Inventário e manejo florestal

Inventário e manejo florestal

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AMOSTRAGEM, CARACTERIZAÇÃO DE ESTÁDIOS SUCESSIONAIS NA VEGETAÇÃO CATARINENSE E MANEJO DO PALMITEIRO (Euterpe edulis) EM REGIME DE RENDIMENTO SUSTENTÁVEL

Textos elaborados por:

Adelar Mantovani Ademir Reis Adilson dos Anjos Alexandre Siminski Alfredo Celso Fantini Ângelo Puchalski Maike Hering de Queiroz Mauricio Sedrez dos Reis Rudimar Conte

FLORIANÓPOLIS JUNHO DE 2005

APRESENTAÇÃO3
1.MÓDULO INVENTÁRIO FLORESTAL5
1.1 INTRODUÇÃO5
1.2 CONCEITOS BÁSICOS SOBRE AMOSTRAGEM6
1.2.1 População6
1.2.2 Censo e amostragem6
1.2.3 Amostra6
1.2.4 Unidade amostral6
1.2.5 Precisão e acuracidade6
1.3 MÉTODOS DE AMOSTRAGEM7
1.3.1 Método de Área Fixa com emprego de parcelas8
1.3.1.1 Estimadores para o número de árvores, área basal e volume9
1.3.1.2 Amostragem aleatória simples10
1.3.1.3 Exemplo de amostragem aleatória simples1
1.3.1.4 Amostragem aleatória estratificada14
1.3.1.5 Amostragem sistemática15
1.3.1.6 Obtenção de estimativas com emprego de parcelas17
1.3.1.7 Exemplo com amostragem sistematizada18
1.3.2 Método dos Quadrantes28
1.3.2.1 Obtenção de estimativas pelo método dos quadrantes29
1.3.2.2 Exemplo utilizando o Método dos Quadrantes29
1.4 BIBLIOGRAFIA37
AS TIPOLOGIAS FLORESTAIS CATARINENSES38
DINÂMICA DA SUCESSÃO SECUNDÁRIA ASSOCIADA AOS SISTEMAS AGRÍCOLAS40
CLASSIFICAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA EM ESTÁDIOS SUCESSIONAIS42
BIBLIOGRAFIA45

Sumário 2.MÓDULO CARACTERIZAÇÃO DE ESTÁDIOS SUCESSIONAIS NA VEGETAÇÃO CATARINENSE..38

SUSTENTÁVEL49
3.1 ASPECTOS DA ECOLOGIA DE FLORESTAS TROPICAIS49
3.1.1 Grupos ecológicos de espécies florestais50
DAS ESPÉCIES54
3.2.1 Introdução54
3.2.2 Estoque disponível5
3.2.3 Taxas de incremento56
3.2.4 Regeneração natural57
3.2.5 Outras considerações58
3.3 A PALMEIRA EUTERPE EDULIS MARTIUS59
3.3.1 ASPECTOS ECOLÓGICOS DA ESPÉCIE59
3.3.2 ASPECTOS DEMOGRÁFICOS E FITOSSOCIOLÓGICOS61
3.4 INVENTÁRIO PARA O MANEJO DO PALMITEIRO63
3.5 ESTIMAÇÃO DE EQUAÇÕES DE INCREMENTO CORRENTE ANUAL65
3.6 SISTEMAS DE IMPLANTAÇÃO DE EUTERPE EDULIS6
3.7 PRODUTIVIDADE SUSTENTÁVEL DE PALMITO ATRAVÉS DO MANEJO DE EUTERPE EDULIS67
3.8 EXEMPLO DE PLANO DE MANEJO FLORESTAL SUSTENTÁVEL71
1. INFORMAÇÕES GERAIS71
2. OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS DO PMFS72
3. CARACTERIZAÇÃO DO MEIO NA PROPRIEDADE72
4. MANEJO FLORESTAL73
v. AVALIAÇÃO E PROPOSTA DE MINIMIZAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS80
viPROGNOSTICO DA QUALIDADE AMBIENTAL PELA IMPLANTAÇÃO DO PMFS..........................80
vii. ANÁLISE ECONÔMICA DO PROJETO80
8 BIBLIOGRAFIA83
9 DOCUMENTOS EXIGIDOS83
BIBLIOGRAFIA CONSULTADA E RECOMENDADA83
4. DIVERSIDADE GENÉTICA EM PLANTAS8

3.MODULO MANEJO DO PALMITEIRO (EUTERPE EDULIS) EM REGIME DE RENDIMENTO 3.2 MANEJO DE RENDIMENTO SUSTENTADO: UMA PROPOSTA BASEADA NA AUTOECOLOGIA 2

4.2 ESTUDOS SOBRE DIVERSIDADE GENÉTICA EM PLANTAS89
4.3 DIVERSIDADE GENÉTICA EM ESPÉCIES DA MATA ATLÂNTICA91
4.4 METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO92
4.5 BIBLIOGRAFIA CITADA98
ANEXOS101
DECRETO Nº 750, DE 10 DE FEVEREIRO DE 1993101
RESOLUÇÃO Nº 4, DE 04 DE MAIO DE 1994102
PORTARIA INTERINSTITUCIONAL N° 01, DE 04/06/96,104
RESOLUÇÃO CONAMA Nº 294, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2001113
ARBÓREAS119
INTRUÇÃO NORMATIVA – IN 23 - SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO EM AREA RURAL121
INSTUÇÃO NORMATIVA – IN 27 - CORTE EVENTUAL DE ÁRVORES122
MODELO DE PLANILHAS DE CAMPO123

Este material bibliográfico representa um resgate e atualização de dois cursos ministrados pelo Núcleo de Pesquisas em Florestas Tropicais NPFT na década de 1990, o curso de “CARACTERIZAÇÃO DE ESTÁDIOS SUCESSIONAIS NA VEGETAÇÃO CATARINENSE” e o curso de “MANEJO DO PALMITEIRO (Euterpe edulis) EM REGIME DE RENDIMENTO SUSTENTÁVEL”. Estes cursos são o resultado de pesquisas com espécies nativas que vêm sendo realizadas desde 1980 dentro da Universidade Federal de Santa Catarina. Estas pesquisas envolvem uma equipe de professores dos Departamentos de Fitotecnia/CCA e Botânica\CCB, da UFSC.

O palmiteiro representa aqui um modelo de pesquisa, conciliando conservação e economicidade da Floresta Tropical Atlântica, meta de pesquisa da equipe durante 20 anos. Este modelo prima pela busca de conhecimentos capaz de manter a dinâmica e a biodiversidade natural da comunidade, permitindo de forma contínua a produção dos produtos florestais.

As formações secundárias recebem dentro deste modelo de pesquisa um tratamento especial, uma vez que representam as maiores áreas disponíveis para o manejo das espécies.

Dentro deste material, procura-se dar uma base ecológica das principais características conhecidas da dinâmica de florestas tropicais, para depois, baseado nestes conhecimentos, propor um sistema de manejo para rendimento sustentado. O palmiteiro recebe o enfoque principal, sendo tratado como uma planta capaz de garantir a melhoria de condições ecológicas de uma comunidade.

O curso deve ser entendido como um alerta para uma mudança de mentalidade sobre nossos recursos florestais e, de maneira alguma, pretende esgotar os conhecimentos sobre a conservação e manejo da Floresta Tropical Atlântica. Pretende sim, coletar e discutir informações sobre a realidade e os problemas vividos por aqueles que desejam conservar e ou manejar este ecossistema, ao mesmo tempo em que difunde as concepções do grupo de pesquisa sobre estas questões.

Os ministrantes

1.MÓDULO INVENTÁRIO FLORESTAL

1.1INTRODUÇÃO

Até poucos anos atrás, o inventário de florestas nativas no Brasil era realizado por meio de simples levantamento do estoque de indivíduos de grande porte, susceptíveis de serem explorados, resultando numa visão incompleta e por vezes distorcida da verdadeira condição de desenvolvimento da floresta (REIS et al., 1994).

Com a evolução da tecnologia e a constante pressão dos órgãos ambientais, os inventários tornaram-se muito mais complexos e informativos. Neste novo enfoque, os inventários que na maioria dos casos eram utilizados para determinação do volume de madeira existente na floresta, passaram a ser utilizados para determinação de outros aspectos como volume total, volume comercial, estádio sucessional da floresta, a avaliação da regeneração natural das espécies, e outras peculiaridades inerentes ao objetivo do inventário florestal.

Segundo PÉLLICO NETTO & BRENA (1997), “Inventário Florestal é uma atividade que visa obter informações qualitativas e quantitativas dos recursos florestais existentes em uma área pré-especificada”.

Há diferentes tipos de inventário, como os inventários de reconhecimento, os inventários regionais e os inventários a nível nacional, além de outros. Os inventários podem atender a interesses específicos de uma empresa florestal ou de uma instituição de pesquisa, visando a uma determinada fazenda, à parte de uma propriedade ou a um conjunto de propriedades (VEIGA, 1984)

Os inventários contínuos para planos de manejo florestal exigem que as amostras na área sejam permanentes para efeitos de fiscalização e, também, para determinação das variações periódicas dos parâmetros médios da população. Para que as amostras sejam permanentes é preciso criar uma estrutura capaz de assegurar a demarcação tanto das unidades amostrais quanto das espécies em estudo. Esta estrutura requer tempo e demanda custos para quem realiza o inventário florestal, o que implica na necessidade de avaliação da economicidade do sistema de amostragem. Portanto, é muito importante que se concilie a aplicação do melhor método de amostragem para cada tipo de situação, pois esta etapa tem sido considerada como um ponto de estrangulamento dentro de um sistema de manejo sustentável, conforme trabalho realizado com o manejo do palmiteiro em Santa Catarina (CONTE, 1997).

Quando o objetivo do produtor é conduzir um sistema de manejo florestal visando o rendimento sustentado dos seus produtos, o inventário é a ferramenta capaz de garantir o sucesso do seu empreendimento. Para que isso ocorra, o sistema de amostragem a ser empregado em um inventário florestal deve permitir que os dados coletados nas unidades de amostragem possibilitem, através de cálculos estatísticos, estimativas adequadas da população em estudo (VEIGA, 1984).

Além disso, há necessidade de estruturação de boas equipes de inventário florestal, pois são responsáveis pela coleta sistemática dos dados das variáveis de interesse. O acompanhamento da produtividade e qualidade do trabalho é de suma importância para abastecer com precisão e presteza o planejamento do projeto de exploração (FRANÇA et al., 1988).

A visão global do levantamento a ser realizado permitirá o delineamento das estratégias a serem utilizadas para a alocação dos recursos necessários ao inventário.

1.2CONCEITOS BÁSICOS SOBRE AMOSTRAGEM 1.2.1 População

Para fins de inventário florestal, segundo PÉLLICO NETTO e BRENA, (1997), uma população pode ser definida como um conjunto de seres da mesma natureza que ocupam um determinado espaço em um determinado tempo.

Do ponto de vista estatístico, uma população apresenta duas características essenciais (LOETSCH e HALLER, 1973): (i) os indivíduos da população são da mesma natureza e (i) os indivíduos da população diferem com respeito a uma característica típica, ou atributo chamado variável.

A figura 1.1 representa uma população teórica, com forma quadrada, composta por

(N) unidades amostrais quadradas, da qual foi extraída uma amostra de (n) unidades. 1.2.2Censo e amostragem

Censo ou enumeração completa é a abordagem exaustiva ou de 100% dos indivíduos de uma população e a amostragem consiste na observação de uma porção da população, a partir da qual serão obtidas estimativas representativas do todo (PÉLLICO

A amostra pode ser definida como uma parte da população, constituída de indivíduos que apresentam características comuns que identificam a população a que pertencem. Uma amostra selecionada deve ser representativa, ou seja, deve possuir as mesmas características básicas da população e duas condições principais devem ser observadas na sua seleção: (i) a seleção deve ser um processo inconsciente (independente de influências subjetivas, desejos e preferências) e (i) indivíduos inconvenientes não podem ser substituídos (PÉLLICO NETTO e BRENA, 1997). 1.2.4 Unidade amostral

Unidade amostral é o espaço físico sobre o qual são observadas e medidas as características quantitativas e qualitativas (variáveis) da população. Considerando um inventário florestal, uma unidade amostral pode ser uma parcela com área fixa; ou então, pontos amostrais ou mesmo árvores. O conjunto das unidades amostrais consistem uma

A precisão é indicada pelo erro padrão da estimativa, desconsiderando a magnitude dos erros não amostrais, ou seja, refere-se ao tamanho dos desvios da amostra em relação a média estimada (x), obtido pela repetição do procedimento de amostragem. Já a acuracidade expressa o tamanho dos desvios da estimativa amostral em relação à média paramétrica da população (μ), incluindo os erros não amostrais.

De maneira geral, em qualquer procedimento de amostragem, a maior preocupação esta na acuracidade, a qual pode ser obtida dentro de uma precisão desejável, eliminado ou reduzindo os erros não amostrais.

Figura 1.1 Organização estrutural de uma população, amostra e unidade amostral (Adaptado de PÉLLICO NETTO e BRENA, 1997).

1.3MÉTODOS DE AMOSTRAGEM

Método de amostragem, segundo PÉLLICO NETTO e BRENA (1997), significa a abordagem da população referente a uma única unidade amostral. Esta abordagem da população pode ser feita através dos métodos de: Área Fixa, de Bitterlich, de Strand, de Prodan, de 3-P, entre outros.

Este curso não pretende explorar as peculiaridades de cada método, então se optou pela abordagem de alguns diferentes sistemas (procedimentos) de amostragem para o Método de Área Fixa e Método dos Quadrantes.

Nos levantamentos feitos por amostragem, as estimativas dos vários parâmetros de uma população, são obtidas pela medição de uma fração da população inventariada. O verdadeiro valor de uma característica é um valor que existe na natureza. Entretanto, pela avaliação de um número adequado de unidades de amostras, pode-se estimar sua estatística correspondente (HOSOKAWA & SOUZA, 1987).

O objetivo da amostragem é fazer inferências corretas sobre a população, as quais são evidenciadas se à parte selecionada, que é a população amostral, constitui-se de uma representação verdadeira da população objeto (LOETSCH & HALLER, 1973).

As populações florestais são geralmente extensas e uma abordagem exaustiva - censo - de seus indivíduos demanda muito tempo e alto custo para sua realização. Uma forma de contornar essa situação é extrair uma amostra que seja representativa da população, sem onerar economicamente o processo de amostragem. Sendo assim, as inferências obtidas para a população são fidedignas se a amostra for uma verdadeira representação da população investigada.

Todas as estimativas feitas por amostragem estão sujeitas a erros que são normalmente medidos pelo erro padrão da média ou erro de amostragem. Uma estimativa será tão precisa quanto menor for o erro de amostragem a ela associado. Entretanto, não se deve esquecer da validade e dos aspectos práticos do inventário. Deve-se sempre lembrar que o objetivo principal de um levantamento é obter a melhor estimativa para uma população e não somente uma estimativa exata do erro de amostragem (HOSOKAWA & SOUZA, 1987).

Uma das primeiras etapas do processo de inventário florestal é o reconhecimento prévio da área a ser amostrada. A área deve ser percorrida com o objetivo de se fazer um reconhecimento da vegetação, suas peculiaridades e as diferenças de ambiente interno. Esta abordagem é importante para identificar a necessidade ou não da estratificação em sub-áreas homogêneas e assim direcionar um determinado método de amostragem.

A estratificação implica, numa primeira etapa, em separar blocos homogêneos com diferentes padrões de vegetação, como: formações herbáceas, áreas em estádio inicial de regeneração, áreas com formação relictual e outras. Além disso, a estratificação deve definir áreas de preservação permanente como topos de morros, encostas com mais de 100% de declividade e as beiras de rios, consideradas áreas intocáveis.

Numa segunda etapa de reconhecimento, as áreas podem ser novamente estratificadas, agora no sentido do processo amostral (amostragem estratificada), separando encostas de baixadas, diferentes fases de regeneração nas formações secundárias, ocorrência das espécies objeto de inventário, e assim por diante.

A seguir será feita uma abordagem sobre diferentes sistemas de amostragem, que são usados com freqüência nos levantamentos de áreas florestadas, por serem práticos e proporcionarem boas estimativas dos parâmetros da população.

Este método de amostragem consiste em selecionar aleatoriamente n unidades de amostras extraídas de uma população de N unidades, de modo que cada uma das n amostras tenha a mesma probabilidade de ser selecionada (HOSOKAWA & SOUZA, 1987).

Para locação das parcelas no campo, deve ser elaborado um mapa em escala adequada da área a ser manejada, com suas delimitações conhecidas para efeitos de amarrações. O mapa deve ser reticulado (quadriculado), sendo o tamanho de cada retículo proporcional ao tamanho da parcela. Em seguida é sorteado um determinado número de parcelas (no caso de amostragem aleatória), obedecendo ao critério de aleatoriedade, que servirão para os trabalhos de pré-amostragem. A disposição das parcelas no mapa pode ser amarrada com o Norte Magnético para facilitar a sua demarcação no campo.

Um outro método que elimina o trabalho de quadricular a área, consiste em estabelecer um sistema de coordenadas cartesianas sobre o mapa e a partir daí, fazer o sorteio aleatório das coordenadas da parcela. O par ordenado (x , y) define o ponto inicial ou central da parcela no mapa e, conseqüentemente, no campo (HOSOKAWA & SOUZA, 1987).

No campo, as parcelas podem ser demarcadas com bússola, balizas e trenas, ou somente com as duas últimas, sendo que o uso de bússola se justifica caso sejam feitas amarrações com o N magnético, diminuindo com isso possíveis erros de locação. Os caminhos até as parcelas devem ser demarcados com estacas (de preferência metálicas) e fitas plásticas coloridas, sendo que na entrada dos caminhos devem ser dispostas etiquetas indicando o número de cada parcela. Este procedimento é importante para os inventários contínuos, tendo em vista o retorno à área para serem efetuadas as reavaliações.

A locação das unidades de amostra fixas, refere-se à área projetada num plano horizontal, portanto, existe a necessidade da correção das áreas inclinadas para a horizontal. Para se efetuar as devidas correções, no momento das medições, a trena pode ser levantada no ponto mais baixo, formando uma medida horizontal, ou pode-se lançar mão de clinômetros para determinar o ângulo de inclinação e com isso fazer as correções necessárias.

Quanto ao tamanho e formato das parcelas, diversos trabalhos utilizando parcelas de tamanhos diferentes foram realizados. No Vale do Ribeira, SP, e na FLONA de Ibirama, SC, trabalhos com manejo do palmiteiro e plantas medicinais são realizados em parcelas de 40 x 40 metros. Também em Santa Catarina, foram realizados trabalhos com manejo do palmiteiro em Blumenau (NODARI, 1987), utilizando parcelas de 100 x 20 metros. Na região de São Pedro de Alcântara-SC, parcelas permanentes de 50 x 50 metros vêm sendo utilizadas para estudos das espécies florestais da mata atlântica, o que tem proporcionado boas inferências para a população local como um todo.

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