TABELA 1 - CONEXÃO ENTRE A REDE SEC. CONVENC. E RAMAL DE LIGAÇÀO EM CABO MULT.28 DESENHO 05 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA DESENHO 06 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA DESENHO 07 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA SEM TRAVESSIA DE RUA DESENHO 08 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA PADRÃO DESENHO 09 – ENTRADA DE SERVIÇO MONOFÁSICA AÉREA COM TRAVESSIA DE RUA PADRÃO DESENHO 14 – ENTRADA DE SERVIÇO TRIFÁSICA COM TRAVESSIA DE RUA MEDIÇÃO NO POSTE DESENHO 26A – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO, DISJUNÇÃO MONOFÁSICA E DPS - OPÇÃO 1..................................................................................................................87

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

MONOFÁSICA E DPS - OPÇÃO 28
DESENHO 27A – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO,89
DESENHO 27B – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO,90
DESENHO 28 – PADRÃO DE ENTRADA METÁLICO91
DESENHO 29 – ATERRAMENTO EM CAIXA DE CONCRETO OU TUBO PVC92
DESENHO 30A – INSTALAÇÃO PARA FORNECIMENTO PROVISÓRIO93
DESENHO 30B – INSTALAÇÃO PARA FORNECIMENTO PROVISÓRIO94
DESENHO 31 – CAIXA PARA MEDIDOR E DISJUNTOR MONOFÁSICA E POLIFÁSICA95
DESENHO 32 – PADRÃO DE ENTRADA PARA CONSUMIDOR IRRIGANTE EM BAIXA TENSÃO96
BAIXA TENSÃO97
EM BAIXA TENSÃO98
DESENHO 35 - PADRÃO DE ENTRADA COM DUAS MEDIÇÕES9
DESENHO 36A - MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURO OU MURETA100
DESENHO 36B - MEDIÇÃO AGRUPADA EM MURO OU MURETA101
DESENHO 37 - MEDIÇÃO AGRUPADA EM ARRANJO VERTICAL102
(PLACA DE ADVERTÊNCIA)103
ANEXO I - MEMORIAL TÉCNICO104
QUADRO 01 - FATOR DE DEMANDA PARA ILUMINAÇÃO E PEQUENAS TOMADAS104
QUADRO 02 - FATORES DE DEMANDA PARA ELETRODOMÉSTICOS EXCETO FOGÕES105
QUADRO 03 - FATORES DE DEMANDA PARA FOGÕES ELÉTRICOS105
QUADRO 05 - DEMANDA INDIVIDUAL DE MOTORES MONOFÁSICOS106
QUADRO 06 - DEMANDA INDIVIDUAL DE MOTORES TRIFÁSICOS107
QUADRO 07 - FATOR DE DEMANDA PARA BOMBAS E BANHEIRAS DE HIDROMASSAGEM108

DESENHO 26B – DETALHES DE INSTALAÇÃO DAS CAIXAS DE MEDIÇÃO, DISJUNÇÃO DESENHO 3 – SITUAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA ÚNICO PARA O CONSUMIDOR IRRIGANTE EM DESENHO 34 – SITUAÇÃO DO PONTO DE ENTREGA DISTINTO PARA O CONSUMIDOR IRRIGANTE DESENHO 38 - LIGAÇÃO DE UNIDADES CONSUMIDORAS EM NÍVEIS DIFERENTES DE TENSÃO QUADRO 04 - FATOR DE DEMANDA PARA APARELHOS DE AR CONDICIONADO TIPO JANELA...106 QUADRO 08 - DEMANDA DE MOTORES NÃO ATENDÍVEIS EM BAIXA TENSÃO.................................108

Norma Fornecimento de Energia Elétrica em Tensão Secundária de Distribuição a

Edificações Individuais

1.OBJETIVO

Padronizar as entradas de serviço e estabelecer as condições para o fornecimento de energia elétrica para as unidades consumidoras individuais em tensão secundária de distribuição.

2.RESPONSABILIDADES

Competem aos órgãos de planejamento, suprimento, segurança, engenharia, projeto, construção, ligação, operação, manutenção, comercial e atendimento a clientes da CELPE, assim como aos consumidores, cumprir o estabelecido neste instrumento normativo.

3.DEFINIÇÕES

3.1Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT Associação privada sem fins lucrativos responsável pela elaboração das normas no Brasil.

3.2Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL Autarquia em regime especial, vinculada ao Ministério de Minas e Energia - MME criada pela Lei 9.427 de 26/12/1996, com a finalidade de regular e fiscalizar a geração, transmissão, distribuição e comercialização da energia elétrica.

3.3Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra.

3.4Cabo Concêntrico Cabo multipolar constituído por um condutor central isolado e uma ou mais camadas isoladas entre si de condutores dispostos helicoidalmente.

3.5Cabo isolado Cabo de cobre ou alumínio, coberto por composto termoplástico à base de Cloreto de Polivinila (PVC), com cobertura isolante em borracha Etileno Propileno (EPR) ou Polietileno Reticulado (XLPE).

3.6Caixa de Derivação Caixa destinada à conexão elétrica dos ramais de ligação, instalada no poste da CELPE.

3.7Caixa do Medidor Caixa destinada à instalação dos equipamentos de medição de energia elétrica da CELPE.

3.8Caixa do Disjuntor Caixa destinada à instalação do equipamento de proteção.

3.9Carga Instalada Soma das potências nominais dos equipamentos elétricos instalados na unidade consumidora, em condições de entrar em funcionamento, expressa em quilowatts (kW).

3.10Carga Especial Equipamento que, pelas suas características de funcionamento ou potência, possa prejudicar a qualidade do fornecimento a outros consumidores.

3.11Concessionária Agente titular de concessão ou permissão federal para prestar o serviço público de energia elétrica.

(Parte 1 de 15)

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