Reatividade de Compostos Organicos Aula 2

Reatividade de Compostos Organicos Aula 2

(Parte 1 de 4)

Adi Adiçç ão ão

Eletrof Eletrofíí lica lica a Liga a Ligaçç ões Duplas e Triplas ões Duplas e Triplas

Adição eletrofílicaa C=C 1- I mportância

Fibras~CH(CN)-CH2

~OrlonH2 C =CHC NAcrilonitrila

Material descartável e mpacota mento

~PoliestirenoH2 C =CHPhEstireno

Fitas, coberturas~CF2 CF2

~TeflonF2 C =CF

Tetrafluoro etileno

Tubos, lonas

~ClCHCH2 ~PVCCH2 =CHCl

Cloreto de vinila

Sacos, caixas, potes

Polietileno Alta e baixa densidade

H2 C =CH HEtileno

UsoEstruturaPolí meroEstruturaMonô mero

Os co-polímeros de estireno e metacrilatode metilaH2 C =CH(C H3 ) CO2 Mesão a base das tintas Látex (polimerização radicalar, estrutura do co-polímero?).

Reações Definições:

Estéreo-seletiva:Uma reação que dáorigem (predominante e/ou exclusiva) a um dos possíveis estéreo-isômeros édenominada estéreo-seletiva.

Estéreo-específica:Uma reação, na qual reagentes estéreo-quimicamente diferentes levam a produtos estéreo-quimicamente diferentes. Exemplo, dois reagentes que são diastéreo-isômeroslevam a dois produtos que são também diastéreo-isô meros.

Explicar: A mono-cloração (radicalar) de (S)-2-bromobutanoéestéreo-selativano C3 e não seletiva no C2.

A reação (SN 2) de (S)-2-bromobutanocom I- em acetona éestéreo-seletiva?

2.1. Adição de H2 , hidrogenação

A hidrogenação não ocorre sem catalisador, mesmo em altas temperaturas

(C2 H4 + H2 , 200 °C, várias horas), mas ocorre em temp. ambiente na presença de catalisadores (Nide Raney; Pd/C), a reação éestéreo-específica, syn. (Murray Raney, 1926, partículas de Ni-Al, indústria de margaraina).

2.2-Caráter nucleofílicoda d.l.-Adição eletrofílicade HX 2.2-Caráter nucleofílicoda d.l.-Adição eletrofílicade HX

Explicação histórica, Regra de Markovnikov(Vladimir VasilevichMARKOVNIKOV

Univ. Kazan, 1869, estudou na Alemanha com Erlenmeyere Kolbe)

“Na adição de ácidos halogenadosa alcenosassimétricos, a adição do halogênio ocorre no carbono menos hidrogenado; e o hidrogênio no carbono que contém maior número de hidrogênios”(Kharasche ReinmuthJ. Chem. Educ. 8, 1703

Regra em linguagem moderna

Na adição de ácidos halogenadosa alcenos, a adição de próton ocorre para formar a espécie (carbocátion, C.C.) mais estável.

Mecanis mo:

X observado não observado

Evidência Para a Formação Intermediária de Carbocátion: Observação de produtos de rearranjo;

HCl CH C

Rearranjo de Wagner-Meerwein: deslocamento de H ou grupos alquila para formação do carbocátionmais estável;

Adição Anti-Markovnikovde HBr: Efeito de peróxido

Na adição de HBra alcenosobservou-se orientações diferentes, dependendo das condições experi mentais.

HBr a a: Reagentes rigorosamente puros, b: Na presença de peróxidos

Mecanis mo iniciação RO HBr ROH Br

R O O R 2RO

Br Br

CH2 Br

CH2 Br

Br Br propagação

Br HBr ter minação

Conclusão:Continua a regra geral de formação da espécie mais estável, neste caso o radical (P1). A ordem de entrada de HBréa inversa, bromo primeiro.

O efeito (de ROOR) ocorre somente no caso de HBr, mas não para outros HX, porque as reações que produzem tanto P1 quanto P2 são exotérmicas para HBr.

2.3-Adição de halogênios (exemplo, Bromo) -Proposta geral do mecanismo

(Parte 1 de 4)

Comentários