PIONEER - A Tecnologia Chegou - Milho Bt Aprovado no Brasil

PIONEER - A Tecnologia Chegou - Milho Bt Aprovado no Brasil

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Ano XIII - Nº 27

I n f o r m a t i v oI n f o r m a t i v o w.pioneersementes.com.br

Quando colher a lavoura de milho para silagem

Um ano marcado pela alta volatilidade de preços

Família Olivo 3

BioGene surge como a mais nova marca no mercado de sementes

ESPECIAL BIOGENE 1212

Manejo do Mofo Branco da soja

CULTURA DA SOJA44

Impostos na venda de propriedades rurais

1414 ADMINISTRAÇÃO RURAL

Gene stacking - a piramidação de genes no melhoramento de plantas

Milho Bt aprovado no Brasil. E agora?

Y i e l

G a r d é m a r c a r e g i s t r d a u t i l i z a d a s o b li c e n ç d a

M o n s n t

C o p a n y

Milho Bt aprovado no Brasil A TECNOLOGIA CHEGOU

omo engenheiro agrônomo e trabalhando há mais de 30 anos no setor de sementes, esse é um momento especial e, portanto, gostaria de falar um pouco sobre o contexto atual e futuro da agricultura brasileira.

Estamos terminando mais uma safra de verão e deveremos alcançar a maior colheita de grãos do Brasil num cenário extremamente promissor para a agricultura brasileira. Uma associação de fatores coloca novamente a agricultura nacional num ciclo de crescimento iniciado em 2007 com a forte demanda por grãos e impulsionada, principalmente, pelo uso do milho no programa americano de etanol, o aumento de consumo mundial de grãos na forma de proteína animal e dos baixos estoques internacionais de milho.

Esta maior demanda, independente da origem, aliada à perda do valor do dólar frente à maioria das moedas, mudou drasticamente os preços internacionais das commodities agrícolas, colocando nossa agricultura novamente no caminho do crescimento. A alta dos preços em dólar tem compensado até mesmo a taxa cambial, que prejudica a rentabilidade dos produtores há alguns anos. Com melhores preços, o produtor aumentou a área plantada e o uso de tecnologia. Estes dois fatores combinados explicam grande parte do recorde de produção de grãos esperado para a safra que estamos colhendo. A grande dúvida agora é saber por quanto tempo este ciclo de crescimento irá permanecer. Entretanto, desta vez, há fortes fundamentos para que ele seja mais duradouro.

Mais uma vez quero ressaltar o valor empreendedor de nossos produtores rurais que, nos tempos difíceis, souberam se preparar para este ciclo positivo do agronegócio brasileiro. O uso de uma genética superior, aliada a uma maior utilização de tecnologia, tem sido fundamental para a obtenção de índices de produtividade antes considerados inatingíveis e somente alcançados pelos países do primeiro mundo.

No milho, produtividades acima de 10 ton/ha, estão sendo cada vez mais comuns entre nossos clientes. Estas produtividades, associadas aos atuais níveis de preços, vêm recompensando especialmente os produtores que investem em tecnologia. Aqueles que, há algum tempo, vêm fazendo melhor correção do solo, adotando práticas conservacionistas como o plantio direto, fazendo adubações corretas, investindo na qualidade do plantio, melhorando as práticas culturais e usando cultivares de maior potencial genético e densidades de plantio mais adaptadas a essas cultivares, vêm obtendo melhores e mais consistentes resultados.

Dando um novo passo e rumo em seus negócios, a Pioneer, com o objetivo de levar uma genética adaptada com custos compatíveis para as áreas que estão em transição para a alta tecnologia, ou seja, áreas de médio investimento, inova mais uma vez, lançando, a partir deste ano, a mais nova marca de sementes do mercado brasileiro, a BioGene. Esta marca levará aos produtores brasileiros uma nova genética com toda qualidade Pioneer, que permitirá o melhor uso dos investimentos feitos pelos produtores em áreas que ainda exigem adoção de práticas de alta tecnologia.

Também gostaríamos de agradecer a confiança depositada, mais uma vez, nos eventos organizados pela Pioneer. Até o momento foram realizados mais de 450, com um público cadastrado de aproximadamente 80 mil pessoas. Isto sem contar com os eventos organizados por terceiros. Um recorde de público que, com certeza, nos estimula a fazer ainda melhor.

As boas notícias de 2008 não param por aí. Finalmente, a partir deste ano, os produtores de milho do Brasil terão acesso ao uso da Biotecnologia. Depois de mais de dez anos de atraso em relação aos Estados Unidos, Argentina e outros países, nossos produtores poderão plantar o milho resistente à lagarta do cartucho e à broca da cana-de-açúcar que ataca o milho. Esta tecnologia levará mais rentabilidade para a cultura do milho, benefícios para o meio ambiente, para toda a cadeia produtiva do milho e, especialmente, segurança para os investimentos feitos nas lavouras. Assim, 2008 também ficará marcado como sendo o ano do início da recuperação do atraso tecnológico da cultura do milho imposto pelo nosso imbróglio na aprovação da Biotecnologia no Brasil. A Pioneer fará um grande esforço para que esta tecnologia seja adotada da forma mais correta e adequada possível. Por isto, em breve, enviará materiais técnicos, realizará reuniões e dias de campo, postará artigos no site, além de outras formas de comunicação. Tudo para deixar você o melhor informado possível.

Eu quero agradecer a todos os nossos clientes e parceiros pela grande aceitação dos produtos e serviços Pioneer. Este apoio tem sido fundamental para que a Pioneer invista cada vez mais no desenvolvimento de uma genética superior, adaptada à sua realidade e de geração de tecnologias que aumentem a rentabilidade das lavouras dos nossos clientes.

EDITORIAL Roberto de Rissi - Diretor Executivo da PioneerBrasil

PIONEER MulticanalC

Para manter seus usuários sempre bem informados, a Pioneer Sementes, através de seu Portal, traz, para os diversos públicos com os quais mantêm relações, uma série de conteúdos técnicos sobre os mais diversos assuntos ligados ao agronegócio, além de oferecer uma seleção das principais notícias diárias do ramo.

A empresa oferece, ainda, canal de relacionamentos através de seus serviços de atendimento disponíveis no Portal Pioneer (w.pioneersementes.com.br).

Buscando inovar cada vez mais através de ações de comunicação digital, a empresa realiza também o envio de convites eletrônicos sobre os eventos realizados pela Pioneer, de e-mail marketing sobre o lançamento de seus materiais informativos, a publicação de banners em sites com o objetivo de divulgar os materiais técnicos disponíveis no Portal e os serviços oferecidos pela empresa. Estas ações, além de divulgar o trabalho da Pioneer, incentivam a realização de cadastro e o acesso às diversas áreas do Portal. Além disto, todos os meses, são enviados emails segmentados sobre os diversos assuntos que a empresa tem interesse em divulgar, de acordo com o perfil do cliente e com a época do ano.

Para receber mais esta novidade da

Equipe Pioneer, faça seu cadastro completo no Portal Pioneer (w.pioneersementes.com.br) e passe a receber nossos informes técnicos online em seu e-mail.

A importância da hiperprecocidade

Família Olivo: ?O Sistema de

Combinação de

Híbridos Pioneer contribuiu para estabelecer o tempo entre as diversas culturas. ?

Granja Olivo, de 653 ha, localizada em Pato Branco/PR, de propriedade de Antônio Valdomiro Olivo e esposa, Elemir Palaro Olivo e filhos (Omar, Moacir, Edson e Leucimar), é exemplo de propriedade que encontrou, no plantio da safrinha de feijão no pós-milho, uma fonte alternativa para intensificar a receita dos negócios da família.

A história da família Olivo começou quando o sr. Antônio, natural de Ipê/RS, se transferiu para Pato Branco/PR em 1964 e adquiriu uma área de 12 ha na localidade de Independência. Hoje, na propriedade dos Olivo são cultivados 200 ha de milho, 450 ha de soja, 110 ha de soja após soja precoce, 121 ha de trigo e 200 ha de feijão. Isto totaliza 1.081 ha cultivados.

Até meados dos anos 80, a família plantava sementes de milho cunha ou cravinho e colhia 74 sc/ha em média. O primeiro contato dos Olivo com a Pioneer ocorreu no final dos anos 80, quando plantavam híbridos como o Pioneer 3230. Com o passar dos anos, a família percebeu grande incremento de produtividade, resultado de todo o conjunto de práticas e tecnologias adotadas na propriedade.

Antônio conta que, nos anos 80, a rotação utilizada na granja era de apenas 5% com milho e o restante com soja. Atualmente, o milho ocupa 30% da área. "Nós mantemos a rotação com milho em torno de 30% e não abrimos mão disto. Nunca perdemos. Só ganhamos com a adoção desta prática", revela o produtor.

Através de informações obtidas em dias de campo, palestras, boletins técnicos, assistência técnica diferenciada e investimentos precisos em tecnologias como redução de espaçamento entrelinhas, nos anos 80 o espaçamento utilizado era de um metro e foi reduzido gradualmente para os atuais 50 centímetros. Isto tudo aliado à escolha de híbridos e corretas práticas de manejo no campo, a família Olivo chegou a alcançar excelentes patamares de produtividade em milho. Na safra de 2006 chegou a 460 sc/alq.

Os Olivo também revelam que, na hora de escolher qual híbrido plantar, levam em conta fatores como resistência a doenças, potencial produtivo, hiperprecocidade, assistência técnica diferenciada e estabilidade dos materiais. "Há alguns anos, quando parte da área era plantada com híbridos de outras empresas, a produção oscilava em altos e baixos. Hoje, com 100% sementes Pioneer, nota-se uma estabilidade na produção".

A mão-de-obra empregada na Granja é 100% familiar, onde a administração cronológica dos manejos do plantio e da colheita são realizados de forma eficiente. O Sistema de Combinação da Pioneer contribuiu muito, fornecendo intervalos de tempo necessários tanto para o estabelecimento e colheita desta cultura quanto à implantação da cultura seqüente, o feijão.

Nesta última safra os híbridos plantados foram 32R22, 32R48 e 30R50 e chegou-se a uma produtividade média de 414 sc/alq nos 200 ha plantados na fazenda. Também avaliam como ponto importante a otimização dos equipamentos e máquinas da fazenda em que, com apenas uma colheitadeira e uma plantadeira, são cultivados os 1.081 ha anuais.

A família Olivo comercializou 30% do milho antecipadamente para garantir pagamento de parte dos custos. O restante está sendo comercializado de forma gradativa, cujo preço médio deve ficar em R$ 21,0 por saca. No feijão pós-milho, baseado no histórico de 18 anos, colheu-se o mínimo de 70 sc/alq e o máximo de 110 sc/alq, sendo comercializado por valores entre R$ 60,0 e R$ 105,0. A família ainda estima que 208 seja um ano de ótimos preços e produtividades nesta cultura.

Os Olivo revelam que o plantio da safrinha é uma prática que tem dado certo e pode servir de exemplo para outros produtores, que buscam, na diversificação, ganhos de rentabilidade para o seu negócio. Esta estratégia, aliada a um sólido planejamento das atividades na fazenda, é considerada peça-chave para o sucesso da propriedade.

F o t a r q u i v o

C l i e n t

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